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DESCOMPLICANDO 
AS RESIDÊNCIAS 
 
Legislação do SUS para 
Residências 
 
 
 
 
 
 
 
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Natale Souza 
 
Sou a Professora Natale Souza, 
enfermeira, graduada pela UEFS – 
Universidade Estadual de Feira de 
Santana – em 1999, pós-graduada em 
Saúde Coletiva pela UESC – 
Universidade Estadual de Santa Cruz – em 2001, em Direito Sanitário pela 
FIOCRUZ em 2004 e mestre em Saúde Coletiva. 
Autora dos livros: Legislação do SUS para concursos – pela editora Concursos 
Psicologia, Legislação do SUS – comentada e esquematizada / Políticas de Saúde, 
Legislação do SUS e Saúde Coletiva 500 questões pela editora Sanar. De 
capítulos nos seguintes livros: 1000 Questões Comentadas de Enfermagem – 
Editora Sanar, 1000 Questões Residências em Enfermagem – Editora Sanar e fase 
de finalização de mais algumas obras. 
 
 
Edição e diagramação 
Carlos Ambrosio da Cruz Santos 
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SUMÁRIO 
APRESENTAÇÃO........................................................................2 
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE .... 5 
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.....................................11 
LEI ORGÂNCIA DA SAÚDE 8.080.......................................16 
LEI ORGÂNICA DA SAÚDE 8.142........................................26 
RESOLUÇÃO 453/12................................................................36 
DECRETO 7.508/11..................................................................46 
LEI COMPLEMENTAR 141-12.................................................56 
QUESTÕES DE RESIDÊNCIAS............................................108 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................130 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1. APRESENTAÇÃO 
 
OLÁ FUTURO RESIDENTE, SEJA BEM-VINDO (A) AO NOSSO 
CURSO DESCOMPLICANDO AS RESIDÊNCIAS. 
SOU A PROFESSORA NATALE SOUZA E TRAGO UM RECADINHO 
PARA VOCÊS ENTENDEREM COMO FUNCIONARÁ O NOSSO PROJETO. 
ESSE É UM CURSO COM UMA PROPOSTA ÚNICA E 
INOVADORA, COMO VOCÊS SABEM EU E MINHA EQUIPE TEMOS 
MAIS DE 08 ANOS DE TRABALHO NA ÁREA DE RESIDÊNCIAS 
MULTIPROFISSIONAIS, SEJA EM CURSOS PRESENCIAIS OU EAD. 
DIANTE DA NOSSA EXPERIÊNCIA, APROVEITAMOS O 
MOMENTO DE PANDEMIA EM QUE ESTAMOS VIVENDO, ONDE 
PRECISAMOS DIMINUIR O NOSSO RITMO E TIVEMOS UM TEMPO 
MAIOR PARA ANALISAR COMO PODERÍAMOS AUXILIAR DE FORMA 
MAIS EFETIVA OS NOSSOS ALUNOS PARA UMA APROVAÇÃO AINDA 
ESSE ANO NA TÃO SONHADA RESIDÊNCIA. 
CHEGAMOS À CONCLUSÃO QUE O FATOR TEMPO, ALIADO À 
QUALIDADE E AO DIRECIONAMENTO SÃO FUNDAMENTAIS PARA A 
APROVAÇÃO. 
RESOLVEMOS LANÇAR UM CURSO NOS MOLDES DE 
INTENSIVO, TENDO COMO REFERÊNCIA QUESTÕES DE PROVAS 
ANTERIORES. HÁ MAIS É UM CURSO DE QUESTÕES? 
A RESPOSTA É NÃO! É UM CURSO COM QUESTÕES E DICAS 
ESSENCIAIS (SABE OS ARTIGOS QUE MAIS CAEM, AQUELAS DICAS, 
INDENTIFICAR AQUELA PEGADINHA, ENTÃO É ISSO QUE O NOSSO 
CURSO VAI TER OFERECER). 
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AH! ENTÃO É UM MILAGROSO CURSO, POSSO DEIXAR TODOS 
OS OUTROS CONHECIMENTOS E MERGULHAR NELE E SEREI 
APROVADO? 
NÃO É ASSIM! ESSE É, SOBRETUDO, UM CURSO PARA QUEM 
TEM POUCO TEMPO PARA A SUA PREPARAÇÃO, SE VOCÊ JÁ 
ESTIVER COM OUTRO CURSO, OUTRO MATERIAL, SE JÁ ESTIVER 
ESTUDANDO, ELE SERÁ FUNDAMENTAL PARA SEDIMENTAR O 
CONTEÚDO. 
NOSSO CURSO FOI PENSANDO DE FORMA ESTRATÉGICA PARA 
ATENDER A MAIS DE 85% DOS PROCESSOS SELETIVOS PARA 
RESIDÊNCIAS EM NOSSO PAÍS. 
A METODOLOGIA DESCOMPLICANDO, PERMITE QUE VOCÊ 
TENHA UMA PREPARAÇÃO COMPLETA E DIRECIONADA, 
ALIANHANDO PDFS INDEPENDENTES + RESOLUÇÃO DE QUESTÕES 
EM VÍDEO + DICAS ESSENCIAIS, TUDO PENSADO EXCLUSIVAMENTE 
PARA APROVAR NOSSOS FUTUROS RESIDENTES. 
NESSE MÓDULO NÓS IREMOS DESCOMPLICAR A 
LEGISLAÇÃO DO SUS, CONFIRA NO NOSSO SÚMÁRIO OS ITENS QUE 
SERÃO TRATADOS. 
 
