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Aula de hoje
SCHULTZ, D. P. & SCHULTZ, S. E. História da Psicologia Moderna. 9ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2011.
Capítulos 8 e 9
As Escolas de Columbia e Chicago:
Cattell, Woodworth, Thorndike
Dewey, Angell, Carr
A Psicometria: medir, classificar, diferenciar.
James Mckeen Cattell: testes mentais.
O movimento dos Testes Psicológicos.
Contexto E.U.A. e Psicologia Aplicada
Os psicólogos aplicados levaram sua psicologia para o mundo real, para as escolas, fábricas, agências de publicidade, tribunais, clínicas de orientação infantil e centros de saúde mental, e fizeram dela algo funcional em termos de objeto de estudo e de uso (p, 177).
A disciplina desenvolveu-se e prosperou nos Estados Unidos enquanto o país como um todo também passava por esse processo. O vibrante e dinâmico crescimento da psicologia americana no período 1880-1900 é um evento marcante na história da ciência. Em 1880, não havia laboratórios nos EUA; perto de 1895, havia vinte e seis, e eles estavam melhor equipados do que os da Alemanha. Em 1880, não havia revistas americanas de psicologia; em 1895, havia três. Em 1880, os americanos tinham de ir à Alemanha para estudar psicologia; em 1900, eles tinham programas de graduação em casa. Por volta de 1903, o número de Ph.D.s em psicologia nas universidades americanas só perdia para os conferidos em química, zoologia e física. A publicação britânica Who ‘s Who Science (1913) afirmou que os Estados Unidos lideravam na psicologia, havendo no país um número maior de psicólogos notáveis — oitenta e quatro — do que na Alemanha, na Inglaterra e na França juntas (p, 177).
ESCOLA DE CHICAGO
James Rowland Angell 1869 - 1949
John Dewey 1859 - 1952
Harvey A. Carr 1873 - 1954
ESCOLA DE COLUMBIA
Robert Sessions Woodworth (1869 - 1962)
James McKeen Cattell 1860 - 1944
Edward Lee Thorndike 1874 - 1949
Escola de Chicago
John Dewey (1859-1952)
Em 1886, publicou o primeiro manual americano da nova psicologia (intitulado, apropriadamente, Psychology), que foi popular até ser eclipsado pelos Princípios de Psicologia, de William James, em 1890 (p, 157).
Dewey argumentava que o comportamento envolvido numa resposta reflexa não pode ser significativamente reduzido aos seus elementos sensório-motores básicos — não mais do que a consciência pode ser significativamente analisada em seus componentes elementares. [...] Para ele, o objeto de estudo adequado da psicologia é o organismo total, funcionando em seu ambiente. [...] Assim, para Dewey, bem como para outros psicólogos da época, a psicologia funcional é o estudo do organismo em uso (p, 158).
A partir da psicologia, importantes contribuições para a Educação.
Escola de Chicago
James Rowland Angell (1869-1949)
[...] deu ao movimento funcionalista as feições de uma escola prática de pensamento. Tornou o departamento de psicologia da Universidade de Chicago o mais importante da sua época, a principal base de treinamento dos psicólogos funcionais (p, 159).
Em 1904, Angell publicou o manual Psychology, que deu corpo à abordagem funciona lista [...] Nele, Angell afirmava que a função da consciência é aperfeiçoar as capacidades de adaptação do organismo e que a meta da psicologia é estudar o modo pelo qual a mente ajuda esse ajustamento do organismo ao seu ambiente (p, 159-160).
Ao articular os objetivos utilitários do funcionalismo, James Rowland Angell transformou essa perspectiva numa escola de pensamento que floresceu, sob a sua liderança, na Universidade de Chicago (p, 160).
Escola de Chicago
Harvey A. Carr (1873-1954)
A obra de Carr representa o funcionalismo a partir do momento em que este já não precisava fazer uma cruzada contra o estruturalismo (p, 161).
[...] o livro de Carr, Psychology (1925), é uma expressão cabal do funcionalismo, vale a pena examinar dois dos seus principais pontos. Em primeiro lugar, Carr definiu o objeto de estudo da psicologia como a atividade mental — processos como a memória, a percepção, o sentimento, a imaginação, o julgamento e a vontade. Em segundo, a função da atividade mental é registrar, fixar, reter, organizar e avaliar experiências e usá-las na determinação da ação. Carr denominou de comportamento adaptativo ou de ajustamento a forma específica de ação em que as atividades mentais aparecem (p, 161).
Escola de Columbia
Robert Sessions Woodworth
Ele escreveu um texto introdutório, Psychology, publicado em 1921, [...] que foi, segundo se diz, o texto mais vendido de psicologia por vinte e cinco anos (p, 168).
