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AVALIACAO I ESTUDOS DISC XIII

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Saúde: reutilização de preservativos.

Leia o texto a seguir:

Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso

Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.

Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago. 2018.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
É correto o que se afirma em:
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.
a. I, II e III.
b. II e III.
c. I, apenas.
d. II, apenas.
e. III, apenas.

Arte e intervenção urbana: pixo e pichação.

Leia os textos 1 e 2, a seguir:

Texto 1

Entre a transgressão e a arte

Christina Queiroz

Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a paisagem paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e residenciais. Em um projeto de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira analisou “pixações” feitas em diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse percurso, constatou como os jovens de periferia envolvidos com a atividade, caracterizada como gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das regras do espaço público, conseguiram obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e estrangeiros, apesar da relação de tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais.
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação (com “x”) de pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e inscrições legíveis, o vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos integrantes do movimento. Além disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da periferia, que buscam os lugares de grande visibilidade e acesso difícil para deixar as marcas individuais ou coletivas, e, com isso, questionar a maneira como a paisagem urbana se estrutura. Qualquer tipo de pichação (ou pixação) é considerada como crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal n. 9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de três meses a um ano de prisão, aos autores de pichação e grafites não autorizados. As penalidades são maiores quando envolvem as edificações tombadas pelo patrimônio histórico.
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileira em Artes e Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao acaso, sempre existiu em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos anos 1970, com os versos poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O início da pixação, no entanto, é mais recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de movimentos como punk, heavy metal, hip hop e de skatistas.
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel, professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), lembra que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana soterrada pela erupção de um vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra os senadores. “As linguagens do grafite e do pixo passaram a integrar o repertório da arte contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a pixação indevida gera no espaço urbano. Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores desempenham um papel importante na investigação dos limites artísticos”, conclui.

Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte. Acesso em: 05 ago. 2018.

Texto 2


Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-tempo-levanta-duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
É correto o que se afirma, apenas, em:
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação (com “x”), uma vez que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política;
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se sentem excluídos;
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes do próprio movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a ocupação dos espaços públicos e privados;
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes momentos da história da humanidade.
a. I e II.
b. II e IV.
c. I, II e III.
d. I, III e IV.
e. Todas as anteriores.

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Questões resolvidas

Saúde: reutilização de preservativos.

Leia o texto a seguir:

Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso

Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.

Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago. 2018.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
É correto o que se afirma em:
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.
a. I, II e III.
b. II e III.
c. I, apenas.
d. II, apenas.
e. III, apenas.

Arte e intervenção urbana: pixo e pichação.

Leia os textos 1 e 2, a seguir:

Texto 1

Entre a transgressão e a arte

Christina Queiroz

Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a paisagem paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e residenciais. Em um projeto de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira analisou “pixações” feitas em diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse percurso, constatou como os jovens de periferia envolvidos com a atividade, caracterizada como gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das regras do espaço público, conseguiram obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e estrangeiros, apesar da relação de tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais.
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação (com “x”) de pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e inscrições legíveis, o vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos integrantes do movimento. Além disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da periferia, que buscam os lugares de grande visibilidade e acesso difícil para deixar as marcas individuais ou coletivas, e, com isso, questionar a maneira como a paisagem urbana se estrutura. Qualquer tipo de pichação (ou pixação) é considerada como crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal n. 9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de três meses a um ano de prisão, aos autores de pichação e grafites não autorizados. As penalidades são maiores quando envolvem as edificações tombadas pelo patrimônio histórico.
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileira em Artes e Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao acaso, sempre existiu em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos anos 1970, com os versos poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O início da pixação, no entanto, é mais recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de movimentos como punk, heavy metal, hip hop e de skatistas.
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel, professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), lembra que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana soterrada pela erupção de um vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra os senadores. “As linguagens do grafite e do pixo passaram a integrar o repertório da arte contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a pixação indevida gera no espaço urbano. Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores desempenham um papel importante na investigação dos limites artísticos”, conclui.

Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte. Acesso em: 05 ago. 2018.