5 
 
 
2. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS DE 
SAÚDE NO BRASIL 
 
Para compreendermos melhor o SUS, precisamos voltar um pouco ao 
passado e saber o que tínhamos antes da criação de um sistema universal e 
igualitário. 
Para a análise da realidade hoje existente, é necessário conhecer os 
determinantes históricos envolvidos neste processo. Assim como nós somos 
frutos do nosso passado e da nossa história, o setor da saúde também sofreu as 
influências de todo o contexto político-social pelo qual o Brasil passou ao longo 
do tempo (POLIGNANO, 2001). 
Não há como entender o SUS que temos sem fazer um retorno no tempo. 
Para entendermos o nosso sistema de saúde, suas dificuldades e avanços, 
precisamos fazer uma viagem ao passado e perceber como as ações e serviços de 
saúde eram ofertados antes da criação de um sistema para todos. 
A História das Políticas de Saúde no Brasil tem sido tema constante de 
vários certames. Mesmo não fazendo parte diretamente da Legislação do SUS, o 
seu entendimento facilita a compreensão do contexto atual e a resolução de muitas 
questões de prova. As bancas cobram nos editais, questões bem específicas, 
inclusive com datas e períodos da história do país. Logo, o entendimento da 
história, a memorização de fatos marcantes e datas importantes são primordiais 
para gabaritar as questões inerentes a este tema 
Mas por que entender a história das políticas de saúde no Brasil? Já 
imaginaram se alguém que você acaba de conhecer criasse um conceito sobre seu 
modo de viver? Não seria nada bom. Para que possamos perceber alguém na sua 
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essência, temos que conhecer seu contexto atual e um pouco do seu passado. 
Assim é com o Sistema Único de Saúde. Não podemos julgá-lo, entender seu 
momento atual, sua legislação sem saber em que contexto histórico ele foi 
concebido. 
Para falar da História das Políticas de Saúde no Brasil, didaticamente 
dividiremos os mesmos períodos dos livros de história, sinalizando o contexto 
político, social e sanitário de cada época. Desta forma, você perceberá que toda 
oferta de serviços e ações de saúde estão ligados a estes fatores, facilitando assim 
a apreensão do conteúdo. 
A História das Políticas de Saúde no Brasil é objeto de estudo da Saúde 
Pública. Mas, como podemos conceituar saúde pública? Há uma 
variedade de conceitos, mas todos convergem para a seguinte 
afirmação: é um campo diferenciado do saber da prática de saúde. É 
uma especialidade que se distingue das demais porque se volta para o 
coletivo. Exige para seu desenvolvimento conhecimentos específicos e 
altamente diferenciados. A saúde pública é a disciplina que trata da 
proteção da saúde no nível populacional. Neste sentido, procura 
melhorar as condições de saúde das comunidades através da promoção 
de estilos de vida saudáveis, das campanhas de sensibilização, da 
educação e da investigação. Para tal, conta com a participação de 
especialistas em medicina, biologia, enfermagem, sociologia, 
estatística, veterinária e outras ciências e áreas. (CAMPOS,2002). 
Para analisarmos a história das políticas de saúde no país faz-se necessário 
a definição de algumas premissas importantes, a saber: 
Para Polignano (2001): 
1. a evolução histórica das políticas de saúde está relacionada 
diretamente a evolução político-social e econômica da sociedade 
brasileira, não sendo possível dissociá-los; 
2. a lógica do processo evolutivo sempre obedeceu à ótica do avanço 
do capitalismo na sociedade brasileira, sofrendo a forte determinação 
do capitalismo a nível internacional; 
3. a saúde nunca ocupou lugar central dentro da política do estado 
brasileiro, sendo sempre deixada na periferia do sistema, como uma 
moldura de um quadro, tanto no que diz respeito a solução dos grandes 
problemas de saúde que afligem a população, quanto na destinação de 
recursos direcionados ao setor saúde. Somente nos momentos em que 
determinadas endemias ou epidemias se apresentam como importantes 
7 
 