O saber psicológico deve começar, disse ele, com uma investigação da natureza do estímulo e da resposta, isto é, com eventos exteriores, objetivos. Mas quando a psicologia, ao tentar explicar o comportamento, considera apenas o estímulo e a resposta, deixa de lado o que talvez seja o elemento mais importante — o próprio organismo vivo, O estímulo não é a causa completa de uma resposta particular. O organismo, com seus níveis variáveis de energia e suas experiências presentes e passadas, também age na determinação da resposta (p, 168).
Escola de Columbia
Robert Sessions Woodworth – 1918 Psicologia Dinâmica
A primeira expressão da posição sistemática de Woodworth é Dynamic Psychology (1918), que argumenta em favor de uma psicologia funcional que inclua o tópico da motivação. Embora haja semelhanças entre a posição de Woodworth e a dos funcionalistas de Chicago, ele deu uma ênfase muito maior aos eventos fisiológicos que estão na base do comportamento. Sua psicologia dinâmica, ou motivologia, dedica-se aos relacionamentos causa-e-efeito. Ele acreditava que o alvo da psicologia deveria ser determinar por que as pessoas se comportam como o fazem, por que sentem e agem de certas maneiras. Logo, seu interesse primordial estava nas forças que impelem ou ativam o organismo humano (p, 169).
Escola de Columbia
James McKeen Cattell
Aluno do Wudt
Contato com Galton (eugenia e medições das diferenças humanas)
Cattell também foi influenciado pela obra de Galton no campo da eugenia. Cattell defendia a esterilização de delinqüentes e de “pessoas imperfeitas”, bem como a concessão de incentivos às pessoas mais inteligentes e saudáveis para que elas se casassem entre si. Ele ofereceu a cada um dos seus sete filhos mil dólares se eles se casassem com filhos ou filhas de professores universitários (p, 186).
Testes mentais (artigo de 1890)
Cattell influenciou a psicologia principalmente com seu trabalho aplicado sobre as diferenças individuais e com o desenvolvimento e uso de testes mentais para medir essas diferenças (p, 186).
Cattell – Testes Mentais
Os tipos de testes usados por Cattell ao tentar medir o alcance e a variabilidade das capacidades humanas diferiam dos testes de inteligência ou de capacidade cognitiva, desenvolvidos mais tarde. Estes últimos usaram tarefas mais complexas de aptidão mental. Os de Cattell eram semelhantes aos de Galton, estando primordialmente voltados para medidas corporais ou sensório-motoras elementares, como a pressão dinamométrica, a taxa de movimento (a rapidez com que a mão pode se mover cinquenta centímetros), a sensação (usando o limiar de dois pontos), a pressão que causa dor (quantidade de pressão na testa necessária para provocar dor), as diferenças apenas perceptíveis para a avaliação de pesos, o tempo de reação a sons, o tempo para denominar cores, a bissecção de uma linha de cinquenta centímetros, a avaliação de um período de tempo de dez segundos, e o mimem de letras lembradas depois de uma única apresentação (p, 188).
Apesar doseu fracasso em medir as aptidões mentais, a influência de Cattell no movimento dos testes mentais foi grande. Seu aluno E. L. Thorndike tornou-se líder da psicologia dos testes mentais e, durante anos, a Universidade Columbia foi o centro do movimento (p, 189)
Escola de Columbia
Edward Lee Thorndike
[...] pioneiro no estudo da aprendizagem, formulou sua teoria do conexionismo para explicar o modo pelo qual os organismos estabelecem associações entre situações e respostas (p, 220).
Conexionismo
Aprender é estabelecer conexões. A mente é o sistema de conexões do homem (Thorndike, 1931, p. 122 apud texto da aula, p, 221).
Thorndike [...] afirmava que, para estudar o comportamento, dever-se-ia decompô-lo ou reduzi-lo aos seus elementos mais simples: as unidades estímulo-resposta (p, 220).
Escola de Columbia
Edward Lee Thorndike
As investigações feitas por Thorndike sobre a aprendizagem humana e animal estão entre as mais importantes da história da psicologia. Suas teorias tiveram amplo uso na educação, aumentando o envolvimento da psicologia nessa especialidade. Além disso, sua obra anunciou a ascensão da teoria da aprendizagem à proeminência que ela alcançaria na psicologia americana. Embora teorias e modelos de aprendizagem cada vez mais novos tenham surgido desde a época de Thorndike, o significado de suas contribuições permanece inalterado. Sua obra é um marco no associacionismo, e o espírito objetivo com que conduziu suas pesquisas é uma relevante contribuição para o comportamentalismo. Com efeito, John
