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Nome: Vanessa Gomes Costa Garcia 
Matrícula:19211020120 
Polo: Itaperuna 
 
 AD1 de Educação Ambiental 
 
Atividade 1)Elabore um mapa conceitual respondendo à pergunta: 
Como o modelo de desenvolvimento baseado no extrativismo pode contribuir 
para 
O aumento das migrações e dos refugiados climáticos? 
O mapa deve conter obrigatoriamente os conceitos: 
● mudanças climáticas 
● extrativismo global 
● biodiversidade 
● justiça ambiental 
● refugiados climáticos 
● desigualdade social 
● Educação Ambiental 
● florestania 
Além dos conceitos, você deve escrever VERBOS conectando cada relação 
 
 Explicação sobre mapa: O extrativismo global impulsiona as mudanças 
climáticas e provoca a exploração biodiversidade, gerando perda de espécies 
desequilíbrios ambientais. As mudanças climáticas intensificam eventos 
extremos e a degradação dos territórios, o que agrava as desigualdades 
sociais. Comunidades mais vulneráveis, que menos contribuem para o 
problema, são as mais afetadas, sendo forçadas a migrar e tornando-se 
refugiadas. climáticas. A justiça ambiental busca garantir direitos, equidade e 
reparação. A educação ambiental forma cidadãos críticos e atuantes para 
transformar essa realidade, enquanto florestania fortalece o vínculo das 
pessoas com floresta e valoriza os modos de vida sustentáveis, propondo um 
outro modelo de desenvolvimento. 
 
Atividade 2) Escolha uma dos temas abaixo: 
● racismo ambiental; 
● mineração; 
● migração de famílias; 
● expansão de atividades extrativistas. 
Busque na internet uma notícia sobre o tema. Faça o print ou coloque aqui o 
link da notícia. 
Espaço para Link/print: https://www.cartacapital.com.br/justica/stf-
da-2-anos-para-congresso-regulamentar-mineracao-em-
terra-indigena/ 
Leia criticamente a notícia e imagine que você foi convidado(a) para participar 
de uma ação 
para mitigar e enfrentar o problema escolhido. 
Mineração 
A notícia mostra que a mineração não envolve somente uma questão 
econômica. Quando uma atividade extrativista ocorre em territórios indígenas, 
ela também envolve direitos territoriais, preservação ambiental, participação 
das comunidades e justiça ambiental. 
Um ponto importante é que os próprios povos afetados precisam participar das 
decisões que envolvem seus territórios. A exploração dos recursos naturais não 
deve ser pensada apenas a partir do lucro ou da quantidade de minério que 
pode ser retirada. É necessário considerar os impactos sobre a cultura, a 
biodiversidade, a água, o modo de vida e o futuro dessas comunidades. 
Sua tarefa é elaborar um plano de ação contendo: 
1. (0,5 pontos) duas ações ecológicas; 
 
Recuperação das áreas degradadas: realizar programas de recuperação 
ambiental, com replantio de espécies nativas, recuperação do solo e 
monitoramento da qualidade da água. 
 
 Proteção dos rios e da biodiversidade: aumentar a fiscalização das 
áreas mineradas e proteger nascentes, rios e áreas de importância 
ecológica, evitando novos danos ambientais. 
 
2. (0,5 pontos) duas ações sociais; 
 
Participação das comunidades: garantir que as populações diretamente 
afetadas participem das decisões sobre os projetos de mineração, com 
acesso às informações e possibilidade real de manifestação. 
 Apoio às famílias afetadas: oferecer assistência social, apoio à 
geração de renda e acompanhamento às famílias que sofrerem impactos 
econômicos, territoriais ou sociais provocados pela atividade. 
3. (0,5 pontos) duas ações educativas escolares; 
https://www.cartacapital.com.br/justica/stf-da-2-anos-para-congresso-regulamentar-mineracao-em-terra-indigena/
https://www.cartacapital.com.br/justica/stf-da-2-anos-para-congresso-regulamentar-mineracao-em-terra-indigena/
https://www.cartacapital.com.br/justica/stf-da-2-anos-para-congresso-regulamentar-mineracao-em-terra-indigena/
 Projetos de Educação Ambiental: desenvolver projetos sobre mineração, 
biodiversidade, impactos ambientais, justiça ambiental e alternativas de 
desenvolvimento sustentável. 
 Aproximação com a comunidade: promover palestras, debates e atividades 
com pesquisadores, moradores, lideranças comunitárias e representantes dos 
povos tradicionais, permitindo que os estudantes conheçam diferentes 
perspectivas sobre o problema. 
4. (0,5 pontos) duas políticas públicas necessárias para enfrentar o 
problema. 
 