 
em termos de repercussão econômica ou social dentro do modelo 
capitalista proposto é que passam a ser alvo de uma maior atenção por 
parte do governo, transformando-se pelo menos em discursoinstitucional, até serem novamente destinadas a um plano secundário, 
quando deixam de ter importância. Podemos afirmar que de um modo 
geral os problemas de saúde tornam-se foco de atenção quando se 
apresentam como epidemias e deixam de ter importância quando os 
mesmos se transformam em endemias. 
4. as ações de saúde propostas pelo governo sempre procuram 
incorporar os problemas de saúde que atingem grupos sociais 
importantes de regiões socioeconômicas igualmente importantes 
dentro da estrutura social vigente; e preferencialmente tem sido 
direcionada para os grupos organizados e aglomerados urbanos em 
detrimento de grupos sociais dispersos e sem uma efetiva organização; 
5 . A conquista dos direitos sociais (saúde e previdência) tem sido 
sempre uma resultante do poder de luta, de organização e de 
reivindicação dos trabalhadores brasileiros e, nunca uma dádiva do 
estado, como alguns governos querem fazer parecer. 
6 . Devido a uma falta de clareza e de uma definição em relação à 
política de saúde, a história da saúde permeia e se confunde com a 
história da previdência social no Brasil em determinados períodos. 
7. a dualidade entre medicina preventiva e curativa sempre foi uma 
constante nas diversas políticas de saúde implementadas pelos vários 
governos. 
 A seguir passaremos a analisar as políticas de saúde no Brasil de acordo 
com os períodos históricos. 
 A Constituição Federal de 1988 deu nova forma à saúde no Brasil, 
estabelecendo-a como direito universal. A saúde passou a ser dever constitucional 
de todas as esferas de governo, sendo que antes era apenas da União e relativo ao 
trabalhador segurado. O conceito de saúde foi ampliado e vinculado às políticas 
sociais e econômicas. A assistência é concebida de forma integral (preventiva e 
curativa). Definiu-se a gestão participativa como importante inovação, assim 
como comando e fundos financeiros únicos para cada esfera de governo 
(BRASIL, 1988) 
8 
 
 
 Antes da Constituição Federal de 1988, o Brasil não possuía uma Política 
de Saúde organizada e nem voltada para a população – as ações eram realizadas, 
apenas, com interesse econômico e de acordo com o modo de produção. 
 
ATENÇÃO 
Faz-se necessário o conhecimento de fatos históricos do Brasil, pois as bancas 
pedem datas, períodos e fatos marcantes. 
 
