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INTRODUÇÃO O presente t rabalho de At iv idades Prát icas Superv is ionadas (APS) apresenta o desenvolv imento de um Centro Cul tura l e laborado na disc ip l ina de Pro je to Arqui te tôn ico – In tervenção Urbana, min is t rada pe la professora Di lene Zaparo l i , no curso de Arqui te tura e Urbanismo da UNIP. O pro je to fo i desenvolv ido a par t i r de estudos urbanos, anál ises do entorno e propostas vo l tadas à in tegração soc ia l , cu l tura l e urbana da área escolh ida. O Centro Cul tura l está loca l izado na reg ião su l de São José dos Campos, no ba i r ro Jard im Saté l i te , s i tuado na Avenida Cass iopeia, uma área marcada pela presença de comérc ios, serv iços e grande c i rcu lação de pessoas. A proposta do pro je to busca cr iar um espaço acess íve l , d inâmico e in tegrado à c idade, promovendo cu l tura, conv ivênc ia e permanência urbana. O edi f íc io fo i pensado como um e lemento de conexão ent re os usuár ios e o espaço urbano, va lor izando áreas de conv ivênc ia , espaços aber tos, in tegração com o entorno e confor to ambienta l . A lém d isso, o pro je to procura incent ivar a t iv idades cu l tura is , educac ionais e soc ia is , cont r ibu indo para a va lor ização do ba i r ro e para a cr iação de um espaço públ ico mais a t ivo e acolhedor . SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 02INTRODUÇÃO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit Imagem 1 - Perspectiva do Centro Cultural JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO O par t ido arqu i te tôn ico do Centro Cul tura l fo i desenvolv ido a par t i r da in tegração ent re arqu i te tura, espaço urbano e conv ivênc ia co le t iva. A implantação do ed i f íc io fo i pensada de forma est ra tég ica, buscando valor izar os f luxos ex is tentes da Avenida Cass iopeia e for ta lecer a re lação do pro je to com a praça e o entorno imediato. A vo lumetr ia hor izonta l fo i adotada com o ob jet ivo de cr iar um edi f íc io acess íve l , conv idat ivo e v isualmente in tegrado à escala urbana do ba i r ro . A organização dos espaços fo i def in ida para garant i r func ional idade, c i rcu lação c lara e conexão ent re os ambientes in ternos e externos. Os setores públ icos foram pos ic ionados próx imos às áreas de permanência e conv ivênc ia , est imulando o uso cont ínuo do espaço pela população. O audi tór io recebeu acesso independente, permi t indo maior f lex ib i l idade de func ionamento durante eventos e at iv idades cu l tura is . Formalmente, o pro je to ut i l iza l inhas curvas e vaz ios est ra tég icos para cr iar uma arqui te tura mais f lu ida e acolhedora, a lém de favorecer i luminação natura l , vent i lação cruzada e in tegração v isual com o paisagismo. A proposta busca t ransformar o Centro Cul tura l em um espaço at ivo dent ro da c idade, promovendo cu l tura, encontro soc ia l e va lor ização urbana para a reg ião su l de São José dos Campos. SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 03JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit Imagem 2 - Perspectiva do Centro Cultural SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 04PARTIDO ARQUITETÔNICO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 LEGENDA 1 2 3 Imagem 5 - Dimensionamento do Volume Após a articulação dos volumes, foi realizado o ajuste do dimensionamento da forma dentro da malha estrutural adotada, buscando maior organização espacial, equilíbrio compositivo e melhor adequação funcional aos ambientes do Centro Cultural. Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda 4 6 5 Imagem 7 - Hierarquia de Acesso do Volume ADIÇÃO DO VOLUME ARTICULAÇÃO DO VOLUME Partindo de uma geometria base inserida em uma malha estrutural 12x12, o volume inicial foi definido de forma simples e organizada, permitindo maior controle da implantação, da modulação dos espaços e da composição arquitetônica do Centro Cultural. Imagem 3 - Volume Base Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda A partir da articulação da geometria inicial dentro da malha estrutural, foram realizados deslocamentos e conexões entre os volumes, criando novos ambientes, áreas de permanência e incorporando curvas que suavizam a volumetria e fortalecem a identidade arquitetônica do projeto. Imagem 4 - Articulação do Volume Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda Foram criadas aberturas e vazios estratégicos na volumetria, permitindo maior entrada de iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual entre os ambientes internos, áreas de convivência e espaços externos do projeto. Imagem 6 - Aberturas e Vazios do Volume Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda A definição da hierarquia de acessos foi desenvolvida para fortalecer a integração do Centro Cultural com o espaço urbano e a praça pública, criando fluxos claros e convidativos para os usuários. Além do acesso principal integrado às áreas de convivência, o projeto conta com um acesso exclusivo para o auditório, permitindo maior organização funcional e independência de uso para eventos e atividades culturais. Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda Imagem 8 - Hierarquia de Acesso do Volume O volume final do Centro Cultural resulta da combinação entre organização funcional, integração urbana e conforto ambiental. A composição arquitetônica foi desenvolvida de forma horizontal e fluida, valorizando os espaços de convivência, os vazios internos, a relação com a praça e a conexão entre arquitetura, paisagismo e cidade, criando um espaço acessível, dinâmico e voltado ao uso coletivo. Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda DESLOCAMENTO ABERTURA E VAZIOS ACESSO AO CENTRO CULTURAL ACESSO AO AUDITÓRIO SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 05DIAGRAMA DE USO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 LEGENDA SETORIZAÇÃO Imagem 9 - Mapa de Setorização Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda GALERIAS DE EXPOSIÇÕES RECEPÇÃO ÁREA INSTITUCIONAL ÁREA ADMINISTRATIVA AUDITÓRIO CAMARINS CAFETERIA BIBLIOTECA ACESSO AO CENTRO CULTURAL ACESSO AO AUDITÓRIO A setor ização do Centro Cul tura l fo i desenvolv ida a par t i r da organização dos f luxos, da re lação ent re os ambientes e da in tegração do edi f íc io com o espaço urbano. A d is t r ibu ição dos setores busca garant i r func ional idade, c lareza na c i rcu lação e melhor aprovei tamento dos espaços, cr iando uma d inâmica mais acess íve l e in tu i t iva para os usuár ios. Os ambientes de uso co le t ivo e maior permanência, como audi tór io , b ib l io teca, ga ler ias de exposições e cafeter ia , foram pos ic ionados em áreas est ra tég icas do pro je to , for ta lecendo a conexão ent re os espaços internos e externos. O audi tór io ocupa uma reg ião de destaque dentro da composição arqui te tôn ica, contando com acesso independente para permi t i r maior f lex ib i l idade durante eventos cu l tura is , apresentações e at iv idades noturnas, sem in ter fer i r no func ionamento dos demais setores. A recepção fo i implantada próx ima ao pr inc ipa l acesso do ed i f íc io , func ionando como e lemento cent ra l de d is t r ibu ição e or ientação dos usuár ios. A par t i r de la , é poss íve l estabelecer conexão d i re ta com os di ferentes setores do Centro Cul tura l , organizando os f luxos de manei ra c lara e ef ic iente. Já os setores admin is t ra t ivos e inst i tuc ionais foramposic ionados em áreas mais reservadas, proporc ionando melhor cont ro le func ional , pr ivac idade e apoio às at iv idades in ternas do equipamento. A cafeter ia fo i in tegrada às áreas externas de conv ivênc ia e pa isagismo, incent ivando permanência, encontros e apropr iação do espaço pela população. As ga ler ias de exposições foram d is t r ibu ídas de forma a cr iar percursos f lu idos e cont ínuos, va lor izando a exper iênc ia dos v is i tantes e permi t indo d i ferentes poss ib i l idades de c i rcu lação ao longo do ed i f íc io . A lém da organização func ional , a setor ização também contr ibu i para o confor to ambienta l e para a re lação do pro je to com a c idade. A cr iação de vaz ios, pát ios e aber turas est ra tég icas favorece i luminação natura l , vent i lação cruzada e in tegração v isual ent re os ambientes in ternos e o entorno imediato. SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 06DIAGRAMA DE INSOLAÇÃO E VENTILAÇÃO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 L ÁREA ENSOLARADA DIREÇÃO VENTO LEGENDA SOL NASCENTE VEGETAÇÃO EDIFÍCIO FORMA, DIMENSÕES E PROPORÇÕES DAS ÁREAS LIVRES A proporção entre área edificada e áreas verdes é equilibrada. Porém, na porção frontal lateral esquerda, seria interessante um espaço mais livre e contínuo, com menos interferências. Imagem 12 - Mapa de vegetação Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda CONFORTO AMBIENTAL As marquises presentes nas fachadas envidraçadas foram utilizadas como estratégia de sombreamento, reduzindo a incidência solar direta, contribuindo para o conforto térmico interno e valorizando a integração entre arquitetura e espaço externo. Imagem 11 - Detalhe Fachada Frontal Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit ÁREAS ENSOLARADAS E SOMBREADAS E VENTOS PREDOMINANTES Imagem 10 - Mapa Climático Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda O SOL POENTE O estudo de inso lação e vent i lação do Centro Cul tura l fo i desenvolv ido para garant i r confor to ambienta l e melhor desempenho térmico aos usuár ios. A implantação do ed i f íc io cons iderou a or ientação so lar , os ventos predominantes e a in tegração ent re os espaços in ternos e externos. As fachadas mais expostas ao so l receberam e lementos de proteção, como áreas sombreadas, pa isagismo e recuos, reduz indo o ganho térmico excess ivo e favorecendo a i luminação natura l dos ambientes. Os vaz ios in ternos e áreas de conv ivênc ia também auxi l iam na ent rada de luz natura l e na in tegração v isual do pro je to . Em re lação à vent i lação, o ed i f íc io fo i pro je tado para aprovei tar os ventos predominantes da reg ião, u t i l i zando aber turas em d i ferentes fachadas para promover vent i lação cruzada e renovação do ar . Os pát ios, conexões ent re os b locos e espaços aber tos cont r ibuem para maior permeabi l idade e c i rcu lação natura l ao longo do Centro Cul tura l . SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 07DIAGRAMA DE ESTRUTURA / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 08SISTEMA CONSTRUTIVO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 PARTIDO ARQUITETÔNICO ESTUDO DO SISTEMA CONSTRUTIVO – CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO O s is tema const ru t ivo adotado