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Anatomia e Histologia do 
Periodonto
Profa Amanda dos Santos Disciplina: Periodontia I
Literatura recomendada
- Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral
Parte 1: Anatomia
Cap 1: Anatomia dos Tecidos Periodontais
Jan Lindhe, Thorkild Karring e Maurício Araújo
- Periodontia Clínica 
Parte 2: O Periodonto Normal
Cap 4: A Gengiva 
Joseph P. Fiorellini, David M. Kim e Satoshi O. Ishikawa
Cap 5: As Estrurturas de Suporte do Dente
Joseph P. Fiorellini, David M. Kim e Satoshi O. Ishikawa
Periodonto = ao redor do dente
Profa. Amanda dos Santos
Periodonto é a unidade 
formada por:
• Gengiva
• Ligamento Periodontal
• Cemento Radicular
• Osso Alveolar
Periodonto
Profa. Amanda dos Santos
Gengiva
Ligamento Periodontal
Osso Alveolar 
propriamente dito
Cemento Radicular
Processo 
Alveolar
Periodonto
de 
Proteção
Periodonto 
de 
Sustentação
Periodonto
Profa. Amanda dos Santos
Periodonto
PROTEÇÃO
SUSTENTAÇÃO
Macro
• Gengiva Marginal Livre
• Gengiva Inserida
• Gengiva Interproximal
Micro
Epitélio
Conjuntivo
Macro e Micro
• Ligamento Periodontal
• Cemento Radicular
• Osso Alveolar
Profa. Amanda dos Santos
(Gengiva)
Inserir o dente no alvéolo;
Manter a integridade dos tecidos 
periodontais através do selamento 
entre ambiente interno e externo.
Funções do Periodonto
ORIGEM DOS TECIDOS PERIODONTAIS
Órgão do esmalte: Esmalte
Papila dentária: Polpa e dentina
Folículo dentário: Cemento, Osso Alveolar, Ligamento Periodontal
Profa. Amanda dos Santos
Periodonto
PROTEÇÃO
SUSTENTAÇÃO
Macro
• Gengiva Marginal Livre
• Gengiva Inserida
• Gengiva Interproximal
Micro
Epitélio
Conjuntivo
Macro e Micro
• Ligamento Periodontal
• Cemento Radicular
• Osso Alveolar
Profa. Amanda dos Santos
(Gengiva)
Mucosa oral é dividida em:
• Mucosa mastigatória: gengiva e palato duro
• Mucosa especializada: dorso da língua (paladar)
• Mucosa de revestimento: mucosa alveolar
Anatomia Macroscópica
Profa. Amanda dos Santos
Mucosa oral é dividida em:
• Mucosa mastigatória: gengiva e palato duro
• Mucosa especializada: dorso da língua (paladar)
• Mucosa de revestimento: mucosa alveolar
Anatomia Macroscópica
Profa. Amanda dos Santos
Gengiva 
É a parte da mucosa mastigatória que cobre o processo alveolar e circunda a 
porção cervical dos dentes. 
Características Clínicas:
Cor
Forma (volume e contorno)
Posição
Aspecto superficial (pigmentação)
Consistência
Sulco gengival
Profa. Amanda dos Santos
Gengiva
Gengiva Marginal Livre 
Gengiva Inserida
Gengiva Interproximal 
(Papila Interdental)
Gengiva 
Profa. Amanda dos Santos
Anatomia Macroscópica:
Em direção à coroa, termina na 
MARGEM GENGIVAL LIVRE ;
No sentido apical é contínua com a 
MUCOSA ALVEOLAR / DE 
REVESTIMENTO;
LINHA /JUNÇÃO MUCOGENGIVAL.
Gengiva 
Profa. Amanda dos Santos
Gengiva Marginal Livre
• Cor rósea
• Superfície opaca
• Consistência firme
• Compreende o tecido gengival nas 
faces V e L/P dos dentes
• Se estende da margem gengival em 
direção apical até o sulco gengival 
(ranhura gengival livre).
Profa. Amanda dos Santos
Sulco Gengival: 
• Arredondado
• Pequena invaginação 
entre o dente e a gengiva
• Somente observável em 
1/3 dos casos
• Espaço formado entre o 
dente e a gengiva, em 
média de 1 a 3 mm, 
frouxo, se desprende com 
jato de ar.
Profa. Amanda dos Santos
Ranhura Gengival:
• Linha imaginária entre o fundo do sulco 
gengival e a superfície gengival visível 
oposta a ele (ao nível correspondente a 
JCE)
• 30-40% dos adultos
• Mais freqüente incisivos e pré-molares 
inferiores.
