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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI ANDRE DOS SANTOS ABREU O ENSINO DA MATEMÁTICA PARA O COTIDIANO GUARULHOS/SP 2026 CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI ANDRE DOS SANTOS ABREU O ENSINO DA MATEMÁTICA PARA O COTIDIANO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro Universitário FAVENI - UNIFAVENI como requisito para obtenção do título Matematica. Orientador: Prof. Dr. XXXXX (ver titulação) Coorientador: Prof. Me. XX (ver titulação) ( SEM NOME POIS NAO SEI QUEM SERÁ O TUTOR) GUARULHOS - SP 2026 O ENSINO DA MATEMÁTICA PARA O COTIDIANO Andre dos Santos Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho. Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de violação aos direitos autorais. RESUMO- O presente trabalho é desenvolvido com o intuito de analisar o ensino atual da Matemática e verificar qual a sua importância para o cotidiano do aluno, abordando teoricamente sobre o processo e métodos de ensino da matemática, relatando sobre como se encontra sua metodologia atual, o papel do professor, para que aprender matemática, quais os métodos de ensino e quais e as dificuldades no processo de ensino e aprendizagem, culminando com a abordagem sobre a Matemática do Cotidiano. A pesquisa foi realizada por meio de elaboração de pesquisas bibliograficas, livros. Diante de tudo o que foi exposto evidencia-se que a Matemática é assunto de discussão entre alunos, professores e equipe pedagógica, ocasionando divergência entre as opiniões e assim, servindo como instrumento de busca para melhorias no ensino de tal disciplina. Foi possível observar por meio do mesmo, que a matemática se trata de uma das mais relevantes ferramentas da sociedade moderna. Ela é compreendida como um processo em permanente progresso, e não deve ser considerada ou vista como algo pronto e já acabado, que somente precisa ser estudado. Pelo contrário, se faz necessário evidenciar que a matemática se encontra presente em praticamente tudo em nossas vidas e em nosso cotidiano. E, ter essa percepção é entender o mundo à sua volta de uma melhor maneira. Por fim, identificou-se que a matemática é o pilar da vida organizada para os dias atuais. Sem seus números e evidências não podemos resolver muitos problemas em nossas vidas diárias, além de contar com seu auxílio nas atividades diárias. Palavras-chave: Utilidade. Matemática. Dia a Dia. ABSTRACT - This work was developed with the aim of analyzing the current teaching of Mathematics and verifying its importance for the student's daily life, theoretically addressing the process and methods of teaching mathematics, reporting on its current methodology, the role of the teacher, why to learn mathematics, what teaching methods exist, and what difficulties arise in the teaching and learning process, culminating in an approach to Everyday Mathematics. The research was carried out through bibliographic research and books. Given all that has been presented, it is evident that Mathematics is a subject of discussion among students, teachers, and the pedagogical team, causing divergence of opinions and thus serving as an instrument for seeking improvements in the teaching of this discipline. It was possible to observe, through this work, that mathematics is one of the most relevant tools of modern society. It is understood as a process in permanent progress and should not be considered or seen as something ready-made and finished that only needs to be studied. On the contrary, it is necessary to highlight that mathematics is present in practically everything in our lives and in our daily routines. And having this perception is to understand the world around us in a better way. Finally, it was identified that mathematics is the pillar of organized life in the present day. Without its numbers and evidence, we cannot solve many problems in our daily lives, in addition to relying on its assistance in daily activities. Keywords: Usefulness. Mathematics. Daily Life. 1 INTRODUÇÃO Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de demonstrar por meio de levantamento bibliográfico, como se dá o ensino da matemática atualmente. A Matemática nem sempre é trabalhada de forma a levar o aluno a fazer associações com o cotidiano, desse modo, muitos alguns estudantes acham que a única finalidade