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INTRODUÇÃO
O presente t rabalho de At iv idades Prát icas Superv is ionadas (APS)
apresenta o desenvolv imento de um Centro Cul tura l e laborado na
disc ip l ina de Pro je to Arqui te tôn ico – In tervenção Urbana, min is t rada pe la
professora Di lene Zaparo l i , no curso de Arqui te tura e Urbanismo da
UNIP. O pro je to fo i desenvolv ido a par t i r de estudos urbanos, anál ises
do entorno e propostas vo l tadas à in tegração soc ia l , cu l tura l e urbana da
área escolh ida.
O Centro Cul tura l está loca l izado na reg ião su l de São José dos
Campos, no ba i r ro Jard im Saté l i te , s i tuado na Avenida Cass iopeia, uma
área marcada pela presença de comérc ios, serv iços e grande c i rcu lação
de pessoas. A proposta do pro je to busca cr iar um espaço acess íve l ,
d inâmico e in tegrado à c idade, promovendo cu l tura, conv ivênc ia e
permanência urbana.
O edi f íc io fo i pensado como um e lemento de conexão ent re os usuár ios e
o espaço urbano, va lor izando áreas de conv ivênc ia , espaços aber tos,
in tegração com o entorno e confor to ambienta l . A lém d isso, o pro je to
procura incent ivar a t iv idades cu l tura is , educac ionais e soc ia is ,
cont r ibu indo para a va lor ização do ba i r ro e para a cr iação de um espaço
públ ico mais a t ivo e acolhedor .
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
02INTRODUÇÃO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit
Imagem 1 - Perspectiva do Centro Cultural
JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO
O par t ido arqu i te tôn ico do Centro Cul tura l fo i desenvolv ido a par t i r da
in tegração ent re arqu i te tura, espaço urbano e conv ivênc ia co le t iva. A
implantação do ed i f íc io fo i pensada de forma est ra tég ica, buscando
valor izar os f luxos ex is tentes da Avenida Cass iopeia e for ta lecer a
re lação do pro je to com a praça e o entorno imediato. A vo lumetr ia
hor izonta l fo i adotada com o ob jet ivo de cr iar um edi f íc io acess íve l ,
conv idat ivo e v isualmente in tegrado à escala urbana do ba i r ro .
A organização dos espaços fo i def in ida para garant i r func ional idade,
c i rcu lação c lara e conexão ent re os ambientes in ternos e externos. Os
setores públ icos foram pos ic ionados próx imos às áreas de permanência
e conv ivênc ia , est imulando o uso cont ínuo do espaço pela população. O
audi tór io recebeu acesso independente, permi t indo maior f lex ib i l idade de
func ionamento durante eventos e at iv idades cu l tura is .
Formalmente, o pro je to ut i l iza l inhas curvas e vaz ios est ra tég icos para
cr iar uma arqui te tura mais f lu ida e acolhedora, a lém de favorecer
i luminação natura l , vent i lação cruzada e in tegração v isual com o
paisagismo. A proposta busca t ransformar o Centro Cul tura l em um
espaço at ivo dent ro da c idade, promovendo cu l tura, encontro soc ia l e
va lor ização urbana para a reg ião su l de São José dos Campos.
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
03JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit
Imagem 2 - Perspectiva do Centro Cultural
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
04PARTIDO ARQUITETÔNICO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
LEGENDA
1 2
3 Imagem 5 - Dimensionamento do Volume
Após a articulação dos volumes, foi realizado o ajuste do
dimensionamento da forma dentro da malha estrutural adotada,
buscando maior organização espacial, equilíbrio compositivo e
melhor adequação funcional aos ambientes do Centro Cultural.
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
4
6
5 Imagem 7 - Hierarquia de Acesso do Volume
ADIÇÃO DO VOLUME
ARTICULAÇÃO DO VOLUME
Partindo de uma geometria base inserida em uma malha
estrutural 12x12, o volume inicial foi definido de forma simples e
organizada, permitindo maior controle da implantação, da
modulação dos espaços e da composição arquitetônica do
Centro Cultural.
Imagem 3 - Volume Base
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
A partir da articulação da geometria inicial dentro da malha
estrutural, foram realizados deslocamentos e conexões entre os
volumes, criando novos ambientes, áreas de permanência e
incorporando curvas que suavizam a volumetria e fortalecem a
identidade arquitetônica do projeto.
Imagem 4 - Articulação do Volume
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
Foram criadas aberturas e vazios estratégicos na volumetria,
permitindo maior entrada de iluminação natural, ventilação
cruzada e integração visual entre os ambientes internos, áreas
de convivência e espaços externos do projeto.
Imagem 6 - Aberturas e Vazios do Volume
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
A definição da hierarquia de acessos foi desenvolvida para fortalecer a
integração do Centro Cultural com o espaço urbano e a praça pública,
criando fluxos claros e convidativos para os usuários. Além do acesso
principal integrado às áreas de convivência, o projeto conta com um acesso
exclusivo para o auditório, permitindo maior organização funcional e
independência de uso para eventos e atividades culturais.