Fortalecimento da fiscalização ambiental: aumentar a fiscalização das 
atividades mineradoras e garantir estudos de impacto ambiental 
independentes e participação efetiva das comunidades atingidas. 
 Fundo para recuperação socioambiental: criar mecanismos públicos para 
garantir recursos destinados à recuperação de áreas degradadas e ao 
atendimento das comunidades afetadas, incluindo investimentos em saúde, 
educação, infraestrutura e geração de renda. 
Ao final, explique: 
(1 ponto) Em que aspectos sua proposta rompe com a lógica do extrativismo 
global? 
A proposta rompe com a lógica do extrativismo global porque coloca as 
pessoas, os territórios e a natureza no centro das decisões, e não apenas o 
lucro econômico. Em vez de considerar o território somente como uma fonte de 
recursos minerais, a proposta reconhece que nele existem biodiversidade, 
cultura, histórias, comunidades e modos de vida que precisam ser respeitados. 
Também existe uma mudança na forma de pensar o desenvolvimento: em vez 
de simplesmente extrair, explorar e depois reparar os danos, a ideia é prevenir 
os impactos, garantir participação social, proteger os territórios e buscar formas 
de desenvolvimento que respeitem os limites ambientais. 
 
Atividade 3 (2,0 pontos) 
Escreva um texto autoral de 20 a 30 linhas respondendo: 
A ideia de florestania representa apenas uma estratégia de conservação 
ambiental ou propõe uma forma de compreender as relações entre seres 
humanos e natureza? 
Utilize argumentos baseados nos textos e nas discussões da disciplina. 
Elabore um texto com citações das referências bibliográficas (básicas e 
complementares) indicadas na disciplina de Educação Ambiental e mencione 
qual(is) a(s) aula(as) da disciplina você se baseou para incluir a referência e o 
debate. 
 
A florestania, ao meu entender, representa muito mais do que uma simples 
forma de conservar as florestas e proteger os recursos naturais. 
Ela propõe uma maneira diferente de compreender a relação entre os seres 
humanos, a natureza e os territórios onde as pessoas vivem. 
Nesse sentido, a floresta não deve ser vista apenas como uma fonte de 
madeira, alimentos, minérios ou outros recursos que podem ser explorados 
economicamente. 
Ela também representa um espaço de vida, cultura, trabalho, memória, 
identidade e conhecimento para muitas comunidades. 
Por isso, pensar em florestania significa reconhecer que as pessoas fazem 
parte da natureza e que suas ações interferem diretamente no equilíbrio 
ambiental. 
Um aspecto importante dessa ideia é a valorização dos povos e comunidades 
tradicionais que vivem e dependem dos territórios naturais. 
Essas populações possuem conhecimentos construídos ao longo de gerações 
sobre as plantas, os animais, a água, o solo e as formas de utilizar os recursos 
sem necessariamente destruir o ambiente. 
Valorizar esses conhecimentos também significa respeitar os direitos dessas 
comunidades e permitir que elas participem das decisões relacionadas aos 
seus próprios territórios. 
Essa participação é importante porque muitas decisões sobre exploração dos 
recursos naturais acabam sendo tomadas sem considerar suficientemente 
quem vive nesses lugares. 
A florestania também faz uma crítica ao modelo de desenvolvimento baseado 
na exploração excessiva da natureza e no extrativismo. 
Quando os recursos naturais são retirados pensando principalmente no lucro, 
podem ocorrer desmatamento, perda da biodiversidade, poluição e degradação 
dos territórios. 
Além dos impactos ambientais, essas situaçõespodem aumentar as 
desigualdades sociais e prejudicar principalmente as populações que possuem 
menos condições de se proteger desses problemas. 
Por isso, a florestania também está relacionada à ideia de justiça ambiental e à 
busca por uma sociedade mais equilibrada. 
Nesse contexto, a Educação Ambiental possui um papel muito importante, pois 
pode ajudar a desenvolver uma visão mais crítica sobre a relação entre 
sociedade, economia e natureza. 
Ela pode estimular a participação das pessoas, o respeito aos diferentes 
modos de vida e a busca por alternativas que diminuam os impactos 
ambientais. 
Dessa forma, a preservação deixa de ser entendida apenas como a criação de 
áreas protegidas e passa a envolver também educação, cidadania, participação 
e responsabilidade coletiva. 
Assim, considero que a florestania representa uma nova maneira de 
compreender a relação entre os seres humanos e a natureza. 
Ela nos leva a perceber que preservar não significa simplesmente impedir a 
utilização dos recursos naturais, mas aprender a utilizá-los de maneira 
responsável e respeitosa. 
Mais do que conservar a floresta, a florestania valoriza a vida, a biodiversidade, 
os territórios, os conhecimentos tradicionais e os direitos das comunidades. 
Por isso, acredito que essa proposta contribui para pensarmos em um modelo 
de desenvolvimento mais justo, sustentável e comprometido com as futuras 
gerações. 
Referências bibliográficas: 
L864e 
Lopes, Alexandre Ferreira. 
 Educação ambiental. V. 1 / Alexandre Ferreira Lopes; Déia Maria 
Ferreira; Laísa Ferreira dos Santos. – Rio de Janeiro : Fundação 
CECIERJ, 2008. 
208p.; 21 x 29,7 cm. 
ISBN: 85-7648-212-6 
1. Educação ambiental. 2. Acidentes ambientais. I. Ferreira, Déia 
 Maria. II. Santos, Laísa Ferreira dos. III. Título. 
 CDD: 363.7 
Aulas baseadas 8 e 9.

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