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Controle de Qualidade 
de Substâncias 
Vegetais Brutas
• Disciplina: Farmacoténica
Avançada 
• Turma: Farmácia P6
• Docente: Brígida Michele
Objetivos 
da Aula
• Compreender os princípios 
do controle de qualidade de 
drogas vegetais.
• Reconhecer os parâmetros 
físicos, químicos e 
microbiológicos avaliados.
• Entender a importância da 
padronização para a eficácia 
e segurança.
Conceito
• Substância vegetal bruta: parte 
da planta (folhas, cascas, raízes, 
flores, frutos, sementes) 
utilizada inteira, fragmentada ou 
pulverizada, com finalidade 
terapêutica.
• O controle de qualidade 
assegura:
• Identidade
• Pureza
• Potência
Etapas do Controle de Qualidade
1. Controle 
botânico 
(macroscópico e 
microscópico)
2. Controle físico-
químico
3. Controle 
microbiológico e 
de contaminantes
Controle Botânico
• Análise macroscópica:
• - Cor, forma, odor, textura, sabor
• Análise microscópica:
• - Estruturas celulares (tricomas, 
cristais, estômatos, grãos de 
amido)
• - Microscopia óptica e reagentes 
específicos
Controle Físico-Químico
UMIDADE – EVITA 
DEGRADAÇÃO E 
CRESCIMENTO
MICROBIANO
CINZAS TOTAIS E 
INSOLÚVEIS –
DETECTA
IMPUREZAS
MINERAIS
EXTRATIVOS – MEDE 
COMPOSTOS
SOLÚVEIS
PH – INDICA 
ACIDEZ/ALCALINIDA
DE
TEOR DE 
MARCADORES –
QUANTIFICA
CONSTITUINTES
ATIVOS
Métodos Analíticos
• Gravimetria
• Espectrofotometria UV-Vis
• Cromatografia (CCF, CLAE, CG)
• Titrimetria
Métodos 
Analíticos
• Gravimetria
Métodos 
Analíticos
Espectrofotometria UV-Vis
Metodos 
Análiticos
Cromatografia (CCF, CLAE, CG)
Metodos 
Análiticos
• Titrimetria
Controle Microbiológico e de 
Contaminantes
• Contagem de microrganismos totais
• Pesquisa de Salmonella sp., E. coli, S. aureus
• Determinação de metais pesados
• Pesquisa de micotoxinas e agrotóxicos
Padrões Farmacopeicos
Exemplo: Camomila (Matricaria recutita L.)
Umidade ≤ 12%
Cinzas totais ≤ 8%
Extrativos etanólicos ≥ 20%
Fonte: Farmacopeia Brasileira, 6ª edição (2019).
Importância
• Garante
eficácia e 
segurança
• Evita 
adulterações e 
contaminações
• Atende
exigências da 
ANVISA
• Sustenta o 
uso racional de 
fitoterápicos
Estudo de Caso
• Echinacea purpurea com 
umidade 15% (limite 10%)
• → Risco de crescimento 
microbiano
• → Perda de constituintes 
ativos
• Ação: rejeitar ou 
reprocessar lote
Conclusão
O controle de 
qualidade é essencial 
para a padronização, 
segurança e eficácia 
dos produtos vegetais.
O farmacêutico tem 
papel central neste 
processo!
Referências
• Farmacopeia Brasileira, 6ª ed., 2019
• ANVISA – RDC 26/2014
• Simões, C.M.O. et al. Farmacognosia: da Planta ao 
Medicamento, 7ª ed.
• WHO. Quality Control Methods for Medicinal Plant Materials, 
2011.
Exercício
• 1 De acordo com a Farmacopeia Brasileira, o termo substância 
vegetal bruta refere-se:
• a) Apenas ao extrato seco obtido a partir das folhas da planta.
b) À planta inteira utilizada para fins alimentícios.
c) À parte da planta utilizada inteira, fragmentada ou pulverizada, 
com finalidade terapêutica.
d) Aos produtos derivados da biotecnologia vegetal.
e) Às formulações farmacêuticas prontas para uso.
• 2 Qual das alternativas melhor exemplifica uma substância 
vegetal bruta conforme a definição oficial?
• a) Tintura de própolis.
b) Extrato fluido de ginkgo biloba.
c) Pó de folhas secas de boldo.
d) Pomada de calêndula.
e) Cápsula de óleo essencial de lavanda.
Exercício
• 3 ssinale a alternativa correta sobre a substância vegetal bruta:
• a) É sempre obtida por processos de extração química complexos.
b) Corresponde ao princípio ativo isolado de uma planta medicinal.
c) É uma mistura de compostos sintéticos com material vegetal.
d) É a parte da planta utilizada inteira, fragmentada ou pulverizada, com 
finalidade terapêutica.
e) Refere-se exclusivamente às flores e frutos secos de plantas 
medicinais.
• 4 De acordo com a definição de substância vegetal bruta, qual das 
opções abaixo melhor representa esse tipo de material utilizado na 
fitoterapia?
• a) Extrato seco obtido por evaporação de solvente hidroalcoólico.
b) Óleo essencial isolado por destilação a vapor.
c) Pó de folhas de Mikania glomerata (guaco) utilizado diretamente em 
cápsulas.
d) Tintura de calêndula obtida por maceração em etanol.
e) Fitofármaco purificado com princípio ativo isolado.
Exercício
• 5 A análise microscópica de uma droga vegetal permite observar estruturas 
específicas como tricomas, cristais, estômatos e grãos de amido. A 
identificação correta dessas estruturas é fundamental porque:
• a) Garante a determinação do pH do extrato vegetal.
b) Permite distinguir espécies vegetais morfologicamente semelhantes.
c) Substitui completamente os testes físico-químicos na padronização da 
droga vegetal.
d) Identifica o ponto de fusão dos constituintes ativos.
e) Indica diretamente a concentração de alcaloides no material vegetal.
Exercício
• 6 Durante a análise macroscópica de uma droga vegetal, o farmacognosta
observa características como cor, forma, odor, textura e sabor. Esse tipo de 
análise tem como principal objetivo:
• a) Determinar a concentração exata de princípios ativos na planta.
b) Identificar a pureza microbiológica do material vegetal.
c) Confirmar a autenticidade da espécie vegetal e detectar possíveis 
adulterações.
d) Avaliar o teor de umidade e cinzas totais do material vegetal.
e) Quantificar substâncias fenólicas por espectrofotometria.
Gabarito
• 1- C
• 2- C
• 3- D
• 4- C
• 5- B
• 6 - C
	Slide 1: Controle de Qualidade de Substâncias Vegetais Brutas 
	Slide 2: Objetivos da Aula
	Slide 3: Conceito
	Slide 4: Etapas do Controle de Qualidade
	Slide 5: Controle Botânico
	Slide 6: Controle Físico-Químico
	Slide 7: Métodos Analíticos
	Slide 8: Métodos Analíticos 
	Slide 9: Métodos Analíticos 
	Slide 10: Metodos Análiticos
	Slide 11: Metodos Análiticos
	Slide 12: Controle Microbiológico e de Contaminantes
	Slide 13: Padrões Farmacopeicos
	Slide 14: Importância
	Slide 15: Estudo de Caso
	Slide 16: Conclusão
	Slide 17: Referências
	Slide 18: Exercício
	Slide 19: Exercício
	Slide 20: Exercício
	Slide 21: Exercício
	Slide 22: Gabarito

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