Texto 2


Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-tempo-levanta-duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
É correto o que se afirma, apenas, em:
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação (com “x”), uma vez que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política;
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se sentem excluídos;
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes do próprio movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a ocupação dos espaços públicos e privados;
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes momentos da história da humanidade.
a. I e II.
b. II e IV.
c. I, II e III.
d. I, III e IV.
e. Todas as anteriores.

Prévia do material em texto

Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I
ESTUDOS DISCIPLINARES XIII 7438-25_SEPI_EN_0722_R_20251 CONTEÚDO
Usuário luana.campos18 @aluno.unip.br
Curso ESTUDOS DISCIPLINARES XIII
Teste AVALIAÇÃO I
Iniciado 02/06/25 16:07
Enviado 02/06/25 16:19
Status Completada
Resultado da tentativa 8 em 10 pontos  
Tempo decorrido 12 minutos
Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
Sociedade: padrões de beleza variáveis com as épocas.
 
Veja a charge a seguir:
 
 
 
 
Disponível em: http://www.bixodagoiaba.com.br/2013/04/padrao-de-beleza-ao-longo-dos-an
os.html. Acesso em: 10 ago. 2017.
 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as asserções e a relação entre elas:
 
I. O objetivo da charge é mostrar que, em épocas distintas, existem pessoas insatisfeitas por
não apresentarem o padrão de beleza socialmente determinado.
PORQUE
II. A charge mostra, em diferentes períodos históricos, os meios pelos quais os padrões de
CONTEÚDOS ACADÊMICOS BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAIS
luana.campos18 @aluno.unip.br
1
UNIP EAD
1 em 1 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_400558_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_400558_1&content_id=_4508957_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta
Selecionada:
d.
beleza, que dependem da época, são reforçados no imaginário social.
 
Assinale a alternativa correta:
As duas asserções são verdadeiras e a segunda asserção não
justifica a primeira.
Pergunta 2
Resposta Selecionada:
e. 
Economia: taxa de desemprego no Brasil.
 
A tabela a seguir contém os dados referentes à taxa de desemprego no Brasil, nos anos de
2016 e 2017, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada (Ipea). Esses dados estão expressos como a porcentagem da população brasileira,
que era de, aproximadamente, 206 milhões de habitantes, em 2016, e de 207,7 milhões de
habitantes, em 2017.
 
 
Disponível em: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/mercadodetrabalho/180
502_bmt_64.pdf. Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. No primeiro trimestre de 2017, o número de desempregados na região Norte foi igual ao
número de desempregados na região Sudeste;
II. No primeiro trimestre de 2016, existiam mais de 22 milhões de desempregados no país;
III. Em todas as regiões, a taxa de desemprego vem decaindo a partir do segundo trimestre
de 2017. No entanto, a taxa média de desemprego, em 2017, foi maior do que a registrada
em 2016.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
II e III.
Pergunta 3
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
Resposta Selecionada:
c. 
Saúde: reutilização de preservativos.
 
Leia o texto a seguir:
 
Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são
feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso
 
Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de
Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de
emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem
reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao
Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com
antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde,
como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do
feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos
científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do
preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a
3,3% dos participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão
não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas
frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não
desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar
preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda,
colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde
(OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC
recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser
transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção
de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações
cotidianas, com o seu manuseio equivocado.
 
Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago.
2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
 
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos,
como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas
com os vírus e as bactérias.
É correto o que se afirma em:
I, apenas.
Pergunta 4
Arte e intervenção urbana: pixo e pichação.
 
