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PECA V - ESTAGiO I Núcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: 1 AO DOUTO DA VARA CÍVEL DA COMARCA DE 2 BELO MG 3 4 AUTOS 5 6 previamente qualificada nos do pro- 7 cesso em epígrafe, vem, respeitosae tempestivament 8 te, por de que subscreve, à 9 presença de Excelência, irresignada cam a 10 presente recurso de: 11 APELAÇÃO 12 Com arrimo nos arts. 1.009 e do Código de 13 Processo Civil, cujas razões e guia de pre- 14 paro seguem acostados. Na oportunidade, pugna pela 15 dos Apelados para das con- 16 trarrazões recursais, nos termos do art. do CPC. 17 Ato contínuo, as formalidades de requer 18 que seja 0 presente ao Egrégio Tribunal de 19 do Estado de Minas Gerais, com razões para 20 devido processamento e julgamento. 21 22 Termos em que, 23 deferimento. 24 Belo data 25 Advogado OAB 26 27 EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO MiNAS 28 GERAIS 29 30 RAZÕES DO DE APELAÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I - Civil Peca VNúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: 1 APELANTE 2 APELADOS : 3 AUTOS DE ORIGEM 4 : Vara Cível da de Belo Horizonte, 5 6 Egrégio Tribunal, 7 Colenda Câmara, 8 Julgadores. 9 10 Com a devida maixima vênia enorme respeito e ad- 11 miração que de votamos em relação ao Nobre Julgador, 12 a sentença exarada pelo a quo merece ser PARCIAL- 13 MENTE REFORMADA, pelos que passamos a expor: 14 15 I DO CABIMENTO, PREPARO E TEMPESTIVIDADE 16 Inicialmente, é destacar cabimento do pre- 17 recurso face à decisão do Juízo a quo, uma vez que 18 a mesma enquadra na hipotese prevista em sede do 19 art. 1.009 do CPC, tratando-se de sentença de mérito con- 20 PARCIAL PROCEDÊNCIA da demanda aforada pela Apelante. 21 Em consigna a Apelante a tempestividade 22 do presente recurso, uma vez que escoamento do prazo 23 está datado ocasião em que recurso ora 24 étempestivo, que dentro do lapso temporal 25 fixado à espécie. 26 Lado segue necurso acompanhado da guia compro. 27 de preparo, inclusive portes, como determina 28 art. 1.007 do CPC. 29 Infere-se, assim, que 05 pressupostos extrínsecos para 30 O processamento do recurso em seus regulares efeitos ESTÁGIO SUPERVISIONADO INúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: Gabriel F. 1 encontram-se devidamente 2 3 BREVE ESCORÇO 4 A demanda em verga acerca de ação de indenização 5 por danos morais e estéticos, diante dos erros 6 profissionais de um procedimento cirúrgico 7 de abdominoplastia com lipoaspiragão realizados pelos Ape- 8 lados, cujo resultado estético ficou gravemente pre judica- 9 do, com e perda pe de abdominal signifi- 10 conforme laudo pericial. 11 da desfiguração corporal sofre a Apelante abalos 12 que ultrapassamo mero dissabor 13 Decorrida a marcha processual, 0 a quo exarou a seguin- 14 te julgando parcialmente procedente pedidos, 15 conde nando Apelados a pagar danos mora- 16 is, todavia, indeferiu pedido de danos 506 ar- 17 gumento de que estavam compreendidos na compensa- 18 ção por dano moral, tornando indispensável a 19 do presente recurso. 20 21 III DAS RAZÕES PARA REFORMA DA SENTENÇA 22 No que tange meritum causae, se faz anali- 23 sar 09 fundame em que se decisum de primeiro 24 grau, de modo a evidenciar OS motivos pelos quais se deve a 25 reforma. 26 27 3.1. Da cumulação das por dano moral e dano 28 29 Ante ao apresentado, inicial men- 30 menTe, faz-se observar que preconiza a Súmula ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Peça VNúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: 1 n° 387 do STJ, bem como do consolidado 2 pela sobre a é cabívela cumulação 3 das indenizações ações por dano moral e dano ainda 4 que derivados de um mesmo fato, mas desde que OS 5 mesmos possam ser de forma autônoma. 6 Súmula 387do STJ: É lícita a cumulação 7 das indenizações de dano e dano moral. 8 9 Portanto, conforme 0 entendimento adotado pelo Egrégio 10 Superior Tribunal de 11 É lícita a cumulação das indenizações por dano 12 e dano moral, ainda que derivados de 13 um mesmo fato, desde que passíveis de iden- 14 tificação em se parado. Precedentes. (Ag no 15 RE 1863811 /DF, Relator Ministro ANTONIO CARLOS 16 FERREIRA, Quarta Turma, julgado em 17 12/05/2023). 18 19 A pericial produzida, crivo do contraditório, 20 foi conclusiva no confirmar erros 21 pelos Apelados e principalmente resultado grave- 22 prejudicado, com perda de 23 abdominal significativa, comprovado de lau- 24 do que a deformidade é perceptivelem trajes de banho e 25 roupas com direto na e viola so- 26 cial da paciente. 27 Tal circunstância confirma que a Apelante teve sua estru- 28 tura corporal modificada, com evide nte prejuízo à sua aparên- 29 cia física e imagem social, que possibilita a identificação 30 em separado das duas modalidades de dano, tornando cabível ESTÁGIO SUPERVISIONADO I VNúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: 1 sua cumulação. 2 assim, face apresentado Apelante no âmbito 3 da apelação, TOTAL PROVIMENTO do recurso em co- 4 éa medida concernente ao caso. 5 6 IV DOS PEDIDOS 7 Em dos apresentados 8 INTEGRAL PROVIMENTO da Apelação em Tela é a medida 9 rídica que melhor se amolda ao caso em comento, reque- 10 rendo a Apelante: 11 a) Orecebime do recursoe e seu INTEGRAL PRO- 12 VIMENTO, na PARCiAL REFORMA da referida Senten- 13 em seole do primeiro grau de jurisdição, deter- 14 minando a condenagão dos Apelados ao pagamento da 15 de qua renta mil reais) a título de danos esté- 16 ticos, conforme pleiteado de de exordial. 17 provimento, pugna pela condenação dos 18 Apelados no ônus da sucumbência, com pagame nto das 19 e majoração dos hono- 20 nos Termos dos arts. do CPC. 21 Em seresta a decisão se 22 firma na mais JUSTiÇA. 23 24 Nesses termos, 25 Pugna e aguarda provimento. 26 Belo Horizonte / MG, data 27 28 OAB n° 29 30 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Peça V