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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA EM GEOGRAFIA
LUIZ MARLEY GOMES MOREIRA 
PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PÚBLICA: LIMITES E POSSIBILIDADES
JOAÍMA 
2026
LUIZ MARLEY GOMES MOREIRA 
PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PÚBLICA: LIMITES E POSSIBILIDADES
Monografia foi avaliada e apresentada à UEMC – Universidade Estadual de Montes Claros – Campus Universitário de Joaíma, Curso de Geografia para obtenção do título de Licenciatura em Geografia e aprovada em sua forma final pelo Orientador e pela banca examinadora.
Orientador: Thiago Silveira 
JOAÍMA
 2026
AGRADECIMENTOS
Primeiramente, agradeço a Deus pela força, sabedoria e perseverança ao longo dessa caminhada acadêmica.
Agradeço à minha família pelo apoio, incentivo e confiança depositados em mim durante toda a graduação, principalmente nos momentos mais difíceis.
Aos meus amigos e colegas, deixo minha gratidão pela companhia, apoio e pelas experiências compartilhadas ao longo dessa trajetória.
Agradeço também aos professores e orientadores que contribuíram para minha formação acadêmica e profissional, compartilhando conhecimentos e ensinamentos fundamentais para minha evolução.
Por fim, agradeço à instituição de ensino pela oportunidade de crescimento pessoal e profissional proporcionada durante esses anos de formação.
RESUMO
A educação ambiental constitui um importante instrumento para a formação de cidadãos conscientes e comprometidos com a preservação do meio ambiente. No contexto escolar, especialmente nas escolas públicas, as práticas de educação ambiental apresentam desafios relacionados à falta de recursos, formação docente insuficiente e dificuldades na implementação de projetos interdisciplinares. Nesse sentido, o presente estudo tem como objetivo analisar os limites e as possibilidades das práticas de educação ambiental na escola pública, destacando a contribuição do ensino de Geografia para a conscientização socioambiental dos estudantes. A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, fundamentada em livros, artigos científicos, legislações e documentos oficiais relacionados à temática. Os resultados apontam que a educação ambiental possui papel fundamental na promoção da sustentabilidade, no desenvolvimento da consciência crítica e na formação cidadã dos alunos. Contudo, verifica-se que muitas instituições ainda enfrentam dificuldades estruturais e pedagógicas para desenvolver ações ambientais contínuas e efetivas. Por outro lado, práticas como hortas escolares, reciclagem, projetos interdisciplinares e metodologias participativas demonstram potencial significativo para fortalecer o ensino-aprendizagem e estimular atitudes sustentáveis no ambiente escolar. Conclui-se que a educação ambiental, quando desenvolvida de forma crítica e integrada ao ensino de Geografia, contribui para a construção de uma sociedade mais consciente, participativa e ambientalmente responsável.
Palavras-chave: Educação ambiental. Escola pública. Ensino de Geografia. Sustentabilidade. Consciência ambiental.
ABSTRACT
Environmental education constitutes na important instrument for the formation of conscious citizens committed to environmental preservation. In the school context, especially in public schools, environmental education practices face challenges related to lack of resources, insufficient teacher training, and difficulties in implementing interdisciplinary projects. In this sense, the present study aims to analyze the limits and possibilities of environmental education practices in public schools, highlighting the contribution of Geography teaching to the socio-environmental awareness of students. The research is characterized as bibliographic, with a qualitative and descriptive approach, based on books, scientific articles, legislation, and official documents related to the theme. The results indicate that environmental education plays a fundamental role in promoting sustainability, developing critical awareness, and fostering students’ citizenship. However, many institutions still face structural and pedagogical difficulties in developing continuous and effective environmental actions. On the other hand, practices such as school gardens, recycling, interdisciplinary projects, and participatory methodologies demonstrate significant potential to strengthen the teaching-learning process and encourage sustainable attitudes in the school environment. It is concluded that environmental education, when developed critically and integrated into Geography teaching, contributes to the construction of a more conscious, participatory, and environmentally responsible society.
Keywords: Environmental education. Public school. Geography teaching. Sustainability. Environmental awareness.