 Para facilitar o entendimento, iremos falar do contexto político-social de 
cada período histórico e descrever a situação sanitária e como eram as ações e 
serviços da época. Destacando, em cada período, OS FATOS MARCANTES E 
CONSTANTES EM PROVAS. 
 
 
 
 
 
A saúde era EXCLUDENTE e CONTRIBUTIVA, ou seja, apenas 
quem podia pagar a medicina privada e quem contribuía com a 
previdência social / INPS – Instituto Nacional da Previdência Social 
– tinha acesso. À outra parte da população cabia o atendimento nas 
Santas Casas de Misericórdia (SOUZA,2018). 
 
 
 
9 
 
 
3. CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 (ARTIGOS 196 
AO 200) 
 
 
Apesar de estar inserida no título da Seguridade Social, a Saúde contempla 
uma seção especifica na Constituição Federal, somando os artigos 196 ao 200. 
Iniciaremos o estudo direcionado dos artigos constitucionais que estão 
relacionados diretamente com a saúde. Vale lembrar que estes são fruto do 
movimento sanitário, que teve como marco a VIII Conferência Nacional de 
Saúde. 
As bancas elaboradoras cobram, muitas vezes, os artigos na íntegra. Então, 
vamos fazer grifos para facilitar a fixação e o entendimento. 
 
 
. 
 
 
 
 
 
Somente a partir desta Carta Magna que a saúde passa a ser 
includente, ou seja, universal e igualitária. Em suma podemos 
afirmar que o SUS “nasce” a partir dessa Constituição, em 1988.
 
 
 
 
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Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido 
mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença 
e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para 
sua promoção, proteção e recuperação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, 
cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, 
 Acesso universal e igualitário: todos têm direito 
ao acesso aos bens e serviços de saúde, que são 
considerados essenciais. Sem distinção de raça, cor, 
gênero, idade, ou seja, TODOS SÃO IGUAIS 
PERANTE A LEI; 
 Promoção da saúde: intervenção nos 
determinantes sociais em saúde, conceito alinhado 
com a qualidade de vida; 
 
 Proteção: ações de vigilância em saúde, 
intervenção sobre o processo saúde / doença. 
 
 
 
 
O primeiro artigo constitucional que trata sobre a Saúde, traz a 
obrigação do Estado e deixa claro que a saúde é um direito de todos. 
Além disso, relaciona a existência de um sistema de saúde a uma 
política social e econômica. 
 
11 
 
 
 
fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através 
de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado. 
 
 
Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede 
regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de 
acordo com as seguintes diretrizes: 
 
 
 
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RE REGULAMENTA
FI FISCALIZA
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Esse artigo vem para fortalecer a obrigação do Estado frente às ações 
e serviços de saúde. E, por esse motivo, deixa explicitado na própria 
Constituição a obrigação do Poder Público na criação de uma lei 
("leis orgânicas") que regulamentem, fiscalizem e controlem as ações 
de serviços de saúde! Lembrem-se: REFICO – REgula, FIscaliza e 
COntrola. 
 
12 
 
 
 
 
 
 
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Descentralização
Com direção única em 
cada esfera de governo;
Atendimento Integral
Com prioridade para as 
atividades preventivas, 
sem prejuízo dos 
serviços assistenciais;
Participação da 
Comunidade
O Controle Social será 
estudado em normas 
posteriores
 
 
 
Descentralização não significa outra coisa senão a transferência de 
atribuições em maior ou menor número dos órgãos centrais para os 
órgãos locais ou para pessoas físicas ou jurídicas. Centralização é a 
convergência de atribuições, em maior ou menor número, para 
órgãos centrais. 
 
 
 
 
 
13 
 
 
§ 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com 
recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios, além de outras fontes. 
 
§ 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aplicarão, 
anualmente, em ações e serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados 
da aplicação de percentuais calculados sobre: (CONTRAPARTIDA) 
➔ I- no caso da União, a receita corrente líquida do respectivo exercício 
financeiro, não podendo ser inferior a 15% (quinze por 
cento); (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 86, de 
2015) 
➔ II - no caso dos Estados e do Distrito Federal, o produto da arrecadação dos 
impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos de que tratam os arts. 157 
e 159, inciso I, alínea a, e inciso II, deduzidas as parcelas que forem 
transferidas aos respectivos Municípios; (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 29, de 2000) 
➔ III - no caso dos Municípios e do Distrito Federal, o produto da arrecadação 
dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos de que tratam os arts. 
 
