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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA - UNINTA 
 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
SARA LIMA DE ABREU 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASTELO DO PIAUÍ/PI 
2024
 
SARA LIMA DE ABREU 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASTELO DO PIAUÍ/PI 
2024
Relatório de Estágio apresentado ao Centro 
Universitário INTA - UNINTA como requisito 
parcial para aprovação na disciplina de Estágio 
Supervisionado. 
 
Orientação: Prof. M.e. Daniel Luis Madeira 
Carneiro. 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 
2 
3 
4 
5 
 
INTRODUÇÃO.......................................................................................... 
REVISÃO DA LITERATURA.................................................................... 
RELATO DA REGÊNCIA DO ESTAGIÁRIO............................................ 
CONCLUSÃO........................................................................................... 
REFERÊNCIAS......................................................................................... 
 
4 
5 
6 
18
19 
 
. 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Este relatório refere-se ao estágio supervisionado II na área de ação docente 
nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, realizado no curso de Licenciatura em 
Pedagogia. O estágio foi desenvolvido de forma presencial na Escola Municipal 
Professora Maria Aparecida da Silva, localizada no Loteamento Portal, S/N, no bairro 
Perpétuo Socorro, CEP 64340-000, em Castelo do Piauí. O estágio foi orientado por 
Daniel Luís Madeira Carneiro e supervisionado pela professora regente Rosalina 
Soares de Souza. O trabalho foi realizado por mim, Sara Lima de Abreu, estudante do 
Centro Universitário Inta-Uninta. 
O objetivo deste relatório é servir como uma ferramenta fundamental na 
formação do estudante de Pedagogia, pois, por meio dele, o aluno pode vivenciar a 
prática docente e adquirir experiência para sua futura atuação profissional. É durante 
o estágio que o estudante integra teoria e prática, além de esclarecer dúvidas sobre 
sua área de estudo, ganhando maior clareza sobre sua futura profissão. 
Durante este estágio supervisionado, tive o prazer de me encantar com a 
pedagogia e de ser bem recebida pela escola e pelas crianças. Esse momento foi 
único, pois me fez ter a certeza de que estou no caminho certo e que minha dedicação 
será fundamental para me tornar uma educadora de qualidade. O estágio é uma 
oportunidade valiosa para aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo da formação 
acadêmica, sendo um processo desafiador, porém de grande aprendizado, que 
capacita os futuros profissionais da educação. 
O principal objetivo deste relatório é compartilhar minha experiência durante o 
estágio supervisionado II no Ensino Fundamental I, onde enfrentei diversos desafios, 
mas também pude desenvolver laços afetivos com todos os envolvidos, 
especialmente com as crianças. Finalizo este trabalho com o coração cheio de 
gratidão e alegria, agradecida por essa rica experiência. 
 
 
 
 
2 REVISÃO DE LITERATURA 
As vivências e experiências adquiridas no estágio supervisionado constituem a 
base para a formação do futuro profissional na área de atuação, colocando o 
estudante diante de situações cotidianas e desafiadoras de um pedagogo. Esse 
processo permite que ele compreenda a flexibilidade necessária nos planos de aula, 
as dificuldades enfrentadas pelos universitários ao entender o conteúdo abordado em 
sala de aula, e a importância de lidar com as relações interpessoais no cotidiano 
escolar. O estágio é fundamental para a formação de um estudante de Licenciatura 
em Pedagogia, pois é o primeiro contato com o futuro campo de trabalho. 
Nesse contexto, Agnaldo Pedro Santos Filho (2010) destaca que “o estágio 
supervisionado vai muito além de um simples cumprimento de exigências 
acadêmicas. Ele é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, além de 
ser um importante instrumento de integração entre universidade, escola e 
comunidade”. Diante das tarefas exigidas no estágio, é essencial enfrentá-las com 
calma e confiança, sem medo de errar. 
Conforme Freire (1996, p. 42) afirma: 
"É de suma importância destacar que o estágio supervisionado 
no ensino fundamental I é de grande relevância para o 
universitário. As interações que surgem durante a experiência 
do estágio fazem com que os futuros pedagogos desenvolvam 
um olhar mais crítico sobre a constituição de sua própria prática 
em sala de aula e sobre o tipo de profissional que desejam se 
tornar." 
É essencial que, na prática da formação docente, o futuro educador 
compreenda que o conhecimento certo não é algo dado por deuses nem encontrado 
nos guias de professores iluminados, mas, ao contrário, é algo que deve ser produzido 
pelo próprio aprendiz, em diálogo e colaboração com o formador. 
 
