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Interpretações na prática com imagens!
GUIA DE RADIOGRAFIA
NA EMERGÊNC
O QUE TODO MÉDICO PRECISA SABER
Este guia é para médicos(as) que trabalham no departamento
de emergência e que necessitam de conhecimento de
interpretação de radiografia de forma prática.
1º EDIÇÃO
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AVISO
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de violação de direitos autorais, previsto no artigo 184 do Código
Penal, e pode resultar em pena de detenção de 3 meses a 1 ano,
ou aplicação de multa.
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crime sujeito a penalidades legais.
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AVISO
A Medicina está em constante evolução, e é fundamental seguir
os protocolos de segurança. No entanto, novas pesquisas e testes
clínicos podem demandar revisões nesses protocolos.
Tratamentos e procedimentos podem precisar de ajustes. É
essencial que os leitores consultem as informações fornecidas
pelos fabricantes de cada medicamento, como dosagem, modo
de uso, duração da administração, contraindicações e possíveis
efeitos adversos. Cabe ao médico, com base em sua experiência
e no conhecimento específico do paciente, definir a dosagem e o
tratamento mais adequados para cada situação. Os autores e
editores deste material não se responsabilizam por possíveis
erros, omissões ou consequências decorrentes da aplicação das
informações aqui contidas.
Este produto é exclusivo para profissionais de saúde. Exercitar
atividades reguladas pelos conselhos profissionais sem a
habilitação adequada é ilegal.
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RADIOGRAFIA DE TÓRAX
RADIOGRAFIA DE ABDOME
1.Princípios inicias sobre a Radiografia de Tórax
Como analisar se a radiografia está adequada?
Método “RIP”
Avaliando a Rotação
Avaliando a Inspiração
Avaliando a Penetração
Check-list da Radiografia de Tórax
As 7 perguntas essenciais em PA.
As 4 perguntas essenciais em Perfil.
2.Patologias na Prática
Aneurisma de Aorta
Atelectasia
Cardiomegalia e Edema Agudo de Pulmão
Derrame Pleural
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Hemotórax
Hérnia de Hiato
Pneumectomia
Pneumomediastino
Pneumonia
Pneumotórax
Tórax Instável
Tuberculose
1.Principios inicias sobre a Radiografia de Abdome
Qual o real papel da Radiografia de Abdome na Emergência?
Quando é útil?
2.Patologias na Prática
Obstrução do Intestino Delgado
Obstrução do Intestino Grosso
Perfuração Intestinal (Pneumoperitôneo)
Volvo Cecal
Volvo de Sigmóide
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ÍNDICE CLICÁVEL
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RADIOGRAFIA NO TRAUMA - MEMBROS SUPERIORES
1.Principios na Radiografia Musculoesquelética
2.Fraturas e Luxações
Clavícula
Anatomia normal e incidências
Fraturas
Articulação Acrômio-clavicular
Anatomia normal e incidências
Luxação
Articulação Glenoumeral
Anatomia normal e incidências
Luxação anterior
Luxação posterior
Cotovelo
Anatomia normal e incidências
Fraturas e Luxação
Antebraço (Rádio e Ulna)
Anatomia normal e incidências
Fratura de Colle
Fratura de Smith
Fratura de Monteggia
Fraturas de antebraço na infância (Greenstick | Torus)
Punho e Dedos
Anatomia normal e incidências
Fratura de Escafóide
Fratura de Piramidal
Fratura de Hamato
Fraturas de Quirodáctilos
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RADIOGRAFIA NO TRAUMA - MEMBROS INFERIORES
1.Fraturas e Luxações
Quadril e Fêmur proximal
Anatomia normal e incidências
Fraturas do Colo do Fêmur
Fratura Transtrocantérica
Luxação de Quadril
Diáfise do Fêmur