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	7
Tema e delimitação da pesquisa 11
Problema de pesquisa. 12
Objetivos 13
1.4 Justificativa. 13
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA. 14
Educação ambiental: conceitos e perspetivas 15
Educação ambiental na escola pública 15
2.3 Educação ambiental e ensino de Geografia. 16
 Figura 1 – Relação entre educação ambiental, ensino de Geografia e formação cidadã
2.4 Desafios e possibilidades das práticas pedagógicas 	17
METODOLOGIA 17
Natureza da pesquisa 18
Abordagem e tipo de estudo. 18
 Procedimentos de coleta e análise dos dados 19
 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 20
CONSIDERAÇÕES FINAIS	23
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	25
1. INTRODUÇÃO
A crescente intensificação dos problemas ambientais nas últimas décadas tem provocado discussões em âmbito global acerca da necessidade de promover práticas sustentáveis capazes de minimizar os impactos causados pelas ações humanas sobre a natureza. Questões relacionadas ao desmatamento, à poluição atmosférica, à escassez de recursos hídricos, ao descarte inadequado de resíduos sólidos, às queimadas e às mudanças climáticas têm evidenciado a urgência de desenvolver estratégias voltadas à preservação ambiental e à construção de uma sociedade ecologicamente responsável. Nesse contexto, a educação ambiental emerge como um importante instrumento de conscientização social e transformação cidadã, assumindo papel fundamental no desenvolvimento de valores, atitudes e práticas sustentáveis.
A educação ambiental pode ser compreendida como um processo contínuo de formação crítica voltado à compreensão das relações estabelecidas entre sociedade, natureza e espaço geográfico. Segundo Jacobi (2003), a educação ambiental deve possibilitar a construção de uma consciência coletiva capaz de estimular a participação social e o desenvolvimento de práticas sustentáveis orientadas para a melhoria da qualidade de vida e para a preservação dos recursos naturais. Dessa forma, a temática ambiental ultrapassa abordagens meramente ecológicas, envolvendo dimensões sociais, econômicas, culturais e políticas relacionadas à sustentabilidade.
No cenário educacional brasileiro, aeducação ambiental ganhou maior relevância a partir da promulgação da Lei nº 9.795/1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA). A legislação estabelece que a educação ambiental deve ser desenvolvida de maneira integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades de ensino, promovendo a formação de cidadãos conscientes de seus deveres socioambientais (BRASIL, 1999). Além disso, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça a necessidade de trabalhar competências relacionadas à sustentabilidade, à cidadania e à responsabilidade ambiental no ambiente escolar (BRASIL, 2018).
Nesse contexto, a escola pública ocupa posição estratégica na promoção da educação ambiental, uma vez que constitui espaço de formação social, construção do conhecimento e desenvolvimento da consciência crítica dos estudantes. Segundo Loureiro (2012), a educação ambiental crítica busca estimular reflexões acerca das desigualdades sociais, das relações de consumo e dos impactos ambientais produzidos pelo atual modelo de desenvolvimento econômico. Assim, a escola deve atuar não apenas na transmissão de conteúdos, mas também na formação de sujeitos críticos e participativos capazes de compreender os problemas ambientais contemporâneos e atuar de forma responsável na sociedade.
A disciplina de Geografia apresenta significativa contribuição para o fortalecimento da educação ambiental no contexto escolar, pois possibilita compreender as relações entre sociedade, natureza e espaço geográfico. De acordo com Callai (2005), o ensino de Geografia deve favorecer a leitura crítica do espaço vivido, permitindo ao estudante analisar os processos de transformação ambiental e compreender os impactos das ações humanas sobre o território. Nesse sentido, o ensino geográfico contribui para a formação de uma consciência ambiental crítica, estimulando a reflexão sobre sustentabilidade, cidadania e preservação dos recursos naturais.
Além disso, a educação ambiental integrada ao ensino de Geografia possibilita o desenvolvimento de práticas pedagógicas contextualizadas com a realidade social dos estudantes, favorecendo a aprendizagem significativa e a participação ativa no processo educativo. Estudos recentes demonstram que práticas interdisciplinares, projetos sustentáveis, hortas escolares, reciclagem e atividades voltadas à Agenda 2030 apresentam resultados positivos na construção da consciência socioambiental dos alunos. Rodrigues (2024) destaca que projetos de educação ambiental desenvolvidos nas aulas de Geografia favorecem a articulação entre teoria e prática, estimulando a autonomia dos estudantes e a resolução de problemas ambientais presentes no cotidiano escolar. 
Entretanto, apesar dos avanços legais e das discussões sobre sustentabilidade no campo educacional, a efetivação da educação ambiental nas escolas públicas ainda enfrenta inúmeros desafios. Entre os principais obstáculos destacam-se a insuficiência de recursos didáticos, a ausência de formação continuada para os professores, as limitações estruturais das instituições de ensino e a dificuldade em desenvolver práticas pedagógicas interdisciplinares permanentes. Segundo Silva, Silva e Santos (2024), muitas ações relacionadas à educação ambiental ainda ocorrem de maneira superficial e fragmentada, sem promover a contextualização crítica necessária acerca das problemáticas ambientais contemporâneas. 