B. Watson escreveu que as pesquisas de Thorndike assentaram os alicerces do comportamentalismo (p, 222).
O movimento de Testes Psicológicos
Galton	e	Cattell:	testes	de	processos	sensório-motores	para	medir	a inteligência
Binet - funções cognitivas como a memória, a atenção, a imaginação e a compreensão forneceria melhor medida da inteligência
Começo do século XX – França (A. Binet e T. Simon)
Em 1904, o ministro francês da instrução pública nomeou uma comissão para estudar as capacidades de aprendizagem de crianças que estavam tendo dificuldades na escola. Binet e um psiquiatra, Théodore Simon, foram indicados para a comissão, tendo investigado juntos os tipos de tarefas intelectuais que podiam ser dominados pela maioria das crianças em diferentes idades. A partir do perfil que fizeram dessas tarefas, eles elaboraram o primeiro teste de inteligência. O teste consistia em trinta problemas organizados em ordem ascendente de dificuldade e se concentrava em três funções cognitivas: julgamento, compreensão e raciocínio (p, 222).
O movimento de Testes Psicológicos
Idade mental
[...] em 1908, o teste foi revisto e ampliado, e o conceito de idade mental, introduzido. A idade mental foi descrita como a idade em que crianças de capacidade média podiam realizar certas tarefas. Por exemplo, se uma criança com idade cronológica de quatro anos passasse em todos os testes em que a amostra de crianças de cinco anos médias tinha passado, atribuía-se à criança de quatro anos uma idade mental de cinco (p, 223).
Posteriormente: E.U.A
Escala Binet-Simon de medida da inteligência
Teste Stanford-Binet
O movimento de Testes Psicológicos
Origem militar nos EUA
O exército tinha diante de si o problema de avaliar a inteligência de grande número de recrutas a fim de estudá-los e classificá-los, bem como atribuir-lhes tarefas adequadas (p, 204).
1ª G.M. e desenvolvimento dos testes: Army Alpha e Army Beta
A psicologia aplicada teve sua própria vitória na guerra, a de ter conquistado a aceitação pública. Em pouco tempo, milhares de empregados, escolares e candidatos à faculdade viam-se diante de baterias de testes cujos resultados poderiam determinar o curso de sua vida. Uma epidemia de testes varreu os Estados Unidos; mas, na pressa em dar uma resposta ao apelo dos negócios e da educação, era inevitável que aparecessem alguns testes mal concebidos e impropriamente pesquisados, que levaram a resultados desapontadores. Em consequência, muitas empresas abandonaram o uso dos testes psicológicos na metade dos anos 20. Essa foi uma das razões do desencanto geral com a psicologia que se manifestou nesse período. Com o tempo, foram desenvolvidos testes melhores que permitiram ao comércio e à indústria a seleção de melhores pessoas para suas vagas e de melhores trabalhos para os candidatos; hoje, a seleção e colocação de pessoal por meio de testes tornou-se parte essencial do processo de contratação (204-205).
O movimento de Testes Psicológicos
legitimação	científica	das
Testes	Psicológicos	como	ferramenta	de desigualdades sociais:
Em 1921, foram tornados públicos os resultados dos testes de recrutas do exército durante a Primeira Guerra. [...] os dados mostravam que os negros, assim como os imigrantes de países mediterrâneos e latino-americanos, tinham um QI menor. Só os imigrantes do norte da Europa tinham um QI igual ao dos americanos brancos (p, 205).
Horace Mann Bond (1904-1972)
[Apontava que as] diferenças de QI entre negros e brancos eram decorrentes de fatores ambientais, e não genéticos. Ele fez pesquisas que demonstraram que os negros dos Estados do norte tinham um QI maior do que os brancos dos Estados do sul, uma descoberta que prejudicou seriamente a acusação de que os negros eram geneticamente inferiores em termos de inteligência (p, 205).
Retomada dos conceitos e discussões
Alguns apontamentos prévios
Linha do Tempo
IDADE MÉDIA
De 476
(Queda do Império Romano)
Até 1453
(Tomada de Constantinopla)
IDADE MODERNA
De 1453
(Tomada de Constantinopla)
Até 1789
(Revolução Francesa)
IDADE CONTEMPORÂNEA
De 1789
(Revolução Francesa)
Até hoje
Renascença (aprox. de 1300 a 1600)
Transição do Feudalismo ao Capitalismo
Revalorização da Antiguidade Clássica (artes, filosofia e ciência)
Noções introdutórias
Desnaturalizar o objeto de estudo da Psicologia
Caracterizá-lo como uma construção histórica
Psicologia:
Psyché + logos = estudo da “alma”; da mente
dicotomia corpo X espírito
Duas pré-condições para a constituição da psicologia:
Subjetividade privada: indivíduos livres e autodeterminados
A crise dessa subjetividade: indeterminações postas
Transição Idade Média - Modernidade
O teocentrismo na Idade Média e o nascimento da experiência subjetiva privatizada e individualizada no Renascimento.
A	subjetividade	no	Renascimento:	antropocentrismo	e	diversidade cultural.