do conhecimento matemático é para efetuar a realização de uma prova e consequentemente deixa de perceber as aplicações da matemática no seu dia a dia. É importante ressaltar que nem todas as aplicações da matemática são fáceis de serem percebidas e tão pouco aplicadas. Muitas são as reclamações acerca do modelo atual do ensino da matemática e frisa-se bastante a questão de que a matemática da escola é descontextualizada da utilizada na vida prática do aluno e assim, essa realidade do ensino da matemática, torna as aulas pouco atrativas e o aluno não sente necessidade de aprender tal matéria, que para ele é desvinculada da sua vida cotidiana, justificando assim uma pesquisa sobre tal situação à busca de encontrar sugestões para a melhoria dessa situação. Diante dissoo referido trabalho foi estruturada da seguinte maneira, primeiramente referenciou-se teoricamente sobre o ensino de matemática, abordando sobre o processo do ensino da matemática, enfatizando o ensino atual, qual o papel do professor e para que aprender matemática, quais os métodos de ensino e quais as dificuldades no processo de ensino e aprendizagem. Em um segundo momento abordou-se teoricamente sobre a matemática do cotidiano e a seguir traçou-se os procedimentos metodológicos da pesquisa, como o tipo de pesquisa, a população e amostra, a coleta dos dados e a análise dos dados com a devida exposição dos resultados alcançados e culminou com a realização das considerações finais acerca dos resultados obtidos. Este trabalho objetivou constatar qual a importância da matemática na vida prática do aluno, bem como verificar a opinião dos alunos e professores da disciplina de matemática sobre quais conteúdos consideram mais importantes e úteis para a formação do aluno, outro fator analisado foi sobre como a utilização de material concreto em sala de aula ilustra a aplicabilidade da matemática na vida prática e investigar se os professores planejam suas aulas e como isso de fato acontece. 2 DESENVOLVIMENTO A matemática é um estudo de medidas, números e espaço, que constitui uma das primeiras ciências que o trabalho humano desenvolveu devido à sua grande importância e benefício (ARAGÃO, VIDIGAL, 2017). A origem da palavra "matemática" em grego, significa tendências de aprender, e há muitos ramos da matemática na ciência, que estão relacionados com os números, incluindo as formas geométricas, álgebra, entre outros. A aplicação da matemática para resolver problemas sempre esteve presente ao longo da história humana. Os usos da matemática no cotidiano podem variar desde as tarefas mais simples, como contar seu dinheiro até problemas mais complexos como enviando um foguete para o espaço (VELHO e DE LARA, 2017). A matemática desempenha um papel vital em todos os aspectos da vida, seja em questões cotidianas, como rastreamento de tempo, condução, culinária ou trabalhos como contabilidade, finanças, bancos, engenharia e software (VILELA, 2016). 2.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Matemática ganha destaque, quando o assunto é a necessidade de mudança no modelo de ensino adotado atualmente, e é consenso entre os pesquisadores e interessados sobre o tema que ela é vilã nos casos de reprovas, como citado por D’Ambrósio (2010),Bessa (2007) e Ogliari (2008). Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de demonstrar por meio de levantamento bibliográfico e pesquisa de campo, como se dá o ensino da matemática atualmente. A Matemática nem sempre é trabalhada de forma a levar o aluno a fazer associações com o cotidiano, desse modo, muitos alguns estudantes acham que a única finalidade do conhecimento matemático é para efetuar a realização de uma prova e consequentemente deixa de perceber as aplicações da matemática no seu dia a dia. É importante ressaltar que nem todas as aplicações da matemática são fáceis de serem percebidas e tão pouco aplicadas. Muitas são as reclamações acerca do modelo atual do ensino da matemática e frisa-se bastante a questão de que a matemática da escola é descontextualizada da utilizada na vida prática do aluno e assim, essa realidade do ensino da matemática, torna as aulas pouco atrativas e o aluno não sente necessidade de aprender tal matéria, que para ele é desvinculada da sua vida cotidiana, justificando assim uma pesquisa sobre tal situação à busca de encontrar sugestões para a melhoria