 
 
Não se esqueça de que o financiamento do SUS é compartilhado, não 
sendo de obrigação apenas da União. As outras esferas de governo 
devem financiar o SUS, através das contrapartidas. 
 
 
 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc86.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc86.htm#art1http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm#art6
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm#art6
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158 e 159, inciso I, alínea b e § 3º. (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 29, de 2000) 
 
§ 3º Lei complementar, que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos, 
estabelecerá: 
➔ I - Os percentuais de que tratam os incisos II e III do § 2º; (Redação 
dada pela Emenda Constitucional nº 86, de 2015) 
➔ II – Os critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde 
destinados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, e dos Estados 
destinados a seus respectivos Municípios, objetivando a progressiva 
redução das disparidades regionais; 
➔ III – as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com 
saúde nas esferas federal, estadual, distrital e municipal; 
§ 4º Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes 
comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de 
processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas 
atribuições e requisitos específicos para sua atuação. 
§ 5º Lei federal disporá sobre o regime jurídico, o piso salarial 
profissional nacional, as diretrizes para os Planos de Carreira e a 
regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de 
combate às endemias, competindo à União, nos termos da lei, prestar 
assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos 
Municípios, para o cumprimento do referido piso salarial. 
§ 6º Além das hipóteses previstas no § 1º do art. 41 e no § 4º do art. 169 da 
Constituição Federal, o servidor que exerça funções equivalentes às de agente 
comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias poderá perder o cargo 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm#art6
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm#art6
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em caso de descumprimento dos requisitos específicos, fixados em lei, para o seu 
exercício. 
 
 Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 
 
§ 2º É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou 
subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. 
As 
instituições 
privadas
Poderão participar 
de forma 
complementar do 
sistema único de 
saúde
segundo diretrizes 
deste;
mediante contrato de 
direito público ou 
convênio;
tendo preferência as 
entidades filantrópicas 
e as sem fins lucrativos.
 
 
 
✓ Toda diretriz é um princípio do SUS, mas nem todo o princípio 
é uma diretriz (veremos todos os princípios no art. 7º da Lei 
Orgânica 8080/90); 
✓ São apenas 3 diretrizes; 
✓ Sempre que perguntarem em prova a forma de organização do 
sus: regionalizada e hierarquizada, em níveis de complexidade 
crescentes. 
 
 
 
 
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§ 3º É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais 
estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei. 
 
§ 4º - A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a 
remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, 
pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de 
sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização. 
 
 
 
 
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ro Constituição Federal VEDADO
Lei 8.080/90 PERMITIDO
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✓ Atente que o artigo 199 traz o direito que a iniciativa privada 
tem de ofertar serviços de saúde; 
✓ Nunca esqueça de que a rede privada pode participar do SUS 
em caráter complementar, sendo pré-requisito para isso: 
insuficiência de recursos públicos na área da saúde; 
✓ Observe que esse tipo de ação se dará através de contrato ou 
convênio, tendo preferência as instituições filantrópicas e sem 
fins lucrativos; 
✓ O sistema público, em nenhuma hipótese, poderá destinar 
recursos financeiros a instituições com fins lucrativos. 
 
 
 
 
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 Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, 
nos termos da lei: 
➔ I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de 
interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, 
equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos; 
➔ II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como 
as de saúde do trabalhador; 
➔ III - ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde; 
➔ IV - participar da formulação da política e da execução das ações de 
saneamento básico; 
➔ V - incrementar, em sua área de atuação, o desenvolvimento científico e 
tecnológico e a inovação; (Redação dada pela Emenda Constitucional 
nº 85, de 2015) 
➔ VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu 
teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano; 
➔ VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda 
e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos; 
➔ VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do 
trabalho. 
 
