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Acessibilidade e Inclusão

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Naline Favatto Matsuo
Educação Física
Inclusiva
Fonte da imagem:
ACESSIBILIDADE
O Decreto 5296/04 em seu artigo 
8º considera a acessibilidade como: 
condição para utilização, com 
segurança e autonomia, total ou 
assistida, dos espaços, mobiliários e 
equipamentos urbanos, das 
edificações, dos serviços de transporte 
e dos dispositivos, sistemas e meios de 
comunicação e informação, por pessoa 
portadora de deficiência ou com 
mobilidade reduzida.
BRASIL (2004)
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TIPOS DE 
ACESSIBILIDADE
Acessibilidade Arquitetônica
Acessibilidade Comunicacional
Acessibilidade Metodológica
Acessibilidade Instrumental
Acessibilidade Atitudinal
Acessibilidade Programática
‘A Acessibilidade’, logomarca criada pela 
ONU que representa a harmonia entre o ser 
humano e a sociedade. Com os braços 
abertos, simboliza a inclusão de pessoas 
com todas as habilidades, em todos os 
lugares.
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ACESSIBILIDADE
Acessibilidade Arquitetônica
Sem barreiras ambientais físicas em todos 
os recintos internos e externo e nos 
transportes coletivos. Piso tátil; Rampas; 
banheiros e ônibus adaptados
Dischinger e Machado (2006)
 Estacionamento: placas verticais com indicação para deficientes e
pessoas com mobilidade reduzida.
Calçadas de acesso
Piso: Piso tátil, normalmente de material antiderrapante, que indicam
os caminhos livres na academia, evitando acidentes.
Vestiários feminino e masculino: barras de ferro para que as pessoas
possam se apoiar. Espaço reservado para cadeira de rodas, muletas ou
andadores, que são utilizados pelas pessoas com deficiência.
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
Portas: As portas, principalmente as dos banheiros, devem
possuir sinalização visual e tátil. A maçaneta deve ter uma
alavanca e acabamento recurvado.
 Sanitários de uso restrito: Os sanitários de uso restrito possuem
um dispositivo de emergência perto do boxe. O mictório
também deve ter barras de apoio.
Bancadas e Corrimãos nas rampas de acesso: As rampas
deverão ter corrimãos circulares, guia de balizamento e faixa de
piso tátil de alerta de início e fim.
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ACESSIBILIDADE
Acessibilidade Comunicacional
Sem barreiras na comunicação interpessoal 
(face-face, língua de sinais, linguagem 
corporal, linguagem gestual, na 
comunicação escrita e na comunicação 
virtual). Professor Intérprete.
Dischinger e Machado (2006)
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ACESSIBILIDADE
Acessibilidade Instrumental
Sem barreiras nos instrumentos e utensílios de 
estudo (lápis, caneta, régua, teclado do 
computador, materiais pedagógicos, no esporte 
e recreação entre outros.) órteses para a escrita; 
Carteira adaptada, Máquina de escrever em 
baile; Leitor de tela; Alfabeto em Braile.
Dischinger e Machado (2006)
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
Acessibilidade programática: sem barreiras invisíveis embutidas em
políticas públicas, em regulamentos e normas de um modo geral
Acessibilidade atitudinal: por meio de programas e práticas de
sensibilização e de conscientização para a quebra de preconceito,
estereótipos e discriminações.
Acessibilidade metodológica: sem barreiras nos métodos e técnicas de
estudo (adaptações curriculares, aulas baseadas nas inteligências
múltiplas, uso de todos os estilos de aprendizagem, entre outros)
Dischinger e Machado (2006)
Fonte da imagem:
TECNOLOGIA ASSISTIVA
Fonte da imagem:
TECNOLOGIA ASSISTIVA
• Leitor e Ampliador de Tela
• Comunicação Alternativa e Aumentativa
• Alternativas para mouse e teclado
• Conversor de texto para áudio
• Conversor de fala para texto
• Facilitador de leitura na web
• Atalhos de Acessibilidade
CARACTERÍSITCADAS DEFICIÊNCIAS E 
SÍNDROMES MAIS COMUNS
Deficiência 
Auditiva
Deficiência 
Motora
Deficiência 
Intelectual
Deficiência 
Visual
Pré-natais/Congênitos
Perinatais / Durante o nascimento
Pós-natais/ Adquiridos
Fonte da imagem:
SÍNDROME DE DOWN
• Olhos puxados;
• Separação grande entre os dedos
dos pés;
• Problemas de audição e de visão;
• Cardiopatia congênita;
• Obesidade;
• Envelhecimento precoce.
Três cromossomos 
21
47 cromossomos 
Idade avançada 
da Mãe
Fatores pré-
natais/ 
congênitos
Pueschel (1993); Cooley e Graham (1991)
Fonte da imagem:
SÍNDROME DO X 
FRÁGIL
• Sexo masculino;
• Diferentes níveis de 
comprometimento intelectual.