dessa situação. Segundo o dicionário Michaellis, a matemática é a ciência que trata das medidas, propriedades e relações de quantidades e grandezas e que inclui a Aritmética, a Álgebra, a Geometria, a Trigonometria entre outros. M. aplicada: a que tem aplicações concretas, como na Astronomia, nos vários ramos da Física entre outros. M. pura: a que estuda as propriedades dos seres em abstrato. Já segundo a concepção de Miguel (2003) a Matemática deve conduzir os alunos à exploração de uma grande variedade de ideias e de estabelecimento de relações entre fatos e conceitos de modo a incorporar os contextos do mundo real, as experiências e o modo natural de envolvimento para o desenvolvimento das noções matemáticas com vistas à aquisição de diferentes formas de percepção da realidade. A matemática, no entanto, é a ciência necessária no dia a dia de todos. É utilizada para contagens, análises de receitas e despesas, é utilizada como instrumento de avaliação de desempenho financeiro empresarial, para orientação pessoal, para a construção civil, elétrica dentre outras funções. As atividades lúdicas são discutidas por muitos estudiosos que vem mostrando a sua importância para o desenvolvimento do aluno, e um facilitador para a aprendizagem, sendo através do lúdico que se dá a garantia de uma aprendizagem com significado positivo para o adolescente ou a criança que tenha dificuldade de aprendizagem. Entretanto, necessário se faz que a aplicação do lúdico seja posta com sentido de brincadeira, pois, se empregado de forma errada pode ocasionar vantagem para um e desvantagem para outro. Como enfatiza Grando (2004), antes de utilizar jogos em sala de aula o professor deve ter em mente que estes podem ocasionar vantagens e/ou desvantagens no processo de ensino-aprendizagem dependendo da maneira como forem utilizados. Portanto, a utilização do lúdico como recurso pedagógico vem sendo visto com uma saída para o ensino e a aprendizagem. Só que este uso em sala de aula tem que ser aplicado de forma adequada, um erro na sua aplicação significaria uma grande perda para a educação. Cabe ao educador fazer da mais simples atividade um momento de aprendizagem, ler uma reportagem pode se transformar em uma divertida atividade. O lúdico não tem lugar, nem hora podendo ser utilizado a qualquer momento. Relacionar o lúdico a coisas de criança estragaria e colocaria em risco a sua utilização, a ludicidade pode ser desenvolvida tanto para adulto como para a criança, nos mais diversos ambientes. Criar ambiente agradável, um espaço onde não exista medo nem de um lado nem do outro, dando possibilidades a professores e alunos para cantar, recitar, tendo apoio, autonomia, capacidade para inovar, envolver, desenvolver uma aprendizagem significativa. O lúdico não pode ser apenas uma ferramenta de memorização, mas de puro incentivo sem forçar o desenvolvimento da criança. O lúdico através dos jogos traz muitas vantagens para quem joga, desenvolve o interesse, a dinâmica, proporciona aos alunos criar estratégia própria, desperta a sua curiosidade, os tornam confiantes e criativos e esquecendo-se do medo de ser punido na a avaliação. Cabe ao professor organizar estas atividades de uma maneira que os alunos encontrem um caminho para o conhecimento. O professor na postura de um orientador devera direcionar os alunos cada vez a níveis mais abrangentes. A matemática se faz presente na vida cotidiana nas mais corriqueiras ações, como, por exemplo, um simples ato de compra e venda em um mercado. Assim, lidamos com a matemática de forma prática sem nos dar conta. Quando nos referimos à matemática formal, aquela ensinada nas escolas, ela ganha ainda mais importância, pois comporta um amplo campo de relações que podem despertar a curiosidade e instigar a capacidade de generalização, projeções, previsões e abstrações, favorecendo, assim, a estruturação do pensamento e do raciocínio lógico do indivíduo. Dada essa importância, se faz necessário uma educação matemática para desenvolver no aluno o conhecimento matemática de forma efetiva em sala de aula, no qual o educando consiga participar ativamente da construção do conhecimento e consiga compreender a importância desse conhecimento para sua vida cotidiana. Estudos desenvolvidos por Floriani (2000), e muitos outros pesquisadores com atuação em diferentes contextos, defendem