no pro je to é o concreto armado moldado in loco. Nesse s is tema, a est ru tura é executada d i re tamente na obra, com e lementos como v igas, p i lares e la jes concretados no própr io cante i ro , so lução bastante d i fundida nas ed i f icações bras i le i ras. O concreto se destaca pe la t rabalhabi l idade e pe la moldabi l idade, a lém de apresentar boa durabi l idade e res is tênc ia às cargas e ao fogo. (ABCP, 2026) Entre as pr inc ipa is vantagens, esse s is tema oferece boa adaptação ao pro je to arqu i te tôn ico, permi t indo maior l iberdade formal e compat ib i l ização com a vo lumetr ia proposta. Para um centro cu l tura l com forma mais l iv re , curvas e vaz ios, essa so lução a juda a a l inhar est ru tura e in tenção arqui te tôn ica, tornando poss íve l organizar os espaços de acordo com a lóg ica do desenho e não o cont rár io . A re lação ent re est ru tura e concepção arqui te tôn ica é apontada como essencia l para a def in ição de formas mais coerentes e v iáve is . (CREA-MT, 2016) Como l imi tações, o concreto moldado in loco ex ige p lanejamento r igoroso, cont ro le de execução e organização adequada do cante i ro , po is apresenta maior var iab i l idade operac ional e depende bastante da produt iv idade da mão de obra. Também está su je i to a in ter ferênc ias de c l ima, a justes de obra e maior movimentação de mater ia is no loca l . Mesmo ass im, para o seu pro je to , e le é adequado porque permi te un i r v iab i l idade const ru t iva, segurança est ru tura l e l iberdade de composição, o que combina com a proposta de um centro cu l tura l de l inguagem mais f lu ida e in tegrada ao entorno. (TAVARES, 2025) Dessa forma, o s is tema const ru t ivo em concreto armado moldado in loco se mostra adequado para o desenvolv imento do Centro Cul tura l , a tendendo de forma ef ic iente às necess idades est ru tura is , func ionais e arqui te tôn icas do pro je to . Sua f lex ib i l idade const ru t iva poss ib i l i ta maior l iberdade na composição vo lumétr ica, permi t indo a cr iação de curvas, vaz ios e grandes espaços de conv ivênc ia in tegrados à proposta arqui te tôn ica. (ARRUDA, 2026) . SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 09SISTEMA CONSTRUTIVO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO SISTEMA CONSTRUTIVO O s is tema const ru t ivo em concreto armado moldado in loco fo i escolh ido por a tender de forma ef ic iente às necess idades est ru tura is , func ionais e arqui te tôn icas do Centro Cul tura l . A adoção de uma malha est ru tura l de 12x12 metros permi te a cr iação de vãos amplos e maior f lex ib i l idade na organização dos ambientes in ternos, caracter ís t ica impor tante para espaços cu l tura is , áreas de conv ivênc ia e audi tór io . A escolha do concreto armado também está d i re tamente re lac ionada à proposta arqu i te tôn ica do pro je to , que ut i l iza uma vo lumetr ia hor izonta l , in tegrada e com formas curvas em determinados pontos da ed i f icação. O sis tema moldado in loco oferece maior l iberdade formal , poss ib i l i tando melhor adaptação da est ru tura à l inguagem arqui te tôn ica adotada e aos di ferentes recor tes, vaz ios e ar t icu lações presentes no ed i f íc io . A lém d isso, o s is tema apresenta boa res is tênc ia , durabi l idade e desempenho est ru tura l , a tendendo às necess idades da cober tura e das grandes áreas l iv res prev is tas no pro je to . A ut i l ização de la jes e v igas em concreto armado cont r ibu i para a estab i l idade da ed i f icação e para a in tegração ent re est ru tura e arqu i te tura, ev i tando in ter ferênc ias excess ivas nos espaços in ternos. Em re lação ao confor to ambienta l , o s is tema permi te a cr iação de aber turas amplas, pát ios in ternos e e lementos de proteção so lar , favorecendo i luminação natura l , vent i lação cruzada e confor to térmico para os usuár ios. Outro fa tor impor tante é a v iab i l idade const ru t iva, já que o concreto armado é um s is tema amplamente ut i l izado no Bras i l , com fac i l idade de execução, d isponib i l idade de mater ia is e mão deobra especia l izada. Por f im, a escolha do concreto armado moldado in loco re força a proposta de um edi f íc io contemporâneo, res is tente e in tegrado ao contexto urbano, permi t indo que o Centro Cul tura l apresente qual idade espacia l , f lex ib i l idade de uso e uma l inguagem arqui te tôn ica compat íve l com a in tenção pro je tua l desenvolv ida. SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 18/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 10ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 Imagem 13 - Fachada Norte 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 14 - Fachada Leste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 15 - Fachada Oeste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 16 - Fachada Sul 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 17 - Fachada Norte 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 18 - Fachada Leste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 19 - Fachada Oeste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 20 - Fachada Sul 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 21 - Fachada Norte 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 22 - Fachada Leste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 23 - Fachada Oeste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 24 - Fachada Sul 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 25 - Fachada Norte 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 26 - Fachada Leste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 27 - Fachada Oeste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 28 - Fachada Sul 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO DE VERÃO SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 18/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 11ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 Imagem 29 - Fachada Norte 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 30 - Fachada Leste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 31 - Fachada Oeste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 32 - Fachada Sul 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 33 - Fachada Norte 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 34 - Fachada Leste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 35 - Fachada Oeste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 36 - Fachada Sul 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 37 - Fachada Norte 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 38 - Fachada Leste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 39 - Fachada Oeste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 40 - Fachada Sul 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 41 - Fachada Norte 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 42 - Fachada Leste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 43 - Fachada Oeste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 44 - Fachada Sul 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL EQUINÓCIO SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 18/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 12ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 Imagem 45 - Fachada Norte 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 46 - Fachada Leste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 47 - 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Fachada Norte 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 66 - Fachada Leste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 67 - Fachada Oeste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 68 - Fachada Sul 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 69 - Fachada Norte 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 70 - Fachada Leste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 71 - Fachada Oeste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 72 - Fachada Sul 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 61 - Fachada Norte 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 62 - Fachada Leste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 63 - Fachada Oeste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 64 - Fachada Sul 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 14MAQUETE VOLUMÉTRICA – ESCALA 1/200 / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 1 2 3 4 5 6 Imagem 19 - Cortando Paredes Maquete seccionada do Centro Cultural com remoção parcial das vedações externas, permitindo a visualização da organização interna dos espaços, fluxos e relações entre os ambientes arquitetônicos. Fonte : Autoria Própria Imagem 20 - Colando paredes Aplicação das vedações externas na maquete física, evidenciando a definição formal do edifício, a composição das fachadas e a relação volumétrica do Centro Cultural. Fonte : Autoria Própria Imagem 21 - Fachada de vidro Representação da fachada envidraçada em papel triplex na maquete física, destacando a transparência, leveza visual e integração entre os espaços internos e externos do Centro Cultural. Fonte : Autoria Própria Imagem 22 - Cortando terreno Execução do corte e modelagem do terreno na maquete em escala 1:200, permitindo a representação da implantação do Centro Cultural e sua relação com a topografia e os espaços externos. Fonte : Autoria Própria Imagem 23 - Selfie com a Maquete Registro do processo construtivo da maquete física do Centro Cultural, evidenciando a autoria, o desenvolvimento manual e o acompanhamento integral da produção pelo aluno. Fonte : Autoria Própria Imagem 24 - Maquete Finalizada Maquete volumétrica final do Centro Cultural em escala 1:200, evidenciando a composição arquitetônica, a implantação no terreno. Fonte : Autoria Própria SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 15ESTUDOS DE CASO UTILIZADOS / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 2 FICHA TÉCNIA Local: Brasil, Guarulhos Projeto: 2019 Área construída: 34.200 m² Pavimentos: 3 Estrutura: Concreto armado Tipo: Institucional Dal Pian Arquitetos 1 Imagem 28 - Pátio El Tranque ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA Como referência projetual, foram analisados principalmente os espaços de integração social, a horizontalidade volumétrica e a criação de percursos conectadospor áreas abertas e permeáveis. O projeto também contribuiu como inspiração para o uso de grandes planos de cobertura e fachadas transparentes, favorecendo iluminação natural e conexão visual com o entorno. Fonte : Archdaily ESTUDO DE CASO SESC GUARULHOS ESTUDO DE CASO EL TRANQUE ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA O projeto foi utilizado como