 
 
 
 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc85.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc85.htm#art1
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✓ Atente-se para os itens do Art. 200 que podem levar ao erro em 
uma questão de prova: 
✓ O verbo "ordenar" é comumente substituído pelo "coordenar" 
✓ Os verbos "participar" e "colaborar" remetem ações 
intersetoriais, ou seja, aquelas que são de interesse para a saúde, 
mas há necessidade de “unir” forças com outros setores! 
 
 
 
 
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4. LEI ORGÂNICA DA SAÚDE 8.080/90 
 
A Lei 8.080 é considerada a primeira lei orgânica da Saúde, ela veio para 
regulamentar os artigos constitucionais inerentes à saúde. 
A Lei 8.080 foi votada em 19 de setembro de 1990. Essa lei aborda as 
condições para promover, proteger e recuperar a saúde, além da organização 
e o funcionamento dos serviços também relacionados à saúde. 
A Lei regula em todo âmbito nacional, agregando todas as ações e 
serviços de saúde, inclusive os que são prestados pela iniciativa privada. 
Por meio da Lei 8.080/90, as ações de saúde passaram a ser 
regulamentadas em todo território nacional. 
A participação da iniciativa privada no SUS é aceita em caráter 
complementar com prioridade das entidades filantrópicas sobre as privadas 
lucrativas. A descentralização político-administrativa é reforçada na forma da 
 
 
 
✓ Algumas bancas costumam abordar questões, como por 
exemplo: se a iniciativa privada também deve seguir a lei 
orgânica da Saúde 8.080? 
✓ A resposta é sim, tanto serviços públicos quanto os serviços 
prestados pela iniciativa privada deverão estar de acordo com 
as legislações que tratam sobre o SUS sendo a Constituição 
Federal, a lei orgânica da saúde e demais marcos jurídicos. 
 
 
 
 
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municipalização dos serviços e das ações de saúde, com redistribuição de 
atribuições e recursos em direção aos municípios. 
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5. LEI ORGÂNICA 8.142/90 
 
A segunda Lei orgânica da Saúde vem regulamentar, de forma mais 
precisa, a diretriz constitucional da Participação da Comunidade no SUS. 
Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de 
Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos 
financeiros na área da saúde e dá outras providências. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O controle social é uma diretriz e princípio do SUS. É o mecanismo 
de participação da comunidade nas ações de saúde em todas as 
esferas de governo. De forma institucionalizada temos: os conselhos 
e as conferências de saúde. 
 
 
 
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6.RESOLUÇÃO 453/12 
 
A Resolução 453 de 2012 é mais uma normativa que visa fortalecer o 
Controle Social e vem tratar de forma mais específica, sobre os Conselhos de 
Saúde. 
A resolução é fruto da discussão sobre o controle social, especificamente 
sobre os CONSELHOS DE SAÚDE. Ao longo de três anos, um grupo de trabalho 
dedicou-se a propor uma nova versão do texto DA REVOGADA RESOLUÇÃO 
Nº 333/03, com as atualizações necessárias para adequar-se às mudanças na 
conjuntura do controle social no país. Depois de apresentada ao pleno do 
Conselho Nacional de Saúde, a proposta foi submetida à consulta pública no site 
do CNS. 
 
 
 
 
 
A Resolução vem fortalecer o controle social, dada a sua importância 
para a consolidação do sus. Mas atentem que sua disposição é apenas 
para uma das instâncias de controle social: os conselhos de saúde! 
Este marco é dividido em cinco diretrizes o que facilita o 
entendimento. Sinalizarei algumas “pegadinhas” que foram questões 
de prova. Esta resolução não altera nenhum dispositivo da lei 
8.142/90 
 
 
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7. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. 
 
A Lei Orgânica da Saúde 8.080/90 regulamenta os artigos constitucionais 
da Saúde, de certa forma, amplia e ratifica o SUS. Nesse mesmo sentido, em 2011 
foi publicado o Decreto 7.508, para regulamentar a Lei 8.080/90. Veja que isso 
aconteceu 21 anos depois. O SUS está em constante construção. 
 