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
Imagem 8 - Hierarquia de Acesso do Volume
O volume final do Centro Cultural resulta da combinação entre organização
funcional, integração urbana e conforto ambiental. A composição
arquitetônica foi desenvolvida de forma horizontal e fluida, valorizando os
espaços de convivência, os vazios internos, a relação com a praça e a
conexão entre arquitetura, paisagismo e cidade, criando um espaço
acessível, dinâmico e voltado ao uso coletivo.
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
DESLOCAMENTO
ABERTURA E VAZIOS
ACESSO AO CENTRO CULTURAL
ACESSO AO AUDITÓRIO
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
05DIAGRAMA DE USO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
LEGENDA
SETORIZAÇÃO
Imagem 9 - Mapa de Setorização
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
GALERIAS DE
EXPOSIÇÕES
RECEPÇÃO
ÁREA INSTITUCIONAL
ÁREA ADMINISTRATIVA
AUDITÓRIO
CAMARINS
CAFETERIA
BIBLIOTECA
ACESSO AO CENTRO CULTURAL
ACESSO AO AUDITÓRIO
A setor ização do Centro Cul tura l fo i desenvolv ida a par t i r da
organização dos f luxos, da re lação ent re os ambientes e da in tegração
do edi f íc io com o espaço urbano. A d is t r ibu ição dos setores busca
garant i r func ional idade, c lareza na c i rcu lação e melhor aprovei tamento
dos espaços, cr iando uma d inâmica mais acess íve l e in tu i t iva para os
usuár ios.
Os ambientes de uso co le t ivo e maior permanência, como audi tór io ,
b ib l io teca, ga ler ias de exposições e cafeter ia , foram pos ic ionados em
áreas est ra tég icas do pro je to , for ta lecendo a conexão ent re os espaços
internos e externos. O audi tór io ocupa uma reg ião de destaque dentro da
composição arqui te tôn ica, contando com acesso independente para
permi t i r maior f lex ib i l idade durante eventos cu l tura is , apresentações e
at iv idades noturnas, sem in ter fer i r no func ionamento dos demais
setores.
A recepção fo i implantada próx ima ao pr inc ipa l acesso do ed i f íc io ,
func ionando como e lemento cent ra l de d is t r ibu ição e or ientação dos
usuár ios. A par t i r de la , é poss íve l estabelecer conexão d i re ta com os
di ferentes setores do Centro Cul tura l , organizando os f luxos de manei ra
c lara e ef ic iente. Já os setores admin is t ra t ivos e inst i tuc ionais foramposic ionados em áreas mais reservadas, proporc ionando melhor cont ro le
func ional , pr ivac idade e apoio às at iv idades in ternas do equipamento.
A cafeter ia fo i in tegrada às áreas externas de conv ivênc ia e pa isagismo,
incent ivando permanência, encontros e apropr iação do espaço pela
população. As ga ler ias de exposições foram d is t r ibu ídas de forma a cr iar
percursos f lu idos e cont ínuos, va lor izando a exper iênc ia dos v is i tantes e
permi t indo d i ferentes poss ib i l idades de c i rcu lação ao longo do ed i f íc io .
A lém da organização func ional , a setor ização também contr ibu i para o
confor to ambienta l e para a re lação do pro je to com a c idade. A cr iação
de vaz ios, pát ios e aber turas est ra tég icas favorece i luminação natura l ,
vent i lação cruzada e in tegração v isual ent re os ambientes in ternos e o
entorno imediato.
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
06DIAGRAMA DE INSOLAÇÃO E VENTILAÇÃO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
L
ÁREA ENSOLARADA DIREÇÃO VENTO
LEGENDA
SOL NASCENTE
VEGETAÇÃO EDIFÍCIO
FORMA, DIMENSÕES E PROPORÇÕES
DAS ÁREAS LIVRES 
A proporção entre área edificada e áreas
verdes é equilibrada. Porém, na porção
frontal lateral esquerda, seria interessante
um espaço mais livre e contínuo, com
menos interferências.
Imagem 12 - Mapa de vegetação
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
CONFORTO AMBIENTAL
As marquises presentes nas fachadas
envidraçadas foram utilizadas como
estratégia de sombreamento, reduzindo a
incidência solar direta, contribuindo para o
conforto térmico interno e valorizando a
integração entre arquitetura e espaço
externo.
Imagem 11 - Detalhe Fachada Frontal
Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit
ÁREAS ENSOLARADAS E SOMBREADAS E VENTOS PREDOMINANTES
Imagem 10 - Mapa Climático
Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda
O
SOL POENTE
O estudo de inso lação e vent i lação do Centro Cul tura l fo i desenvolv ido
para garant i r confor to ambienta l e melhor desempenho térmico aos
usuár ios. A implantação do ed i f íc io cons iderou a or ientação so lar , os
ventos predominantes e a in tegração ent re os espaços in ternos e
externos.
As fachadas mais expostas ao so l receberam e lementos de proteção,
como áreas sombreadas, pa isagismo e recuos, reduz indo o ganho
térmico excess ivo e favorecendo a i luminação natura l dos ambientes. Os
vaz ios in ternos e áreas de conv ivênc ia também auxi l iam na ent rada de
luz natura l e na in tegração v isual do pro je to .