Outro aspecto relevante refere-se à necessidade de fortalecer metodologias participativas capazes de aproximar os conteúdos ambientais da realidade vivenciada pelos estudantes. Nesse sentido, a educação ambiental crítica busca superar práticas pedagógicas meramente informativas, promovendo a reflexão sobre as relações entre consumo, desigualdade social, exploração dos recursos naturais e degradação ambiental. Conforme Santos (2024), a educação ambiental integrada ao ensino de Geografia deve estimular o pensamento crítico sobre o uso dos recursos naturais, favorecendo a construção de uma cidadania planetária pautada na sustentabilidade e na responsabilidade coletiva. 
Além disso, estudos recentes apontam que práticas pedagógicas contextualizadas apresentam potencial significativo para fortalecer o processo de ensino-aprendizagem e estimular atitudes sustentáveis no ambiente escolar. Souza (2024) destaca que atividades desenvolvidas em hortas estudantis contribuem para aproximar os conteúdos teóricos das experiências práticas, favorecendo o desenvolvimento da consciência ambiental e da participação ativa dos estudantes nas ações educativas. 
Diante desse cenário, torna-se necessário ampliar as discussões acerca das práticas de educação ambiental desenvolvidas nas escolas públicas, considerando os desafios enfrentados pelos profissionais da educação e as possibilidades pedagógicas existentes para promover a conscientização socio ambiental dos estudantes. A relevância dessa temática justifica-se pela necessidade de fortalecer ações educativas voltadas à sustentabilidade, à formação cidadã e à preservação ambiental, especialmente no contexto das escolas públicas brasileiras, que desempenham importante papel na formação social de crianças e adolescentes.
Nesse contexto, a educação ambiental destaca-se como importante instrumento de transformação social, uma vez que contribui para o desenvolvimento da consciência crítica, da cidadania e da responsabilidade socio ambiental. Segundo Jacobi (2003), a educação ambiental deve promover a construção de valores, conhecimentos e atitudes voltadas para a preservação ambiental e para a melhoria da qualidade de vida coletiva.
A escola possui papel fundamental nesse processo, pois constitui espaço privilegiado para o desenvolvimento de práticas pedagógicas capazes de estimular reflexões sobre a relação entre sociedade e natureza. De acordo com Loureiro (2012), a educação ambiental crítica busca formar sujeitos conscientes e participativos, capazes de compreender os problemas ambientais e atuar de maneira responsável na sociedade.
No Brasil, a educação ambiental encontra respaldo legal na Lei nº 9.795/1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), estabelecendo sua obrigatoriedade em todos os níveis e modalidades de ensino (BRASIL, 1999). Além disso, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça a necessidade de desenvolver competências relacionadas à sustentabilidade, cidadania e responsabilidade ambiental (BRASIL, 2018).
Entretanto, apesar das diretrizes legais e dos avanços nas discussões sobre sustentabilidade, a efetivação das práticas de educação ambiental nas escolas públicas ainda enfrenta inúmeros desafios. Entre os principais obstáculos destacam-se a insuficiência de recursos pedagógicos, a ausência de formação continuada para os docentes, as limitações estruturais das instituições de ensino e a dificuldade na implementação de projetos interdisciplinares permanentes.
A disciplina de Geografia possui importante contribuição nesse processo, pois permite compreender as relações entre espaço geográfico, sociedade e meio ambiente. Conforme Callai (2005), o ensino de Geografia deve favorecer a leitura crítica do espaço vivido, possibilitando ao estudante compreender os impactos ambientais presentes no cotidiano e desenvolver consciência cidadã.
Diante desse cenário, o presente trabalho tem como tema “Práticas de Educação Ambiental na Escola Pública: Limites e Possibilidades”, buscando analisar os desafios enfrentados pelas instituições públicas na implementação da educação ambiental, bem como as possibilidades pedagógicas existentes para o fortalecimento da conscientização socio ambiental dos estudantes.
1.1 TEMA E DELIMITAÇÃO DA PESQUISA
 O presente trabalho tem como tema as práticas de educação ambiental na escola pública, com enfoque nos limites e nas possibilidades para a efetivação dessas ações no contexto educacional. A pesquisa está inserida na área da Licenciatura em Geografia, considerando a importância do ensino geográfico na compreensão das relações entre sociedade, naturezae espaço geográfico.
A educação ambiental possui papel fundamental na formação da consciência crítica e da responsabilidade socioambiental dos estudantes. Segundo Reigota (2017), a educação ambiental contribui para o desenvolvimento de atitudes voltadas à preservação ambiental e à construção de práticas sustentáveis.