• Face alongada e orelhas grandes
Fatores: Pré-
natais/Congênitos
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SÍNDROME DE WEST
• A partir dos dois anos de vida;
• Perda das habilidades manuais 
e desenvolvimento social.
SÍNDROME DE RETT
• A partir do terceiro mês de 
vida;
• Crises de Epilepsia.
(PAZETO et al., 2013)(KAMIYAMA; YOSHINAGA; TONHOLO-SILVA, 1993)
Fonte da imagem:
TRANSTORNO DO 
ESPECTRO AUTISTA
Déficits na comunicação e na 
interação social, além de 
comportamentos repetitivos e áreas 
restritas de interesse. 
Nível 1: necessidade de pouco apoio
Nível 2: necessidade moderada de apoio
Nível 3: muita necessidade de apoio 
substancial
Hipóteses X pesquisas 
comprovadas 
Fatores Pré-natais / 
Congênitos 
 Grande parte dos casos são comprovados 
geneticamente
 Estudo das influenciais ambientais para o 
surgimento do autismo
 O uso de telas em bebês pode levar a traços 
autistas
 Não existe causa única
(BOLTON; GRIFFITHS; PICKLES, 2002; HALL; NICHOLSON; ADILOF, 2006; TARELHO;
ASSUMPÇÃO, 2007; KOOTEN et al., 2008; WANG et al., 2009; MECCA et al., 2011;
VOLK et al., 2013).
Fonte da imagem:
HIDROCEFALIA
Acúmulo de líquido cefalorraquidiano
Fatores Pós-
natais 
Fatores
Pré-natais
Exposição a metais 
químicos;
Má nutrição da mãe; 
Infecção Uterina;
Tumores
Meningite;
Traumatismo
Nettina (2003)
Fonte da imagem:
MICROCEFALIA
• Crescimento insuficiente do 
cérebro;
• Cabeça menor que o corpo.
Fatores
Pré-natais
Exposição a metais 
químicos;
Má nutrição da mãe; 
Infecção Uterina;
Zika Vírus
(OMS, 2009)
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Ortopédica, Neurológica ou de Má formação congênita
Lesões Traumáticas Lesões Não Traumáticas
Acidente automobilísticos, acidentes 
de trabalho, armas de fogo, mergulho 
em águas rasas e quedas. 
Problemas antes e durante o nascimento, 
acidente vascular cerebral, infecções, 
tumores, entre outros
Pré-
natais/Congênitos
Perinatais / Durante o 
nascimento
Pós-natais/ 
Adquiridos
Mauerberg de Castro (2005)
Fonte da imagem:
LESÕES MOTORAS
Cervicais: membros superiores, 
inferiores e tronco
Torácicas: Tronco, membros 
inferiores
Lombares: Membros inferiores
Sacrais: membros inferiores (leve)
Mauerberg de Castro (2005)
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Paraplegia: Membros inferiores
Monoplegia: Único seguimento corporal
Hemiplegia: Um dos lados do corpo
Tetraplegia: Membros inferiores, superiores e tronco
Quadriplegia: Comprometimento total
Mattos (2008)
Fonte da imagem:
PARALISIA CEREBRAL
Pré-natais / Congênito
Pós-natais / Adquirido
Perinatais / Durante o nascimento
Associada a deficiência Intelectual ou NÃO
(ISRAEL; BERTOLDI, 2012)
Fonte da imagem:
DISTROFIA MUSCULAR AMPUTAÇÃO
Fatores Congênitos: Doenças hereditárias que se
caracterizam por uma degeneração muscular
progressiva. Uso de órteses.
Fatores Congênitos ou Adquiridos: Uso de 
próteses.
Fonte da imagem:
DEFICIÊNCIA VISUAL
Baixa visão e cegueira total
Fatores Pós-
natais 
Fatores
Pré-natais
Albinismo, 
Retinoblastoma, 
Retinose pigmentar.
Catarata, 
Descolamento de retina, 
Toxoplasmose, 
Diabetes, 
Rubéola, 
Traumatismo ocular, 
Retinopatia da 
prematuridade.
Fonte da imagem:
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
• Leve
• Moderada 
• Profunda 
• Severa
Fatores Pós-
natais 
Fatores
Pré-natais Genética
Infecciosa;
Ocupacional; 
Traumática;
Envelhecimento;
Temporária.
É extremamente importante que os profissionais 
conheçam as implicações das deficiências, não 
para caracterizar a pessoa, mas para que proponham 
atividades ricas em conteúdo e que não coloquem 
em risco sua integridade física, psíquica e social 
(Seabra Junior, 2008)
Eu recomendo...
COMO POSSO CONHECER MAIS SOBRE O 
TEMA?
Neurologista Infantil@drmarcelomasruha
Síndrome de Treacher
Collins @jonolanc

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