Em re lação à vent i lação, o ed i f íc io fo i pro je tado para aprovei tar os
ventos predominantes da reg ião, u t i l i zando aber turas em d i ferentes
fachadas para promover vent i lação cruzada e renovação do ar . Os
pát ios, conexões ent re os b locos e espaços aber tos cont r ibuem para
maior permeabi l idade e c i rcu lação natura l ao longo do Centro Cul tura l .
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ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
07DIAGRAMA DE ESTRUTURA
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
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08SISTEMA CONSTRUTIVO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
PARTIDO ARQUITETÔNICO
ESTUDO DO SISTEMA CONSTRUTIVO – CONCRETO ARMADO
MOLDADO IN LOCO
O s is tema const ru t ivo adotado no pro je to é o concreto armado moldado
in loco. Nesse s is tema, a est ru tura é executada d i re tamente na obra,
com e lementos como v igas, p i lares e la jes concretados no própr io
cante i ro , so lução bastante d i fundida nas ed i f icações bras i le i ras. O
concreto se destaca pe la t rabalhabi l idade e pe la moldabi l idade, a lém de
apresentar boa durabi l idade e res is tênc ia às cargas e ao fogo. (ABCP,
2026)
Entre as pr inc ipa is vantagens, esse s is tema oferece boa adaptação ao
pro je to arqu i te tôn ico, permi t indo maior l iberdade formal e
compat ib i l ização com a vo lumetr ia proposta. Para um centro cu l tura l com
forma mais l iv re , curvas e vaz ios, essa so lução a juda a a l inhar est ru tura
e in tenção arqui te tôn ica, tornando poss íve l organizar os espaços de
acordo com a lóg ica do desenho e não o cont rár io . A re lação ent re
est ru tura e concepção arqui te tôn ica é apontada como essencia l para a
def in ição de formas mais coerentes e v iáve is . (CREA-MT, 2016)
Como l imi tações, o concreto moldado in loco ex ige p lanejamento
r igoroso, cont ro le de execução e organização adequada do cante i ro ,
po is apresenta maior var iab i l idade operac ional e depende bastante da
produt iv idade da mão de obra. Também está su je i to a in ter ferênc ias de
c l ima, a justes de obra e maior movimentação de mater ia is no loca l .
Mesmo ass im, para o seu pro je to , e le é adequado porque permi te un i r
v iab i l idade const ru t iva, segurança est ru tura l e l iberdade de composição,
o que combina com a proposta de um centro cu l tura l de l inguagem mais
f lu ida e in tegrada ao entorno. (TAVARES, 2025)
Dessa forma, o s is tema const ru t ivo em concreto armado moldado in loco
se mostra adequado para o desenvolv imento do Centro Cul tura l ,
a tendendo de forma ef ic iente às necess idades est ru tura is , func ionais e
arqui te tôn icas do pro je to . Sua f lex ib i l idade const ru t iva poss ib i l i ta maior
l iberdade na composição vo lumétr ica, permi t indo a cr iação de curvas,
vaz ios e grandes espaços de conv ivênc ia in tegrados à proposta
arqui te tôn ica. (ARRUDA, 2026) .
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
09SISTEMA CONSTRUTIVO
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO
SISTEMA CONSTRUTIVO
O s is tema const ru t ivo em concreto armado moldado in loco fo i escolh ido
por a tender de forma ef ic iente às necess idades est ru tura is , func ionais e
arqui te tôn icas do Centro Cul tura l . A adoção de uma malha est ru tura l de
12x12 metros permi te a cr iação de vãos amplos e maior f lex ib i l idade na
organização dos ambientes in ternos, caracter ís t ica impor tante para
espaços cu l tura is , áreas de conv ivênc ia e audi tór io .
A escolha do concreto armado também está d i re tamente re lac ionada à
proposta arqu i te tôn ica do pro je to , que ut i l iza uma vo lumetr ia hor izonta l ,
in tegrada e com formas curvas em determinados pontos da ed i f icação. O
sis tema moldado in loco oferece maior l iberdade formal , poss ib i l i tando
melhor adaptação da est ru tura à l inguagem arqui te tôn ica adotada e aos
di ferentes recor tes, vaz ios e ar t icu lações presentes no ed i f íc io .
A lém d isso, o s is tema apresenta boa res is tênc ia , durabi l idade e
desempenho est ru tura l , a tendendo às necess idades da cober tura e das
grandes áreas l iv res prev is tas no pro je to . A ut i l ização de la jes e v igas
em concreto armado cont r ibu i para a estab i l idade da ed i f icação e para a
in tegração ent re est ru tura e arqu i te tura, ev i tando in ter ferênc ias
excess ivas nos espaços in ternos.
Em re lação ao confor to ambienta l , o s is tema permi te a cr iação de
aber turas amplas, pát ios in ternos e e lementos de proteção so lar ,
favorecendo i luminação natura l , vent i lação cruzada e confor to térmico
para os usuár ios. Outro fa tor impor tante é a v iab i l idade const ru t iva, já
que o concreto armado é um s is tema amplamente ut i l izado no Bras i l ,
com fac i l idade de execução, d isponib i l idade de mater ia is e mão deobra
especia l izada.
