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EXERCÍCIOS Responsabilidade civil unid 1questionario 2

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Questões resolvidas

Em uma cirurgia plástica estética, a obrigação do médico é de resultado. No entanto, a ementa abaixo não acolhe recurso especial de paciente que pleiteia indenização:

Ementa: RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL. ERRO MÉDICO. ART. 14 DO CDC. CIRURGIA PLÁSTICA. OBRIGAÇÃO DE RESULTADO. CASO FORTUITO.EXCLUDENTE DE RESPONSABILIDADE.

1. Os procedimentos cirúrgicos de fins meramente estéticos caracterizam verdadeira obrigação de resultado, pois neles o cirurgião assume verdadeiro compromisso pelo efeito embelezador prometido.

2. Nas obrigações de resultado, a responsabilidade do profissional da medicina permanece subjetiva. Cumpre ao médico, contudo, demonstrar que os eventos danosos decorreram de fatores externos e alheios à sua atuação durante a cirurgia.

3. Apesar de não prevista expressamente no CDC, a eximente de caso fortuito possui força liberatória e exclui a responsabilidade do cirurgião plástico, pois rompe o nexo de causalidade entre o dano apontado pelo paciente e o serviço prestado pelo profissional.

4. Age com cautela e conforme os ditames da boa-fé objetiva o médico que colhe a assinatura do paciente em “termo de consentimento informado”, de maneira a alertá-lo acerca de eventuais problemas que possam surgir durante o pós-operatório.

RECURSO ESPECIAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. REsp 1180815 / MG
RECURSO ESPECIAL
2010/0025531-0 (J. 19.8.2010. Publ. 26.8.2010) Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI.
No caso acima,
a. o recurso da paciente é acolhido porque a obrigação de resultado elimina a possibilidade de excludente de responsabilidade.
b. não se acolhe recurso da paciente porque o caso fortuito exclui a responsabilidade civil, ainda que a obrigação seja de resultado.
c. o médico é sempre responsável independentemente de caso fortuito em cirurgias estéticas.
d. o termo de consentimento informado não tem valor jurídico para excluir responsabilidade.

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Questões resolvidas

Em uma cirurgia plástica estética, a obrigação do médico é de resultado. No entanto, a ementa abaixo não acolhe recurso especial de paciente que pleiteia indenização:

Ementa: RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL. ERRO MÉDICO. ART. 14 DO CDC. CIRURGIA PLÁSTICA. OBRIGAÇÃO DE RESULTADO. CASO FORTUITO.EXCLUDENTE DE RESPONSABILIDADE.

1. Os procedimentos cirúrgicos de fins meramente estéticos caracterizam verdadeira obrigação de resultado, pois neles o cirurgião assume verdadeiro compromisso pelo efeito embelezador prometido.

2. Nas obrigações de resultado, a responsabilidade do profissional da medicina permanece subjetiva. Cumpre ao médico, contudo, demonstrar que os eventos danosos decorreram de fatores externos e alheios à sua atuação durante a cirurgia.

3. Apesar de não prevista expressamente no CDC, a eximente de caso fortuito possui força liberatória e exclui a responsabilidade do cirurgião plástico, pois rompe o nexo de causalidade entre o dano apontado pelo paciente e o serviço prestado pelo profissional.

4. Age com cautela e conforme os ditames da boa-fé objetiva o médico que colhe a assinatura do paciente em “termo de consentimento informado”, de maneira a alertá-lo acerca de eventuais problemas que possam surgir durante o pós-operatório.

RECURSO ESPECIAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. REsp 1180815 / MG
RECURSO ESPECIAL
2010/0025531-0 (J. 19.8.2010. Publ. 26.8.2010) Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI.
No caso acima,
a. o recurso da paciente é acolhido porque a obrigação de resultado elimina a possibilidade de excludente de responsabilidade.
b. não se acolhe recurso da paciente porque o caso fortuito exclui a responsabilidade civil, ainda que a obrigação seja de resultado.
c. o médico é sempre responsável independentemente de caso fortuito em cirurgias estéticas.
d. o termo de consentimento informado não tem valor jurídico para excluir responsabilidade.

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RESPONSABILIDADE CIVIL
	Teste
	QUESTIONÁRIO UNIDADE II
· Pergunta 1
0,5 em 0,5 pontos
	
	
	
	Quanto aos DEFEITOS EM SERVIÇOS, considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta:
I. Os defeitos em serviços relacionam-se à prestação de serviço em qualquer modalidade, exceto de caráter trabalhista, e a insuficiência ou inadequação de informações sobre fruição e riscos.II. Conforme o CDC, é defeituoso o serviço quando não oferece a segurança que o consumidor pode dele esperar. III. Deve-se considerar modo de fornecimento ou de prestação, resultado e riscos razoáveis que se esperam do serviço e época em que foi fornecido – não se considera defeituoso pelo simples fato de adoção de novas técnicas.
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	d. I, II e III são corretas.
	