Anatomia normal e incidências
Fraturas
Joelho
Anatomia normal e incidências
Fratura de Platô tibial
Fratura de Patela
Variações anatômicas importantes
Tíbia e Fíbula
Anatomia normal e incidências
Fratura de Tíbia e Fíbula
Fratura de Toddler
Tornozelo
Anatomia normal e incidências
Fratura Bimaleolar
Calcâneo
Anatomia normal e incidências
Fraturas
Pés e Pododáctilos
Anatomia normal e incidências
Fraturas
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RADIOGRAFIA NO TRAUMA - ESQUELETO AXIAL
1. Crânio
Anatomia normal e incidências
Fraturas de Crânio
2. Face
Anatomia normal e incidências
Linhas de McGringor-Campobell
Fraturas de Face
Zigomático
Tripod
Blowout e TearDrop
3. Mandíbula
Anatomia normal e incidências
Fraturas
4.Coluna Cervical
O que você precisa saber sobre as Fraturas Cervicais
Anatomia normal e incidências
Abordagem Sistemática Radiografia de Coluna Cervical
Fraturas de Coluna Cervical
Jefferson
Odontóide
Hangman
Teardrop
Luxações
5. Costela
Anatomia normal e incidências
Fraturas
6.Coluna Torácica e Lombar
Anatomia normal e incidências
O modelo das três colunas
Fraturas da Coluna Tóraco-lombar
7. Pelve
Anatomia normal e incidências
Fraturas de Pelve
Luxações
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
RADIOGRAFIA NO PACIENTE INTERNADO
1.Acessos Venosos Centrais
Como avaliar e liberar um acesso central pela radiografia?
Exemplos de acessos normoposicionados
Exemplos de acessos mal posicionados
2. Port-a-Cath
3.Tubo Endotraqueal
Qual a posição correta do tubo?
Exemplos de Tubo mal posicionado
4.Tubo de Traqueostomia
5.Sondas Nasogástricas e Nasoenterais
a.Como avaliar e liberar a sonda?
b.Exemplos de sondas mal posicionadas
6.Drenos de Tórax
a.Como avaliar o dreno de tórax?
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Rx de Tórax
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COMO AVALIAR SE A RADIOGRAFIA DE TÓRAX ESTÁ ADEQUADA?
Uma dica é utilizar o seguinte MNEUMÔNICO:
“REST IN PEACE”
Rotação.
Processos espinhosos no ponto médio entre as extremidades mediais das clavículas?
Inspiração
As 5ª a 7ª costelas anteriores estão cruzando o diafragma na linha médio-clavicular?
Penetração
Espinha visível atrás do coração?
R
I
P
Princípios inicias sobre a Radiografia de Tórax VOLTAR
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COMO AVALIAR SE UMA RADIOGRAFIA ESTÁ “RODADA”?
1.Encontre as extremidades mediais das clavículas.
2.Encontre os processos espinhosos vertebrais.
3.Os processos espinhosos devem ficar a meio caminho entre as extremidades mediais das
clavículas.
Rotação VOLTAR
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COMO AVALIAR A “INSPIRAÇÃO” NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX?
Radiografias em expiração e inspiração de um mesmo paciente
Note a diferença entre as duas radiografias, de um mesmo paciente, quando realizada em expiração
(esquerda) e na inspiração (direita)
As radiografias de tórax são convencionalmente adquiridas na fase inspiratória do ciclo respiratório.
O técnico de radiologia pede ao paciente: 'inspire e prenda a respiração!' Ao interpretar uma
radiografia de tórax é importante reconhecer se houve inspiração incompleta. Se a imagem for
adquirida na fase expiratória, os pulmões ficam relativamente sem ar e sua densidade aumenta.
Além disso, a posição elevada do diafragma leva ao exagero do tamanho do coração e ao
obscurecimento das bases pulmonares. Para avaliar o grau de inspiração é convencional contar as
costelas até o diafragma. O diafragma deve ser interceptado pela 5ª a 7ª costelas anteriores na linha
médio-clavicular. Menos costelas é um sinal de inspiração incompleta.