Por f im, a escolha do concreto armado moldado in loco re força a
proposta de um edi f íc io contemporâneo, res is tente e in tegrado ao
contexto urbano, permi t indo que o Centro Cul tura l apresente qual idade
espacia l , f lex ib i l idade de uso e uma l inguagem arqui te tôn ica compat íve l
com a in tenção pro je tua l desenvolv ida.
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
18/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
10ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE
CONFORTO AMBIENTAL 
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
Imagem 13 - Fachada Norte 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 14 - Fachada Leste 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 15 - Fachada Oeste 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 16 - Fachada Sul 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 17 - Fachada Norte 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 18 - Fachada Leste 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 19 - Fachada Oeste 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 20 - Fachada Sul 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 21 - Fachada Norte 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 22 - Fachada Leste 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 23 - Fachada Oeste 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 24 - Fachada Sul 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 25 - Fachada Norte 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 26 - Fachada Leste 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 27 - Fachada Oeste 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 28 - Fachada Sul 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO DE VERÃO
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
18/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
11ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE
CONFORTO AMBIENTAL 
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
Imagem 29 - Fachada Norte 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 30 - Fachada Leste 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 31 - Fachada Oeste 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 32 - Fachada Sul 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 33 - Fachada Norte 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 34 - Fachada Leste 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 35 - Fachada Oeste 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 36 - Fachada Sul 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 37 - Fachada Norte 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 38 - Fachada Leste 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 39 - Fachada Oeste 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 40 - Fachada Sul 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 41 - Fachada Norte 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 42 - Fachada Leste 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 43 - Fachada Oeste 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 44 - Fachada Sul 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL EQUINÓCIO
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
18/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
12ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE
CONFORTO AMBIENTAL 
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
Imagem 45 - Fachada Norte 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 46 - Fachada Leste 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 47 - Fachada Oeste 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 48 - Fachada Sul 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 49 - Fachada Norte 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 50 - Fachada Leste 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 51 - Fachada Oeste 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 52 - Fachada Sul 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 53 - Fachada Norte 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 54 - Fachada Leste 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 55 - Fachada Oeste 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 56 - Fachada Sul 6h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 57 - Fachada Norte 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 58 - Fachada Leste 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 59 - Fachada Oeste 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 60 - Fachada Sul 9h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO INVERNO
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
18/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
13ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE
CONFORTO AMBIENTAL 
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
Imagem 65 - Fachada Norte 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 66 - Fachada Leste 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 67 - Fachada Oeste 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 68 - Fachada Sul 15h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 69 - Fachada Norte 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 70 - Fachada Leste 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 71 - Fachada Oeste 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 72 - Fachada Sul 18h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 61 - Fachada Norte 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 62 - Fachada Leste 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 63 - Fachada Oeste 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
Imagem 64 - Fachada Sul 12h
Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
14MAQUETE VOLUMÉTRICA – ESCALA 1/200 
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
1 2 3
4 5 6
Imagem 19 - Cortando Paredes
Maquete seccionada do Centro Cultural com remoção parcial
das vedações externas, permitindo a visualização da
organização interna dos espaços, fluxos e relações entre os
ambientes arquitetônicos.
Fonte : Autoria Própria
Imagem 20 - Colando paredes
Aplicação das vedações externas na maquete física,
evidenciando a definição formal do edifício, a composição das
fachadas e a relação volumétrica do Centro Cultural.
Fonte : Autoria Própria
Imagem 21 - Fachada de vidro
Representação da fachada envidraçada em papel triplex na
maquete física, destacando a transparência, leveza visual e
integração entre os espaços internos e externos do Centro
Cultural.
Fonte : Autoria Própria
Imagem 22 - Cortando terreno
Execução do corte e modelagem do terreno na maquete em
escala 1:200, permitindo a representação da implantação do
Centro Cultural e sua relação com a topografia e os espaços
externos.
Fonte : Autoria Própria
Imagem 23 - Selfie com a Maquete
Registro do processo construtivo da maquete física do Centro
Cultural, evidenciando a autoria, o desenvolvimento manual e o
acompanhamento integral da produção pelo aluno.
Fonte : Autoria Própria
Imagem 24 - Maquete Finalizada
Maquete volumétrica final do Centro Cultural em escala 1:200,
evidenciando a composição arquitetônica, a implantação no
terreno.
Fonte : Autoria Própria
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
15ESTUDOS DE CASO UTILIZADOS
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
2
FICHA TÉCNIA
Local: Brasil, Guarulhos
Projeto: 2019
Área construída: 34.200 m²
Pavimentos: 3
Estrutura: Concreto armado
Tipo: Institucional
Dal Pian Arquitetos
1
Imagem 28 - Pátio El Tranque
ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA
Como referência projetual, foram analisados
principalmente os espaços de integração social, a
horizontalidade volumétrica e a criação de
percursos conectadospor áreas abertas e
permeáveis. O projeto também contribuiu como
inspiração para o uso de grandes planos de
cobertura e fachadas transparentes, favorecendo
iluminação natural e conexão visual com o entorno.