Procedimentos de contenção do eu.
A crítica à aparência.
Central: perda dos referenciais medievais (estáveis)  aprofundamento da experiência de si  necessidade de uma busca pessoal por critérios de “verdade” a partir dos quais pautar as condutas
O teocentrismo ...
Idade Média:
Ordem absoluta: DEUS
Igreja e Bíblia, representantes legítimos na terra
Liberdade humana muito restrita: tudo é parte de uma ordem perfeita
Justiça: cada ser no lugar que lhe é próprio
Não há espaço para a privacidade, pensar em pecar já é pecar
Onipresença, onisciência divina; nunca se está sozinho
A subjetividade ...
Perda das referências medievais
Mudança no ordenamento do mundo (crenças, valores, práticas, relações, etc.)
Teocentrismo  antropocentrismo
Decadência de uma autoridade absoluta
Ascensão busca por respostas próprias
Mudança no “lugar” que DEUS ocupa:
"criador"  "juiz"
Possibilidade de conhecer/investigar o mundo (leis naturais):
Expansão europeia pelo mundo:
[...] a multiplicidade é uma característica do Renascimento (SANTI, p.25).
Diversidade  Diferença  questionamento sobre si
[...] [o humano] é o centro e é livre para tornar-se o que quiser, mas [...]
não é propriamente nada (SANTI, p. 24).
Procedimentos de contenção do eu
Retomada	de	referências	para	a	colocação	do	humano	no	mundo: centradas próprio eu; auto-controle.
A nova valorização do ser humano e a imposição de que ele construa sua existência e descubra valores segundo os quais viver, aliada a toda a dispersão e fragmentação do mundo [...] levarão à tentativa de criação de mecanismos parao domínio e formação do eu (SANTI, p.36).
Dispersão	e	fragmentação	do	mundo		mecanismos	de	domínio	e formação do eu
Tensão: liberdade X submissão
Procedimentos de contenção do eu
frente	à	complexidade	da
Permanente	tensão	da	indeterminação realidade
No Renascimento, a questão pode ser equacionada de outra forma: Deus fez o homem livre para que ele possa ser julgado; ele pode escolher um bom caminho e ser recompensado por isso, mas pode ser desviado dele por tentações e dispersões – e o mundo renascentista as oferece em quantidade – e, então, ser responsabilizado e punido por isso. A questão passa a ser: o que eu devo ser? Como devo me formar? Em termos mais psicológicos, como construir uma identidade? (SANTI, p. 37)
Crise frente a dispersão e fragmentação do mundo
Possíveis saídas: Santo Ignácio de Loyola e Maquiavel
Santo Ignácio de Loyola (1491 – 1556)
Militar antes de se converter
Fundador da Companhia de Jesus (1534)
Ratio atque Institutio Studiorum Societatis Iesu (Plano e Organização de Estudos da Companhia de Jesus)
Disciplina, iniciativa prática e pregação militante:
perinde ac cadáver: disciplinado como um cadáver
Liberdade  Causa da perdição humana
[...] o homem é livre para ser o que é e parece estar perdido; ele precisa e pode, portanto, dirigir sua livre vontade ao caminho correto para se encontrar (SANTI, p38).
Santo Ignácio de Loyola (1491 – 1556)
Salvação  submissão à autoridade religiosa
Os Exercícios Espirituais (1548):
instruções e técnicas para dirigir as ações; iluminação em 28 dias
[...] a liberdade humana é reconhecida apenas para sei lhe atribuir a causa da perdição humana. Curiosamente, a salvação implica justamente em abrir mão de forma absoluta dessa liberdade, transferindo-a à autoridade religiosa com toda a boa- vontade e determinação (SANTI, p.40).
A única determinação reconhecida para nosso ser é a própria vontade; todas as determinações históricas, sociais, genéticas, etc, são simplesmente negadas (SANTI, p.40).
Nicolau Maquiavel	(1469 - 1527)
Filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico
“O Príncipe” (escr. 1513; public. 1532)
Preocupado com a unificação da Itália; ameaça estrangeira
Vê o povo de maneira negativa; príncipe como solução
Necessidade da imposição de um sujeito forte
O valor primeiro de tudo será a obtenção e manutenção do poder centralizado. Para tanto, não há que se ter vergonha por fazer qualquer coisa neste sentido, mesmo matar a quem quer que represente uma ameaça ao poder. O princípio ético é o da afirmação do poder (SANTI, p. 43).
Nicolau Maquiavel	(1469 - 1527)
Melhor ser temido do que amado
Um príncipe não deve, pois, temer a má fama de cruel, desde que por ela mantenha seus súditos unidos e leais. [...] Nasce daí uma questão: se é melhor ser amado que temido ou o contrário. A resposta é de que seria necessário ser uma coisa e outra; mas, como é difícil reuni-las, em tendo que faltar uma das duas é muito mais seguro ser temido do que amado (MAQUIAVEL apud, SANTI, p.44-45).