referência principalmente pela solução estrutural modular, pelos grandes vãos livres e pela organização funcional dos ambientes. Também foram analisadas as estratégias de circulação, o uso de marquises e a relação entre estrutura e composição arquitetônica. FICHA TÉCNIA Local: Chile, Santiago, Lo Barnechea Projeto: 2015 Área construída:1.400 m² Pavimentos: 2 Altura total: 9 m Tipo: Institucional Arquiteto: BiS Arquitectos Imagem 25 - Pátio Sesc Guarulhos Fonte : Archdaily RELAÇÃO COM MEU PROJETO No desenvolvimento do Centro Cultural, o estudo contribuiu para a definição de espaços amplos de convivência, integração entre paisagismo e arquitetura, além da adoção de uma linguagem contemporânea com forte presença de áreas livres e fachadas leves. RELAÇÃO COM MEU PROJETO Relação com seu projeto A referência contribuiu para o desenvolvimento da modulação estrutural do Centro Cultural, auxiliando na definição dos vãos, na setorização dos ambientes e na concepção de espaços amplos e flexíveis, especialmente na região do auditório e das áreas de convivência. CONCEITO ARQUITETÔNICO O Centro Cultural El Tranque apresenta uma arquitetura marcada pela integração entre espaço construído e paisagem, utilizando volumes horizontais, transparência e áreas de convivência abertas como elementos principais da composição arquitetônica. O projeto valoriza a permanência e os espaços coletivos, criando uma relação fluida entre interior e exterior. CONCEITO ARQUITETÔNICO O Sesc Guarulhos apresenta uma arquitetura contemporânea marcada pela racionalidade estrutural, flexibilidade espacial e integração entre os diferentes usos culturais e esportivos. O edifício utiliza uma linguagem arquitetônica robusta, associada a grandes vãos estruturais, circulações amplas e espaços coletivos de permanência. Imagem 26 - Fachada Frontal Sesc Guarulhos Fonte : Archdaily Imagem 27 - Piscina Sesc Guarulhos Fonte : Archdaily Imagem 29 - Perspectiva El Tranque Fonte : Archdaily SEM ESCALA ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 10/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 16BIBLIOGRÁFIA / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 16 INTRODUÇÃO O presente trabalho de Atividades Práticas Supervisionadas (APS) apresenta o desenvolvimento de um Centro Cultural elaborado na disciplina de Projeto Arquitetônico – Intervenção Urbana, ministrada pela professora Dilene Zaparoli, no curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIP. O projeto foi desenvolvido a partir de estudos urbanos, análises do entorno e propostas voltadas à integração social, cultural e urbana da área escolhida. O Centro Cultural está localizado na região sul de São José dos Campos, no bairro Jardim Satélite, situado na Avenida Cassiopeia, uma área marcada pela presença de comércios, serviços e grande circulação de pessoas. A proposta do projeto busca criar um espaço acessível, dinâmico e integrado à cidade, promovendo cultura, convivência e permanência urbana. O edifício foi pensado como um elemento de conexão entre os usuários e o espaço urbano, valorizando áreas de convivência, espaços abertos, integração com o entorno e conforto ambiental. Além disso, o projeto procura incentivar atividades culturais, educacionais e sociais, contribuindo para a valorização do bairro e para a criação de um espaço público mais ativo e acolhedor. Imagem 1 - Perspectiva do Centro Cultural FOLHA Nº CONTEÚDO INTRODUÇÃO ESCALAS SEM ESCALA ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 Imagem 2 - Perspectiva do Centro Cultural JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO O partido arquitetônico do Centro Cultural foi desenvolvido a partir da integração entre arquitetura, espaço urbano e convivência coletiva. A implantação do edifício foi pensada de forma estratégica, buscando valorizar os fluxos existentes da Avenida Cassiopeia e fortalecer a relação do projeto com a praça e o entorno imediato. A volumetria horizontal foi adotada com o objetivo de criar um edifício acessível, convidativo e visualmente integrado à escala urbana do bairro. A organização dos espaços foi definida para garantir funcionalidade, circulação clara e conexão entre os ambientes internos e externos. Os setores públicos foram posicionados próximos às áreas de permanência e convivência, estimulando o uso contínuo do espaço pela população. O auditório recebeu acesso independente, permitindo maior flexibilidade de funcionamento durante eventos e atividades culturais. Formalmente, o projeto utiliza linhas curvas e vazios estratégicos para criar uma arquitetura mais fluida e acolhedora, além de favorecer iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual com o paisagismo. A proposta busca transformar o Centro Cultural em um espaço ativo dentro da cidade, promovendo cultura, encontro social e valorização urbana para a região sul de São José dos Campos. FOLHA Nº CONTEÚDO JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO ESCALAS SEM ESCALA ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 Imagem 3 - Volume Base Partindo de uma geometria base inserida em uma malha estrutural 12x12, o volume inicial foi definido de forma simples e organizada, permitindo maior controle da implantação, da modulação dos espaços e da composição arquitetônica do Centro Cultural. Imagem 5 - Dimensionamento do Volume Após a articulação dos volumes, foi realizado o