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TEMPLATE PADRÃO ÚNICO DO DESAFIO PROFISSIONAL I IDENTIFICAÇÃO Curso Gestão Hospitalar Acadêmico Crislaine Pires do Prado Turma FLD6781166SAU Tutor Externo Juliana dos Santos Tanajura Batista Semestre 4º Semestre ORIENTAÇÕES IMPORTANTES ANTES DE COMEÇAR: Este é o template padrão único para a realização do seu Desafio Profissional. Para todas as disciplinas, o template será o mesmo. O que muda é a proposta do seu desafio. Portanto, para que você conheça o desafio proposto para a sua disciplina, é preciso: 1) Acessar o seu AVA; 2) Clicar na disciplina que será avaliada; 3) Entrar em “Notas e Avaliações”; 4) Clicar em “Responder Avaliação III”. Além disto, é fundamental que você faça a leitura atenta da questão na íntegra antes de iniciar o preenchimento deste template. Agora, vamos às etapas de realização do seu desafio profissional. ETAPA 1: Apresentação do Desafio Profissional Seu papel ativo nesta etapa é apenas ler tudo com atenção e entender qual solução (ou soluções) você apresentará ao final da atividade. Então, leia todas as orientações da Etapa 1 do seu Desafio Profissional. ETAPA 2: Materiais de referência (ambientação) do seu Desafio Profissional Nesta etapa, você deve analisar os materiais de referência e inteirar-se do conteúdo que o(a) professor(a) indicou para que você tenha mais segurança e conhecimento na hora de analisar o caso. Depois que você tiver feito a leitura e já estiver munido de mais informações, você deve eleger três aspectos do desafio proposto que sejam os mais relevantes, do seu ponto de vista, para a solução do desafio. Por exemplo: que estratégia inovadora foi usada? Que decisão polêmica ou uma atitude inesperada você localizou? Qual foi o erro do profissional que aplicou a fórmula? O que o profissional esqueceu de observar? Seu papel ativo nesta etapa é apontar esses três aspectos e justificar suas escolhas. Estudante, escreva aqui os três aspectos e justifique suas escolhas. Anote assim neste template: o que chamou atenção + por quê. 1 – Tecnologias em saúde, sendo etapas da avaliação de tecnologias em saúde, vindo chamar atenção ao crescimento constante do uso de tecnologia na saúde, provocando a melhoria e eficiência dos processos de assistência à saúde, porém, acresce a complexidade funcional dos sistemas de saúde. 2 - Inovação nos serviços de saúde, pois vem aprofundar o entendimento em inovação nos serviços de saúde, assim vem chamar atenção na inovação em saúde, sendo um campo em crescente destaque, tendo sua importância relacionada a melhorias nas condições de bem-estar da população 3 - Política de ciência, tecnologia e inovação em saúde, vindo abordar a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PCTIS), assim vem chamar atenção em assegurado o acesso da população a tecnologias efetivas e seguras, em condições de equidade. ETAPA 3: Levantamento de conceitos teóricos Aqui, você deve aproximar a teoria da prática. Seu papel ativo nesta etapa é pesquisar conceitos, autores, teorias etc., que possibilitem a compreensão da solução do desafio. Você pode usar o seu livro da disciplina ou ainda o material apresentado na etapa 2. Para isto, faça uma lista comentada de conceitos-chave, cada um explicado em duas ou três linhas. Por exemplo: Nome do conceito → definição curta → como ajuda a entender o caso. Lembre-se de que é como montar uma “maleta de ferramentas teóricas” para usar na próxima etapa. Conceitos de Tecnologias em saúde, é o conjunto de conhecimentos, ações, medicamentos, dispositivos e sistemas usados para prevenir, diagnosticar, tratar doenças e gerenciar serviços de saúde. Ela engloba desde máquinas e softwares avançados até métodos de atendimento e organização do trabalho médico (MEIRELLES, 2024). As práticas de reavaliação de tecnologias em saúde são de suma importância e seu uso como suporte aos gestores de saúde na tomada de decisão contribuem para fortalecimento do uso das tecnologias incorporadas nos sistemas de saúde e buscam uma otimização dos recursos e maiores benefícios clínicos à população. Conceitos de Inovação nos serviços de saúde, ela divide-se principalmente em inovações tecnológicas, organizacionais e de serviços, transformando a experiência do paciente e a eficiência do sistema (MEIRELLES, 2024). Assim, pode-se dizer que o acesso às tecnologias modernas/novas equivale à resolução de problemas de saúde e à promoção da qualidade de vida. O acesso às tecnologias nem sempre resulta em benefícios; e, por fim, as tecnologias não são neutras. Conceitos de Política de ciência, tecnologia e inovação em saúde, é o conjunto de diretrizes e ações do Estado voltadas para incentivar pesquisas, produzir medicamentos e equipamentos, e incorporar novas tecnologias. Ela se apoia no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e na soberania produtiva nacional (MEIRELLES, 2024). Os princípios