Comum à Santo Ignácio e Maquiavel:
Afirmação do sujeito
Necessidade de controle
A crítica à aparência
[...] a tendência à glorificação do eu não é absoluta. Alguns pensadores já começam a denunciar como ilusórias suas pretensões cada vez maiores. A Modernidade contém tanto procedimentos para a construção do eu quanto para a sua desconstrução (SANTI, p. 49).
Crítica a pretensão humana de ser tão ideal
Instabilidade e insegurança  Ceticismo
Fideísta: razão humano como inferior a fé; humano inferior a Deus
Crença em alguma referência absoluta como insustentável
A crítica à aparência
Críticas às aparências (costumes sociais)
Desvelamento e desnaturalização de costumes tomados como naturais
Manual de bons costumes: controle do corpo; inibição das funções corporais
Civilização como “[...] um rigoroso sistema de controle social que inibe a expressão das funções corporais e de grande parte dos impulsos” (SANTI, p.53).
A crítica à aparência
Michel de Montaigne (1533 - 1592)
Eu como inconstante e inacabado  permanente processo reflexivo
Diante da instabilidade de tudo: introspecção
Erasmo de Rotterdam (1466 – 1536)
Elogio	à	Loucura	(1509):	[...]	uma	das	obras	mais	arrasadoras	de	valores	e
desveladora de hipocrisias sociais (SANTI, p.52).
Retomando - Pontos centrais
Descartes: como o ‘eu’ chega a seu ponto máximo de afirmação no século XVII.
Apresentar a influência decisiva de Descartes no projeto para produção de um conhecimento objetivo, independente da subjetividade.
Apresentar a influência decisiva de Descartes na formação das ideias psicológicas e da relação mente-corpo.
A crescente valorização dos aspectos racionais do homem à custa de uma sombra projetada e o consequente surgimento da loucura como desrazão.
Algumas críticas e desenvolvimentos posteriores
René Descartes (1596-1650)
Discurso do Método (1637).
Filósofo, físico e matemático francês.
Inaugura a Modernidade (com sua filosofia).
[...] trata-se da primeira tentativa bem-sucedida de pensar a realidade a partir dos novos pressupostos que caracterizam a posição cultural da época (MASSIMI, 2016, p. 332).
Contexto histórico de crise dos tradicionais sistemas de saber.
Retrato de René Descartes, por Frans Hals
Retomando
Método de Descartes  Cogito
"Je pense, donc je suis" - Cogito Ergo Sum
Dualismo de Descarte: corpo e mente
Corpo  como máquina; regido por uma lógica mecânica.
Mente  como a capacidade reflexiva; alma racional
Humano como centro do mundo; razão como centro do humano
Grande influência: matemático (Ordem e medida)
Retomando
profundamente	ligada	à
Loucura como ameaça a ordem do mundo
A	estabilidade	do	mundo	passa	a	estar
identidade do “eu”
A loucura como o oposição do “eu” (racional)
Crítica às ideias de Descartes:
Reducionismo de toda experiência humana à lógica matemática
Retomando - A auto-crítica da razão
Crítica da Razão Pura (1781)
Nossas estruturas cognitivas determinam nosso conhecimento de mundo
Kant chega à conclusão de que o pensar é organizado por categorias, estruturas que organizam tudo o que nos chega do mundo. Por exemplo, a categoria da relação "causa e efeito", leva o pensamento a crer que, quando um evento segue-se a outro, o primeiro é causa do segundo, mesmo que eles sejam independentes (SANTI, 2012, p. 99).
Conclusão:
[...] nunca temos acesso a coisas em si, mas apenas à fenômenos. Ou seja, ao mundo tal como somos capazes de apreendê-lo, como se dá para nós (SANTI, 2012, p. 99).
A auto-crítica da razão
A tarefa do pensamento, da reflexão, do conhecimento:
[...] deve procurar produzir hipóteses, modelos teóricos através dos quais seja possível organizar e dar sentido aos fenômenos. Toda teoria, assim, é necessariamente uma criação humana provisória, que a qualquer momento pode ser superada por outra que a abarque e dê conta de um maior número de fenômenos; este movimento é infinito. Não há qualquer perspectiva de que se chegue a uma teoria que coincida com o mundo (SANTI, 2012, p. 100).
Os princípios [...] são relativos, ou melhor, provisórios, e apontam para um limite circunstancial da razão, que poderão ser abandonados e ultrapassados. Eles são de fato "princípios" para novos avanços da razão em seu progresso incessante (SANTI, p.101).
“Eu” valorizado, ainda que não mais onipotente
Retomando - Alguns aspectos históricos...