Leia os textos 1 e 2, a seguir:
Texto 1
 Entre a transgressão e a arte
                                                                                                                                                               
Christina Queiroz
 
Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a
1 em 1 pontos
paisagem paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e
residenciais. Em um projeto de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa
Pereira analisou “pixações” feitas em diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse
percurso, constatou como os jovens de periferia envolvidos com a atividade, caracterizada
como gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das regras do espaço público,
conseguiram obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e estrangeiros, apesar
da relação de tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais.
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação
(com “x”) de pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e
inscrições legíveis, o vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos
integrantes do movimento. Além disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da
periferia, que buscam os lugares de grande visibilidade e acesso difícil para deixar as marcas
individuais ou coletivas, e, com isso, questionar a maneira como a paisagem urbana se
estrutura. Qualquer tipo de pichação (ou pixação) é considerada como crime ambiental,
conforme dispõe a Lei Federal n. 9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de três meses a
um ano de prisão, aos autores de pichação e grafites não autorizados. As penalidades são
maiores quando envolvem as edificações tombadas pelo patrimônio histórico.
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileiraem Artes e Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao
acaso, sempre existiu em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos
anos 1970, com os versos poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O
início da pixação, no entanto, é mais recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de
movimentos como punk, heavy metal, hip hop e de skatistas.
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel,
professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
(FAU-USP), lembra que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana
soterrada pela erupção de um vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra
os senadores. “As linguagens do grafite e do pixo passaram a integrar o repertório da arte
contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a pixação indevida gera no espaço
urbano. Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores desempenham um papel
importante na investigação dos limites artísticos”, conclui.
 
Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte.
Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Texto 2
 
 
Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-tempo-
levanta-duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação
(com “x”), uma vez que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política;
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se
sentem excluídos;
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes do
próprio movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a ocupação
dos espaços públicos e privados;
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes
Resposta Selecionada:
b. 
momentos da história da humanidade.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
II e IV.
Pergunta 5
População brasileira: crescimento do número de idosos.
 
Veja a charge e leia o texto com os dados do IBGE, de 26/04/2018:
 
 
Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/politicas-publicas-nao-acomp
anham-o-envelhecimento-da-populacao-brasileira/. Acesso em: 29 jul. 2018.
 
Número de idosos cresce 18% em 5 anos e ultrapassa 30 milhões em 2017
 A população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos anos e ganhou 4,8
milhões de idosos, desde 2012, superando a marca dos 30,2 milhões em 2017, segundo a
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e
Domicílios, divulgada, hoje, pelo IBGE.
Em 2012, a população com 60 anos ou mais era de 25,4 milhões. Os 4,8 milhões de novos
idosos, em cinco anos, correspondem a um crescimento de 18% desse grupo etário, que tem se
tornado, cada vez mais, representativo no Brasil. As mulheres são maioria expressiva nesse
grupo, com 16,9 milhões (56% dos idosos), enquanto os homens idosos são 13,3 milhões (44%
do grupo).
“Não só no Brasil, mas no mundo todo vem se observando essa tendência de envelhecimento
da população nos últimos anos. Ela decorre tanto do aumento da expectativa de vida pela
melhoria nas condições de saúde quanto da redução da taxa de fecundidade, pois o número
médio de filhos por mulher vem caindo. Esse é um fenômeno mundial, não só no Brasil. Aqui,
demorou até mais que no resto do mundo para acontecer”, explica a gerente da PNAD Contínua,
Maria Lúcia Vieira.
Entre 2012 e 2017, a quantidade de idosos cresceu em todas as unidades da federação, sendo
os estados com maior proporção de idosos o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, ambos com
18,6% de suas populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. O Amapá, por sua vez, é o
estado com menor percentual de idosos, com, apenas, 7,2% da população.
 
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-notic
ias/noticias/20980-numero-de-idosos-cresce-18-em-5-anos-e-ultrapassa-30-milhoes-em-201
7.html. Acesso em: 29 jul. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas:
 
I. A charge mostra um cenário promissor em termos de ocupação para a população, que,
1 em 1 pontos
Resposta Selecionada:
c. 
conforme os dados do IBGE, está envelhecendo;
II. De acordo com o texto, os idosos representam 18% da população brasileira;
III. O texto afirma que a melhoria nas condições de saúde da população é um dos fatores
responsáveis pelo aumento da expectativa de vida e, portanto, pelo envelhecimento
populacional.
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
Pergunta 6
Resposta
Selecionada:
a.
Educação: desenvolvimento do pensamento autônomo.
 
Veja a charge a seguir:
 
 
Disponível em: https://musicaeinclusao.wordpress.com/2014/10/13/para-refletirmos/.
Acesso em: 30 jun. 2017.
 
