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Questões resolvidas

Saúde: reutilização de preservativos.

Leia o texto a seguir:

Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas.

Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso

Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.

Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir; É correto o que se afirma em:
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II.
II e III.

Arte e intervenção urbana: pixo e pichação.

Leia os textos 1 e 2, a seguir:

Texto 1

Entre a transgressão e a arte

Christina Queiroz

Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a paisagem paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e residenciais. Em um projeto de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira analisou “pixações” feitas em diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse percurso, constatou como os jovens de periferia envolvidos com a atividade, caracterizada como gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das regras do espaço público, conseguiram obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e estrangeiros, apesar da relação de tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais.
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação (com “x”) de pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e inscrições legíveis, o vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos integrantes do movimento. Além disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da periferia, que buscam os lugares de grande visibilidade e acesso difícil para deixar as marcas individuais ou coletivas, e, com isso, questionar a maneira como a paisagem urbana se estrutura. Qualquer tipo de pichação (ou pixação) é considerada como crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal n. 9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de três meses a um ano de prisão, aos autores de pichação e grafites não autorizados. As penalidades são maiores quando envolvem as edificações tombadas pelo patrimônio histórico.
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileira em Artes e Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao acaso, sempre existiu em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos anos 1970, com os versos poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O início da pixação, no entanto, é mais recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de movimentos como punk, heavy metal, hip hop e de skatistas.
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel, professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), lembra que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana soterrada pela erupção de um vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra os senadores. “As linguagens do grafite e do pixo passaram a integrar o repertório da arte contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a pixação indevida gera no espaço urbano. Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores desempenham um papel importante na investigação dos limites artísticos”, conclui.

Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte. Acesso em: 05 ago. 2018.

Texto 2

Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-tempo-levanta-duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir: É correto o que se afirma, apenas, em:
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação (com “x”), uma vez que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política;
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se sentem excluídos;
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes do próprio movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a ocupação dos espaços públicos e privados;
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes momentos da história da humanidade.
I e II.
II e IV.
III e IV.
I, II e IV.

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Questões resolvidas

Saúde: reutilização de preservativos.

Leia o texto a seguir:

Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas.

Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso

Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado.

Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir; É correto o que se afirma em:
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as bactérias.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II.
II e III.

Arte e intervenção urbana: pixo e pichação.

Leia os textos 1 e 2, a seguir:

Texto 1

Entre a transgressão e a arte

Christina Queiroz

Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a paisagem paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e residenciais. Em um projeto de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira analisou “pixações” feitas em diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse percurso, constatou como os jovens de periferia envolvidos com a atividade, caracterizada como gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das regras do espaço público, conseguiram obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e estrangeiros, apesar da relação de tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais.
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação (com “x”) de pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e inscrições legíveis, o vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos integrantes do movimento. Além disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da periferia, que buscam os lugares de grande visibilidade e acesso difícil para deixar as marcas individuais ou coletivas, e, com isso, questionar a maneira como a paisagem urbana se estrutura. Qualquer tipo de pichação (ou pixação) é considerada como crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal n. 9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de três meses a um ano de prisão, aos autores de pichação e grafites não autorizados. As penalidades são maiores quando envolvem as edificações tombadas pelo patrimônio histórico.
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileira em Artes e Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao acaso, sempre existiu em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos anos 1970, com os versos poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O início da pixação, no entanto, é mais recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de movimentos como punk, heavy metal, hip hop e de skatistas.
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel, professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), lembra que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana soterrada pela erupção de um vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra os senadores. “As linguagens do grafite e do pixo passaram a integrar o repertório da arte contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a pixação indevida gera no espaço urbano. Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores desempenham um papel importante na investigação dos limites artísticos”, conclui.

Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte. Acesso em: 05 ago. 2018.

Texto 2

Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-tempo-levanta-duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir: É correto o que se afirma, apenas, em:
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação (com “x”), uma vez que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política;
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se sentem excluídos;
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes do próprio movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a ocupação dos espaços públicos e privados;
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes momentos da história da humanidade.
I e II.
II e IV.
III e IV.
I, II e IV.

