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Não pode ser considerada uma desvantagem do seguro de responsabilidade em caso de profissional da saúde:
Não pode ser considerada uma desvantagem do seguro de responsabilidade em caso de profissional da saúde:
a. O custo do seguro pode ser elevado para o profissional.
b. Pode haver aumento do valor do prêmio após sinistros.
c. O médico pode se sentir menos responsável por seus atos.
d. O processo de regulação de sinistros pode ser demorado.
e. O médico tem mais liberdade e calma ao trabalhar, não empobrece ao ter que pagar indenização: o preço é dividido por todos os membros da sociedade, que pagam os prêmios; e a vítima não corre o risco de não receber a indenização.
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Questões Para a Compreensão

há 4 horas

Respostas

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há 4 horas

Vamos analisar as alternativas: a) O custo do seguro pode ser elevado para o profissional. — Isso é uma desvantagem real do seguro. b) Pode haver aumento do valor do prêmio após sinistros. — Também é uma desvantagem comum. c) O médico pode se sentir menos responsável por seus atos. — É uma crítica que pode ser considerada desvantagem. d) O processo de regulação de sinistros pode ser demorado. — Também é uma desvantagem. e) O médico tem mais liberdade e calma ao trabalhar, não empobrece ao ter que pagar indenização: o preço é dividido por todos os membros da sociedade, que pagam os prêmios; e a vítima não corre o risco de não receber a indenização. — Isso é uma vantagem, não uma desvantagem. Portanto, a alternativa correta, que não pode ser considerada uma desvantagem, é a e.

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Em uma cirurgia plástica estética, a obrigação do médico é de resultado. No entanto, a ementa abaixo não acolhe recurso especial de paciente que pleiteia indenização:

Ementa: RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL. ERRO MÉDICO. ART. 14 DO CDC. CIRURGIA PLÁSTICA. OBRIGAÇÃO DE RESULTADO. CASO FORTUITO.EXCLUDENTE DE RESPONSABILIDADE.

1. Os procedimentos cirúrgicos de fins meramente estéticos caracterizam verdadeira obrigação de resultado, pois neles o cirurgião assume verdadeiro compromisso pelo efeito embelezador prometido.

2. Nas obrigações de resultado, a responsabilidade do profissional da medicina permanece subjetiva. Cumpre ao médico, contudo, demonstrar que os eventos danosos decorreram de fatores externos e alheios à sua atuação durante a cirurgia.

3. Apesar de não prevista expressamente no CDC, a eximente de caso fortuito possui força liberatória e exclui a responsabilidade do cirurgião plástico, pois rompe o nexo de causalidade entre o dano apontado pelo paciente e o serviço prestado pelo profissional.

4. Age com cautela e conforme os ditames da boa-fé objetiva o médico que colhe a assinatura do paciente em “termo de consentimento informado”, de maneira a alertá-lo acerca de eventuais problemas que possam surgir durante o pós-operatório.

RECURSO ESPECIAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. REsp 1180815 / MG
RECURSO ESPECIAL
2010/0025531-0 (J. 19.8.2010. Publ. 26.8.2010) Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI.
No caso acima,
a. o recurso da paciente é acolhido porque a obrigação de resultado elimina a possibilidade de excludente de responsabilidade.
b. não se acolhe recurso da paciente porque o caso fortuito exclui a responsabilidade civil, ainda que a obrigação seja de resultado.
c. o médico é sempre responsável independentemente de caso fortuito em cirurgias estéticas.
d. o termo de consentimento informado não tem valor jurídico para excluir responsabilidade.

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