A delimitação da pesquisa concentra-se na análise das práticas de educação ambiental desenvolvidas em escolas públicas, considerando os desafios enfrentados pelos professores e pelas instituições de ensino na implementação dessas ações pedagógicas. Além disso, busca-se compreender as possibilidades existentes para fortalecer a educação ambiental por meio de projetos interdisciplinares e práticas sustentáveis.
O estudo caracteriza-se como pesquisa bibliográfica, fundamentada em livros, artigos científicos, legislações e documentos oficiais relacionados à educação ambiental e ao ensino de Geografia.
1.2 PROBLEMA DE PESQUISA
 A educação ambiental possui importante papel na formação da consciência crítica e da responsabilidade socio ambiental dos estudantes. Entretanto, muitas escolas públicas ainda enfrentam dificuldades para desenvolver práticas ambientais contínuas e efetivas, devido à falta de recursos, limitações estruturais e desafios pedagógicos.
Diante disso, surge o seguinte problema de pesquisa:
Quais são os desafios e as possibilidades para a efetivação das práticas de educação ambiental na escola pública?
1.3 OBJETIVOS
1.3.1 Objetivo Geral
Analisar os limites e as possibilidades das práticas de educação ambiental na escola pública.
1.3.2 Objetivos Específicos
Compreender a importância da educação ambiental no contexto escolar;
Identificar os principais desafios enfrentados pelas escolas públicas na implementação da educação ambiental;
Analisar a contribuição do ensino de Geografia para a conscientização socioambiental dos estudantes;
Investigar práticas pedagógicas sustentáveis desenvolvidas no ambiente escolar.
1.3 JUSTIFICATIVA
 A presente pesquisa justifica-se pela crescente necessidade de discutir a educação ambiental no contexto escolar, especialmente diante dos problemas ambientais que afetam a sociedade contemporânea, como poluição, desmatamento, queimadas, descarte inadequado de resíduos sólidos e mudanças climáticas. Nesse cenário, a escola pública desempenha papel fundamental na formação de cidadãos conscientes, críticos e comprometidos com a preservação do meio ambiente e com a construção de práticas sustentáveis.
 A educação ambiental constitui importante instrumento de transformação social, pois contribui para o desenvolvimento da consciência socio ambiental e da responsabilidade coletiva. Segundo Jacobi (2003), a educação ambiental deve promover a participação social e estimular reflexões críticas sobre as relações entre sociedade e natureza. Dessa forma, torna-se essencial desenvolver práticas pedagógicas capazes de incentivar atitudes sustentáveis e fortalecer a cidadania ambiental no ambiente escolar.
 Além disso, a disciplina de Geografia possui significativa contribuição nesse processo, uma vez que possibilita a compreensão das relações entre espaço geográfico, sociedade e meio ambiente. Conforme Callai (2005), o ensino de Geografia deve favorecer a leitura crítica do espaço vivido, permitindo ao estudante compreender os impactos ambientais decorrentes das ações humanas e refletir sobre os desafios ambientais presentes no cotidiano.
 A escolha do tema também se justifica pela necessidade de compreender os limites enfrentados pelas escolas públicas na implementação da educação ambiental, considerando dificuldades como a falta de recursos pedagógicos, a ausência de formação continuada para os professores e as limitações estruturais das instituições de ensino. Ao mesmo tempo, busca-se analisar as possibilidades existentes para fortalecer práticas sustentáveis por meio de projetos interdisciplinares, metodologias participativas e ações educativas voltadas à sustentabilidade.
 Portanto, a pesquisa apresenta relevância acadêmica, social e educacional, contribuindo para ampliar as discussões sobre educação ambiental no ensino de Geografia e incentivando reflexões acerca da importância da escola na formação de sujeitos conscientes, participativos e comprometidos com a preservação ambiental.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
 A educação ambiental tornou-se uma temática essencial nas discussões educacionais contemporâneas devido ao aumento dos problemas ambientais e à necessidade de promover práticas sustentáveis na sociedade. Nesse contexto, a escola assume importante papel na formação de cidadãos críticos e conscientes acerca da preservação dos recursos naturais e da responsabilidade socioambiental. A educação ambiental busca desenvolver conhecimentos, valores e atitudes voltados à sustentabilidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais equilibrada e ambientalmente responsável.
Segundo Jacobi (2003), a educação ambiental deve promover a participação social e estimular reflexões críticas sobre as relações entre sociedade e natureza. Dessa forma, o processo educativo ultrapassa a simples transmissão de conteúdos, envolvendo também a formação ética, cidadã e ambiental dos estudantes. Além disso, Loureiro (2012) destaca que a educação ambiental crítica deve possibilitar a compreensão das problemáticas ambientais de forma ampla, considerando aspectos sociais, econômicos, culturais e políticos relacionados à degradação ambiental.