regulamentados da inovação e da tecnologia em saúde, foi implementada a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS) como parte complementar da Política Nacional de Saúde. A política foi elaborada norteando-se pelos princípios, objetivos e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), considerando-se o exposto no Art. 200, inciso V, da Constituição Federal que estabelece as competências do SUS, inclusive quanto ao crescimento de programas de desenvolvimento científico e tecnológico em cada área de atuação (BRASIL, 2005). ETAPA 4: Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional Neste momento, você deve começar a construção da sua análise. É aqui que você vai usar sua “maleta de ferramentas” para solucionar o desafio. Seu papel ativo nesta etapa é aplicar cada conceito que julgue importante e conectá-lo com algo que acontece na situação analisada. Você fará isso por meio de uma lista de tópicos, respondendo: · Como o conceito X explica o que aconteceu na situação Y? · O que a teoria X nos ajuda a entender sobre o problema central? · Que soluções possíveis a teoria aponta (e por que elas fazem sentido)? Na Tecnologias em saúde, quando uma tecnologia em desenvolvimento é reconhecida pelos provedores de assistência à saúde como uma tecnologia estabelecida, ocorre uma mudança no seu status. Frequentemente, esta mudança ocorre quando o governo ou seguradoras decidem reembolsar os pacientes ou subsidiar como resultado de um consenso acerca de seus benefícios à saúde ou à qualidade da atenção. Estamos falando da fase de incorporação (MEIRELLES, 2024). No caso das tecnologias de baixo custo, a incorporação pode passar despercebida, no entanto, para tecnologias de utilização em larga escala ou que demandam altos custos e recursos, essa etapa é mais crítica abrindo caminho para a utilização crescente e uma atitude de maior confiança nos benefícios da tecnologia. O conhecimento dos efeitos decorrentes da utilização rotineira das tecnologias em saúde é fundamental, pois é nessa fase que os benefícios à saúde serão obtidos, recursos críticos serão necessários e efeitos adversos poderão ser detectados. Na Inovação nos serviços de saúde, novas tecnologias têm surgido como fator primordial para as empresas prestadoras de serviços de saúde, visto que o setor de saúde necessita oferecer um padrão de execução e o diferencial competitivo está diretamente ligado à percepção que o cliente tem da qualidade do serviço, principalmente pelo estado em que muitas vezes se encontra (MEIRELLES, 2024). Por meio de sistemas de informação em saúde, que é considerado um dos fatores cruciais para aumentar a produtividade, otimizar os processos internos e, até mesmo, conseguir uma redução de custos. Para começar, precisamos saber que existem pelo menos dois fatores envolvidos na informatização de uma instituição de saúde: a estratégia de negócio e a atualização tecnológica: → O primeiro fator tem relação com o posicionamento de mercado, a competitividade e a lucratividade. Quando um sistema é adquirido, ele deve gerar um retorno financeiro que viabilize a sua implementação. → O segundo fator está ligado ao obsoletismo,ou seja, a substituição de tecnologias ultrapassadas que se tornaram inviáveis, seja por incompatibilidade ou por custos com manutenção. As inovações na saúde têm como pilar a tecnologia social para ser instrumento de inclusão ao acesso e melhoria da qualidade de vida, visto que proporciona crescimento na eficiência técnica, aumento da produtividade, redução dos custos, tendo como característica o cuidado com a qualidade no atendimento. Na Política de ciência, tecnologia e inovação em saúde, o SUS norteia-se em três princípios básicos, constitucionalmente garantidos, sendo eles: a universalidade, a integralidade e a equidade. Na PNCTIS, todos os programas, pesquisas e inovações devem pautar se também nesses princípios. Especificamente na área da ciência e da tecnologia, esses princípios devem ser aplicados de forma que correspondam a esse compromisso tanto na esfera política quanto ética, direcionando a produção com a apropriação de conhecimentos e tecnologias contribuidoras para reduzir as desigualdades sociais em saúde, em conformidade com o controle social. As políticas públicas, norteiam- se por princípios, diretrizes e objetivos, interligados entre si. Definindo-se, então, os princípios básicos, acerca do respeito à vida e à dignidade das pessoas, da melhoria da saúde da população brasileira, da busca da equidade em saúde, da inclusão e controle social, do respeito à pluralidade filosófica e metodológica. Deve induzir, apoiar e promover a produção desenvolvida pelas instituições de ensino superior, institutos de pesquisa, serviços de saúde, empresas do setor produtivo, organizações não governamentais e parcerias públicas e privadas, abertas ao controle social. Além de considerar os produtores de conhecimentos técnico-científicos, a PNCTIS deve incluir as instituições envolvidas no financiamento, na distribuição e no uso das informações técnico-científicas, a saber, os gestores públicos da pesquisa científica e da política de saúde, das demais políticas públicas, os empresários do setor produtivo e representantes da sociedade civil organizada responsáveis pelo controle social (BRASIL, 2005, p.19). A ETAPA 5 É A MAIS IMPORTANTE DE TODO O PROCESSO, POIS É A ETAPA QUE SERÁ AVALIADA! ENTÃO, PRESTE MUITA ATENÇÃO! ETAPA 5 – AVALIATIVA: Redação do produto - Memorial Analítico. Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, bem estruturado e objetivo. Seu papel ativo nesta etapa é desenvolver um Memorial Analítico. Este será o produto final do Desafio Profissional, que será avaliado com nota de zero a dez e terá peso três na média final desta disciplina. Vamos reforçar o que é um memorial analítico? É basicamente você mostrando o caminho que percorreu: o que leu, como interpretou, que teorias usou, que conclusões tirou e o que aprendeu com tudo isso. Para ajudar você, segue o passo a passo do que não pode faltar no Memorial Analítico (ordem recomendada, pois cada item fará parte da composição da sua nota): · Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) – vale 1 ponto · Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? – vale 0,5 ponto · Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como eles explicam a situação. Dê exemplos diretos e contextualizados – vale 2 pontos · Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? Qual teoria apoia sua ideia? – vale 3 pontos · Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa experiência? – vale 2 pontos · Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 ponto · Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo de estudo? – vale 1 ponto Checklist rápido antes de entregar: · Meu texto não passou de 6000 caracteres. · Meus conceitos fazem sentido, e não estão só “porque sim”. · Conectei teoria + situação. · Apresentei soluções plausíveis. · Incluí referências. · Mostrei que aprendi algo. · Tenho orgulho do que escrevi. Lembre-se de que este trecho deve ser copiado e colado no campo de resposta da questão, dentro de Notas e Avaliações. Lembre-se também de salvar este documento em PDF e colocá-lo como anexo à sua resposta. Resumo: Um ecossistema de Telessaúde e e-Saúde bem implementado pode transformar o acesso à saúde, melhorar a eficiência do atendimento clínico, fortalecer a regulação dos serviços e aprimorar o monitoramento de doenças, mesmo em contextos de poucos recursos. Isso é possível através da tecnologia aliada à capacitação humana e a políticas públicas bem estruturadas. Contextualização do desafio: → Infraestrutura: Para locais com pouca internet, o uso de tecnologias de dados móveis, satélite ou parcerias com operadoras pode ser alternativo. Em relação aos custos, buscar parcerias público-privadas, uso de softwares de código aberto e editais de inovação podem ajudar a minimizar custos. → Aceitação: Campanhas de informação para usuários e incentivos para profissionais ajudam na adesão ao sistema. Análise: a implementação de um ecossistema integrado de Telessaúde e Saúde, especialmente em áreas com baixa infraestrutura e recursos limitados. Esse desafio é de extrema importância para modernizar e tornar mais eficiente o sistema de saúde pública. Propostas de solução: → A incorporação da telessaúde na teletriagem, reduz filas de espera por especialidades. Além de qualificar os atendimentos, a telessaúde torna-se uma estratégia de fortalecimento da atuação em rede – apoiando a referência e contrarreferência de paciente - e ampliação do acesso ao atendimento humanizado. → Acesso ampliado: Pacientes em áreas remotas ou com mobilidade reduzida conseguem acessar serviços de saúde especializados sem a necessidade de deslocamento. Conclusão reflexiva: Conclui-se que a telessaúde é um recurso promissor para sistemas de saúde mais acessíveis e eficientes, desde que respaldada por políticas públicas, investimentos tecnológicos e ações de inclusão digital. Referências: MEIRELLES, G. G., et al. Business Intelligence e Sistemas de Informações em Saúde / Glaciele Garcia Meirelles; Joana Rita Galvão; Leandro Tiago Sperotto. Organizador: Walter Muller Garcia Xavier. - Florianópolis, SC: Arqué, 2024. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2005. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ pnct2005.pdf. Acesso em: 15 ago. 2026. Autoavaliação: Os resultados indicam que a telessaúde fortalece a atenção primária, melhora a equidade no acesso e otimiza o cuidado de condições crônicas por meio de ferramentas como mHealth (saúde móvel), inteligência artificial e dispositivos vestíveis. E sua implementação, vem promover alta resolubilidade, satisfação entre usuários e profissionais, além de redução de custos no SUS. image1.png