3 RELATO DA REGÊNCIA DO ESTAGIÁRIO (DESCREVA A AÇÃO DOCENTE 
NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL I) 
 
1º DIA DE 
REGÊNCIA 
DO ESTAGIÁRIO 
DATA CONTEÚDO DA PRÁTICA DOCENTE 
29/10/2024 
Língua Portuguesa: Análise 
linguística/semiótica (Ortografização) 
Construção do sistema alfabético e da 
ortografia (EF03LP03) 
Ler e escrever corretamente palavras 
com dígrafos lh, nh, ch 
 
A aula de Língua Portuguesa foi planejada com o objetivo de trabalhar a análise 
linguística e semiótica, focando na ortografia e na construção do sistema alfabético e 
ortográfico, com ênfase no aprendizado e correta utilização dos dígrafos "lh", "nh" e 
"ch". 
Ao iniciar a aula, procurei acolher os alunos de maneira afetiva e motivadora, criando 
um ambiente de confiança. Cumprimentei-os com entusiasmo, expressando o quanto 
seria interessante aprender juntos sobre a ortografia. Reforcei que todos estavam ali 
para aprender de forma divertida e que, caso tivessem dúvidas, estariam à vontade 
para expressá-las, já que o erro faz parte do processo de aprendizagem. 
A metodologia adotada foi ativa e participativa. Comecei com uma breve explicação 
teórica sobre os dígrafos, mostrando a diferença entre as palavras com "lh", "nh" e 
"ch". Utilizei exemplos simples, com o auxílio de cartazes e uma apresentação no 
quadro, para ilustrar a correta ortografia dessas palavras. Em seguida, propus 
atividades que estimulassem a interação dos alunos com o conteúdo. Fizemos uma 
leitura coletiva de um texto simples, onde os alunos deveriam identificar e destacar as 
palavras com os dígrafos estudados. Após isso, realizamos uma atividade de escrita 
em que os alunos completavam frases com as palavras corretas, além de exercícios 
de correspondência entre imagens e palavras com dígrafos. 
Utilizei as seguintes atividades: 
 
1. Leitura coletiva de um texto com palavras que contenham os dígrafos "lh", "nh" 
e "ch". 
2. Identificação de palavras com dígrafos em uma lista. 
3. Atividades de escrita, onde os alunos precisavam preencher lacunas com as 
palavras corretamente escritas. 
4. Jogo de palavras, no qual os alunos deveriam formar palavras com os dígrafos, 
ajudando a fixar a ortografia de maneira lúdica. 
Durante a aula, os alunos demonstraram grande interesse e participação nas 
atividades. Muitos ficaram animados ao identificar palavras com os dígrafos, e alguns 
chegaram a compartilhar exemplos próprios, o que foi positivo, pois indicava que 
estavam refletindo sobre o conteúdo. A interação durante as atividades foi muito boa, 
com todos se envolvendo e realizando as tarefas com empenho. 
Foi possível aplicar o plano de aula como previsto. Consegui abordar o conteúdo de 
forma dinâmica e interativa, sem apressar o ritmo da aula, para que todos os alunos 
pudessem acompanhar e praticar. Entretanto, notei que alguns alunos, principalmente 
os mais tímidos, precisaram de mais tempo para se envolver completamente, mas 
isso foi ajustado com o apoio durante as atividades. 
Comoaspectos positivos, posso citar: o engajamento dos alunos: Eles participaram 
ativamente das atividades e demonstraram interesse pelo conteúdo; a metodologia 
participativa: A utilização de atividades práticas e lúdicas facilitou a aprendizagem dos 
alunos e o ambiente acolhedor: O ambiente de confiança e respeito ajudou os alunos 
a se sentirem à vontade para tirar dúvidas e participar. Não houve aspectos negativos. 
Em geral, a aula foi bem-sucedida, proporcionando aos alunos uma experiência 
enriquecedora no aprendizado da ortografia, mas reconheço que, em futuras aulas, 
seria interessante dedicar um pouco mais de tempo para reforçar a prática dos alunos 
com mais dificuldades. 
 