Prévia do material em texto

Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I
ESTUDOS DISCIPLINARES XIII 7438-25_SEPI_EN_0123_R_20261 CONTEÚDO
Usuário natalia.cavalcante2 @aluno.unip.br
Curso ESTUDOS DISCIPLINARES XIII
Teste AVALIAÇÃO I
Iniciado 12/06/26 23:24
Enviado 12/06/26 23:54
Status Completada
Resultado da tentativa 10 em 10 pontos  
Tempo decorrido 29 minutos
Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
Sociedade: padrões de beleza variáveis com as épocas.
 
Veja a charge a seguir:
 
 
 
 
Disponível em: http://www.bixodagoiaba.com.br/2013/04/padrao-de-beleza-ao-longo-dos-a
nos.html. Acesso em: 10 ago. 2017.
 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as asserções e a relação entre elas:
 
I. O objetivo da charge é mostrar que, em épocas distintas, existem pessoas insatisfeitas por
não apresentarem o padrão de beleza socialmente determinado.
PORQUE
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
1 em 1 pontos
25/06/2026, 01:24 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_121196949_1&course_id=_451646_1&content_id=_5052516_1&ou… 1/12
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_451646_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_451646_1&content_id=_5048247_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta
Selecionada:
d.
II. A charge mostra, em diferentes períodos históricos, os meios pelos quais os padrões de
beleza, que dependem da época, são reforçados no imaginário social.
 
Assinale a alternativa correta:
As duas asserções são verdadeiras e a segunda asserção não
justifica a primeira.
Pergunta 2
Saúde: reutilização de preservativos.
 
Leia o texto a seguir:
 
Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas.
Camisinhas são feitas para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não
sabe disso
 
Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de
Doenças (CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir
um alerta à população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem
#camisinhas. Use uma nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento
de Saúde e Serviços Humanos do governo em sua conta no Twitter.
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com
antibióticos, se não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde,
como: infertilidade, gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto
e risco aumentado de transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos,
publicada em 2012, identificou 14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo
em um mesmo ato sexual foi identificado em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos
participantes relatou já ter feito isso.
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão
não adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas
frequentes, estão colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não
desenrolar a camisinha por completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar
preso ali, não checar para ver se o preservativo está danificado de alguma forma ou, ainda,
colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o mesmo preservativo, em seguida.
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde
(OMS), reduz em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC
recorda, ainda, que este método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas
dessa forma, como zika e ebola. A camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez
quando usada corretamente, mas esse índice pode cair para 85% em situações cotidianas, com
o seu manuseio equivocado.
 
Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago.
2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir;
 
1 em 1 pontos
25/06/2026, 01:24 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
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Resposta Selecionada: c. 
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos,
como a maior probabilidade de que a camisinha se rompa;
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo;
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas
com os vírus e as bactérias.
É correto o que se afirma em:
I, apenas.
Pergunta 3
Resposta Selecionada:
e. 
Economia: taxa de desemprego no Brasil.
 
A tabela a seguir contém os dados referentes à taxa de desemprego no Brasil, nos anos de
2016 e 2017, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada (Ipea). Esses dados estão expressos como a porcentagem da população brasileira,
que era de, aproximadamente, 206 milhões de habitantes, em 2016, e de 207,7 milhões de
habitantes, em 2017.
 
 
Disponível em: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/mercadodetrabalho/180
502_bmt_64.pdf. Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. No primeiro trimestre de 2017, o número de desempregados na região Norte foi igual ao
número de desempregados na região Sudeste;
II. No primeiro trimestre de 2016, existiam mais de 22 milhões de desempregados no país;
III. Em todas as regiões, a taxa de desemprego vem decaindo a partir do segundo trimestre
de 2017. No entanto, a taxa média de desemprego, em 2017, foi maior do que a registrada
em 2016.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
II e III.
1 em 1 pontos
25/06/2026, 01:24 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_121196949_1&course_id=_451646_1&content_id=_5052516_1&ou… 3/12
Pergunta 4
Arte e intervenção urbana: pixo e pichação.
 
