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0 PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL Maria de Souza, servidora pública municipal efetiva do Município de Imperatriz/MA, exerce o cargo de professora da rede municipal de ensino há mais de 15 anos. Em janeiro de 2026, foi publicado o Edital nº 01/2026 da Secretaria Municipal de Educação, regulamentando o processo de progressão funcional dos servidores da educação municipal. O edital previa que os servidores que comprovassem conclusão de curso de pós-graduação stricto sensu e cumprissem os demais requisitos legais fariam jus à progressão funcional vertical, com repercussão remuneratória imediata. Maria concluiu curso de Mestrado reconhecido pelo Ministério da Educação em dezembro de 2025 e protocolou administrativamente, em fevereiro de 2026, pedido de progressão funcional, juntando toda a documentação exigida. Após análise do processo administrativo, a Comissão de Avaliação reconheceu expressamente que Maria preenchia todos os requisitos legais para obtenção da progressão funcional, emitindo parecer favorável. Contudo, em março de 2026, o Secretário Municipal de Educação proferiu decisão indeferindo o pedido sob o argumento de que a implementação da progressão geraria impacto financeiro ao Município e dependeria de autorização específica da Secretaria de Finanças. Inconformada, Maria apresentou recurso administrativo, alegando que a legislação municipal assegurava a progressão automática aos servidores que preenchessem os requisitos legais, não havendo discricionariedade da Administração quanto à concessão do benefício. Em 15 de abril de 2026, o recurso foi definitivamente indeferido. Em 25 de abril de 2026, Maria procurou você, na qualidade de advogado(a), apresentando toda a documentação pertinente, inclusive cópia da decisão administrativa final. A cliente informa que necessita da imediata implementação da progressão funcional em sua folha de pagamento, pois está sofrendo prejuízos financeiros mensais decorrentes da negativa administrativa. Considerando que a legislação municipal efetivamente assegura o direito à progressão funcional aos servidores que preencham os requisitos legais e que toda a documentação comprobatória já se encontra pré- constituída nos autos do procedimento administrativo, elabore a medida judicial cabível para a defesa dos interesses de Maria. Diante disso, elabore a peça processual cabível. Não há necessidade de indicar número de CPF ou CNPJ. A peça deverá ser feita manuscrita, após o arquivo precisa ser digitalizado e enviado via SAVA no campo próprio.