em comum quatro pontos fundamentais à educação matemática: contextualização do ensino, respeito à diversidade, desenvolvimento de habilidades e reconhecimento das finalidades científicas, sociais, políticas e histórico-culturais. A educação matemática, mais que um ensino de matemática no espaço da escola, caracteriza-se como processo imerso na totalidade concreta e se desenvolve a partir de pensamentos matemáticos. Através dela se pretende dar conta de um conjunto de práticas ligadas à justificação e à argumentação, com base na perspectiva das relações sociais manifestadas na realidade concreta. Por isso mesmo, conhecer representações e sentidos organizados por um dado grupo social acerca desse processo contribui por desvelar determinantes que podem influenciar no desencadear das inúmeras ações dele decorrentes. (DOHME, 2003, p. 47). Os jogos, as brincadeiras, até mesmo o faz-de-conta são expressões de uma fase especifica da vida, da infância, que destaca justamente um momento de divertimento, de inocência, em que o mundo infantil e o mundo do adulto entram em simbiose e onde a criança aprende, se desenvolve, cria regras para o seu jogo e brincadeira, assume papéis que ainda não é capaz de assumir na realidade e por isso amplia seu conhecimento sobre o mundo, sobre os objetos e das relações com os outros, através da criação de uma zona de desenvolvimento. De acordo com Moyles (2001, p. 114), “é nessa fase que o brincar caracteriza o ser no mundo, onde a criança assume seu lugar como ser social, apesar da infância ser cultural, é necessário que nos ambientes escolares todos possam ter acesso a brincadeira, os jogo, como forma de externar essa espontaneidade e autonomia do tempo de criança”. Nesse sentido, podemos perceber que o autor propõe a utilização de jogos como sendo uma ferramenta didática essencial para tornar a aprendizagem matemática mais eficiente e prazerosa para os alunos. O mesmo nos mostra ainda que os jogos matemáticos desenvolvem o raciocínio lógico dos alunos e suas habilidades. Levando-os a reconhecer a matemática como uma disciplina prazerosa e também os proporcionam a criação de vínculos positivos na relação professor-aluno e aluno-aluno. É importante ressaltar também que com os jogos matemáticos, os nossos alunos acabam desenvolvendo habilidades ao associar o equilíbrio entre o real e o imaginário, e, além disso, desenvolver novos conhecimentos em relação ao raciocínio lógico-matemático. Ainda para o autor citado anteriormente, o fato de se utilizar os jogos no processo de ensino e aprendizagem ensino da matemática,o professor tem variadas possibilidades de oferecer opções para o desenvolvimento de capacidades dos seus alunos em cada fase em que se encontram. O fato de utilizar jogos de forma coerente com os objetivos a serem alcançados, explorando a ludicidade, é uma maneira inteligente e criativa de promover a superação de obstáculos no ensino de matemática. Por sua vez, Aranão (1996, p. 27) esclarece que “o jogo é um importante recurso metodológico que pode ser utilizado em sala de aula, para desenvolver a capacidade de lidar com informações e criar significados culturais para os conceitos matemáticos”. E ainda complementa dizendo que “a utilização de jogos nas aulas auxilia os alunos a aprenderem a respeitar regras, a exercer diferentes papéis, a discutir e a chegar a acordos, a desenvolver habilidade de pensar de forma independente e na construção de conhecimento lógico matemático”. Outro autor que defende a utilização dos jogos como recurso didático em salas de aulas é Kishimoto (1999, p. 45) quando diz que “o jogo possibilita à criança aprender de acordo com seu ritmo e suas capacidades”. Diante disso, percebemos que há um aprendizado significativo associado à satisfação e ao sucesso, sendo este a origem da autoestima. Uma das grandes preocupações dos professores é com relação à quantidade de conteúdo trabalhado, ao invés da aprendizagem do aluno. Mesmo nos dias atuais ainda é difícil o professor que consegue se convencer de que seu papel principal dentro do processo educacional é o de que os alunos tenham o maior aproveitamento possível e não a quantidade de matéria dada (D’AMBROSIO, 1989). Diante da fala de D’Ambrosio (1989 observa-se que as escolas de um modo geral (diretores, equipe pedagógica e corpo docente) valorizam muito a quantidade e esquece