Fonte : Archdaily
ESTUDO DE CASO SESC GUARULHOS
ESTUDO DE CASO EL TRANQUE
ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA
O projeto foi utilizado como referência
principalmente pela solução estrutural modular,
pelos grandes vãos livres e pela organização
funcional dos ambientes. Também foram
analisadas as estratégias de circulação, o uso de
marquises e a relação entre estrutura e
composição arquitetônica.
FICHA TÉCNIA
Local: Chile, Santiago, Lo Barnechea
Projeto: 2015
Área construída:1.400 m²
Pavimentos: 2
Altura total: 9 m
Tipo: Institucional
Arquiteto: BiS Arquitectos
Imagem 25 - Pátio Sesc Guarulhos
Fonte : Archdaily
RELAÇÃO COM MEU PROJETO
No desenvolvimento do Centro Cultural, o
estudo contribuiu para a definição de
espaços amplos de convivência,
integração entre paisagismo e
arquitetura, além da adoção de uma
linguagem contemporânea com forte
presença de áreas livres e fachadas
leves.
RELAÇÃO COM MEU PROJETO
Relação com seu projeto
A referência contribuiu para o desenvolvimento da
modulação estrutural do Centro Cultural, auxiliando
na definição dos vãos, na setorização dos
ambientes e na concepção de espaços amplos e
flexíveis, especialmente na região do auditório e
das áreas de convivência.
CONCEITO ARQUITETÔNICO
O Centro Cultural El Tranque apresenta
uma arquitetura marcada pela integração
entre espaço construído e paisagem,
utilizando volumes horizontais,
transparência e áreas de convivência
abertas como elementos principais da
composição arquitetônica. O projeto
valoriza a permanência e os espaços
coletivos, criando uma relação fluida entre
interior e exterior.
CONCEITO ARQUITETÔNICO
O Sesc Guarulhos apresenta uma arquitetura
contemporânea marcada pela racionalidade
estrutural, flexibilidade espacial e integração entre
os diferentes usos culturais e esportivos. O edifício
utiliza uma linguagem arquitetônica robusta,
associada a grandes vãos estruturais, circulações
amplas e espaços coletivos de permanência.
Imagem 26 - Fachada Frontal Sesc Guarulhos
Fonte : Archdaily
Imagem 27 - Piscina Sesc Guarulhos
Fonte : Archdaily
Imagem 29 - Perspectiva El Tranque
Fonte : Archdaily
SEM ESCALA
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
10/05/2026
VITOR ARRUDA
DILENE 
AU7P48
16BIBLIOGRÁFIA
/
CONTEÚDO
ESCALAS
ASSUNTO (TEMA)
FOLHA Nº
Nº DE 
FOLHAS
DATAETAPA AUTOR
ORIENTADOR
TURMA
16
	INTRODUÇÃO
	O presente trabalho de Atividades Práticas Supervisionadas (APS) apresenta o desenvolvimento de um Centro Cultural elaborado na disciplina de Projeto Arquitetônico – Intervenção Urbana, ministrada pela professora Dilene Zaparoli, no curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIP. O projeto foi desenvolvido a partir de estudos urbanos, análises do entorno e propostas voltadas à integração social, cultural e urbana da área escolhida. O Centro Cultural está localizado na região sul de São José dos Campos, no bairro Jardim Satélite, situado na Avenida Cassiopeia, uma área marcada pela presença de comércios, serviços e grande circulação de pessoas. A proposta do projeto busca criar um espaço acessível, dinâmico e integrado à cidade, promovendo cultura, convivência e permanência urbana. O edifício foi pensado como um elemento de conexão entre os usuários e o espaço urbano, valorizando áreas de convivência, espaços abertos, integração com o entorno e conforto ambiental. Além disso, o projeto procura incentivar atividades culturais, educacionais e sociais, contribuindo para a valorização do bairro e para a criação de um espaço público mais ativo e acolhedor.
	Imagem 1 - Perspectiva do Centro Cultural
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	INTRODUÇÃO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	Imagem 2 - Perspectiva do Centro Cultural
	JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO
	O partido arquitetônico do Centro Cultural foi desenvolvido a partir da integração entre arquitetura, espaço urbano e convivência coletiva. A implantação do edifício foi pensada de forma estratégica, buscando valorizar os fluxos existentes da Avenida Cassiopeia e fortalecer a relação do projeto com a praça e o entorno imediato. A volumetria horizontal foi adotada com o objetivo de criar um edifício acessível, convidativo e visualmente integrado à escala urbana do bairro. A organização dos espaços foi definida para garantir funcionalidade, circulação clara e conexão entre os ambientes internos e externos. Os setores públicos foram posicionados próximos às áreas de permanência e convivência, estimulando o uso contínuo do espaço pela população. O auditório recebeu acesso independente, permitindo maior flexibilidade de funcionamento durante eventos e atividades culturais. Formalmente, o projeto utiliza linhas curvas e vazios estratégicos para criar uma arquitetura mais fluida e acolhedora, além de favorecer iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual com o paisagismo. A proposta busca transformar o Centro Cultural em um espaço ativo dentro da cidade, promovendo cultura, encontro social e valorização urbana para a região sul de São José dos Campos.