 
Conforme já estabelecido na Lei 8080/90, o SUS deve ser organizado 
de forma regionalizada e hierarquizada. Por isso, o Decreto 
7508/2011 cria as Regiões de Saúde. Cada região deve oferecer 
serviços de atenção primária, urgência e emergência, atenção 
psicossocial, atenção ambulatorial especializada e hospitalar e, por 
fim, vigilância em saúde. 
 
 
 
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8. LEI COMPLEMENTAR Nº 141, DE 13 DE JANEIRO 
DE 2012 
 
A Lei Complementar 141 de 2012, transforma a Emenda Constitucional nº 29 
em lei complementar e em linhas gerais dispõe sobre os valores mínimos a serem 
aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e municípios em 
ações e serviços públicos de saúde, bem como sobre os critérios de rateio dos 
recursos de transferências para a saúde e as normas de fiscalização, avaliação e 
controle das despesas com saúde nas 3 esferas de governo. Traz a revogação 
expressa e tácita de alguns dispositivos das leis 8.080/90; 8.142/90 e 8.689/93 e 
deve ser reavaliada a cada 5 anos, segundo disposto no art. 198, §3º/CF. 
Esta Lei Complementar institui, nos termos do § 3° do art. 198 da 
Constituição Federal: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. O valor 
mínimo e normas 
de cálculo do 
montante mínimo 
Pela UNIÃO em 
ações e serviços 
públicos de saúde
A ser aplicado, 
anualmente
 
2. Percentuais 
mínimos do 
produto da 
arrecadação de 
impostos 
Estados
Distrito Federal 
Municípios
A serem aplicados 
anualmente pelos 
Em Ações e Serviços de Saúde 
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9. QUESTÕES DE RESIDÊNCIAS 
 
 
01. (2020/RESIDÊNCIA SES-GO-) A reforma do setor de saúde brasileiro foi 
um grande movimento que culminou na construção do sistema de saúde, 
atualmente vigente no Brasil. Este ocorreu de forma simultânea ao processo de 
democratização do país, tendo sido liderado por profissionais da saúde e pessoas 
de movimentos e organizações da sociedade civil. Um evento à época foi 
importante, pois aprovou o conceito da saúde como um direito do cidadão e 
delineou os fundamentos do Sistema Único de Saúde. Que evento foi este e em 
que ano aconteceu? 
(A) O Congresso Nacional de Promoção da Saúde de 1985. 
(B) A 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986. 
(C) A Assembleia Nacional Constituinte de 1988. 
(D) A Assembleia de Promulgação das Leis Orgânicas da Saúde, em 1990. 
 
02. (2019/Residência ESP-CE) Antes da criação do Sistema Único de Saúde, a 
assistência médico-hospitalar era prestada por meio de alguns poucos hospitais 
especializados, principalmente de caráter filantrópico. Quem eram os brasileiros 
que tinham direito à assistência à saúde desenvolvida pelo Instituto Nacional de 
Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS)? 
(A) Todos os brasileiros. 
(B) Os que não tinham nenhum direito. 
(C) Os que podiam pagar pelos serviços. 
(D) Os trabalhadores da economia formal. 
 
03. (2020/Residência UFPR) Sobre a forma de assistência à saúde da população 
na Era Vargas, assinale a alternativa correta. 
(A) A política de saúde do governo Vargas tinha como base a medicina 
previdenciária, deixando em segundo plano as políticas de saúde pública adotadas 
até aquele momento. 
(B) Com a criação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs), os recursos 
arrecadados tinham como prioridade o aumento dos serviços médicos no país. 
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(C) O governo Vargas adotou um modelo contencionista na previdência, 
permitindo investir os recursos arrecadados com ela na industrialização do país e 
para acumulação financeira do Estado. 
(D) O financiamento dos IAPs era tripartite, com contribuições das empresas, 
empregados e União, sendo que esta última era a que contribuía de forma mais 
regular, enquanto a primeira acumulou dívidas com as instituições 
previdenciárias. 
(E) Apesar de os IAPs terem financiamento tripartite – empregados, empresas e 
União –, a gestão deles tinha autonomia quanto ao governo federal. 
 