Profundas transformações
sociais, econômicas, políticas...
Revoluções Burguesas
Revolução Inglesa; Revolução Americana (E.U.A.); Revolução Francesa
Mudança nas relações de poder:
Decadência da nobreza; ascensão da burguesia
Retomando - Séc. XVIII: o século das luzes
Iluminismo:
A revolução política que ocorreu na França no século XVIII foi gestada no seio de uma revolução cultural realizada pelo movimento intelectual chamado Iluminismo, criado por literatos, médicos, filósofos e jornalistas membros da burguesia nascente. Para se contrapor ao passado, os pensadores que integravam esse movimento definiramseu tempo histórico como o século das luzes. Afirmavam que o homem é naturalmente bom, mas corrompido pela sociedade com o passar do tempo. Por isso, a restauração de uma sociedade justa, com direitos iguais a todos, proporcionaria a felicidade comum (MASSIMI, P. 328).
Luzes da razão contra as trevas da Idade Média
Retomando - Séc. XVIII: o século das luzes
Transformações da Modernidade  nova concepção sobre experiência
Essa nova concepção do conhecimento segundo a qual a verdade e a realidade não são dadas nem se revelam imediatamente na aparência. Se a concepção tradicional de experiência baseava-se no pressuposto de que o real se revela por si mesmo, sendo as faculdades humanas adequadas para reconhecê-lo e recebê-lo, questiona-se agora a certeza de que "os sentidos como um todo integram o homem à realidade que o rodeia" (Arendt, 1999, p. 287). Portanto, perde-se a nítida separação entre ser e aparência. Dessa forma, na Modernidade, o termo experiência passa a designar a concepção do real que o homem elabora através de diversos métodos de conhecimento, dentre os quais o mais fidedigno é o experimento científico (MASSIMI, p.331).
Retomando - Os moralistas do Séc. XVII
Busca por codificar regras de conduta
Denunciar a farsa e a hipocrisia
Jean La Fontaine (1621 – 1695)
Fábulas como forma de orientar a ação
Crítica indireta, mais metafórica/simbólica (Ex: os animais enfermos da peste)
François de La Rochefoucauld (1613 –1680)
Mais duro e direto que La Fontaine
Crítica: “o principal motor da vida humana é sua vaidade, ou seja, o amor a seu próprio eu (SANTI, p. 79).
Retomando: O público e o privado
Séc. XVII – Racionalidade e consciência como totalidade do “eu”
Séc. XVIII - Eu como aparência social que oculta o real
Marques de Sade
Relativização dos costumes e valores
Fantasia como lugar privilegiado de prazer:
Público como hipocrisia e privado como realização
Desejo como ruptura com a ordem estabelecida: “elogio ao crime”
Retomando: Romantismo – Séc. XVIII e XIX
Crítica à exacerbação racionalista do iluminismo
Crítica aos “rumos” da Modernidade
Noção de Natureza como “altamente idealizada”
Âmbito	Social	como	falsidade;	valorização	da	verdadeira	natureza (íntima), aquela constrangida pela sociedade
A verdadeira essência humana é pessoal, profunda e incomunicável
Retomando: A constituição do eu
3 tendências gerais (“modos de ser do ‘eu’”):
Eu moral:
Costumes	e	aparências;	Atento	ao	auto-controle;	Em	função	de	exigências	sociais; Obediência às regras; Como objeto, que deve sujeitar-se à padrões
Eu interiorizado
Individualismo; Profundidade; Ruptura com valores externos; Reflexão e construção de si; Desencanto com as aparências; Possuímos algo único, incapaz de ser submetido
Eu epistêmico
Sujeito do conhecimento; Cientista objetivo; Sujeito Dessubjetivado; (objetividade plena e neutralidade)
Retomando: Tendências constitutivas da Psicologia
Psicologia:	Entre	o	Romantismo,	o	Liberalismo,	e	a	Disciplina	(regime
disciplinar)
compreendidos como herdeiros dessas três tendências básicas que, aliás, quase sempre apresentam elementos de mais de uma delas combinados. Poderíamos "perguntar" a cada linha da Psicologia como ela se posicionaria neste triângulo, se em algum vértice ou lado. Isso forneceria uma perspectiva de compreensão sobre sua origem e algumas das diferenças mais ou menos radicais entre elas (SANTI, p. 109).
R
Na	tese	de	Figueiredo,	os	diversos	projetos
L
D
de	Psicologia	poderiam	ser
Retomando: Noções gerais do liberalismo
Direitos naturais do indivíduo
Destacavam os direitos à liberdade e à propriedade.