No contexto escolar, a educação ambiental apresenta significativa relevância, especialmente nas escolas públicas, que desempenham importante função social na formação de crianças e adolescentes. A Política Nacional de Educação Ambiental estabelece que a temática ambiental deve ser trabalhada de forma integrada e interdisciplinar em todos os níveis de ensino (BRASIL, 1999). Nesse sentido, a disciplina de Geografia possui papel fundamental na compreensão das relações entre espaço geográfico, sociedade e meio ambiente, favorecendo a construção da consciência crítica e da cidadania ambiental.
Entretanto, apesar dos avanços legais e das discussões sobre sustentabilidade no ambiente educacional, muitas escolas públicas ainda enfrentam dificuldades para desenvolver práticas de educação ambiental de forma contínua e efetiva. Entre os principais desafios destacam-se a insuficiência de recursos pedagógicos, a ausência de formação continuada para os professores e as limitações estruturais das instituições de ensino. Assim, torna-se necessário discutir os limites e as possibilidades das práticas pedagógicas voltadas à educação ambiental, considerando a importância dessas ações para a formação cidadã e para a preservação ambiental.
2.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONCEITOS E PERSPECTIVAS
A educação ambiental pode ser compreendida como um processo educativo voltado à construção de valores, conhecimentos e atitudes relacionados à preservação do meio ambiente e à promoção da sustentabilidade. Sua finalidade é desenvolver a consciência crítica dos indivíduos acerca das problemáticas ambientais e estimular práticas sociais responsáveis em relação aos recursos naturais.
Segundo Reigota (2017), a educação ambiental não se limita à preservação da natureza, mas envolve também questões sociais, culturais, políticas e econômicas relacionadas à qualidade de vida da população. Dessa forma, a temática ambiental deve ser trabalhada de maneira ampla e contextualizada, possibilitando ao estudante compreender as relações entre sociedade e meio ambiente.
Jacobi (2003) afirma que a educação ambiental possui importante função na construção da cidadania ambiental, pois promove reflexões críticas sobre os impactos das ações humanas na natureza. Nesse sentido, a educação ambiental contribui para o desenvolvimento da participação social e da responsabilidade coletiva em relação à sustentabilidade.
Além disso, Loureiro (2012) destaca que a educação ambiental crítica busca superar práticas pedagógicas superficiais, estimulandoa formação de sujeitos capazes de compreender os problemas ambientais e atuar de maneira consciente na transformação da realidade social e ambiental.
2.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PÚBLICA
 A escola pública desempenha papel fundamental na promoção da educação ambiental, uma vez que constitui espaço de formação social, construção do conhecimento e desenvolvimento da consciência cidadã. Nesse ambiente, os estudantes podem desenvolver atitudes sustentáveis e compreender a importância da preservação ambiental para a qualidade de vida coletiva.
A Lei nº 9.795/1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, estabelece que a educação ambiental deve estar presente em todos os níveis e modalidades de ensino, de forma integrada e interdisciplinar (BRASIL, 1999). Além disso, a Base Nacional Comum Curricular reforça a necessidade de desenvolver competências relacionadas à sustentabilidade e à responsabilidade socioambiental (BRASIL, 2018).
Entretanto, muitas escolas públicas ainda enfrentam dificuldades na implementação de práticas ambientais contínuas e efetivas. Entre os principais desafios destacam-se a falta de recursos didáticos, a ausência de projetos permanentes e as limitações estruturais das instituições de ensino.
Segundo Silva e Santos (2024), em muitas escolas a educação ambiental ainda é trabalhada de maneira superficial, limitada a atividades pontuais e datas comemorativas. Dessa forma, torna-se necessário fortalecer práticas pedagógicas capazes de promover a conscientização ambiental de forma crítica e participativa.
1.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ENSINO DE GEOGRAFIA
A disciplina de Geografia possui importante contribuição para o desenvolvimento da educação ambiental, pois permite compreender as relações entre sociedade, natureza e espaço geográfico. O ensino geográfico favorece a análise crítica das transformações ambientais e dos impactos provocados pelas ações humanas sobre o meio ambiente.
Segundo Callai (2005), o ensino de Geografia deve possibilitar ao estudante compreender o espaço vivido e desenvolver capacidade crítica para interpretar as problemáticas socio ambientais presentes no cotidiano. Nesse sentido, a Geografia contribui para a formação cidadã e para o fortalecimento da consciência ambiental.
Além disso, Cavalcanti (2013) destaca que o ensino de Geografia deve estimular a reflexão sobre sustentabilidade, desigualdades sociais e preservação ambiental, favorecendo práticas pedagógicas contextualizadas com a realidade dos estudantes.