04. (2020/RESIDÊNCIA SES - PE) O movimento da Reforma Sanitária 
brasileira nasceu no contexto da(o) 
(A) ditadura militar. 
(B) república das espadas. 
(D) império. 
(C) estado novo. 
(E) república das oligarquias. 
 
05. (2020/Residência UFTM) Em relação ao contexto histórico do movimento 
da Reforma Sanitária Brasileira, o país vivia sob a duplicidade de um sistema de 
saúde cindido entre a medicina previdenciária e a saúde pública em que a 
medicina previdenciária tinha ações dirigidas à saúde: 
(A) individual dos trabalhadores formais estando a cargo dos institutos de pensão; 
e a saúde pública sob comando do Ministério da Saúde direcionada 
principalmente aos setores mais pobres da população. 
(B) individual dos trabalhadores formais estando a cargo dos convênios de saúde; 
e a saúde pública sob comando do Ministério da Agricultura direcionada 
principalmente aos setores dos trabalhadores da zona rural. 
(C) individual dos trabalhadores formais estando a cargo dos institutos de pensão; 
e saúde pública sob comando da Defesa Civil direcionada principalmente aos 
controles endêmicos e de portos. 
(D) individual dos trabalhadores formais estando a cargo dos convênios de saúde; 
e saúde pública sob comando da Defesa Civil direcionada principalmente aos 
controles endêmicos e de portos. 
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(E) coletiva e ambiental dos trabalhadores formais estando a cargo do Ministério 
do Trabalho; e a saúde pública sob comando do Ministério da Saúde direcionada 
principalmente aos setores mais pobres da população. 
29 
 
 
10. GABARITO 
 
 
 
01. B 
02. D 
03. C 
04. A 
05. A 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
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1988. 
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Sistema Único de Saúde / 
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(Coleção Para Entender a Gestão do SUS 2011, 1) Disponível em: 
 
. Acesso em: 26/10/2019 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva.Sistema Único de Saúde 
(SUS): princípios e conquistas/ Ministério da Saúde, Secretaria Executiva. – 
Brasília: Ministério da Saúde, 2000. 44p. Il. Disponível em: 
 
. Acesso em: 26/10/2019 
BRASIL. Decreto 4.628, de 24 de janeiro de 1923 (Lei Eloy Chaves). Crea, em 
cada uma das empresas de estradas de ferro existentes no país, uma Caixa de 
Aposentadoria e Pensões para os respectivos empregados. [citado 2006 Dez 13]. 
Disponível em: http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v8n1/v8n1_artigo_3.pdf. 
Acesso em: 15/10/2019 
CAMPOS, Marco Antonio Lopes e FERREIRA, Cristiani Terezia 
Martins.EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE 
NO BRASIL .Disponível em: 
https://www.google.com.br/search?q=CAMPOS%2C+Marco+Antonio+Lopes+
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DAS+POLÍTICAS+PÚBLICAS+DE+SAÚDE+NO&oq=CAMPOS%2C. 
Acesso em: 26/10/2019. 
 
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do Estado in: A Constituinte e o Sistema Único de Saúde. Disponível em: 
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Acesso em: 16/10/2019. 
FLEURY, S. 1991. "Avaliação Comparativa das Ações Integradas de 
Saúde". Saúde em Debate, nº 3. fevereiro. 
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978-85-7541-359-3. Available from SciELO Books. Disponível 
em: http://books.scielo.org/id/4ndgv/pdf/paim-9788575413593.pdf. 
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POLIGNANO, M. V. (2001). Histórias das Políticas de Saúde no Brasil: Uma 
Pequena Revisão. Cadernos do Internato Rural. Faculdade de Medicina/UFMG. 
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RONCALI, Angelo Giuseppe. O desenvolvimento das políticas públicas de saúde 
no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde. Disponível em: 
http://www.professores.uff.br/jorge/desenv_pol_pub_saude_brasil.pdf. Acesso 
em 16/10/2019 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.professores.uff.br/jorge/desenv_pol_pub_saude_brasil.pdf

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