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	JUSTIFICATIVA PARTIDO ARQUITETÔNICO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	Imagem 3 - Volume Base
	Partindo de uma geometria base inserida em uma malha estrutural 12x12, o volume inicial foi definido de forma simples e organizada, permitindo maior controle da implantação, da modulação dos espaços e da composição arquitetônica do Centro Cultural.
	Imagem 5 - Dimensionamento do Volume
	Após a articulação dos volumes, foi realizado o ajuste do dimensionamento da forma dentro da malha estrutural adotada, buscando maior organização espacial, equilíbrio compositivo e melhor adequação funcional aos ambientes do Centro Cultural.
	Imagem 4 - Articulação do Volume
	A partir da articulação da geometria inicial dentro da malha estrutural, foram realizados deslocamentos e conexões entre os volumes, criando novos ambientes, áreas de permanência e incorporando curvas que suavizam a volumetria e fortalecem a identidade arquitetônica do projeto.
	Imagem 6 - Aberturas e Vazios do Volume
	Foram criadas aberturas e vazios estratégicos na volumetria, permitindo maior entrada de iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual entre os ambientes internos, áreas de convivência e espaços externos do projeto.
	Imagem 7 - Hierarquia de Acesso do Volume
	A definição da hierarquia de acessos foi desenvolvida para fortalecer a integração do Centro Cultural com o espaço urbano e a praça pública, criando fluxos claros e convidativos para os usuários. Além do acesso principal integrado às áreas de convivência, o projeto conta com um acesso exclusivo para o auditório, permitindo maior organização funcional e independência de uso para eventos e atividades culturais.
	Imagem 8 - Hierarquia de Acesso do Volume
	O volume final do Centro Cultural resulta da combinação entre organização funcional, integração urbana e conforto ambiental. A composição arquitetônica foi desenvolvida de forma horizontal e fluida, valorizando os espaços de convivência, os vazios internos, a relação com a praça e a conexão entre arquitetura, paisagismo e cidade, criando um espaço acessível, dinâmico e voltado ao uso coletivo.
	LEGENDA
	ADIÇÃO DO VOLUME
	ARTICULAÇÃO DO VOLUME
	DESLOCAMENTO
	ABERTURA E VAZIOS
	ACESSO AO CENTRO CULTURAL
	ACESSO AO AUDITÓRIO
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	PARTIDO ARQUITETÔNICO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	SETORIZAÇÃO
	Imagem 9 - Mapa de Setorização
	LEGENDA
	GALERIAS DE EXPOSIÇÕES
	AUDITÓRIO
	RECEPÇÃO
	CAMARINS
	ÁREA INSTITUCIONAL
	CAFETERIA
	ACESSO AO CENTRO CULTURAL
	ACESSO AO AUDITÓRIO
	ÁREA ADMINISTRATIVA
	BIBLIOTECA
	A setorização do Centro Cultural foi desenvolvida a partir da organização dos fluxos, da relação entre os ambientes e da integraçãodo edifício com o espaço urbano. A distribuição dos setores busca garantir funcionalidade, clareza na circulação e melhor aproveitamento dos espaços, criando uma dinâmica mais acessível e intuitiva para os usuários. Os ambientes de uso coletivo e maior permanência, como auditório, biblioteca, galerias de exposições e cafeteria, foram posicionados em áreas estratégicas do projeto, fortalecendo a conexão entre os espaços internos e externos. O auditório ocupa uma região de destaque dentro da composição arquitetônica, contando com acesso independente para permitir maior flexibilidade durante eventos culturais, apresentações e atividades noturnas, sem interferir no funcionamento dos demais setores. A recepção foi implantada próxima ao principal acesso do edifício, funcionando como elemento central de distribuição e orientação dos usuários. A partir dela, é possível estabelecer conexão direta com os diferentes setores do Centro Cultural, organizando os fluxos de maneira clara e eficiente. Já os setores administrativos e institucionais foram posicionados em áreas mais reservadas, proporcionando melhor controle funcional, privacidade e apoio às atividades internas do equipamento. A cafeteria foi integrada às áreas externas de convivência e paisagismo, incentivando permanência, encontros e apropriação do espaço pela população. As galerias de exposições foram distribuídas de forma a criar percursos fluidos e contínuos, valorizando a experiência dos visitantes e permitindo diferentes possibilidades de circulação ao longo do edifício. Além da organização funcional, a setorização também contribui para o conforto ambiental e para a relação do projeto com a cidade. A criação de vazios, pátios e aberturas estratégicas favorece iluminação natural, ventilação cruzada e integração visual entre os ambientes internos e o entorno imediato.