Leia os textos 1 e 2, a seguir:
Texto 1
 Entre a transgressão e a arte
                                                                                                                                                               
Christina Queiroz
 
Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a
paisagem paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e
residenciais. Em um projeto de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa
Pereira analisou “pixações” feitas em diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse
percurso, constatou como os jovens de periferia envolvidos com a atividade, caracterizada como
gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das regras do espaço público, conseguiram
obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e estrangeiros, apesar da relação de
tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais.
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação (com
“x”) de pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e inscrições
legíveis, o vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos integrantes do
movimento. Além disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da periferia, que buscam
os lugares de grandevisibilidade e acesso difícil para deixar as marcas individuais ou coletivas, e,
com isso, questionar a maneira como a paisagem urbana se estrutura. Qualquer tipo de
pichação (ou pixação) é considerada como crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal n.
9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de três meses a um ano de prisão, aos autores de
pichação e grafites não autorizados. As penalidades são maiores quando envolvem as
edificações tombadas pelo patrimônio histórico.
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileira
em Artes e Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao
acaso, sempre existiu em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos
anos 1970, com os versos poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O início
da pixação, no entanto, é mais recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de movimentos
como punk, heavy metal, hip hop e de skatistas.
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel,
professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
(FAU-USP), lembra que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana
soterrada pela erupção de um vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra
os senadores. “As linguagens do grafite e do pixo passaram a integrar o repertório da arte
contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a pixação indevida gera no espaço urbano.
Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores desempenham um papel importante na
investigação dos limites artísticos”, conclui.
 
Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte.
Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Texto 2
 
1 em 1 pontos
25/06/2026, 01:24 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_121196949_1&course_id=_451646_1&content_id=_5052516_1&ou… 4/12
Resposta Selecionada: b. 
 
Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-temp
o-levanta-duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação
(com “x”), uma vez que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política;
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se
sentem excluídos;
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes
do próprio movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a
ocupação dos espaços públicos e privados;
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes
momentos da história da humanidade.
 
É correto o que se afirma, apenas, em:
II e IV.
Pergunta 5
Economia: IDH do Brasil.
 
Leia o texto, publicado pela Folha de S.Paulo, em 14 de setembro de 2018, e veja o gráfico a
seguir:
IDH do Brasil estagna, e país fica na 79ª posição no ranking da ONU
Aumento na renda fez índice subir 0,001 ponto e chegar a 0,759
 
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto, em 2017, na
comparação com 2016, chegando a 0,759 em uma escala que varia de 0 a 1 – quanto mais
próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações Unidas
para o Desenvolvimento (Pnud), um incremento de 0,14% na renda média per capita do
brasileiro garantiu que o país continuasse avançando, mesmo timidamente, no desenvolvimento
1 em 1 pontos
25/06/2026, 01:24 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_121196949_1&course_id=_451646_1&content_id=_5052516_1&ou… 5/12
humano, em 2017, apesar das desigualdades no acesso da população à saúde, à educação e às
perspectivas econômicas, ainda, persistirem.
O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui 189 países. Na América
Latina, o país ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela. O IDH da
média regional da América Latina e Caribe é de 0,758.
AJUSTES
Quando o órgão inclui na conta um ajuste com relação às desigualdades de renda, saúde e
educação, o IDH brasileiro despenca para 0,578.
O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini – que mede, exclusivamente, a renda – na comparação
mundial. Entre os países da América do Sul, o Brasil é o terceiro mais afetado por esse ajuste da
desigualdade, ficando atrás do Paraguai e da Bolívia.
Na relação com os dados colhidos desde 1990, o país registrou um crescimento de 0,81% da
taxa anual do IDH, com um acréscimo de mais de 10 anos na expectativa de vida, que passou a
ser de 75,7 anos, e de 3,2 anos na expectativa de tempo de escolaridade de crianças, a partir do
ingresso nas escolas em idade regular. A média de estudos de adultos com 25 anos ou mais
passou de 3,8 anos para 7,8 anos, e a renda média dos brasileiros, neste mesmo período,
cresceu 28,6%.
MUNDO
Noruega (0,953), Suíça (0,944), Austrália (0,939), Irlanda (0,938) e Alemanha (0,936) lideram o
ranking com os melhores resultados. Os cinco últimos países no ranking
são: Burundi (0,417), Chade (0,404), Sudão do Sul (0,388), República Centro-Africana (0,367) e
Níger (0,354).
A Irlanda registrou um dos maiores crescimentos ao subir 13 posições, de 2012 para
2017. Violência, conflitos armados e crises internas fizeram com que os países como Síria, Líbia,
Iêmen e Venezuela registrassem as maiores quedas do índice, respectivamente, 27ª, 26ª, 20ª e 16ª
posições.
Considerando a realidade de 1990, o IDH global aumentou 21,7% e o número de países
classificados como de “muito alto desenvolvimento humano” aumentou de 12 para 59 e os de
“baixo desenvolvimento humano” caiu de 62 para 38, neste período.
A expectativa de vida das pessoas, ao nascer, passou de 65,4 anos, em 1990, para 72,2 anos, em
2017, e mais de 130 países conseguiram universalizar as matrículas de crianças no Ensino
Primário. Mundialmente, a diferença na distribuição de renda chega a 22,6%, enquanto as
desigualdades nos ganhos em educação são de 22% e, em saúde, 15,2%.
 