 
2º DIA DE 
REGÊNCIA 
DATA CONTEÚDO DA PRÁTICA DOCENTE 
 
DO 
ESTAGIÁRIO 
30/10/2024 
Ciências da Natureza: Terra e Universo 
Características da Terra Observação do 
céu Usos do solo (EFO3CI10) 
Identificar os diferentes usos do solo 
(plantação e extração de materiais, 
dentre outras possibilidades), 
reconhecendo a importância do solo para 
a agricultura e para a vida 
 
A aula de Ciências da Natureza foi planejada com o objetivo de abordar os usos do 
solo, destacando a importância do solo para a agricultura e para a vida, alinhando-se 
ao conteúdo de "Terra e Universo", focando nas características da Terra e a 
observação do céu. 
Ao iniciar a aula, fiz questão de acolher os alunos de forma acolhedora e motivadora. 
Cumprimentei-os com entusiasmo e perguntei o que já sabiam sobre o solo e sua 
importância, incentivando-os a compartilharem suas ideias. Esse momento foi 
essencial para criar um ambiente de diálogo e curiosidade, mostrando que todos 
teriam um papel ativo no aprendizado. 
A metodologia adotada foi investigativa e participativa, com foco em uma abordagem 
prática e lúdica. Comecei com uma breve explicação teórica sobre o que é o solo, 
suas características e a importância de sua preservação. Em seguida, expliquei os 
diferentes usos do solo, como a plantação, a extração de materiais e a construção, 
relacionando esses conceitos ao cotidiano dos alunos. 
Utilizei recursos visuais, como imagens e vídeos curtos, para ilustrar os diferentes 
usos do solo e as implicações dessas atividades para o meio ambiente. A tecnologia 
foi uma aliada importante para prender a atenção dos alunos e promover a 
compreensão dos conteúdos. 
Trabalhei as seguintes atividades com a turma: 
1. Discussão em grupo: Os alunos foram divididos em pequenos grupos para 
discutir diferentes usos do solo e suas implicações. Cada grupo deveria 
 
apresentar exemplos práticos (ex: agricultura, construção, extração de recursos 
naturais) e discutir a importância de cada uso para o ambiente e a vida humana. 
2. Atividade prática de observação: Propondo uma atividade prática, pedi que os 
alunos observassem imagens de diferentes tipos de solos e identificassem se 
eram utilizados para a plantação, construção ou extração de materiais, como 
rochas e minérios. 
3. Jogo educativo: Utilizei um jogo de correspondência onde os alunos 
precisavam associar imagens de atividades humanas aos tipos de solo 
utilizados, como áreas de cultivo, mineração, ou áreas urbanas. 
4. Leitura e reflexão: Os alunos leram um pequeno texto sobre a importância da 
preservação do solo e discutiram em sala as consequências de sua 
degradação. 
Os alunos demonstraram um grande interesse pelo tema e participaram de maneira 
ativa nas discussões e atividades. A maioria se mostrou curiosa sobre como as 
diferentes atividades humanas impactam o solo e o meio ambiente. Durante as 
atividades de grupo, houve uma troca interessante de ideias, e os alunos se 
empenharam em buscar exemplos reais do cotidiano para ilustrar os usos do solo. O 
jogo educativo foi especialmente bem recebido, pois os alunos gostaram de aprender 
de forma lúdica. 
Foi possível aplicar todo o plano de aula conforme planejado. Concluímos todas as 
atividades dentro do tempo disponível, mas percebi que, em alguns momentos, os 
alunos necessitaram de mais tempo para refletir sobre as implicações ambientais dos 
usos do solo, o que me fez ajustar o ritmo da aula para dar mais espaço para essas 
discussões. 
Em resumo, a aula foi um sucesso no engajamento e aprendizado dos alunos, mas 
percebi que uma maior adaptação do tempo para as atividades reflexivas e discussões 
poderia melhorar ainda mais a compreensão de todos. Esse é um aspecto que posso 
ajustar nas próximas aulas, garantindo um melhor equilíbrio entre a teoria e a prática. 
 