Profa. Amanda dos Santos
Gengiva Interproximal (Papila Interdental)
Sua forma é determinada 
pelas relações de contato 
interproximal entre os 
dentes.
Dentes anteriores: 
piramidal;
Dentes posteriores: 
achatada no sentido V/L.
Profa. Amanda dos Santos
COL: região interdental 
que separa as papilas V e 
L/P. Mais evidente em PM 
e molares.
Não queratinizado.
Profa. Amanda dos Santos
Gengiva Inserida
Delimitação:
Região da coroa: Ranhura Gengival
Região apical: Junção mucogengival
Apresenta:
Textura firme e cor rosa coral
Pequenas depressões que lhe 
conferem aspecto de “Casca de 
laranja” (40%).
Profa. Amanda dos Santos
• Firmemente aderida ao OSSO
ALVEOLAR subjacente e ao CEMENTO
por meio de fibras do tecido
conjuntivo.
• Imóvel em relação ao tecido 
subjacente.
• Sua largura pode variar entre 1 a 9mm
Profa. Amanda dos Santos
Fenótipo Gengival
São as características visíveis e 
mensuráveis dos tecidos 
gengivais em um indivíduo. 
• Espessura da gengiva
• Largura da mucosa 
ceratinizada 
• Forma do contorno gengival 
• Presença de recessões ou 
inflamações.
Fenótipo Fino Fenótipo Espesso
Mucosa Alveolar
• Vermelho mais escuro
• Localizada apicalmente à 
junção mucogengival 
• Ligação frouxa com o osso 
subjacente. 
• Em contraste com a gengiva 
inserida, a mucosa alveolar é 
móvel em relação ao tecido 
subjacente.
Profa. Amanda dos Santos
Epitélio + Tecido Conjuntivo
Fronteira entre o epitélio e o tecido 
conjuntivo tem um curso ondulado;
Porções do tecido conjuntivo que se 
projetam no epitélio se chamam 
Papilas de Tecido Conjuntivo;
As papilas de tecido conjuntivo se 
separam umas das outras pelas 
Cristas Epiteliais.
Tecido 
Conjuntivo
Epitélio 
Oral
Papilas do 
Tecido 
Conjuntivo
Cristas 
Epiteliais
Anatomia Microscópica (Histologia)
Gengiva 
Profa. Amanda dos Santos
Histologia do Periodonto
Profa. Amanda dos Santos
5 1
2
3
4
Papilas do tecido conjuntivo que se projetam no epitélio são chamadas
papilas de tecido conjuntivo e são separadas umas das outras por cristas
epiteliais.
Profa. Amanda dos Santos
Epitélio Gengival
O epitélio que cobre a gengiva livre 
pode ser diferenciado da seguinte 
maneira:
• Epitélio Oral: voltado para a 
cavidade oral
• Epitélio Oral Sulcular : voltado para 
o dente, sem entrar em contato 
com a superfície do dente
• Epitélio Juncional: fornece contato 
entre a gengiva e o dente
Corte histológico da composição da 
gengiva e a área de contato entre esta e 
o esmalte
Desenho esquemático do corte 
histológico descrevendo a composição 
da gengiva e a área de contato entre 
esta e o esmalte
Epitélio oral sulcular
Epitélio 
juncional
Tecido 
conjuntivo
Osso
Epitélio 
oral
Profa. Amanda dos Santos
Epitélio Oral
• Epitélio Escamoso, Estratificado e Queratinizado
• Proteção e defesa
• Cristas epiteliais
Camada de células 
mais superficial 
constituída por 
células planas 
parecidas com 
escamas 
(QUERATINÓCITO)
Dividido em 
camadas
Epitélio 
Oral
- Camada Basal : renovação 
epitelial
- Membrana Basal : separa 
células basais do 
epitélio e tecido 
conjuntivo
lâmina lúcida
lâmina densa
fibrilas de ancoragem
Profa. Amanda dos Santos
Células do Epitélio Oral
• Queratinócitos (90%): produz queratina
• Melanócitos: sintetizam pigmentos
• Células de Langerhans: Defesa da mucosa oral
• Células de Merkel: Função sensorial
• Células inflamatórias: Neutrófilos, Linfócitos e 
Plasmócitos
Chamadas “Células 
Claras” ou
Não queratinócitos 
Profa. Amanda dos Santos
Renovação Epitelial
Queratinócitos
• Aumento do no de tonofilamentos no citoplasma
• Aumento do no de desmossomos
• Diminuição do número de organelas
• Grânulos de cerato-hialina e glicogênio
Turnover 4-7 dias
Profa. Amanda dos Santos
Composto por quatro camadas:
1. Camada Basal (estrato basal ou estrato 
germinativo)
2. Camada de Células Espinhosas (estrato 
espinhoso)
3. Camada de Células Granulares (estrato 
granuloso)
4. Camada de Células Queratinizadas (estrato 
córneo)
1 2 3 4
Profa. Amanda dos Santos
Epitélio Sulcular
• Epitélio escamoso estratificado não 
queratinizado
• Reveste o sulco gengival
• Cristas epiteliais e queratinização próximo
ao epitélio oral
• Não queratinizado e sem cristas epiteliais
próximo ao epitélio juncional
• Se estende do limite coronal do epitélio 
juncional à crista da gengiva marginalEpitélio 
Sulcular
Profa. Amanda dos Santos
Atua como uma membrana semipermeável através da qual 
produtos bacterianos passam da gengiva para o fluido gengival e 
tecidual penetrando no sulco.