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/idh-do-brasil-estagna-e-p
ais-fica-na-79a-posicao-no-ranking-da-onu.shtml. Acesso em: 14 set. 2018.
 
 
 
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/em-79-lugar-brasil-estaciona-no-rankin
g-de-desenvolvimento-humano-da-onu.ghtml. Acesso em: 19 set. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
25/06/2026, 01:24 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_121196949_1&course_id=_451646_1&content_id=_5052516_1&ou… 6/12
Resposta Selecionada: c. 
I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 2013
para 2014, quando o país atingiu o seu máximo valor desse índice, igual a 0,754;
II. De acordo com o texto, a posição do Brasil é mais, negativamente, afetada pelo IDH
ajustado à desigualdade de renda, saúde e educação do que a posição da Venezuela;
III. Em termos de médias mundiais, conforme dito no texto, desde 1990, houve um
aumento no IDH global, uma elevação na expectativa de vida das pessoas ao nascer e um
acréscimo no número de matrículas de crianças no Ensino Primário, o que contradiz a ideia
de haver diferenças na distribuição de renda, e no acesso à saúde e à educação.
 
É correto o que se afirma em:
II, apenas.
Pergunta 6
Fluxos migratórios: solicitações de refúgio no Brasil.
 
Leia a reportagem e o gráfico a seguir, publicados na edição n. 265, da revista Pesquisa
Fapesp.
Estratégia de entrada
Em menos de uma década, nova dinâmica dos fluxos migratórios e características da
legislação fizeram solicitações de refúgio no Brasil crescer 34 vezes 
Entre 2010 e 2017, as solicitações de refúgio no Brasil passaram de 966 para 33 milao ano. Se,
no início desta década, os haitianos eram os responsáveis pela maior parte das solicitações (442,
ou 46%), atualmente, o fluxo dos venezuelanos representa a maior demanda, somando 17 mil
pedidos encaminhados ao governo brasileiro, apenas, no ano passado. [...]
Para ter o reconhecimento do status de refugiado, o imigrante deve comprovar que sofre
“fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou
opiniões políticas, ou grave e generalizada violação de direitos humanos” em seu país de origem.
O processo de entrada de haitianos, a partir de 2010, permite entender como a modalidade do
refúgio, em algumas situações, pode funcionar como a estratégia de ingresso no Brasil. Os
haitianos chegaram após o terremoto ocorrido naquele ano e que provocou a morte de 316 mil
pessoas no país caribenho. Os primeiros imigrantes cruzaram a fronteira pelo Acre ou
Amazonas. Em 2010, 442 haitianos solicitaram refúgio. Em 2011, foram 2,5 mil. Enquanto
aguardavam o julgamento, todos tiveram direito à residência e à carteira de trabalho. [...] Entre
2012 e 2014, as solicitações de refúgio de haitianos saltaram de 3,3 mil para 16,7 mil.
Reportagem publicada em fevereiro de 2018, pelo jornal O Globo, com base em informações da
Polícia Federal, mostrou que, em 45 dias, 18 mil venezuelanos solicitaram refúgio, valor superior
ao total registrado em todo o ano de 2017. Estima-se, hoje, que entre 40 mil e 60 mil
venezuelanos vivam em Boa Vista, município com 350 mil habitantes e capital de Roraima,
estado que faz fronteira com a Venezuela. Nem todos, no entanto, desejam se estabelecer no
Brasil. “Alguns tentam permanecer próximos à fronteira, para levar dinheiro, alimentos e
remédios, e visitar os familiares que ficaram no país de origem, enquanto outros planejam
regressar à Venezuela”, avalia João Carlos Jarochinski Silva, professor de Relações Internacionais
da UFRR. [...] “Muitos venezuelanos imigram ao Brasil para fugir da fome, da inflação e da
violência; porém, outros abandonam o país de origem porque sofrem perseguição política, o que
garante o reconhecimento como refugiado. O governo precisa analisar cada caso,
individualmente, antes de deferir o pedido”, explica. O aumento do fluxo de solicitações de
refúgio por parte de venezuelanos é recente e a maioria das demandas ainda não foi julgada.
 
