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Paola Azusa

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Questões resolvidas

Um paciente iniciou a transfusão de CH com temperatura de 36 °C, apresentando, após 20 minutos de transfusão, temperatura de 37,5 °C, sem calafrios, sensação de frio e desconforto, mas sem outros motivos associados. O médico assistente suspeitou que o paciente estava sofrendo uma reação febril não hemolítica transfusional (RFNH). Qual é a etiologia que está, mais provavelmente, associada?
Hemólise intravascular imune
Anticorpos plaquetários
Hemólise extravascular imune
Anticorpos contra antígenos leucocitários
Proteínas plasmáticas

Durante o plantão em um hospital de emergência, foi solicitada ao plantonista, pelo médico hemoterapeuta, uma transfusão de plasma em caráter de urgência. Para a transfusão, foi selecionada uma bolsa AB.
Sobre a conduta do plantonista, podemos afirmar que:
Foi errada, pois ele deveria ter selecionado um plasma A para a transfusão.
Foi certa, pois nas transfusões de plasma não precisamos seguir a classificação sanguínea.
Foi errada, pois ele só poderia transfundir plasmas com grupo sanguíneo compatível.
Foi errada, pois ele deveria ter selecionado um plasma O para a transfusão.
Foi certa, pois o plasma AB não apresenta anticorpos Anti-A e Anti-B.

(Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE-RS) - Farmacêutico (FCC /2017) Um indivíduo apresentou perda de consciência e hipotensão arterial com necessidade de reposição volêmica, após duas horas da doação de sangue em um hospital público. O quadro pode ter correlação com a doação?
Não, pois as investigações de tal correlação são sempre inconclusivas.
Sim, mas a correlação definitiva será impossibilitada por falta de vínculo temporal.
Não, pois as reações adversas ocorrem dentro do prazo de 30 minutos pós-doação.
Não, pois a reação adversa à doação de sangue se limita à dor no local da venopunção.
Sim, a correlação poderá ser confirmada como reação adversa à doação.

"No Brasil existem inúmeros dados relativos ao estudo dos fenótipos eritrocitários na população indígena, em especial quanto aos sistemas ABO e Rh. Entretanto, Salzano, em 1971, já referia que as informações relativas ao polimorfismo eritrocitário na população brasileira eram insatisfatórias, tanto em número como em qualidade, e indicava a necessidade da realização de outras pesquisas, inclusive para o sistema ABO e Rh. Desde então, vários trabalhos têm sido publicados a nível nacional quanto aos sistemas de grupos sanguíneos ABO, Rh e MNS. Para outros sistemas de grupos sanguíneos, tais como Kell, Kidd, Duffy, Lewis, Lutheran e P, as informações são escassas, sendo poucos os trabalhos com número significativo de indivíduos estudados com metodologia clara e precisa." Fonte: Novaretti, M. C. Z.; Dorlhiac-Llacer, P. E.; Chamone, D. A. F. Estudo de grupos sanguíneos em doadores de sangue caucasoides e negroides na cidade de São Paulo. In: Rev. bras. hematol. hemoter., 2000, 22(1):23-32. De todos os antígenos eritrocitários, sem dúvida, os mais importantes para a medicina transfusional são os antígenos ABO e Rh. Em relação aos antígenos ABO, a diferença entre eles está em enzimas glicosiltransferases que modificam uma substância precursora "H" na superfície das hemácias, adicionando açúcares específicos e transformando o antígeno H em antígenos A ou B, a depender dos genes herdados.
Em pessoas do grupo A, qual é a enzima responsável por essa especificidade?
L-Fucosil transferase
D-Galactosil transferase
N-acetil-galactosaminil transferase
Galactose
N-acetil galactosamil transferase + Galactosil transferase

Durante o plantão no banco de sangue, um profissional recebeu um pedido de transfusão de CH de um paciente que tem histórico de um anticorpo anti-K. Durante a pesquisa de anticorpos irregulares, foram utilizadas as hemácias I e II, com os fenótipos descritos a seguir: Como resultado, o profissional encontrou a hemácia I negativa e a hemácia II positiva.
Em relação a esses resultados, o profissional deveria tomar algumas atitudes. A seguir, são listadas algumas condutas a serem analisadas:
I. Esse resultado confirma o anticorpo anti-k, não sendo necessário qualquer teste adicional;
II. O PAI é um teste de triagem, sendo necessário um teste de identificação para descobrir qual é o anticorpo irregular.
III. O anticorpo detectado durante a triagem essa triagem não é o anti-K, podendo ser, por exemplo, um anti-E ou anti-c.
II
III
I
I e II
II e III