Epitélio Juncional
• Colarinho de epitélio escamoso estratificado não 
queratinizado;
• Promove a adesão da gengiva ao dente;
• Aderência fraca, a base de hemidesmossomos;
• Não possui cristas epiteliais;
• Não queratinizado;
• Mais delgado;
• Menor número de células;
• Comprimento: 0,25 a 1,35mm.
Profa. Amanda dos Santos
Epitélio Juncional Possui:
• células maiores
• espaços intercelulares mais largos
• menos desmossomos
Epitélio Juncional X Epitélio Oral X Epitélio do Sulco
Profa. Amanda dos Santos
Tecido Conjuntivo Gengival / Lâmina Própria
Componente tecidual predominate da gengiva: Tecido Conjuntivo (lâmina 
própria)
Constituintes:
• Fibras colágenas (60%) e fibroblastos (5%)
• Vasos e Nervos (35%)
• Mastócitos e Macrófagos: protegem o tecido contra 
alguma invasão bacteriana
• Células inflamatórias: Neutrófilos, Linfócitos e 
Plasmócitos
• Arteríolas 
• Vasos do Ligamento Periodontal
Profa. Amanda dos Santos
Rete Pegs: 
interação do conjuntivo 
com epitélio
Profa. Amanda dos Santos
Fibras do Tecido Conjuntivo:
• Fibras Colágenas (predominates)
• Fibras Reticulínicas: próximo a vasos e 
 nas interface epitélio-conjuntivo
• Fibras Oxitalânicas: gengiva e LP
• Fibras Elásticas: vasos sanguíneos/ mucosa oral
Fibras Circulares 
Fibras Dentogengivais
Fibras Transeptais
Fibras Dentoperiosteais
De acordo com sua 
inserção e percurso 
no tecido
Profa. Amanda dos Santos
• Conectam a gengiva ao 
dente;
• Fornecem rigidez 
gengival;
• Estão presentes na 
inserção conjuntiva.
Fibras 
Colágenas
Profa. Amanda dos Santos
(CF)
(DGF)
(DPF)
(TF)
Unidade dentogengival
Epitélio Juncional + Fibras do Tecido Conjuntivo
Adesão da gengiva 
à superfície 
dentária
Profa. Amanda dos Santos
Espaço Biológico
Sulco Gengival: 0.69 mm
Epitélio Juncional: 0.97 mm
Inserção Conjuntiva: 1.07 mm
(Gargiulio et al., 1961)
+ ou - 2,73mm
Profa. Amanda dos Santos
Periodonto
PROTEÇÃO
SUSTENTAÇÃO
Macro
• Gengiva Marginal Livre
• Gengiva Inserida
• Gengiva Interproximal
Micro
Epitélio
Conjuntivo
Macro e Micro
• Ligamento Periodontal
• Cemento Radicular
• Osso Alveolar
Periodonto de Sustentação
• Ligamento Periodontal
•Cemento Radicular
•Osso alveolar
Profa. Amanda dos Santos
Ligamento Periodontal 
• Tecido conjuntivo macio 
• Ricamente vascularizado e celular
• Circunda as raízes dos dentes
• Une o cemento radicular ao osso
 alveolar 
• Separado da gengiva por fibras
 colágenas que unem a crista do 
osso alveolar à raiz
• Essencial para a mobilidade do dente
Ligamento
periodontal
Gengiva
Osso 
alveolar
Largura 
+ ou – 0,2mm 
Profa. Amanda dos Santos
Funções do Ligamento Periodontal
• Suporte: pressão na coroa
• Sensorial: mecanismo proprioceptor
• Nutritiva: vasos sanguíneos fornecem material nutritivo às células do LP
• Protetora: limita os movimentos mastigatórios amortecendo os traumas 
da mastigação
• Homeostática: células do LP reabsorvem e sintetizam a substância 
extracelular do tecido conjuntivo do LP, cemento e osso alveolar.
tração no cemento e osso alveolar
Profa. Amanda dos Santos
• Fibras da Crista Alveolar (1): unido ao 
cemento logo abaixo da junção 
amelocementária, dirige-se 
apicalmente e para fora, para inserir-
se na crista alveolar .