 
3º DIA DE 
REGÊNCIA 
DATA CONTEÚDO DA PRÁTICA DOCENTE 
 
DO 
ESTAGIÁRIO 
31/10/2024 
Matemática: Grandezas e Medidas 
Sistema monetário brasileiro: 
estabelecimento de equivalências de um 
mesmo valor na utilização de diferentes 
cédulas e moedas. 
(EF03M24) Resolver e elaborar 
problemas que envolvam a comparação 
e a equivalência de valores monetários 
do sistema brasileiro em situação de 
comprar vender e trocar. 
 
 
A aula de Matemática foi planejada com o objetivo de trabalhar o sistema monetário 
brasileiro, focando na comparação e equivalência de valores monetários, utilizando 
diferentes cédulas e moedas, e envolvendo situações do cotidiano como comprar, 
vender e trocar, conforme a habilidade EF03M24. 
Para começar a aula, fiz questão de criar um ambiente acolhedor e estimulante. 
Cumprimentei os alunos com entusiasmo e perguntei se eles já haviam feito compras 
ou trocado dinheiro em algum lugar. A ideia foi iniciar a conversa a partir das 
experiências deles, o que ajudou a tornar o conteúdo mais próximo e relevante. 
Reforcei que a aula seria divertida e que todos poderiam participar ativamente, 
fazendo perguntas e dando exemplos. 
A metodologia adotada foi prática e contextualizada, com foco na aprendizagem ativa. 
Comecei com uma breve explicação teórica sobre as cédulas e moedas do sistema 
monetário brasileiro, mostrando as diferentes denominações e suas equivalências. 
Usei recursos visuais, como imagens de cédulas e moedas, além de exemplos do 
cotidiano para ilustrar situações de compra e troca de valores. 
Em seguida, propus atividades interativas em que os alunos poderiam aplicar o que 
aprenderam de forma lúdica. A ideia foi envolver os alunos em situações práticas, 
onde eles pudessem resolver problemas que exigiam a comparação e a equivalência 
de valores em cédulas e moedas. 
 
Trabalhei com as seguintes atividades: 
1. Atividade de identificação e classificação: Primeiramente, pedi que os alunos 
identificassem as cédulas e moedas que tinham disponível, organizando-as por 
valor. Essa atividade ajudou a reforçar o conhecimento sobre o sistema 
monetário. 
2. Problemas de equivalência: Apresentei diferentes problemas de compra e 
venda, onde os alunos precisavam calcular e resolver situações que envolviam 
a troca de cédulas e moedas de valor equivalente. Por exemplo: “Se um produto 
custa R$ 5,00, como podemos pagar com R$ 10,00, usando cédulas e 
moedas?” 
3. Simulação de compras: Organizei um pequeno "mercadinho" na sala de aula, 
onde os alunos poderiam “comprar” produtos utilizando diferentes 
combinações de cédulas e moedas. Eles deveriam calcular e verificar se 
estavam pagando o valor correto e recebendo o troco certo. 
4. Desafios de troca de dinheiro: Os alunos foram desafiados a trocar diferentes 
valores, de forma que pudessem usar as menores quantidades de cédulas e 
moedas possíveis para completar um valor. 
Os alunos reagiram de forma bastante positiva durante a aula. Eles estavam 
entusiasmados com a ideia de simular compras e trocas de dinheiro. A atividade do 
"mercadinho" foi especialmente bem recebida, com os alunos se sentindo como se 
estivessem em uma situação real de compra. As trocas de cédulas e moedas 
despertaram o interesse e a curiosidade, e muitos alunos participaram ativamente, 
resolvendo os problemas de forma criativa e assertiva. 
Foi possível aplicar todo oplano de aula como previsto. Concluímos todas as 
atividades dentro do tempo estipulado, e consegui realizar uma avaliação prática de 
como os alunos estavam compreendendo o conteúdo. Além disso, percebi que a 
simulação de situações reais (como o “mercadinho”) foi uma ferramenta valiosa para 
fixação do conteúdo. 
Alguns dos aspectos positivos foram: 
• Engajamento dos alunos: A participação ativa dos alunos foi um ponto positivo. 
Eles estavam motivados e envolvidos nas atividades, especialmente nas 
simulações de compras e trocas. 
 