 
 
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Resposta Selecionada: a. 
 
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/03/20/estrategia-de-entrada/. Acesso em: 05
ago. 2018.
 
Considerando o texto e as informações apresentadas no gráfico, avalie as afirmativas a
seguir:
 
I. O total de solicitações de refúgio no Brasil, em 2010, corresponde a, aproximadamente,
3% do total de solicitações, em 2017;
II. Segundo o gráfico, o período de 2014 a 2015 apresentou o maior aumento relativo de
pedidos de refúgio pelos venezuelanos. No período, o número de pedidos por cidadãos
desse país saltou de 209 para 829;
III. O gráfico indica que, em 2016, havia menos refugiados vivendo no Brasil do que em
2015;
IV. O texto diferencia os termos “imigrantes” e “refugiados”, indicando que a condição de
refugiado implica na impossibilidade de voltar ao país de origem devido a algum tipo de
perseguição.
É correto o que se afirma, somente, em:
I e IV.
Pergunta 7
Economia: impostos no Brasil e na Argentina.
 
Os gráficos a seguir apresentam a evolução das porcentagens de diferentes impostos, em
relação ao total de impostos, na Argentina e no Brasil. Nos eixos verticais, temos a
porcentagem em relação ao total de impostos e, nos eixos horizontais, o ano.
 
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Resposta Selecionada: a. 
 
Disponível em: http://www.oecd.org/tax/tax-policy/global-revenue-statistics-database.htm.
Acesso em: 29 jun. 2018.
 
 
Com base nos gráficos, avalie as afirmativas:
 
I. Depois de 2010, tanto a Argentina quanto o Brasil apresentaram uma tendência de queda
nos percentuais de impostos sobre os bens e os serviços em relação ao total de impostos;
II. De 1990 a 2000, a taxa de crescimento dos percentuais dos impostos sobre os lucros e os
rendimentos, em relação ao total de impostos foi maior na Argentina do que no Brasil;
III. Os dados apresentados permitem concluir que, com exceção dos impostos relativos aos
lucros e aos rendimentos, a carga tributária na Argentina é maior do que a do Brasil.
 
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
Pergunta 8
Fake news: desinformação e percepção de mundo.
 
Leia os textos a seguir:
 
Texto 1
Chimamanda Adichie é uma escritora nigeriana que, quando criança, convivia com Fide, um
menino que trabalhava na sua casa e tudo o que ela sabia sobre ele, pelas palavras de sua mãe,
é que ele era muito pobre; porém Chimamanda ficou surpresa ao ver um cesto feito pelo irmão
de Fide, em uma visita que ela fez à aldeia do menino. “Tudo o que eu tinha ouvido sobre eles
era como eram pobres; assim, havia se tornado impossível para mim vê-los como alguma coisa
além de pobres. Sua pobreza era minha história única sobre eles”, Chimamanda afirma, em sua
palestra, sobre o perigo de uma única história, quando toda a complexidade de uma pessoa e de
seu contexto é reduzida a um único aspecto.
 