• Fibras Horizontais (2): situado 
apicalmente ao grupo da crista 
alveolar, dirige-se em ângulo reto em 
relação ao longo eixo da raiz, desde o 
cemento até o osso alveolar.
• Fibras Oblíquas (3): são os feixes mais 
numerosos, têm direção oblíqua no 
sentido cervical do cemento para o 
osso alveolar.
• Fibras Interradiculares (4): 
encontrado nos dentes multiradicu
-lares, dirigem-se da crista do septo 
interradicular para a bifurcação dos 
dentes multirradiculados.
• Fibras Apicais: irradiando-se 
desde o cemento em torno do ápice 
da raiz, para o osso.
Fibras de Sharpey
• São feixes de fibras colágenas que fixam o dente ao osso alveolar.
• Elas são um componente principal do ligamento periodontal e 
desempenham um papel crucial na estabilidade dos dentes.
Profa. Amanda dos Santos
Células do Ligamento Periodontal
• Células mesenquimais indiferenciadas, macrófagos, plasmócitos, 
mastócitos
• Células de síntese: fibroblastos, cementoblastos e osteoblastos
• Osteoclastos e os odontoclastos.
Fibroblastos
Principal célula do ligamento
periodontal devido ao alto índice
de renovação do mesmo.
Células epiteliais de Mallassez ou
Restos de Mallassez (remanescentes da
Bainha epitelial de Hertwig): Aparecem
no ligamento como cordões
entrelaçados ou em pequenos
agrupamentos junto a superfície do
cemento.
Profa. Amanda dos Santos
Cemento Radicular
• Tecido conjuntivo mineralizado contendo colágeno
que recobre a dentina da raiz.
• Deposição contínua ao longo da vida
•Contíguo com o ligamento periodontal do qual
obtém nutrição
• Não vascularizado
• Principal componente mineral é a hidroxiapatita.
Profa. Amanda dos Santos
Funções Do Cemento Radicular:
• Fornecer um meio de inserção das fibras colágenas que unem o dente 
ao osso alveolar;
• Compensar o desgaste oclusal através do seu crescimento contínuo;
• Capacitar através do seu crescimento contínuo, fenômenos tais como: 
erupção, mesialização fisiológica e movimentos ortodônticos;
• Possibilita o contínuo rearranjo das fibras do ligamento;
• Função de reparação: o cemento serve como maior tecido reparador 
para as superfícies das raízes. 
Profa. Amanda dos Santos
Sistema de Fibras
Extrínseco: perpendiculares ao cemento 
FIBRAS DE SHARPEY
Representam uma continuação das fibras principais do ligamento periodontal e do 
tecido conjuntivo supra-alveolar.
As fibras de Sharpey constituem o sistema de fibras extrínsecas do cemento. São 
produzidas por fibroblastos do ligamento periodontal.
Intrínseco: paralelas ao cemento. 
O sistema de fibras intrínsecas do cemento são produzidas por cementoblastos e
composto por fibras dispostas mais ou menos paralelamente ao longo eixo do
dente.
Profa. Amanda dos Santos
Osso Alveolar
O osso alveolar ou processo alveolar é a porção da maxila e da mandíbula que 
forma e suporta os alvéolos dentários.
Tem função de distribuir e absorver as forças geradas pela mastigação e pelos 
demais contatos.
Consiste de:
Porção externa de osso cortical (COMPACTA 
EXTERNA)
Parede interna do alvéolo (osso alveolar 
propriamente dito) (COMPACTA INTERNA)
Trabéculas medulares entre as duas camadas 
compactas. (OSSO TRABECULAR OU MEDULAR)
Profa. Amanda dos Santos
Osso cortical
• 85% do total do osso
do organismo
• 3% de taxa de
renovação anual
• Função mecânica e de
Proteção
Osso trabecular
• 15% do total do osso
do organismo
•Taxa de renovação
muito mais elevada: 25%
• Função metabólica
Profa. Amanda dos Santos
Osso Alveolar
O osso alveolar é formado quando o dente erupciona para 
promover inserção para o ligamento periodontal em 
formação. 