• Aprendizagem contextualizada: A utilização de situações cotidianas (comprar, 
vender, trocar) facilitou a compreensão do conteúdo, tornando a aula mais 
prática e aplicável ao cotidiano dos alunos. 
• Metodologia ativa e lúdica: O uso de atividades interativas, como o 
"mercadinho", proporcionou uma aprendizagem divertida e dinâmica. 
 
Por sua vez, como pontos negativos, observou-se: 
 
• Desafio com a diversidade de ritmos de aprendizagem: Alguns alunos mais 
tímidos ou com dificuldades em raciocínio lógico precisaram de mais tempo e 
apoio individual. Embora a dinâmica tenha sido positiva para a maioria, alguns 
ficaram um pouco inseguros em realizar as atividades mais complexas sem 
ajuda. 
• Limitação de recursos: A quantidade de cédulas e moedas para a simulação 
de compras foi limitada, o que fez com que alguns alunos tivessem que esperar 
para realizar a atividade. Isso poderia ser ajustado com mais recursos ou uma 
organização mais eficiente das atividades em grupos. 
A aula foi bastante proveitosa, pois promoveu a compreensão do sistema monetário 
brasileiro de forma prática e divertida. Embora tenha havido desafios relacionados ao 
ritmo de aprendizagem e à limitação de recursos, as atividades propostas ajudaram 
os alunos a fixarem o conteúdo de maneira eficaz. Em futuras aulas, pode-se investir 
em mais recursos para a simulação ou adaptar a dinâmica para grupos menores, 
garantindo mais atenção individualizada. 
 
4º DIA DE 
REGÊNCIA 
DO ESTAGIÁRIO 
DATA CONTEÚDO DA PRÁTICA DOCENTE 
01/11/2024 
História: O lugar em que vive. 
A produção dos marcos da memória: a 
cidade e o campo, aproximações e 
diferenças. 
(EI03HI08) Identificar modos de vida na 
cidade e o campo no presente, 
comparando-os com os do passado. 
 