da qualidade do conteúdo ministrado, o que acaba desfavorecendo a prática de um processo de ensino e aprendizagem com qualidade. O professor deve ser para a matemática, o elo entre o referencial teórico existente nos livros e a realidade dos estudantes. E para que isso ocorra eficientemente, é necessário um maior empenho desses profissionais na busca por metodologias que facilitem o ensino e a consequente aprendizagem dos alunos, procurando demonstrar ao aluno a importância da matemática para a vida prática. Na vida cotidiana, a Matemática Informal é parte da vida do indivíduo, fazendo parte desde o ato mais corriqueiro de compra e venda. Segundo Hoffmann Velho e Machado de Lara (2011) a Matemática Informal se ramifica na diversidade cultural, na mistura de saberes diferenciados oriundos da troca de experiências, muitas vezes fruto da necessidade ou de bagagens culturais repassada. O autor ressalta que essa valorização e reconhecimento das múltiplas culturas matemáticas é destaque no campo das tendências em Educação Matemática, denominada Etnomatemática, a qual procura explicar, entender e atuar na realidade, respeitando sempre o contexto cultural próprio (HOFFMANN VELHO; MACHADO de LARA, 2011). Portanto, associar a matemática ao dia a dia do aluno não é uma tarefa simples, e muitos professores ficam divididos entre cumprir a quantidade de conteúdos propostos e a ofertar uma aula com maior qualidade, porém excluindo alguns conteúdos, ou seja, a qualidade em detrimento da quantidade. Mas deve-se lembrar que essa mudança de comportamento é apenas uma questão de tempo e de incentivo ao professor. A Matemática faz parte também da cultura, seja na economia, na tecnologia, no comércio ou mesmo nas atividades mais simples do cotidiano. Como relatado por Ogliari (2008) a maioria das pessoas estão cientes de que a Matemática está inserida em suas vidas, mas não se dão conta de que suas aplicações envolvem grandes decisões e movem a sociedade de maneira implícita. Porém, de acordo com o autor supracitado, mesmo as pessoas admitindo a presença da matemática em suas vidas, não conseguem perceber a sua tamanha importância, e isso muitas vezes se deve à uma aprendizagem deficitária dessa matéria na época escolar, pois muitos professores priorizam a quantidade em detrimento da qualidade dos conteúdos trabalhos e acabam não demonstrando as aplicabilidades dos conteúdos matemáticos no cotidiano. O “cotidiano” obriga o indivíduo a fazer uso dessa fundamental e extraordinária ferramenta que é a matemática (o avanço da tecnologia, dos meios de comunicação e do conhecimento científico) mas Rodrigues (2005) ressalta que infelizmente ele não percebe que a utiliza e acaba passando despercebida. CONCLUSÃO A ideia de Educação Matemática aplicada à vida é uma necessidade não só social, mas ainda politica e por fim econômica de sobrevivência em um mundo globalizado. O qual exclui claramente aqueles que não possuem habilidades para desenvolver estratégias ou resolver problemas está capacidade determina o nível social do individuo. Formar cidadãos comprometidos com o desenvolvimento social é preocupar-se com o seu aprendizado e como ele o utiliza. A escola não é a detentora do saber ela é apenas um instrumento do saber. E a Educação Matemática é uma de suas ferramentas. Diante do exposto constatou-se que a matemática estudada é descontextualizada da realidade do aluno, comprometendo assim, a realização de um processo de ensino e aprendizagem com qualidade. Portanto, a partir da referida pesquisa constata-se a necessidade de uma nova visão diante do modelo atual sob o qual acontece o ensino da Matemática, de modo que o aluno perceba sua importância e utilidade no seu cotidiano e assim, comece a adquirir interesse por tal disciplina. REFERÊNCIAS ARAGÃO, Heliete Meira C. A; VIDIGAL, Sonia Maria Pereira - Materiais Manipulativos para o Ensino de Sistema de Numeração Decimal. Coleção Mathemoteca, coordenação técnica Ronaldo Candido. Organizadoras Kátia Stocco Smole e Maria Ignez. Edições Mathemoteca, São Paulo, 2017 ALMEIDA, Paulo Nunes. Educação Lúdica, Técnicas e Jogos Pedagógicos. São Paulo: Loyola, 1998. ______. Educação Lúdica - Técnicas e Jogos Pedagógicos. 6. ed. Rio de Janeiro: Loyola, 2003. ______, Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. 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