Inspiração VOLTAR
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Radiografia com má penetração e boa penetração
COMO AVALIAR A “PENETRAÇÃO” NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX?
O hemidiafragma esquerdo não é visível para
a coluna.
O tecido pulmonar atrás do coração nãono posicionamento.
1.Cobertura: Deve incluir toda a coluna cervical e a
coluna torácica superior.
2.Alinhamento: As bordas laterais da coluna cervical
devem estar alinhadas (linhas azuis).
3.Osso: Fraturas podem ser menos evidentes nessa
vista em comparação com a lateral.
4.Espaçamento: Os processos espinhosos (laranja)
devem estar alinhados e equidistantes.
5.Bordas da imagem: Inspecione as costelas
superiores e ápices pulmonares para descartar
pneumotórax ou outras lesões associadas.
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Abordagem Sistemática Radiografia de Coluna Cervical
Alinhamento
normal
Lateral
de C1
Lateral
de C1
Alinhamento
normal
Processo
Odontoide
de C2
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FRATURA DE C1 - FRATURA DE JEFFERSON | EXEMPLO 1
Uma lesão em C1 (atlas) compromete a integridade de sua estrutura em anel, resultando em sua
expansão e desalinhamento em relação ao osso occipital acima e C2 abaixo.
Essa alteração é mais evidente na incidência de boca aberta, onde se observa:
Desalinhamento das massas laterais de C1 e C2.
Aumento anormal dos espaços entre o pino odontoide e as massas laterais de C1.
FRATURA DE C1 - FRATURA DE JEFFERSON | EXEMPLO 2
A radiografia de um paciente que sofreu um impacto violento no topo da cabeça revela uma fratura
de Jefferson unilateral no lado esquerdo. Na vista Peg, observa-se que as massas laterais de C1 e
C2 no lado esquerdo não estão alinhadas, além de fragmentação da massa lateral esquerda da
vértebra C1.
A tomografia computadorizada confirma esses achados e também identifica uma fratura adicional
não deslocada da vértebra C2.
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Fraturas da Coluna Cervical
Alinhamento
anormal
Alinhamento
anormal
Lateral
de C1
Lateral
de C1
Alinhamento
anormal
Processo
Odontoide
de C2
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FRATURA DE C2 - FRATURA DE ODONTOIDE NA INCIDÊNCIA LATERAL | EXEMPLO 1
O 'anel' ósseo C2 está incompleto devido a uma fratura. O processo odontoide está deslocado
posteriormente.
FRATURA DE C2 - FRATURA DE ODONTOIDE NA INCIDÊNCIA BOCA ABERTA | EXEMPLO 2
A fratura deslocada do processo odontoide é uma lesão significativa, embora seja incomum
identificá-la com clareza na indicência de boca aberta. Na maioria dos casos, essas fraturas são
mais facilmente observadas na visão lateral, onde o deslocamento e o alinhamento anormal das
estruturas cervicais ficam mais evidentes.
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Fraturas da Coluna Cervical
Processo
Odontoide
C2
C2
Processo
Odontoide
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FRATURA DE C2 - FRATURA DE “HANGMAN”
Há perda de alinhamento entre C2 e C3, com deslocamento anterior de C2 (linha pontilhada). Ao
seguir o contorno cortical de C2 (linha branca), observa-se uma descontinuidade, indicando a
presença de uma fratura.
FRATURA DE C2 - FRATURA EM “TEARDROP” POR EXTENSÃO
A hiperextensão pode causar a avulsão do canto anterior de um corpo vertebral, sendo C2 o local
mais comum. Nessa lesão, o ligamento longitudinal anterior permanece aderido ao fragmento
ósseo, que se separa do restante do corpo vertebral.
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Fraturas da Coluna Cervical
Perda da
continuidade
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LUXAÇÃO EM C5/C6 DA COLUNA CERVICAL EM INCIDÊNCIA AP
LUXAÇÃO EM C5/C6 DA COLUNA CERVICAL EM INCIDÊNCIA LATERAL
No mesmo paciente da imagem
anterior, observa-se alargamento
do espaço entre os processos
espinhosos de C5 e C6 (SP), com
perda do alinhamento normal.