É correto dizer que a charge:
Faz uma crítica a um tipo de sistema de ensino que não visa a
desenvolver o pensamento criativo dos estudantes.
Pergunta 7
Sociedade e economia: saída dos britânicos da União Europeia.
 
(Adaptado de: Enade – 2017) Os britânicos decidiram sair da União Europeia (UE). A decisão
do referendo abalou os mercados financeiros em meio às incertezas sobre os possíveis
impactos dessa saída. Os gráficos a seguir apresentam, respectivamente, as contribuições
dos países integrantes do bloco para a UE, em 2014, que somam €144,9 bilhões, e a
comparação entre a contribuição do Reino Unido para a UE e a contrapartida dos gastos da
UE com o Reino Unido.
1 em 1 pontos
0 em 1 pontos
Resposta
Selecionada:
b.
 
 
Fonte: Adaptado de: http://www.g1.globo.com. Acesso em: 06 set. 2017.
 Considerando o texto e as informações apresentadas nos gráficos anteriores, assinale a
alternativa correta:
O grupo “Outros países” contribuiu para esse bloco econômico com
42,1%.
Pergunta 8
População brasileira: dados demográficos.
 
Leia os gráficos a seguir:
 
0 em 1 pontos
Resposta
Selecionada:
c.
 
                                                                                          Disponível em: https://brainly.com.br/taref
a/10217613. Acesso em: 30 jul. 2018.
 
 
                                                                                       Disponível em: https://brasilemsintese.ibge.
gov.br/populacao/taxas-brutas-de-natalidade.html. Acesso em: 30 jul. 2018.
 
 
                                                                    Disponível em: https://brasilemsintese.ibge.gov.br/po
pulacao/taxas-brutas-de-mortalidade.html. Acesso em: 30 jul. 2018.
 
Considerando as informações apresentadas nos gráficos, assinale a opção correta:
Embora a taxa de natalidade venha diminuindo, existe uma compensação
pela redução da taxa de mortalidade, fazendo com que exista a tendência
de manutenção do tamanho da população brasileira.
https://brasilemsintese.ibge.gov.br/populacao/taxas-brutas-de-mortalidade.html
https://brasilemsintese.ibge.gov.br/populacao/taxas-brutas-de-mortalidade.html
Pergunta 9
Economia: IDH do Brasil.
 
Leia o texto, publicado pela Folha de S.Paulo, em 14 de setembro de 2018, e veja o gráfico a
seguir:
IDH do Brasil estagna, e país fica na 79ª posição no ranking da ONU
Aumento na renda fez índice subir 0,001 ponto e chegar a 0,759
 
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto, em 2017, na
comparação com 2016, chegando a 0,759 em uma escala que varia de 0 a 1 – quanto mais
próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), um incremento de 0,14% na renda média per capita do
brasileiro garantiu que o país continuasse avançando, mesmo timidamente, no
desenvolvimento humano, em 2017, apesar das desigualdades no acesso da população à
saúde, à educação e às perspectivas econômicas, ainda, persistirem.
O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui189 países. Na América
Latina, o país ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela. O IDH da
média regional da América Latina e Caribe é de 0,758.
AJUSTES
Quando o órgão inclui na conta um ajuste com relação às desigualdades de renda, saúde e
educação, o IDH brasileiro despenca para 0,578.
O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini – que mede, exclusivamente, a renda – na
comparação mundial. Entre os países da América do Sul, o Brasil é o terceiro mais afetado por
esse ajuste da desigualdade, ficando atrás do Paraguai e da Bolívia.
Na relação com os dados colhidos desde 1990, o país registrou um crescimento de 0,81% da
taxa anual do IDH, com um acréscimo de mais de 10 anos na expectativa de vida, que passou a
ser de 75,7 anos, e de 3,2 anos na expectativa de tempo de escolaridade de crianças, a partir do
ingresso nas escolas em idade regular. A média de estudos de adultos com 25 anos ou mais
passou de 3,8 anos para 7,8 anos, e a renda média dos brasileiros, neste mesmo período,
cresceu 28,6%.
MUNDO
Noruega (0,953), Suíça (0,944), Austrália (0,939), Irlanda (0,938) e Alemanha (0,936) lideram o
ranking com os melhores resultados. Os cinco últimos países no ranking
são: Burundi (0,417), Chade (0,404), Sudão do Sul (0,388), República Centro-Africana (0,367) e
Níger (0,354).
A Irlanda registrou um dos maiores crescimentos ao subir 13 posições, de 2012 para
2017. Violência, conflitos armados e crises internas fizeram com que os países como Síria,
Líbia, Iêmen e Venezuela registrassem as maiores quedas do índice, respectivamente, 27ª, 26ª,
20ª e 16ª posições.
Considerando a realidade de 1990, o IDH global aumentou 21,7% e o número de países
classificados como de “muito alto desenvolvimento humano” aumentou de 12 para 59 e os de
“baixo desenvolvimento humano” caiu de 62 para 38, neste período.
A expectativa de vida das pessoas, ao nascer, passou de 65,4 anos, em 1990, para 72,2 anos,
em 2017, e mais de 130 países conseguiram universalizar as matrículas de crianças no Ensino
Primário. Mundialmente, a diferença na distribuição de renda chega a 22,6%, enquanto as
desigualdades nos ganhos em educação são de 22% e, em saúde, 15,2%.
 