ajuste do dimensionamento da forma dentro da malha estrutural adotada, buscando maior organização espacial, equilíbrio compositivo e melhor adequação funcional aos ambientes do Centro Cultural. Imagem 4 - Articulação do Volume A partir da articulação da geometria inicial dentro da malha estrutural, foram realizados deslocamentos e conexões entre os volumes, criando novos ambientes, áreas de permanência e incorporando curvas que suavizam a volumetria e fortalecem a identidade arquitetônica do projeto. Imagem 6 - Aberturas e Vazios do Volume Foram criadas aberturas e vazios estratégicos na volumetria, permitindo maior entrada de iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual entre os ambientes internos, áreas de convivência e espaços externos do projeto. Imagem 7 - Hierarquia de Acesso do Volume A definição da hierarquia de acessos foi desenvolvida para fortalecer a integração do Centro Cultural com o espaço urbano e a praça pública, criando fluxos claros e convidativos para os usuários. Além do acesso principal integrado às áreas de convivência, o projeto conta com um acesso exclusivo para o auditório, permitindo maior organização funcional e independência de uso para eventos e atividades culturais. Imagem 8 - Hierarquia de Acesso do Volume O volume final do Centro Cultural resulta da combinação entre organização funcional, integração urbana e conforto ambiental. A composição arquitetônica foi desenvolvida de forma horizontal e fluida, valorizando os espaços de convivência, os vazios internos, a relação com a praça e a conexão entre arquitetura, paisagismo e cidade, criando um espaço acessível, dinâmico e voltado ao uso coletivo. LEGENDA ADIÇÃO DO VOLUME ARTICULAÇÃO DO VOLUME DESLOCAMENTO ABERTURA E VAZIOS ACESSO AO CENTRO CULTURAL ACESSO AO AUDITÓRIO FOLHA Nº CONTEÚDO PARTIDO ARQUITETÔNICO ESCALAS SEM ESCALA ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 SETORIZAÇÃO Imagem 9 - Mapa de Setorização LEGENDA GALERIAS DE EXPOSIÇÕES AUDITÓRIO RECEPÇÃO CAMARINS ÁREA INSTITUCIONAL CAFETERIA ACESSO AO CENTRO CULTURAL ACESSO AO AUDITÓRIO ÁREA ADMINISTRATIVA BIBLIOTECA A setorização do Centro Cultural foi desenvolvida a partir da organização dos fluxos, da relação entre os ambientes e da integraçãodo edifício com o espaço urbano. A distribuição dos setores busca garantir funcionalidade, clareza na circulação e melhor aproveitamento dos espaços, criando uma dinâmica mais acessível e intuitiva para os usuários. Os ambientes de uso coletivo e maior permanência, como auditório, biblioteca, galerias de exposições e cafeteria, foram posicionados em áreas estratégicas do projeto, fortalecendo a conexão entre os espaços internos e externos. O auditório ocupa uma região de destaque dentro da composição arquitetônica, contando com acesso independente para permitir maior flexibilidade durante eventos culturais, apresentações e atividades noturnas, sem interferir no funcionamento dos demais setores. A recepção foi implantada próxima ao principal acesso do edifício, funcionando como elemento central de distribuição e orientação dos usuários. A partir dela, é possível estabelecer conexão direta com os diferentes setores do Centro Cultural, organizando os fluxos de maneira clara e eficiente. Já os setores administrativos e institucionais foram posicionados em áreas mais reservadas, proporcionando melhor controle funcional, privacidade e apoio às atividades internas do equipamento. A cafeteria foi integrada às áreas externas de convivência e paisagismo, incentivando permanência, encontros e apropriação do espaço pela população. As galerias de exposições foram distribuídas de forma a criar percursos fluidos e contínuos, valorizando a experiência dos visitantes e permitindo diferentes possibilidades de circulação ao longo do edifício. Além da organização funcional, a setorização também contribui para o conforto ambiental e para a relação do projeto com a cidade. A criação de vazios, pátios e aberturas estratégicas favorece iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual entre os ambientes internos e o entorno imediato. FOLHA Nº CONTEÚDO DIAGRAMA DE USO ESCALAS SEM ESCALA ASSUNTO (TEMA) ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA ÁREAS ENSOLARADAS E SOMBREADAS E VENTOS PREDOMINANTES Imagem 10 - Mapa Climático LEGENDA ÁREA ENSOLARADA DIREÇÃO VENTO SOL POENTE SOL NASCENTE O estudo de insolação e ventilação do Centro Cultural foi desenvolvido para garantir conforto ambiental e melhor desempenho térmico aos usuários. A implantação do edifício considerou a orientação solar, os ventos predominantes e a integração entre os espaços internos e externos. As fachadas mais expostas ao sol receberam elementos de proteção, como áreas sombreadas, paisagismo e recuos, reduzindo o ganho térmico excessivo e favorecendo a iluminação natural dos ambientes. Os vazios internos e áreas de convivência também auxiliam na entrada de luz natural e na integração visual do projeto. Em relação à ventilação, o edifício foi projetado para aproveitar os ventos predominantes da região, utilizando aberturas em diferentes fachadas para promover ventilação cruzada e renovação do ar. Os pátios, conexões entre os blocos e espaços abertos contribuem para maior permeabilidade e circulação natural ao longo do Centro Cultural. CONFORTO AMBIENTAL Imagem 11 - Detalhe Fachada Frontal As marquises presentes nas fachadas