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	DIAGRAMA DE USO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	ASSUNTO (TEMA)
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	ÁREAS ENSOLARADAS E SOMBREADAS E VENTOS PREDOMINANTES
	Imagem 10 - Mapa Climático
	LEGENDA
	ÁREA ENSOLARADA
	DIREÇÃO VENTO
	SOL POENTE
	SOL NASCENTE
	O estudo de insolação e ventilação do Centro Cultural foi desenvolvido para garantir conforto ambiental e melhor desempenho térmico aos usuários. A implantação do edifício considerou a orientação solar, os ventos predominantes e a integração entre os espaços internos e externos. As fachadas mais expostas ao sol receberam elementos de proteção, como áreas sombreadas, paisagismo e recuos, reduzindo o ganho térmico excessivo e favorecendo a iluminação natural dos ambientes. Os vazios internos e áreas de convivência também auxiliam na entrada de luz natural e na integração visual do projeto. Em relação à ventilação, o edifício foi projetado para aproveitar os ventos predominantes da região, utilizando aberturas em diferentes fachadas para promover ventilação cruzada e renovação do ar. Os pátios, conexões entre os blocos e espaços abertos contribuem para maior permeabilidade e circulação natural ao longo do Centro Cultural.
	CONFORTO AMBIENTAL
	Imagem 11 - Detalhe Fachada Frontal
	As marquises presentes nas fachadas envidraçadas foram utilizadas como estratégia de sombreamento, reduzindo a incidência solar direta, contribuindo para o conforto térmico interno e valorizando a integração entre arquitetura e espaço externo.
	FORMA, DIMENSÕES E PROPORÇÕES DAS ÁREAS LIVRES
	Imagem 12 - Mapa de vegetação
	VEGETAÇÃO
	EDIFÍCIO
	A proporção entre área edificada e áreas verdes é equilibrada. Porém, na porção frontal lateral esquerda, seria interessante um espaço mais livre e contínuo, com menos interferências.
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	DIAGRAMA DE INSOLAÇÃO E VENTILAÇÃO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	ASSUNTO (TEMA)
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	DIAGRAMA DE ESTRUTURA
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	10/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	PARTIDO ARQUITETÔNICO
	ESTUDO DO SISTEMA CONSTRUTIVO – CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO O sistema construtivo adotado no projeto é o concreto armado moldado in loco. Nesse sistema, a estrutura é executada diretamente na obra, com elementos como vigas, pilares e lajes concretados no próprio canteiro, solução bastante difundida nas edificações brasileiras. O concreto se destaca pela trabalhabilidade e pela moldabilidade, além de apresentar boa durabilidade e resistência às cargas e ao fogo. (ABCP, 2026) Entre as principais vantagens, esse sistema oferece boa adaptação ao projeto arquitetônico, permitindo maior liberdade formal e compatibilização com a volumetria proposta. Para um centro cultural com forma mais livre, curvas e vazios, essa solução ajuda a alinhar estrutura e intenção arquitetônica, tornando possível organizar os espaços de acordo com a lógica do desenho e não o contrário. A relação entre estrutura e concepção arquitetônica é apontada como essencial para a definição de formas mais coerentes e viáveis. (CREA-MT, 2016) Como limitações, o concreto moldado in loco exige planejamento rigoroso, controle de execução e organização adequada do canteiro, pois apresenta maior variabilidade operacional e depende bastante da produtividade da mão de obra. Também está sujeito a interferências de clima, ajustes de obra e maior movimentação de materiais no local. Mesmo assim, para o seu projeto, ele é adequado porque permite unir viabilidade construtiva, segurança estrutural e liberdade de composição, o que combina com a proposta de um centro cultural de linguagem mais fluida e integrada ao entorno. (TAVARES, 2025) Dessa forma, o sistema construtivo em concreto armado moldado in loco se mostra adequado para o desenvolvimento do Centro Cultural, atendendo de forma eficiente às necessidades estruturais, funcionais e arquitetônicas do projeto. Sua flexibilidade construtiva possibilita maior liberdade na composição volumétrica, permitindo a criação de curvas, vazios e grandes espaços de convivência integrados à proposta arquitetônica. (ARRUDA, 2026).
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	SISTEMA CONSTRUTIVO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	10/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO SISTEMA CONSTRUTIVO
	O sistema construtivo em concreto armado moldado in loco foi escolhido por atender de forma eficiente às necessidades estruturais, funcionais e arquitetônicas do Centro Cultural. A adoção de uma malha estrutural de 12x12 metros permite a criação de vãos amplos e maior flexibilidade na organização dos ambientes internos, característica importante para espaços culturais, áreas de convivência e auditório. A escolha do concreto armado também está diretamente relacionada à proposta arquitetônica do projeto, que utiliza uma volumetria horizontal, integrada e com formas curvas em determinados pontos da edificação. O sistema moldado in loco oferece maior liberdade formal, possibilitando melhor adaptação da estrutura à linguagem arquitetônica adotada e aos diferentes recortes, vazios e articulações presentes no edifício. Além disso, o sistema apresenta boa resistência, durabilidade e desempenho estrutural, atendendo às necessidades da cobertura e das grandes áreas livres previstas no projeto. A utilização de lajes e vigas em concreto armado contribui para a estabilidade da edificação e para a integração entre estrutura e arquitetura, evitando interferências excessivas nos espaços internos. Em relação ao conforto ambiental, o sistema permite a criação de aberturas amplas, pátios internos e elementos de proteção solar, favorecendo iluminação natural, ventilação cruzada e conforto térmico para os usuários. Outro fator importante é a viabilidade construtiva, já que o concreto armado é um sistema amplamente utilizado no Brasil, com facilidade de execução, disponibilidade de materiais e mão de obra especializada. Por fim, a escolha do concreto armado moldado in loco reforça a proposta de um edifício contemporâneo, resistente e integrado ao contexto urbano, permitindo que o Centro Cultural apresente qualidade espacial, flexibilidade de uso euma linguagem arquitetônica compatível com a intenção projetual desenvolvida.