 
A aula de História foi planejada com o objetivo de trabalhar o tema "O lugar em que 
vive", focando na comparação entre a vida na cidade e no campo, no presente e no 
passado, conforme a habilidade EI03HI08. O objetivo foi ajudar os alunos a entender 
as diferenças e semelhanças entre esses dois modos de vida e como os marcos da 
memória da cidade e do campo são importantes para nossa compreensão histórica. 
Iniciei a aula cumprimentando os alunos com entusiasmo, criando um ambiente 
acolhedor e receptivo. Perguntei se eles já haviam visitado o campo ou morado na 
cidade, incentivando-os a compartilharem suas experiências pessoais. Isso ajudou a 
aproximar o conteúdo da realidade deles e gerou interesse imediato. Fiz questão de 
destacar que todos tinham algo a aprender sobre como as pessoas viviam de maneira 
diferente no passado, e que a comparação entre passado e presente seria 
interessante. 
Adotei uma metodologia interativa e contextualizada, começando com uma explicação 
breve sobre os modos de vida no campo e na cidade no passado e no presente. Utilize 
imagens e vídeos curtos para ilustrar a vida rural e urbana em diferentes épocas, 
destacando como as pessoas se organizavam, trabalhavam, se comunicavam e 
viviam. 
A abordagem foi centrada na pesquisa e na discussão de aspectos da vida cotidiana, 
com foco nas transformações ao longo do tempo. Incentivei os alunos a se 
expressarem e compararem as duas realidades, utilizando recursos visuais, como 
fotos antigas e atuais de cidades e zonas rurais, para fomentar o debate. 
Foram realizadas as seguintes atividades: 
1. Análise de imagens: Apresentei imagens de cenas do campo e da cidade, tanto 
antigas quanto atuais, e pedi que os alunos as comparassem. Eles deveriam 
identificar as diferenças na infraestrutura, nas atividades e nos modos de vida. 
2. Atividade em grupo: Dividi a turma em dois grupos, um para discutir a vida na 
cidade e outro para discutir a vida no campo. Cada grupo deveria fazer uma 
lista com as principais características do modo de vida da sua área e, em 
seguida, comparar com a outra área (campo ou cidade). 
3. Construção de uma linha do tempo: Utilizamos uma linha do tempo coletiva 
para representar as mudanças mais importantes nos modos de vida tanto no 
 
campo quanto na cidade ao longo dos anos. Isso ajudou os alunos a visualizar 
a evolução das formas de viver e as mudanças no tempo. 
4. Roda de conversa: Finalizei a aula com uma roda de conversa, onde os alunos 
puderam compartilhar suas opiniões sobre como as mudanças nos modos de 
vida impactaram a vida das pessoas e o ambiente. 
Os alunos reagiram de maneira bastante positiva. A análise de imagens antigas e 
atuais despertou grande curiosidade e engajamento. Muitos se mostraram 
interessados em saber mais sobre como as pessoas viviam antigamente e, durante 
as discussões em grupo, trouxeram exemplos de suas próprias vidas ou de familiares 
que moraram no campo ou em pequenas cidades. As comparações entre passado e 
presente geraram boas discussões, e os alunos estavam animados para participar da 
construção da linha do tempo e da roda de conversa. 
Foi possível aplicar todo o plano de aula como previsto. As atividades foram realizadas 
de forma fluída, e o tempo foi bem aproveitado. As discussões, atividades em grupo e 
análise das imagens possibilitaram uma reflexão crítica sobre as mudanças no modo 
de vida da cidade e do campo, além de ajudar a fixar o conteúdo de maneira prática 
e visual. 
A aula foi bastante proveitosa, com os alunos demonstrando grande interesse pelo 
tema e pelas atividades propostas. A utilização de imagens, a construção da linha do 
tempo e as discussões em grupo tornaram o conteúdo mais concreto e significativo 
para os alunos. Embora tenha havido desafios em relação ao tempo e à participação 
de alguns alunos, a aula foi um sucesso, proporcionando uma compreensão mais 
clara dos modos de vida na cidade e no campo e das mudanças ocorridas ao longo 
do tempo. Em futuras aulas, pode-se investir mais tempo em atividades de debate 
para garantir que todos os alunos participem de maneira ativa. 
 
 
5º DIA DE 
REGÊNCIA 
DO 
ESTAGIÁRIO 
DATA CONTEÚDO DA PRÁTICA DOCENTE 
04/11/2024 
Geografia: O sujeito e seu lugar no 
mundo. 
 
A cidade e o campo: aproximações e 
diferenças. 
(EF03GE01) Identificar e comparar 
aspectos culturais dos grupos sociais de 
seus lugares de vicência, seja na cidade, 
seja no campo. 
 