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Questões resolvidas

Um paciente iniciou a transfusão de CH com temperatura de 36 °C, apresentando, após 20 minutos de transfusão, temperatura de 37,5 °C, sem calafrios, sensação de frio e desconforto, mas sem outros motivos associados. O médico assistente suspeitou que o paciente estava sofrendo uma reação febril não hemolítica transfusional (RFNH). Qual é a etiologia que está, mais provavelmente, associada?
Hemólise intravascular imune
Anticorpos plaquetários
Hemólise extravascular imune
Anticorpos contra antígenos leucocitários
Proteínas plasmáticas

Durante o plantão em um hospital de emergência, foi solicitada ao plantonista, pelo médico hemoterapeuta, uma transfusão de plasma em caráter de urgência. Para a transfusão, foi selecionada uma bolsa AB.
Sobre a conduta do plantonista, podemos afirmar que:
Foi errada, pois ele deveria ter selecionado um plasma A para a transfusão.
Foi certa, pois nas transfusões de plasma não precisamos seguir a classificação sanguínea.
Foi errada, pois ele só poderia transfundir plasmas com grupo sanguíneo compatível.
Foi errada, pois ele deveria ter selecionado um plasma O para a transfusão.
Foi certa, pois o plasma AB não apresenta anticorpos Anti-A e Anti-B.

(Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE-RS) - Farmacêutico (FCC /2017) Um indivíduo apresentou perda de consciência e hipotensão arterial com necessidade de reposição volêmica, após duas horas da doação de sangue em um hospital público. O quadro pode ter correlação com a doação?
Não, pois as investigações de tal correlação são sempre inconclusivas.
Sim, mas a correlação definitiva será impossibilitada por falta de vínculo temporal.
Não, pois as reações adversas ocorrem dentro do prazo de 30 minutos pós-doação.
Não, pois a reação adversa à doação de sangue se limita à dor no local da venopunção.
Sim, a correlação poderá ser confirmada como reação adversa à doação.

"No Brasil existem inúmeros dados relativos ao estudo dos fenótipos eritrocitários na população indígena, em especial quanto aos sistemas ABO e Rh. Entretanto, Salzano, em 1971, já referia que as informações relativas ao polimorfismo eritrocitário na população brasileira eram insatisfatórias, tanto em número como em qualidade, e indicava a necessidade da realização de outras pesquisas, inclusive para o sistema ABO e Rh. Desde então, vários trabalhos têm sido publicados a nível nacional quanto aos sistemas de grupos sanguíneos ABO, Rh e MNS. Para outros sistemas de grupos sanguíneos, tais como Kell, Kidd, Duffy, Lewis, Lutheran e P, as informações são escassas, sendo poucos os trabalhos com número significativo de indivíduos estudados com metodologia clara e precisa." Fonte: Novaretti, M. C. Z.; Dorlhiac-Llacer, P. E.; Chamone, D. A. F. Estudo de grupos sanguíneos em doadores de sangue caucasoides e negroides na cidade de São Paulo. In: Rev. bras. hematol. hemoter., 2000, 22(1):23-32. De todos os antígenos eritrocitários, sem dúvida, os mais importantes para a medicina transfusional são os antígenos ABO e Rh. Em relação aos antígenos ABO, a diferença entre eles está em enzimas glicosiltransferases que modificam uma substância precursora "H" na superfície das hemácias, adicionando açúcares específicos e transformando o antígeno H em antígenos A ou B, a depender dos genes herdados.
Em pessoas do grupo A, qual é a enzima responsável por essa especificidade?
L-Fucosil transferase
D-Galactosil transferase
N-acetil-galactosaminil transferase
Galactose
N-acetil galactosamil transferase + Galactosil transferase

Durante o plantão no banco de sangue, um profissional recebeu um pedido de transfusão de CH de um paciente que tem histórico de um anticorpo anti-K. Durante a pesquisa de anticorpos irregulares, foram utilizadas as hemácias I e II, com os fenótipos descritos a seguir: Como resultado, o profissional encontrou a hemácia I negativa e a hemácia II positiva.
Em relação a esses resultados, o profissional deveria tomar algumas atitudes. A seguir, são listadas algumas condutas a serem analisadas:
I. Esse resultado confirma o anticorpo anti-k, não sendo necessário qualquer teste adicional;
II. O PAI é um teste de triagem, sendo necessário um teste de identificação para descobrir qual é o anticorpo irregular.
III. O anticorpo detectado durante a triagem essa triagem não é o anti-K, podendo ser, por exemplo, um anti-E ou anti-c.
II
III
I
I e II
II e III