envidraçadas foram utilizadas como estratégia de sombreamento, reduzindo a incidência solar direta, contribuindo para o conforto térmico interno e valorizando a integração entre arquitetura e espaço externo. FORMA, DIMENSÕES E PROPORÇÕES DAS ÁREAS LIVRES Imagem 12 - Mapa de vegetação VEGETAÇÃO EDIFÍCIO A proporção entre área edificada e áreas verdes é equilibrada. Porém, na porção frontal lateral esquerda, seria interessante um espaço mais livre e contínuo, com menos interferências. FOLHA Nº CONTEÚDO DIAGRAMA DE INSOLAÇÃO E VENTILAÇÃO ESCALAS SEM ESCALA ASSUNTO (TEMA) ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA FOLHA Nº CONTEÚDO DIAGRAMA DE ESTRUTURA ESCALAS SEM ESCALA 10/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 PARTIDO ARQUITETÔNICO ESTUDO DO SISTEMA CONSTRUTIVO – CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO O sistema construtivo adotado no projeto é o concreto armado moldado in loco. Nesse sistema, a estrutura é executada diretamente na obra, com elementos como vigas, pilares e lajes concretados no próprio canteiro, solução bastante difundida nas edificações brasileiras. O concreto se destaca pela trabalhabilidade e pela moldabilidade, além de apresentar boa durabilidade e resistência às cargas e ao fogo. (ABCP, 2026) Entre as principais vantagens, esse sistema oferece boa adaptação ao projeto arquitetônico, permitindo maior liberdade formal e compatibilização com a volumetria proposta. Para um centro cultural com forma mais livre, curvas e vazios, essa solução ajuda a alinhar estrutura e intenção arquitetônica, tornando possível organizar os espaços de acordo com a lógica do desenho e não o contrário. A relação entre estrutura e concepção arquitetônica é apontada como essencial para a definição de formas mais coerentes e viáveis. (CREA-MT, 2016) Como limitações, o concreto moldado in loco exige planejamento rigoroso, controle de execução e organização adequada do canteiro, pois apresenta maior variabilidade operacional e depende bastante da produtividade da mão de obra. Também está sujeito a interferências de clima, ajustes de obra e maior movimentação de materiais no local. Mesmo assim, para o seu projeto, ele é adequado porque permite unir viabilidade construtiva, segurança estrutural e liberdade de composição, o que combina com a proposta de um centro cultural de linguagem mais fluida e integrada ao entorno. (TAVARES, 2025) Dessa forma, o sistema construtivo em concreto armado moldado in loco se mostra adequado para o desenvolvimento do Centro Cultural, atendendo de forma eficiente às necessidades estruturais, funcionais e arquitetônicas do projeto. Sua flexibilidade construtiva possibilita maior liberdade na composição volumétrica, permitindo a criação de curvas, vazios e grandes espaços de convivência integrados à proposta arquitetônica. (ARRUDA, 2026). FOLHA Nº CONTEÚDO SISTEMA CONSTRUTIVO ESCALAS SEM ESCALA 10/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO SISTEMA CONSTRUTIVO O sistema construtivo em concreto armado moldado in loco foi escolhido por atender de forma eficiente às necessidades estruturais, funcionais e arquitetônicas do Centro Cultural. A adoção de uma malha estrutural de 12x12 metros permite a criação de vãos amplos e maior flexibilidade na organização dos ambientes internos, característica importante para espaços culturais, áreas de convivência e auditório. A escolha do concreto armado também está diretamente relacionada à proposta arquitetônica do projeto, que utiliza uma volumetria horizontal, integrada e com formas curvas em determinados pontos da edificação. O sistema moldado in loco oferece maior liberdade formal, possibilitando melhor adaptação da estrutura à linguagem arquitetônica adotada e aos diferentes recortes, vazios e articulações presentes no edifício. Além disso, o sistema apresenta boa resistência, durabilidade e desempenho estrutural, atendendo às necessidades da cobertura e das grandes áreas livres previstas no projeto. A utilização de lajes e vigas em concreto armado contribui para a estabilidade da edificação e para a integração entre estrutura e arquitetura, evitando interferências excessivas nos espaços internos. Em relação ao conforto ambiental, o sistema permite a criação de aberturas amplas, pátios internos e elementos de proteção solar, favorecendo iluminação natural, ventilação cruzada e conforto térmico para os usuários. Outro fator importante é a viabilidade construtiva, já que o concreto armado é um sistema amplamente utilizado no Brasil, com facilidade de execução, disponibilidade de materiais e mão de obra especializada. Por fim, a escolha do concreto armado moldado in loco reforça a proposta de um edifício contemporâneo, resistente e integrado ao contexto urbano, permitindo que o Centro Cultural apresente qualidade espacial, flexibilidade de uso euma linguagem arquitetônica compatível com a intenção projetual desenvolvida. FOLHA Nº CONTEÚDO SISTEMA CONSTRUTIVO ESCALAS SEM ESCALA 10/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO DE VERÃO Imagem 13 - Fachada Norte 6h Imagem 14 - Fachada Leste 6h Imagem 15 - Fachada Oeste 6h Imagem 16 - Fachada Sul 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 17 - Fachada Norte 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 18 - Fachada Leste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 19 - Fachada