Estado como garantidor
Relações sociais como contrato livre entre indivíduos autônomos
Autorregulação do livre mercado
Retomando - Regime disciplinar: noções gerais
Mudanças sociais constituíram um novo regime de poder
Poder disciplinar: vigiar, controlar, disciplinar
Panóptico: sujeição constante do indivíduo
Poder	disciplinar	exercido	por	meio	da	norma	institucional	(escola, hospital, prisão, quartel, etc)
Controle dos corpos: docilizar e adestrar
Poder: do soberano  instituições
Retomando: Wundt (1832 – 1920; Alemanha)
Médico, filósofo e psicólogo
1873 – “Princípios de Psicologia Fisiológica”
Delimitar um novo domínio da ciência
Psicologia experimental (tradução)
Sem sombra de dúvida a obra-prima de Wundt, esse livro estabeleceu firmemente a psicologia como ciência de laboratório, com suas próprias perguntas e métodos de experimentação (SCHULTZ & SCHULTZ, p.78. ed.9)
1879 – 1º Laboratório de Psicologia
Universidade de Leipzig ( Alemanha)
1881 – Revista Estudos Filosóficos
1906 – Estudos Psicológicos
Retomando: O projeto de Wundt
Uma nova ciência
Coerente com os princípios das ciências da natureza
Experimento, observação e quantificação
A Psicologia Experimental e a Psicologia Cultural
Psicologia Experimental: Hegemônica na tradição estadunidense (Titchener)
Psicologia	Cultural:	Völkerpsychologie	(“Psicologia	dos	Povos”		Psicologia Social)
Objeto de estudo: a consciência imediata
Método de investigação: introspecção (Exame do próprio estado mental)
A inovação de Wundt foi a aplicação do controle experimental preciso às condições da introspecção
Retomando: Titchener
Discípulo de Wundt em Leipzig
E. B. Titchener alterou dramaticamente o sistema de Wundt, enquanto jurava ser um seguidor leal (SCHULTZ & SCHULTZ, p.103, ed.9).
Fundador do Estruturalismo
O estruturalismo foi estabelecido por Edward Bradford Titchener como a primeira escola americana de pensamento no campo da psicologia (SCHULTZ & SCHULTZ, p.105, ed.9).
Cornell University, Nova York
Grande influência na Psicologia Experimental dos EUA
Retomando: Divergências entre Wundt e Titchener
Wundt: preocupado com a síntese
Titchener: preocupada com elementos e estrutura
Wilhelm Wundt reconhecia elementos ou conteúdos da consciência, mas a sua atenção se concentrava primordialmente na organização ou síntese desses elementos em processos cognitivos de nível superior mediante o principio da apercepção. [...] [Titchener] Descartou a ênfase wundtiana na apercepção e se concentrou nos elementos que compõem a estrutura da consciência. Segundo Titchener, a tarefa fundamental da psicologia é descobrir a natureza dessas experiências conscientes elementares — ou seja, analisar a consciência em suas partes separadas e, assim, determinar sua estrutura. (SCHULTZ & SCHULTZ, p.103-4, ed.9).
Retomando: Titchener e o estruturalismo
Estudo da experiência consciente
Titchener definia a consciência como a soma das experiências existentes em determinado momento. A mente é a soma das experiências acumuladas ao longo do tempo. A consciência e a mente são semelhantes, [...] a consciência envolve os processos mentais que ocorrem em determinado momento, e a mente, o total desses processos (SCHULTZ & SCHULTZ, p.99, ed.12).
Psicologia como ciência pura, não prática:
A psicologia estrutural, na visão de Titchener, era uma ciência pura. Ele não se preocupava com a aplicação do conhecimento psicológico. A psicologia, afirmava, não se propõe a curar mentes doentias nem a reformar a sociedade. O único propósito legítimo da psicologia é descobrir os fatos estruturais da mente. Ele acreditava que os psicólogos deviam se manter distantes das especulações sobre o valor prático do seu trabalho [...] (SCHULTZ & SCHULTZ, p.100, ed.12).
Retomando
Funcionalismo: As Influências Anteriores.
A Revolução da Teoria da Evolução de Charles Darwin.
Diferenças Individuais: Francis Galton.
Funcionalismo: Fundação e Evolução.
A Evolução chega aos Estados Unidos: Herbert Spencer.
O Precursor: William James e o pragmatismo.
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Charles Darwin
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1809 – 1882 (Inglaterra)
Naturalista, Geólogo e Biólogo
1831 – 1836 - viagem à bordo do H.M.S. Beagle
1859 – A origem das espécies
Teoria da Evolução
[...] um dos mais importantes livros da história da civilização ocidental. A teoria da evolução nele apresentada libertou os cientistas de tradições esuperstições até então inibidoras, tendo-os lançado na era da maturidade e da respeitabilidade das ciências da vida. A teoria da evolução também teria um tremendo impacto na psicologia americana contemporânea, que deve sua forma e substância tanto à influência da obra de Darwin como a qualquer outra ideia ou individuo (p. 125).