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Questões
Finalizar exercício
Lista de exercícios
Exames Pré-transfusionais e Acompanhamento Transfusional
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 1/10
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 2/10
Sair
A
B
C
D
E
1 Marcar para revisão
Um paciente iniciou a transfusão de CH com temperatura de 36 °C,
apresentando, após 20 minutos de transfusão, temperatura de 37,5 °C, sem
calafrios, sensação de frio e desconforto, mas sem outros motivos associados.
O médico assistente suspeitou que o paciente estava sofrendo uma reação
febril não hemolítica transfusional (RFNH). Qual é a etiologia que está, mais
provavelmente, associada?
Proteínas plasmáticas
Anticorpos plaquetários
Anticorpos contra antígenos leucocitários
Hemólise intravascular imune
Hemólise extravascular imune
2 Marcar para revisão
No momento da instalação dos hemocomponentes no paciente, devemos
conferir se os dados estão compatíveis no prontuário e no pedido de
transfusão, e confirmar com ele diretamente ou checar os dados em sua
pulseira. Além disso, faz-se necessário avaliar alguns sinais vitais e
acompanhá-los por alguns minutos. A respeito da verificação desses sinais
vitais, analise as afirmativas a seguir:
I. Devem ser verificadas a temperatura, a frequência respiratória e a pulsação
do paciente.
II. Devem ser verificadas a temperatura, a pressão arterial e a pulsação do
paciente.
III A verificação deve ser feita imediatamente antes da transfusão e 10 minutos
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 3/10
A
B
C
D
E
A
B
C
III. A verificação deve ser feita imediatamente antes da transfusão e 10 minutos
após o início.
IV. A verificação deve ser feita imediatamente antes da transfusão e 15 minutos
após o início.
Está correto o que se afirma em:
I e II
I e III
I e IV
II e III
II e IV
3 Marcar para revisão
A transfusão de granulócitos é utilizada apenas em situações especiais, nas
quais o paciente não tem previsão de recuperar as próprias células brancas e
encontra-se com quadro infeccioso gravíssimo, sem resposta adequada à
antibioticoterapia de largo espectro e com alto risco de vida. Quais exames pré-
transfusionais no receptor são necessários para uma transfusão de
granulócitos?
Classificação ABO e RhD, prova cruzada e pesquisa de anticorpos
irregulares.
Classificação ABO/RhD e pesquisa de anticorpos irregulares.
Classificação ABO e RhD e prova cruzada.
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 4/10
D
E
A
B
C
D
E
Apenas classificação ABO e RH.
Apenas pesquisa de anticorpos irregulares.
4 Marcar para revisão
O sistema ABO é o mais importante na terapia transfusional e a tipagem correta
é primordial para a segurança transfusional. De acordo com a tabela abaixo,
qual é a classificação correta e a bolsa de CH escolhida para a transfusão,
respecitvamente?
A e concentrado de hemácias A
B e concentrado de hemácias B
O e concentrado de hemácias O
AB e concentrado de hemácias AB, mas qualquer grupo poderia.
Há uma discrepância e não é possível definir o grupo e concentrado
de hemácias O. 
5 Marcar para revisão
Durante o plantão em um hospital de emergência, foi solicitada ao plantonista,
pelo médico hemoterapeuta, uma transfusão de plasma em caráter de urgência.
Para a transfusão, foi selecionada uma bolsa AB. Sobre a conduta do
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
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A
B
C
D
E
A
B
plantonista, podemos afirmar que:
Foi errada, pois ele deveria ter selecionado um plasma O para a
transfusão.
Foi errada, pois ele só poderia transfundir plasmas com grupo
sanguíneo compatível.
Foi certa, pois o plasma AB não apresenta anticorpos Anti-A e Anti-B.
Foi errada, pois ele deveria ter selecionado um plasma A para a
transfusão.
Foi certa, pois nas transfusões de plasma não precisamos seguir a
classificação sanguínea.
6 Marcar para revisão
(Adaptada de INEP - 2007 - ENADE Farmácia) O sangue doado sofre um
processamento para a obtenção dos hemocomponentes. Cada um dos
hemocomponentes é devidamente identificado e permanece em quarentena até
a conclusão dos exames sorológicos que são obrigatórios e fazem parte do
processo de controle de qualidade de hemocomponentes preconizado pelo
Ministério da Saúde. Sobre este tema, considere as afirmações a seguir:
I. As sorologias para sífilis e Doença de Chagas fazem parte dos testes
obrigatórios.
II. O teste para malária pode ser incluído como obrigatório em áreas endêmicas
com alto risco.
III. As sorologias para os vírus HTLV-I/II não fazem parte da rotina sorológica
obrigatória dos doadores.
É correto o que se afirma em:
I
II
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https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 6/10