A integração entre Geografia e educação ambiental possibilita o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, projetos sustentáveis e metodologias participativas capazes de tornar o processo de ensino-aprendizagem mais significativo e próximo da realidade social dos alunos.
Figura 1 – Relação entre educação ambiental, ensino de Geografia e formação cidadã
Fonte: O Autor 
A figura 1 demonstra como a educação ambiental, quando integrada ao ensino de Geografia por meio de práticas pedagógicas adequadas, contribui para a formação cidadã e para a construção de uma sociedade mais consciente e sustentável. Além disso, evidencia os principais desafios enfrentados pelas escolas públicas, como a falta de recursos, limitações estruturais e insuficiência de formação docente, bem como as possibilidades pedagógicas existentes, incluindo projetos sustentáveis, reciclagem, hortas escolares e metodologias interdisciplinares voltadas à conscientização socioambiental.
1.2 DESAFIOS E POSSIBILIDADES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
 As práticas pedagógicas voltadas à educação ambiental apresentam importantes contribuições para a formação da consciência socio ambiental dos estudantes. Entretanto, sua implementação nas escolas públicas ainda enfrenta diversos desafios relacionados às condições estruturais, pedagógicas e institucionais.
Entre as principais dificuldades destacam-se a insuficiência de recursos didáticos, a ausência de formação continuada para os professores, a falta de apoio institucional e a dificuldade na realização de projetos interdisciplinares permanentes. Segundo Loureiro (2012), muitas práticas de educação ambiental ainda ocorrem de forma fragmentada, sem promover reflexões críticas acerca das problemáticas ambientais contemporâneas.
Apesar dessas limitações, existem diversas possibilidades para fortalecer a educação ambiental no ambiente escolar. Projetos de reciclagem, hortas escolares, compostagem, reutilização de materiais e atividades sustentáveis apresentam potencial significativo para estimular a participação dos estudantes e promover mudanças de comportamento.
“As práticas pedagógicas em educação ambiental devem estimular a participação crítica dos estudantes e promover a construção de conhecimentos voltados à transformação social e à sustentabilidade, ultrapassando ações superficiais e pontuais” (LOUREIRO, 2012, p. 67).
Além disso, metodologias participativas e práticas contextualizadas contribuem para aproximar os conteúdos escolares da realidade vivenciada pelos alunos, favorecendo o desenvolvimento da consciência crítica e da responsabilidade ambiental. Dessa forma, a educação ambiental pode contribuir para a construção de uma sociedade mais sustentável, consciente e socialmente responsável.
3 METODOLOGIA
 A presente pesquisa caracteriza-se como um estudo bibliográfico de natureza básica, desenvolvido por meio de abordagem qualitativa e caráter descritivo. O trabalho busca analisar os limites e as possibilidades das práticas de educação ambiental na escola pública, considerando a contribuição do ensino de Geografia para a conscientização socio ambiental dos estudantes.
 Segundo Gil (2008), a metodologia corresponde ao conjunto de procedimentos utilizados para alcançar os objetivos da pesquisa, permitindo a organização e a análise das informações relacionadas ao tema investigado. Dessa forma, a pesquisa fundamenta-se em estudos científicos, livros, artigos acadêmicos, legislações e documentos oficiais voltados à educação ambiental e ao ensino de Geografia.
3.1 NATUREZA DA PESQUISA
 A pesquisa possui natureza básica, pois busca ampliar os conhecimentos relacionados às práticas de educação ambiental na escola pública, sem finalidade de aplicação imediata. Segundo Prodanov e Freitas (2013), a pesquisa básica objetiva gerar conhecimentos úteis para o avanço da ciência e para a compreensão de determinados fenômenos sociais e educacionais.
 Nesse sentido, o estudo procura compreender os desafios enfrentados pelas escolas públicas na implementação da educação ambiental, bem como as possibilidades pedagógicas existentes para fortalecer práticas sustentáveis no ambiente escolar.
3.2 ABORDAGEM E TIPO DE ESTUDO
 A abordagem da pesquisa é qualitativa, uma vez que busca compreender e analisar aspectos relacionados às práticas pedagógicas, à conscientização ambiental e aos desafios educacionais presentes no contexto escolar. Conforme Minayo (2001), a pesquisa qualitativa trabalha com significados, valores, crenças e interpretações da realidade social.
 Quanto ao tipo de estudo, a pesquisa caracteriza-se como descritiva e bibliográfica. Descritiva porque busca analisar e apresentar características relacionadas à educação ambiental na escola pública. Bibliográfica porque foi desenvolvida a partir da análise de materiais já publicados, como livros, artigos científicos, dissertações, teses e documentos oficiais (GIL, 2008).