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/idh-do-brasil-estagna-e-pai
s-fica-na-79a-posicao-no-ranking-da-onu.shtml. Acesso em: 14 set. 2018.
 
1 em 1 pontos
Resposta Selecionada:
c. 
 
 
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/em-79-lugar-brasil-estaciona-no-ranking-
de-desenvolvimento-humano-da-onu.ghtml. Acesso em: 19 set. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 2013
para 2014, quando o país atingiu o seu máximo valor desse índice, igual a 0,754;
II. De acordo com o texto, a posição do Brasil é mais, negativamente, afetada pelo IDH
ajustado à desigualdade de renda, saúde e educação do que a posição da Venezuela;
III. Em termos de médias mundiais, conforme dito no texto, desde 1990, houve um aumento
no IDH global, uma elevação na expectativa de vida das pessoas ao nascer e um acréscimo
no número de matrículas de crianças no Ensino Primário, o que contradiz a ideia de haver
diferenças na distribuição de renda, e no acesso à saúde e à educação.
 
É correto o que se afirma em:
II, apenas.
Pergunta 10
Ciência e saúde: infecção de vírus pelo mosquito Aedes aegypti.
Leia a reportagem a seguir, publicada na edição nº 428 da revista Saúde é Vital.
O elo entre o  zika vírus e a microcefalia
Um dos dramas mais recentes na saúde brasileira foi o aparecimento do zika vírus transmitido
pelo mosquito  Aedes aegypti , o mesmo vetor da dengue. No Nordeste do país, o ataque do
vírus se fez sentir de uma maneira ainda mais trágica: ao infectar as gestantes, o vírus induzia a
malformação do sistema nervoso do feto, provocando a chamada microcefalia. Figura central
no estabelecimento dessa associação foi a epidemiologista Celina Turchi, da Fundação
Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ela capitaneou o estudo de caso, inédito no planeta, que confirmou as
suspeitas de que o zika, e não outros fatores, era responsável por alterações fisiológicas e
estruturais no sistema nervoso dos bebês em desenvolvimento. Estava batido o martelo: o vírus
era o causador dos casos de microcefalia.
 
 
1 em 1 pontos
Segunda-feira, 2 de Junho de 2025 16h19min32s GMT-03:00
Resposta Selecionada:
c. 
  
 
Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/amamentacao-hpv-e-zika-protagonizam-
premiacao-nacional/. Acesso em: 08 mai. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. A pesquisa da Fiocruz foi realizada com 32 crianças com microcefalia e 64 crianças sem
microcefalia, ou seja, 50% das crianças estudadas eram portadoras da doença;
II. De acordo com os estudos liderados por Celina Turchi, o vírus zika, disseminado,
principalmente, pela picada do mosquito   Aedes aegypti, é o causador dos casos de
microcefalia, e essa doença é da mesma família da dengue e da febre amarela;
III. Pela reportagem, estima-se que mais de 20% dos casos de infecção por zika no mundo
ocorreram no Brasil.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
III.
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