 
A aula foi desenvolvida com base no plano de ensino (EF03GE01), que tem como 
objetivo identificar e comparar aspectos culturais dos grupos sociais, tanto na cidade 
quanto no campo. O foco era promover a compreensão dos alunos sobre as 
diferenças e semelhanças culturais entre esses dois contextos de vivência, 
enfatizando o impacto da cultura local nas práticas e costumes dos grupos sociais. 
A aula foi iniciada com um acolhimento caloroso e amigável. Cumprimentei os alunos 
com entusiasmo, perguntando-lhes sobre suas experiências e percepções da cidade 
e do campo. Para engajar todos, perguntei se algum aluno já havia visitado o campo 
ou morado em uma área rural e incentivei-os a compartilhar suas histórias. Esse 
momento ajudou a criar uma conexão entre o conteúdo e a realidade dos alunos, 
tornando o tema mais próximo e significativo. 
A metodologia adotada foi ativa e participativa. Comecei com uma breve introdução 
sobre a diversidade cultural existente entre os grupos sociais que vivem no campo e 
na cidade, destacando aspectos como alimentação, vestimenta, festas, tradições e 
atividades diárias. Para isso, utilizeiimagens e vídeos que ilustravam essas diferenças 
e semelhanças. 
Em seguida, propus atividades práticas e interativas, onde os alunos puderam 
observar, comparar e refletir sobre as diferentes culturas, envolvendo-os ativamente 
na construção do conhecimento. A ideia foi sempre fazer com que os alunos se 
sentissem parte do processo de aprendizagem, estimulando o pensamento crítico e a 
troca de ideias. 
Foram trabalhadas as seguintes atividades: 
 
1. Análise de imagens: Mostrei fotos de festas típicas, comidas tradicionais, 
roupas e atividades cotidianas tanto da cidade quanto do campo. Pedi que os 
alunos fizessem uma lista das características culturais que viam nas imagens 
e as diferenciassem entre cidade e campo. Isso ajudou a estimular a percepção 
dos alunos sobre as especificidades de cada contexto. 
2. Discussão em grupos: Dividi os alunos em dois grupos, um para discutir os 
aspectos culturais do campo e outro para discutir os da cidade. Em grupo, eles 
foram desafiados a listar os hábitos e costumes que caracterizam o modo de 
vida de cada lugar, como a alimentação, as festas populares e as formas de 
lazer. Depois, apresentaram as conclusões para a turma. 
3. Construção de uma tabela comparativa: Juntos, construímos uma tabela na 
lousa, comparando as características culturais de cada contexto (campo e 
cidade). A partir da reflexão dos alunos, categorizamos os aspectos 
observados, como tipos de comida, vestuário, festas e atividades diárias. Essa 
atividade ajudou a visualizar melhor as diferenças e semelhanças entre as 
culturas. 
4. Relato pessoal: Para encerrar, os alunos foram convidados a escrever um 
pequeno relato sobre as diferenças culturais que já perceberam ou 
vivenciaram, seja em visitas ao campo ou em situações cotidianas na cidade. 
Isso deu a cada aluno a oportunidade de refletir sobre a cultura em que está 
inserido e compartilhar suas experiências pessoais. 
Os alunos demonstraram grande interesse pela aula, especialmente nas atividades 
de análise das imagens e na construção da tabela comparativa. Eles se envolveram 
ativamente nas discussões, trazendo exemplos de suas próprias vidas e famílias, o 
que enriqueceu as discussões. A atividade de relato pessoal também foi bem 
recebida, pois deu aos alunos a oportunidade de refletir sobre suas próprias vivências 
culturais. Eles estavam atentos e curiosos para aprender mais sobre as diferenças 
culturais e expressaram suas ideias de forma clara e entusiástica. 
Consegui aplicar todo o plano de aula de forma eficiente. As atividades foram 
realizadas conforme o cronograma, com tempo suficiente para cada uma delas. No 
entanto, percebi que a discussão de grupo foi muito enriquecedora, mas poderia ter 
tomado um pouco mais de tempo, já que alguns alunos estavam tão engajados que a 
troca de ideias poderia ter sido ainda mais aprofundada. 
 