3.3 PROCEDIMENTOS DE COLETA E ANÁLISE DOS DADOS
 A coleta de dados foi realizada por meio de levantamento bibliográfico em livros, artigos científicos, periódicos acadêmicos, legislações e documentos oficiais relacionados à educação ambiental, sustentabilidade e ensino de Geografia.
 Foram selecionadas produções científicas publicadas em bases acadêmicas, considerando autores que discutem a importância da educação ambiental no contexto escolar, os desafios enfrentados pelas escolas públicas e as possibilidades das práticas pedagógicassustentáveis.
 A análise dos dados ocorreu de forma interpretativa e descritiva, buscando identificar informações relevantes sobre a temática pesquisada, permitindo compreender os limites e as possibilidades da educação ambiental no ambiente escolar.
4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
A análise dos estudos utilizados nesta pesquisa evidencia que a educação ambiental possui papel fundamental na formação da consciência crítica e da responsabilidade socioambiental dos estudantes, especialmente no contexto das escolas públicas. As produções acadêmicas analisadas demonstram que as práticas de educação ambiental contribuem significativamente para o desenvolvimento de atitudes sustentáveis, para a compreensão das problemáticas ambientais contemporâneas e para a formação cidadã dos alunos.
Entretanto, os resultados apontam que a implementação da educação ambiental nas escolas públicas brasileiras ainda ocorre de maneira limitada e, em muitos casos, superficial. Segundo Loureiro (2012), embora a educação ambiental esteja presente nos documentos oficiais e nas propostas curriculares, muitas instituições ainda desenvolvem ações pontuais, restritas a datas comemorativas, sem continuidade pedagógica ou aprofundamento crítico das questões ambientais. Essa realidade demonstra a necessidade de fortalecer práticas educativas permanentes e integradas ao cotidiano escolar.
Os estudos analisados também evidenciam que um dos principais desafios enfrentados pelas escolas públicas refere-se à falta de recursos pedagógicos e estruturais para o desenvolvimento de atividades ambientais. Muitas instituições apresentam dificuldades relacionadas à ausência de materiais didáticos, espaços adequados e apoio institucional para a realização de projetos sustentáveis. Segundo Silva e Santos (2024), a precariedade estrutural das escolas públicas interfere diretamente na efetivação de práticas pedagógicas voltadas à educação ambiental, limitando a realização de atividades práticas e interdisciplinares.
Outro aspecto identificado refere-se à insuficiência de formação continuada para os professores. Os resultados demonstram que muitos docentes encontram dificuldades para trabalhar a educação ambiental de forma crítica e interdisciplinar, devido à ausência de capacitação específica sobre a temática. De acordo com Jacobi (2003), a formação docente é essencial para o fortalecimento da educação ambiental no ambiente escolar, pois permite ao professor desenvolver metodologias participativas e contextualizadas com a realidade dos estudantes.
Além disso, observou-se que a interdisciplinaridade constitui um importante elemento para a efetivação das práticas de educação ambiental. A integração entre diferentes áreas do conhecimento possibilita uma compreensão mais ampla das problemáticas ambientais, favorecendo a construção do pensamento crítico e da consciência cidadã. Nesse sentido, a disciplina de Geografia apresenta significativa contribuição, uma vez que possibilita analisar as relações entre sociedade, natureza e espaço geográfico. Conforme Callai (2005), o ensino de Geografia deve estimular a leitura crítica do espaço vivido, permitindo ao estudante compreender os impactos ambientais decorrentes das ações humanas.
Os resultados também demonstram que práticas pedagógicas sustentáveis apresentam potencial significativo para fortalecer o processo de ensino-aprendizagem e estimular mudanças de comportamento entre os estudantes. Projetos de reciclagem, hortas escolares, reutilização de materiais, compostagem e atividades voltadas à sustentabilidade foram apontados como estratégias importantes para aproximar os conteúdos teóricos da realidade social dos alunos. Segundo Rodrigues (2024), atividades práticas relacionadas à educação ambiental favorecem a aprendizagem significativa e estimulam a participação ativa dos estudantes nas ações desenvolvidas pela escola.
Outro ponto relevante identificado nos estudos refere-se à importância das metodologias participativas no desenvolvimento da educação ambiental. A participação dos estudantes em debates, projetos coletivos, oficinas e ações sustentáveis contribui para o fortalecimento da consciência ambiental e para o desenvolvimento da responsabilidade coletiva. Conforme Reigota (2017), a educação ambiental deve promover a reflexão crítica e incentivar a participação social na busca por soluções para os problemas ambientais.