	
	
Pergunta 20,5 em 0,5 pontos
	
	
	
	Em uma cirurgia plástica estética, a obrigação do médico é de resultado. No entanto, a ementa abaixo não acolhe recurso especial de paciente que pleiteia indenização:
Ementa: RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL. ERRO MÉDICO. ART. 14 DO CDC.  CIRURGIA PLÁSTICA. OBRIGAÇÃO DE RESULTADO. CASO FORTUITO.EXCLUDENTE DE RESPONSABILIDADE.
1. Os procedimentos cirúrgicos de fins meramente estéticos caracterizam verdadeira obrigação de resultado, pois neles o cirurgião assume verdadeiro compromisso pelo efeito embelezador prometido.
2. Nas obrigações de resultado, a responsabilidade do profissional da medicina permanece subjetiva. Cumpre ao médico, contudo, demonstrar que os eventos danosos decorreram de fatores externos e alheios à sua atuação durante a cirurgia.
3. Apesar de não prevista expressamente no CDC, a eximente de caso fortuito possui força liberatória e exclui a responsabilidade do cirurgião plástico, pois rompe o nexo de causalidade entre o dano apontado pelo paciente e o serviço prestado pelo profissional.
4. Age com cautela e conforme os ditames da boa-fé objetiva o médico que colhe a assinatura do paciente em “termo de consentimento informado”, de maneira a alertá-lo acerca de eventuais problemas que possam surgir durante o pós-operatório.
RECURSO ESPECIAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. REsp 1180815 / MG
RECURSO ESPECIAL
2010/0025531-0 (J. 19.8.2010. Publ. 26.8.2010) Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI.
 No caso acima,
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. não se acolhe recurso da paciente porque o caso fortuito exclui a responsabilidade civil, ainda que a obrigação seja de resultado.
	
	
	
Pergunta 3 
	
	
	
	Quanto à responsabilidade civil nas relações de consumo, não é correto afirmar, quanto ao regime anterior ao Código de Defesa do Consumidor, que:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	e. O consumidor não tinha o ônus da prova e a responsabilidade civil do fornecedor não dependia de culpa. 
	
	
	
· Pergunta 4
	
	
	
	O Código de Defesa do Consumidor prescreve o dever especial de não colocar no mercado produtos e serviços que possam acarretar riscos à saúde e segurança do consumidor. Por conta de tal dever especial, o fornecedor não pode causar prejuízo. Não pode colocar no mercado produtos e serviços que impliquem riscos à saúde e à segurança, exceto os havidos normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição; e deve dar ao consumidor informações necessárias e adequadas a respeito do funcionamento e da potencialidade danosa.
Se não cumprir tais obrigações, o fornecedor:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. Tem responsabilidade pelo fato do produto e do serviço, e obrigação de indenizar consumidor e vítimas por causa dos defeitos nos produtos e serviços.
	
	
	
· Pergunta 5
	
	Considere as proposições abaixo:
I. Processo penal e no Conselho Regional de Ética podem correr ao mesmo tempo ou não, e a absolvição em um não obriga a absolvição em outro, e vice-versa.
II. Nem sempre que há falta ética há erro médico, mas sempre que há erro médico há falta ética.
III. O prazo prescricional para se pleitear a indenização por erro médico é o do Código Civil de 2002 – 10 Anos.
Pode-se afirmar que:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. I e II são corretas.
	
	
	
· Pergunta 6
	
	
	
	 
O Código de Hamurabi estabelecia que teria a mão cortada o médico que causasse a morte de um awilum (membro da classe social superior) ou lhe destruísse o olho. Se o morto fosse um escravo (objeto), o médico então deveria substituí-lo por outro (§§218 e 219). À época, a responsabilidade civil do médico era, então:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. Objetiva.
	
	
	
· Pergunta 7
0,5 em 0,5 pontos
	
	
	
	 
Considere as seguintes proposições:
É preciso estabelecer se houve dolo ou culpa, ou se o erro médico decorreu de caso fortuito, ou da culpa de terceiros, como o Estado, que não forneceu material ou ambiente necessário para o tratamento.
PORQUE Se não houver culpa ou dolo, não há obrigação de indenizar – a responsabilidade do médico não é objetiva.
Pode-se afirmar que:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. As duas proposições são corretas e a segunda justifica a primeira.
	
	
	
· Pergunta 8
	
	
	
	 
Não pode ser considerada uma desvantagem do seguro de responsabilidade em caso de profissional da saúde:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	e. O médico tem mais liberdade e calma ao trabalhar, não empobrece ao ter que pagar indenização: o preço é dividido por todos os membros da sociedade, que pagam os prêmios; e a vítima não corre o risco de não receber a indenização.
	
	
	
· Pergunta 9
	
	
	
	Considere as proposições que seguem:
I. O erro médico pode ensejar sanções nos âmbitos penal, civil e administrativo.
II. A responsabilidade civil do médico é objetiva, não depende de culpa, por se tratar, o paciente, de consumidor dos serviços do profissional da saúde.III. A doutrina aponta exclusivamente vantagens na contratação do seguro de responsabilidade civil por parte do médico.Pode-se afirmar que:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. Apenas I é correta.
	
	
	
· Pergunta 10
0,5 em 0,5 pontos
	
	
	
	 
Leia o texto abaixo e responda:
“A modernização, com carros mais rápidos, máquinas modernas, traz mais riscos. A vítima não pode provar a culpa. A culpa pode nem existir. Muitos danos são conexos às atividades, são inevitáveis, como mostram as estatísticas”.
O trecho acima faz referência à responsabilidade civil:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. Objetiva.

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