Oeste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 20 - Fachada Sul 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 21 - Fachada Norte 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 22 - Fachada Leste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 23 - Fachada Oeste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 24 - Fachada Sul 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 25 - Fachada Norte 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 26 - Fachada Leste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 27 - Fachada Oeste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 28 - Fachada Sul 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 FOLHA Nº CONTEÚDO ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL ESCALAS SEM ESCALA 18/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 Imagem 29 - Fachada Norte 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 30 - Fachada Leste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 31 - Fachada Oeste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 32 - Fachada Sul 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL EQUINÓCIO Imagem 33 - Fachada Norte 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 34 - Fachada Leste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 35 - Fachada Oeste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 36 - Fachada Sul 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 37 - 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Fachada Leste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 51 - Fachada Oeste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 52 - Fachada Sul 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO INVERNO Imagem 53 - Fachada Norte 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 54 - Fachada Leste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 55 - Fachada Oeste 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 56 - Fachada Sul 6h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 57 - Fachada Norte 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 58 - Fachada Leste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 59 - Fachada Oeste 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 60 - Fachada Sul 9h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 FOLHA Nº CONTEÚDO ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL ESCALAS SEM ESCALA 18/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 Imagem 61 - Fachada Norte 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 65 - Fachada Norte 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 69 - Fachada Norte 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 62 - Fachada Leste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 66 - Fachada Leste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 70 - Fachada Leste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 63 - Fachada Oeste 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 67 - Fachada Oeste 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 71 - Fachada Oeste 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 64 - Fachada Sul 12h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 68 - Fachada Sul 15h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 Imagem 72 - Fachada Sul 18h Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026 FOLHA Nº CONTEÚDO ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL ESCALAS SEM ESCALA 18/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 Fonte : Autoria Própria Imagem 19 - Cortando Paredes Maquete seccionada do Centro Cultural com remoção parcial das vedações externas, permitindo a visualização da organização interna dos espaços, fluxos e relações entre os ambientes arquitetônicos. Fonte : Autoria Própria Imagem 22 - Cortando terreno Execução do corte e modelagem do terreno na maquete em escala 1:200, permitindo a representação da implantação do Centro Cultural e sua relação com a topografia e os espaços externos. Fonte : Autoria Própria Imagem 20 - Colando paredes Aplicação das vedações externas na maquete física, evidenciando a definição formal do edifício, a composição das fachadas e a relação volumétrica do Centro Cultural. Fonte : Autoria Própria Imagem 21 - Fachada de vidro Representação da fachada envidraçada em papel triplex na maquete física, destacando a transparência, leveza visual e integração entre os espaços internos e externos do Centro Cultural. Imagem 23 - Selfie com a Maquete Fonte : Autoria Própria Registro do processo construtivo da maquete física do Centro Cultural, evidenciando a autoria, o desenvolvimento manual e o acompanhamento integral da produção pelo aluno. Imagem 24 - Maquete Finalizada Fonte : Autoria Própria Maquete volumétrica final do Centro Cultural em escala 1:200, evidenciando a composição arquitetônica, a implantação no terreno. FOLHA Nº CONTEÚDO MAQUETE VOLUMÉTRICA – ESCALA 1/200 ESCALAS SEM ESCALA 10/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48 ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA RELAÇÃO COM MEU PROJETO Relação com seu projeto CONCEITO ARQUITETÔNICO FICHA TÉCNIA ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA RELAÇÃO COM MEU PROJETO FICHA TÉCNIA CONCEITO ARQUITETÔNICO FOLHA Nº CONTEÚDO BIBLIOGRÁFIA ESCALAS SEM ESCALA 10/05/2026 ASSUNTO (TEMA) DILENE ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA AU7P48