C
D
E
A
B
C
D
E
III
II e III
I e II
7 Marcar para revisão
(Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE-RS) - Farmacêutico
(FCC /2017)
Um indivíduo apresentou perda de consciência e hipotensão arterial com
necessidade de reposição volêmica, após duas horas da doação de sangue em
um hospital público. O quadro pode ter correlação com a doação?
Não, pois a reação adversa à doação de sangue se limita à dor no
local da venopunção.
Sim, a correlação poderá ser confirmada como reação adversa à
doação.
Sim, mas a correlação definitiva será impossibilitada por falta de
vínculo temporal.
Não, pois as reações adversas ocorrem dentro do prazo de 30
minutos pós-doação.
Não, pois as investigações de tal correlação são sempre
inconclusivas.
8 Marcar para revisão
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
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A
B
C
D
E
8 Marcar para revisão
"No Brasil existem inúmeros dados relativos ao estudo dos fenótipos
eritrocitários na população indígena, em especial quanto aos sistemas ABO e
Rh. Entretanto, Salzano, em 1971, já referia que as informações relativas ao
polimorfismo eritrocitário na população brasileira eram insatisfatórias, tanto em
número como em qualidade, e indicava a necessidade da realização de outras
pesquisas, inclusive para o sistema ABO e Rh. Desde então, vários trabalhos
têm sido publicados a nível nacional quanto aos sistemas de grupos sanguíneos
ABO, Rh e MNS. Para outros sistemas de grupos sanguíneos, tais como Kell,
Kidd, Duffy, Lewis, Lutheran e P, as informações são escassas, sendo poucos
os trabalhos com número significativo de indivíduos estudados com
metodologia clara e precisa."
Fonte: Novaretti, M. C. Z.; Dorlhiac-Llacer, P. E.; Chamone, D. A. F. Estudo de
grupos sanguíneos em doadores de sangue caucasoides e negroides na cidade
de São Paulo. In: Rev. bras. hematol. hemoter., 2000, 22(1):23-32.
De todos os antígenos eritrocitários, sem dúvida, os mais importantes para a
medicina transfusional são os antígenos ABO e Rh. Em relação aos antígenos
ABO, a diferença entre eles está em enzimas glicosiltransferases que modificam
uma substância precursora "H" na superfície das hemácias, adicionando
açúcares específicos e transformando o antígeno H em antígenos A ou B, a
depender dos genes herdados. Em pessoas do grupo A, qual é a enzima
responsável por essa especificidade?
L-Fucosil transferase
D-Galactosil transferase
N-acetil-galactosaminil transferase
Galactose
N-acetil galactosamil transferase + Galactosil transferase9 Marcar para revisão
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 8/10
A
B
C
D
E
Durante o plantão no banco de sangue, um profissional recebeu um pedido de
transfusão de CH de um paciente que tem histórico de um anticorpo anti-K.
Durante a pesquisa de anticorpos irregulares, foram utilizadas as hemácias I e
II, com os fenótipos descritos a seguir:
Como resultado, o profissional encontrou a hemácia I negativa e a hemácia II
positiva. Em relação a esses resultados, o profissional deveria tomar algumas
atitudes. A seguir, são listadas algumas condutas a serem analisadas:
I. Esse resultado confirma o anticorpo anti-k, não sendo necessário qualquer
teste adicional;
II. O PAI é um teste de triagem, sendo necessário um teste de identificação para
descobrir qual é o anticorpo irregular.
III.  O anticorpo detectado durante a triagem essa triagem não é o anti-K,
podendo ser, por exemplo, um anti-E ou anti-c.
Está correto o que se afirma em:
I
II
III
II e III
I e II
10 Marcar para revisão
Após a seleção e teste pré-transfusionais, chegou o momento de instalar os
hemoderivados no paciente. De acordo com o hemocomponente, teremos um
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 9/10
A
B
C
D
E
tempo de administração. Sobre a administração de CH, analise as asserções a
seguir:
I. Após 4 horas de transfusão de concentrado de hemácias em um paciente
com acesso ruim, a infusão ainda não tinha acabado, assim, a equipe de
plantão foi acionada para retirar a bolsa de sangue.
Porque
II. Após esse período, há maior possibilidade de crescimento bacteriano nesses
produtos, não sendo indicado uma transfusão com um tempo superior a quatro
horas.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
As asserções I e II são proposições falsas
A asserção I é uma proposição verdadeira enquanto a II é falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma
justificativa da I.
A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição
verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma
justificativa da I.
26/07/26, 14:57 estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/exercicio/6a664a81f9aa5bff55e6b6d6/ 10/10

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