A aula foi um sucesso, proporcionando aos alunos uma compreensão mais rica sobre 
os aspectos culturais dos grupos sociais na cidade e no campo. A metodologia ativa 
e as atividades propostas incentivaram os alunos a refletirem sobre as diferenças e 
semelhanças entre esses modos de vida, ao mesmo tempo em que os conectaram 
com suas próprias experiências. Embora houvesse desafios relacionados ao tempo e 
à participação de alguns alunos, a aula foi proveitosa e gerou um bom aprendizado. 
Para futuras aulas, planejo dedicar mais tempo para discussões em grupo e buscar 
formas de garantir que todos os alunos, incluindo os mais tímidos, participem de 
maneira ativa. 
 
 
4 CONCLUSÃO 
O estágio supervisionado foi uma experiência fundamental para minha 
formação como futura pedagoga. A regência docente me proporcionou uma visão 
mais clara sobre o cotidiano da sala de aula e as práticas pedagógicas necessárias 
para o bom desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. Através das 
atividades realizadas, pude observar o impacto da interação com os alunos e como 
isso reflete no aprendizado, além de me permitir aplicar e aprofundar os 
conhecimentos adquiridos ao longo do curso de Pedagogia. 
Este estágio fortaleceu ainda mais minha certeza de que escolhi o curso certo. 
A vivência na sala de aula, ao lidar diretamente com os alunos e com as demandas 
da profissão, me fez perceber que a educação é realmente o caminho que desejo 
seguir. Embora eu já tenha tido experiências informais de ensino, foi durante o estágio 
que realmente pude exercitar o papel de docente, sentindo a responsabilidade e a 
importância desse trabalho. 
Em relação ao estágio nesta modalidade de ensino, a experiência foi 
enriquecedora. Tive a oportunidade de atuar com uma turma de forma prática e 
observar a realidade do ensino básico, o que me deu uma visão mais ampla do 
processo educacional. Apesar de algumas dificuldades iniciais, como a gestão do 
tempo e a adaptação aos diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos, tudo correu 
de forma bastante positiva, e a experiência foi muito satisfatória. 
 
Entre os aspectos positivos, destaco o crescimento pessoal e profissional que 
vivi ao lidar com os desafios do estágio. A interação com os alunos foi, sem dúvida, o 
ponto mais gratificante, pois me permitiu ver de perto como o aprendizado acontece. 
No entanto, a gestão de sala de aula e o controle do tempo foram pontos que exigiram 
mais atenção. As aprendizagens adquiridas foram imensuráveis, não só no aspecto 
técnico de planejamento e execução de atividades, mas também no entendimento de 
como criar um ambiente de aprendizado que seja eficaz e acolhedor. Este estágio me 
fez crescer como futura pedagoga, me preparando melhor para os desafios que a 
profissão exige.
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 
Brasília, 2017. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/conselho-nacional-
deeducacao/base-nacional-comum-curricular-bncc - Acesso em: 08 dez. 2024 
 
Ferreiro, Emília. Alfabetização em processo. São Paulo: Cortez, 1991, p. 41. 
 
A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores 
Associados, Cortez, 1996. 
 
ARTIGO: KRUG, Flávia Susana. A importância da leitura na formação do leitor 
 
TFOUNI, Leda Verdiani. Escrita, alfabetização e letramento. São Paulo: Cortez, 1995. 
 
Paulo Freire. Educar para transformar. 1989, p. 19. 
 
Marisa Philbert Lajolo, 1996, p. 28. 
 
LAJOLO, Marisa; ZILBERMEN, Regina. A formação da leitura no Brasil. 3ª ed. São 
Paulo: FTD, 2011. 
 
Tzvetan Todorov. A literatura em perigo. Trad. Caio Meira. Rio de Janeiro: Difel, 
2009. (Todorov, 2010, p. 38) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXOS/APÊNDICES 
 
 
 
	Trabalhei as seguintes atividades com a turma:

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