Quando o dente é perdido, desaparece gradualmente.
MAXILA
Mais espesso na palatina
MANDÍBULA
Incisivos e PM: mais fino na vestibular e espesso na lingual
Molares: espesso na vestibular e fino na lingual de molares
Profa. Amanda dos Santos
REVESTIMENTO
A superfície externa do osso alveolar é
revestida por uma zona de tecido não
mineralizado chamada de OSTEÓIDE ,
onde se encontram as células
responsáveis pela formação óssea
(osteoblastos).
PERIÓSTEO: membrana de
tecido conjuntivo denso, muito
fibroso que reveste a superfície
externa do osso. Serve como
ponto de fixação para músculos
e contem vasos sanguíneos que
nutrem o osso subjacente.
ENDÓSTEO: interior da
cavidade medular do osso,
revestido por tecido conjuntivo.
É formado por fibras reticulares
e osteoblastos.
Profa. Amanda dos Santos
Células do Osso Alveolar
Osteoblasto - osteóide
Osteócito - comunicação por canalículos
Osteoclasto- localiza-senas lacunas de Howship.
SISTEMA DE HAVERS
CANAIS DE VOLKMAN
Profa. Amanda dos Santos
O Sistema de Havers (ou ósteon)
e os canais de Volkmann formam
a rede de transporte interno do
osso compacto. Eles levam
sangue, oxigênio e nutrientes
para as células ósseas.
Remodelação Óssea
OSTEOBLASTOS E OSTEOCLASTOS
A regulação desse processo envolve hormônios e fatores locais que regulam a 
geração e atividade de células ósseas diferenciadas.
Paratormônio, calcitonina, vitamina D, andrógenos, estrógenos, fatores de 
crescimento (tgf-beta, ilgf), citocinas (interleucinas), prostaglandinas, nutrição, 
fatores mecânicos.
Profa. Amanda dos Santos
Fenestração e Deiscência
Áreas de desnudamento radicular, onde há perda do osso alveolar
Defeitos que acontecem em 20% dos dentes.
Ocorrem mais frequentemente na face vestibular.
São mais observadas nos dentes anteriores.
Geralmente são bilaterais.
Causas: raízes volumosas, má posição dentária, 
tábua óssea estreita
Deiscência
Fenestração
DeiscênciaFenestração
Dúvidas? 
Obrigada pela atenção!
Email: amanda.sasantos@professores.estacio.br
	Slide 1: Anatomia e Histologia do Periodonto
	Slide 2: Literatura recomendada
	Slide 3: Periodonto = ao redor do dente
	Slide 4: Periodonto
	Slide 5: Periodonto
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9: Anatomia Macroscópica
	Slide 10: Anatomia Macroscópica
	Slide 11: Gengiva 
	Slide 12: Gengiva 
	Slide 13
	Slide 14: Gengiva Marginal Livre
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17: Gengiva Interproximal (Papila Interdental)
	Slide 18
	Slide 19: Gengiva Inserida
	Slide 20
	Slide 21: Fenótipo Gengival
	Slide 22: Mucosa Alveolar
	Slide 23: Anatomia Microscópica (Histologia)
	Slide 24: Histologia do Periodonto
	Slide 25
	Slide 26: Epitélio Gengival
	Slide 27: Epitélio Oral
	Slide 28: Células do Epitélio Oral
	Slide 29: Renovação Epitelial
	Slide 30
	Slide 31: Epitélio Sulcular
	Slide 32: Epitélio Juncional
	Slide 34: Epitélio Juncional X Epitélio Oral X Epitélio do Sulco
	Slide 35: Tecido Conjuntivo Gengival / Lâmina Própria
	Slide 37
	Slide 38: Fibras do Tecido Conjuntivo:
	Slide 39: Fibras Colágenas
	Slide 40: Unidade dentogengival
	Slide 41: Espaço Biológico
	Slide 42
	Slide 43: Periodonto de Sustentação
	Slide 44: Ligamento Periodontal 
	Slide 45: Funções do Ligamento Periodontal
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51: Fibras de Sharpey
	Slide 52: Células do Ligamento Periodontal
	Slide 53
	Slide 55: Cemento Radicular
	Slide 56: Funções Do Cemento Radicular:
	Slide 57: Sistema de Fibras 
	Slide 58: Osso Alveolar
	Slide 59
	Slide 60: Osso Alveolar
	Slide 61
	Slide 62: Células do Osso Alveolar
	Slide 63: Remodelação Óssea 
	Slide 64: Fenestração e Deiscência 
	Slide 65
	Slide 66: Obrigada pela atenção!