1872 – A expressão das emoções no Homem e nos Animais
Nesse livro Darwin [...] alegou que as expressões emocionais são remanescentes de movimentos que um dia serviram a alguma função prática (p. 130)
Importante influência na Psicologia
Ampliar os métodos utilizados
Darwin e a Evolução
Estudo das diferenças individuais
Compreender animais ajuda a compreender os humanos
Psicologia animal; Psicologia comparativa
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Influência da Psicologia Animal sobre o Funcionalismo
Relatos populares de animais inteligentes
George John Romanes (1848-1894)
1883 – Inteligência Animal (1º livro de Psicologia comparada)
Método anedótico (pejorativo)
Introspecção por analogia  interpretações tendenciosas
Mesmo que se reconheçam as deficiências em termos de seus dados e método, ele é respeitado por seus esforços pioneiros na promoção do desenvolvimento da psicologia comparada e na preparação do caminho para a abordagem experimental que viria a seguir (p, 140).
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Influência da Psicologia Animal sobre o Funcionalismo
Conwy Lloyd Morgan (1852-1936)
lei da parcimônia (também chamada de Cânone de Lloyd Morgan):
[...] o comportamento de um animal não deve ser interpretado como resultante de um processo mental superior se puder ser explicado em termos de um processo mental inferior (p, 140).
Morgan foi o primeiro a realizar estudos experimentais em larga escala no campo da psicologia animal. Embora não conduzidos sob condições científicas rígidas, seus primeiros experimentos envolviam cuidadosas e detalhadas observações do comportamento animal, na maioria das vezes nos ambientes naturais, mas com algumas modificações artificialmente induzidas. Esses estudos não permitiam o mesmo grau de controle das experiências de labora tório, mas constituíram um importante avanço em relação ao método anedótico de Romanes (p, 141, grifos do prof.)
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Francis Galton
1822 – 1911 (Inglaterra)
Antropólogo, meteorologista, matemático e estatístico
Polêmica (?)
1869 – Gênio Hereditário
Nele, Galton procurou demonstrar que a grandeza individual ou gênio ocorria com uma frequência demasiado grande no interior de famílias para ser explicada por influências ambientais. Sua tese é, em resumo, que homens eminentes têm filhos eminentes [...] A eminência, ou a sua falta, era uma função da hereditariedade, alegava ele, e não de oportunidade (p, 133, 134).
Contribuições para:
Estatística
Testes Mentais (James McKeen Cattell)
Estudos sobre: associação; imagens mentais; poder das orações
Herbert Spencer: 1820 – 1903 (Inglaterra)
Filósofo, biólogo e antropólogo
Grande popularidade
Filosofia sintética (dez volumes, 1860-1897)
É influenciado pelas ideias de Darwin sobre evolução
Expande a ideia de evolução como ordenamento universal
Ideias compatíveis com o Zeitgeist estadunidense
“Sobrevivência dos mais capazes”
“Luta pela sobrevivência”
Influencia William James
William James: 1842 (EUA) – 1910 (Inglaterra)
Médico, Psicólogo, Professor em Harvard:
1872, de Fisiologia; 1885, de Filosofia; 1889, de Psicologia
Precursor da Psicologia Funcional
1890 – Princípios da Psicologia
Em seguida abandona a Psicologia para se dedicar à Filosofia
Grande expoente do Pragmatismo
Influência na Psicologia:
Embora James não tenha treinado alunos graduados nem discípulos para dar continuidade à sua concepção, vários deles — em particular Angell, Woodworth e Thorndike — fizeram contribuições notáveis para o desenvolvimento da psicologia, como veremos adiante ao discutir o seu trabalho (p, 151).
William James
Valorização do Pragmatismo na Psicologia (a validade de uma ideia ou conceito deve ser testada por suas consequências práticas)
Precursor do funcionalismo (o objetivo da psicologia não é a descoberta dos elementos da experiência, mas o estudo das pessoas vivas em sua adaptação ao ambiente)
(seres	humanos	não	são	criaturas
Psicologia como ciência biológica
Ênfase	em	aspectos	não-racionais
inteiramente racionais)
Inverte o pensamento da época:
Antes: Emoção  reação física; James: Resposta física  Emoção
Aula de hoje
SCHULTZ, D. P. & SCHULTZ, S. E. História da Psicologia Moderna. 9ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2011.
Capítulos 8 e 9
As Escolas de Columbia e Chicago:
Cattell, Woodworth, Thorndike
Dewey, Angell, Carr
A Psicometria: medir, classificar, diferenciar.
James Mckeen Cattell: testes mentais.
O movimento dos Testes Psicológicos.
Estudar para a prova
Algumas considerações finais:
Textos, aulas, slides, anotações...
Busque explicar com as próprias palavras as ideias, conceitos e noções apresentadas em aula
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