Além disso, os resultados evidenciam que a educação ambiental integrada ao ensino de Geografia contribui para a formação cidadã dos estudantes, permitindo compreender as desigualdades socioambientais e os impactos provocados pelo modelo de desenvolvimento econômico contemporâneo. Segundo Cavalcanti (2013), o ensino de Geografia deve possibilitar ao estudante compreender a dinâmica do espaço geográfico e refletir sobre as transformações ambientais presentes no cotidiano.
Dessa forma, verifica-se que, apesar das dificuldades enfrentadas pelas escolas públicas, existem diversas possibilidades para fortalecer as práticas de educação ambiental no ambiente escolar. A adoção de metodologias interdisciplinares, a valorização das experiências práticas, a formação continuada dos professores e o desenvolvimento de projetos sustentáveis apresentam-se como estratégias fundamentais para promover a conscientização socio ambiental e contribuir para a construção de uma sociedade mais sustentável e socialmente responsável.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
 A presente pesquisa possibilitou compreender a relevância da educação ambiental no contexto escolar, especialmente nas escolas públicas, considerando sua contribuição para a formação da consciência crítica, da cidadania e da responsabilidade socio ambiental dos estudantes. Diante do aumento dos problemas ambientais observados na sociedade contemporânea, torna-se cada vez mais necessário desenvolver práticas pedagógicas voltadas à sustentabilidade, à preservação ambiental e à construção de atitudes responsáveis em relação ao meio ambiente.
 Ao longo do estudo, verificou-se que a educação ambiental representa importante instrumento de transformação social, pois contribui para o desenvolvimento de valores, conhecimentos e comportamentos sustentáveis. Nesse sentido, a escola desempenha papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e participativos, capazes de compreender as problemáticas ambientais e atuar de maneira crítica diante dos desafios socio ambientais contemporâneos.
 Os resultados analisados demonstraram que a disciplina de Geografia possui significativa contribuição para o fortalecimento da educação ambiental, uma vez que possibilita compreender as relações entre sociedade, natureza e espaço geográfico. O ensino geográfico favorece a análise crítica das transformações ambientais, permitindo ao estudante interpretar os impactos causados pelas ações humanas sobre o meio ambiente e refletir sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação dos recursos naturais.
 Entretanto, a pesquisa também evidenciou que as escolas públicas ainda enfrentam diversos desafios para a efetivação das práticas de educação ambiental. Entre as principais dificuldades identificadas destacam-se a insuficiência de recursos pedagógicos, as limitações estruturais das instituições de ensino, a ausência de formação continuada para os professores e a dificuldade na realização de projetos interdisciplinares permanentes. Além disso, observou-se que muitas ações ambientais ainda são desenvolvidas de forma pontual e superficial, sem continuidade pedagógica ou aprofundamento crítico das questões ambientais.
 Apesar dessas limitações, o estudo demonstrou que existem diversas possibilidades para fortalecer a educação ambiental no ambiente escolar. Projetos sustentáveis, hortas pedagógicas, reciclagem, compostagem, reutilização de materiais e metodologias participativas apresentam potencial significativo para promover a conscientização ambiental e estimular mudanças de comportamento entre os estudantes. Essaspráticas contribuem para aproximar os conteúdos escolares da realidade social dos alunos, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais significativo e participativo.
 Outro aspecto relevante identificado durante a pesquisa refere-se à importância da interdisciplinaridade no desenvolvimento da educação ambiental. A integração entre diferentes áreas do conhecimento favorece uma compreensão mais ampla das problemáticas ambientais, permitindo ao estudante analisar os impactos sociais, econômicos, culturais e ambientais relacionados à degradação do meio ambiente. Nesse contexto, torna-se fundamental que a educação ambiental seja trabalhada de forma contínua e integrada ao currículo escolar, conforme estabelecem as diretrizes da Política Nacional de Educação Ambiental e da Base Nacional Comum Curricular.
 Dessa forma, conclui-se que a educação ambiental constitui elemento essencial para a formação cidadã e para a construção de uma sociedade mais sustentável, consciente e socialmente responsável. Embora existam desafios relacionados à implementação dessas práticas nas escolas públicas, verifica-se que a adoção de metodologias participativas, projetos interdisciplinares e ações educativas voltadas à sustentabilidade pode contribuir significativamente para o fortalecimento da consciência socioambiental dos estudantes.
 Por fim, espera-se que esta pesquisa contribua para ampliar as discussões sobre a importância da educação ambiental no ensino de Geografia e incentive o desenvolvimento de práticas pedagógicas capazes de promover a conscientização ambiental, a participação social e a preservação dos recursos naturais no contexto escolar.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: Ministério da Educação, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/
Acesso em: 23 abril 2026.
BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a Educação Ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 abr. 1999. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm
Acesso em: 24 abril 2026.
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