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	SISTEMA CONSTRUTIVO
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	10/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO DE VERÃO
	Imagem 13 - Fachada Norte 6h
	Imagem 14 - Fachada Leste 6h
	Imagem 15 - Fachada Oeste 6h
	Imagem 16 - Fachada Sul 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 17 - Fachada Norte 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 18 - Fachada Leste 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 19 - Fachada Oeste 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 20 - Fachada Sul 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 21 - Fachada Norte 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 22 - Fachada Leste 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 23 - Fachada Oeste 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 24 - Fachada Sul 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 25 - Fachada Norte 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 26 - Fachada Leste 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 27 - Fachada Oeste 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 28 - Fachada Sul 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	18/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	Imagem 29 - Fachada Norte 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 30 - Fachada Leste 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 31 - Fachada Oeste 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 32 - Fachada Sul 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL EQUINÓCIO
	Imagem 33 - Fachada Norte 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 34 - Fachada Leste 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 35 - Fachada Oeste 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 36 - Fachada Sul 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 37 - Fachada Norte 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 38 - Fachada Leste 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 39 - Fachada Oeste 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 40 - Fachada Sul 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 41 - Fachada Norte 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 42 - Fachada Leste 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 43 - Fachada Oeste 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 44 - Fachada Sul 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	18/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	Imagem 45 - Fachada Norte 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 46 - Fachada Leste 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 47 - Fachada Oeste 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 48 - Fachada Sul 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 49 - Fachada Norte 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 50 - Fachada Leste 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 51 - Fachada Oeste 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 52 - Fachada Sul 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL SOSTÍCIO INVERNO
	Imagem 53 - Fachada Norte 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 54 - Fachada Leste 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 55 - Fachada Oeste 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 56 - Fachada Sul 6h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 57 - Fachada Norte 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 58 - Fachada Leste 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 59 - Fachada Oeste 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 60 - Fachada Sul 9h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	18/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	Imagem 61 - Fachada Norte 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 65 - Fachada Norte 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 69 - Fachada Norte 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 62 - Fachada Leste 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 66 - Fachada Leste 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 70 - Fachada Leste 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 63 - Fachada Oeste 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 67 - Fachada Oeste 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 71 - Fachada Oeste 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 64 - Fachada Sul 12h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 68 - Fachada Sul 15h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	Imagem 72 - Fachada Sul 18h
	Fonte: Autoral Capturada em 18/05/2026
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	ESTUDOS DE INSOLAÇÃO- LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	18/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	Fonte : Autoria Própria
	Imagem 19 - Cortando Paredes
	Maquete seccionada do Centro Cultural com remoção parcial das vedações externas, permitindo a visualização da organização interna dos espaços, fluxos e relações entre os ambientes arquitetônicos.
	Fonte : Autoria Própria
	Imagem 22 - Cortando terreno
	Execução do corte e modelagem do terreno na maquete em escala 1:200, permitindo a representação da implantação do Centro Cultural e sua relação com a topografia e os espaços externos.
	Fonte : Autoria Própria
	Imagem 20 - Colando paredes
	Aplicação das vedações externas na maquete física, evidenciando a definição formal do edifício, a composição das fachadas e a relação volumétrica do Centro Cultural.
	Fonte : Autoria Própria
	Imagem 21 - Fachada de vidro
	Representação da fachada envidraçada em papel triplex na maquete física, destacando a transparência, leveza visual e integração entre os espaços internos e externos do Centro Cultural.
	Imagem 23 - Selfie com a Maquete
	Fonte : Autoria Própria
	Registro do processo construtivo da maquete física do Centro Cultural, evidenciando a autoria, o desenvolvimento manual e o acompanhamento integral da produção pelo aluno.
	Imagem 24 - Maquete Finalizada
	Fonte : Autoria Própria
	Maquete volumétrica final do Centro Cultural em escala 1:200, evidenciando a composição arquitetônica, a implantação no terreno.
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	MAQUETE VOLUMÉTRICA – ESCALA 1/200
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	10/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48
	ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA
	RELAÇÃO COM MEU PROJETO
	Relação com seu projeto
	CONCEITO ARQUITETÔNICO
	FICHA TÉCNIA
	ASPECTOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA
	RELAÇÃO COM MEU PROJETO
	FICHA TÉCNIA
	CONCEITO ARQUITETÔNICO
	FOLHA Nº
	CONTEÚDO
	BIBLIOGRÁFIA
	ESCALAS
	SEM ESCALA
	10/05/2026
	ASSUNTO (TEMA)
	DILENE
	ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
	AU7P48