Fonte: Adaptado de: SADA, J. Eu e o outro: o perigo da história única. Disponível em http://ed
ucacaointegral.org.br/reportagens/eu-outro-perigo-da-historia-unica/. Acesso em: 03 ago.
2018.
Texto 2
Você já ouviu falar em um projeto de lei que cria uma cota para os homossexuais em concursos
públicos? Ou alguém te enviou pelo WhatsApp um alerta de que pagará multa de R$ 150 se
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Resposta Selecionada: b. 
perder o prazo de cadastramento da biometria para votar em 2018? Se a resposta for “sim’, você
foi alvo das fake news . O termo foi escolhido como a palavra do ano de 2017, pelo dicionário
da editora britânica Collins , e designa as notícias fabricadas para enganar as pessoas. Esse tipo
de mentira já teve um protagonismo nas eleições americanas e deve causar um impacto
semelhante no pleito brasileiro.  
Fonte: MONNERAT, A.; RIGA, M.; RAMOS, P. Fake news devem causar impacto em eleições de
2018. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/focas/politico-em-construcao/mate
ria/fake-news-devem-causar-impacto-em-eleicoes-de-2018. Acesso em: 03 ago. 2018.
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:
 
I. A escritora nigeriana foi vítima de fake news, uma vez que ela formou uma imagem falsa a
respeito do menino que trabalhava em sua casa;
II. Os dois textos têm, em comum, o tema da falsa percepção dos fatos ou das pessoas,
motivada por informações insuficientes ou falsas;
III. Os dois textos criticam as fake news, mostrando que elas podem ter consequências
negativas tanto na vida pessoal dos cidadãos quanto na esfera política de um país.
 
É correto o que se afirma, somente, em:
II.
Pergunta 9
População brasileira: crescimento do número de idosos.
 
Veja a charge e leia o texto com os dados do IBGE, de 26/04/2018:
 
 
Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/politicas-publicas-nao-acom
panham-o-envelhecimento-da-populacao-brasileira/. Acesso em: 29 jul. 2018.
 
Número de idosos cresce 18% em 5 anos e ultrapassa 30 milhões em 2017
 A população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos anos e ganhou 4,8
milhões de idosos, desde 2012, superando a marca dos 30,2 milhões em 2017, segundo a
Pesquisa Nacional por Amostra de DomicíliosContínua – Características dos Moradores e
Domicílios, divulgada, hoje, pelo IBGE.
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Resposta Selecionada: c. 
Em 2012, a população com 60 anos ou mais era de 25,4 milhões. Os 4,8 milhões de novos
idosos, em cinco anos, correspondem a um crescimento de 18% desse grupo etário, que tem se
tornado, cada vez mais, representativo no Brasil. As mulheres são maioria expressiva nesse
grupo, com 16,9 milhões (56% dos idosos), enquanto os homens idosos são 13,3 milhões (44%
do grupo).
“Não só no Brasil, mas no mundo todo vem se observando essa tendência de envelhecimento da
população nos últimos anos. Ela decorre tanto do aumento da expectativa de vida pela melhoria
nas condições de saúde quanto da redução da taxa de fecundidade, pois o número médio de
filhos por mulher vem caindo. Esse é um fenômeno mundial, não só no Brasil. Aqui, demorou até
mais que no resto do mundo para acontecer”, explica a gerente da PNAD Contínua, Maria Lúcia
Vieira.
Entre 2012 e 2017, a quantidade de idosos cresceu em todas as unidades da federação, sendo os
estados com maior proporção de idosos o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, ambos com
18,6% de suas populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. O Amapá, por sua vez, é o
estado com menor percentual de idosos, com, apenas, 7,2% da população.
 
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-notic
ias/noticias/20980-numero-de-idosos-cresce-18-em-5-anos-e-ultrapassa-30-milhoes-em-201
7.html. Acesso em: 29 jul. 2018.
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas:
 
I. A charge mostra um cenário promissor em termos de ocupação para a população, que,
conforme os dados do IBGE, está envelhecendo;
II. De acordo com o texto, os idosos representam 18% da população brasileira;
III. O texto afirma que a melhoria nas condições de saúde da população é um dos fatores
responsáveis pelo aumento da expectativa de vida e, portanto, pelo envelhecimento
populacional.
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
Pergunta 10
Educação: desenvolvimento do pensamento autônomo.
 
Veja a charge a seguir:
 
 
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2026 01h24min01s GMT-03:00
Resposta
Selecionada:
a.
Disponível em: https://musicaeinclusao.wordpress.com/2014/10/13/para-refletirmos/.
Acesso em: 30 jun. 2017.
 
É correto dizer que a charge:
Faz uma crítica a um tipo de sistema de ensino que não visa a
desenvolver o pensamento criativo dos estudantes.
← OK
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