Mais uma vez, não há evidência
de fratura.
Essas radiografias demonstram a importância
da visualização completa das vértebras
cervicais, até C7 e T1.
Na primeira, C7 não é visível e facilmente
uma luxação grave não seria notada.
A lesão por luxação da coluna
cervical pode ocorrer sem sinais
evidentes de fratura, podendo
resultar em danos graves à coluna
ou à medula espinhal. Em alguns
casos, a luxação é transitória, com
realocação espontânea das
articulações no momento do trauma.
Neste exemplo,hHá perda de
alinhamento das três linhas em
C5/C6, com "empoleiramento" da
faceta de C5 sobre a faceta de C6
(anel). Não é visível nenhuma fratura.
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Fraturas da Coluna Cervical
C5
C6
C1
C2
C3
C4
C5
C6
C6
C7
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SOBRE AS FRATURAS DE COSTELA
RADIOGRAFIAS DE TÓRAX COM FRATURA DE COSTELA
COMPLICAÇÕES DE FRATURAS DE COSTELA | EXEMPLOS
Nas primeiras duas imagens, múltiplas fraturas de arcos costais bem evidentes.
Já na última, temos uma lesão clara de clavícula e uma fratura sutil de costela abaixo.
A radiografia de tórax não é recomendada para suspeita de fraturas de costelas não complicadas,
pois essas fraturas geralmente não estão deslocadas e, portanto, não são visíveis. Mesmo quando
uma fratura é observada, o tratamento não é alterado. As fraturas de costelas frequentemente são
detectadas incidentalmente em radiografias de tórax, ombro ou coluna torácica. No entanto, se
houver trauma com suspeita de complicações, como pneumotórax ou hemotórax, a radiografia de
tórax torna-se indicada. Lesões torácicas graves, por sua vez, geralmente exigem tomografia
computadorizada (TC) para avaliação detalhada.
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Esqueleto Axial - Costelas
Hemotórax
Pneumotórax
Fratura de Costela
Enfisema
subcutâneo
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SOBRE AS FRATURAS DE COLUNA TORÁCICA
AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA COLUNA TÓRACICA | INCIDÊNCIAS AP E LATERAL
O manejo inadequado de pacientes com lesão medular pode resultar ou agravar o déficit
neurológico. Por isso, pacientes com suspeita de lesão medular devem ser tratados por
especialistas.
Exames adicionais, como tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM),
frequentemente são necessários em casos de lesão de alto risco, déficit neurológico, exame clínico
limitado ou quando os achados de raio-X não são claros.
INCIDÊNCIAS PADRÃO
Antero-posterior e lateral.
1.Cobertura: Toda a coluna deve estar visível em ambas as vistas (lateral e AP).
2.Alinhamento: Verifique o alinhamento dos corpos vertebrais seguindo os cantos de um nível para o
outro.
3.Ossos: Os corpos vertebrais devem aumentar gradualmente de tamanho de cima para baixo.
4.Espaçamento: Os espaços dos discos aumentam de superior para inferior.
5.Tecidos Moles: Verifique a linha paravertebral para possíveis anomalias.
6.Borda da Imagem: Avalie as outras estruturas visíveis ao redor da coluna para detectar lesões.
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Esqueleto Axial - Coluna Torácica
T6
T1
T12
T6
T12
T1
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SOBRE AS FRATURAS DE COLUNA LOMBAR
AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA COLUNA LOMBAR | INCIDÊNCIA LATERAL
No contexto do trauma, princípios semelhantes se aplicam à obtenção de imagens tanto da coluna
torácica (coluna T) quanto da coluna lombar (coluna L).
A anatomia simples de raio-X e as aparências de lesões em ambas as áreas são discutidas juntas.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
Antero-posterior e lateral.
1.Cobertura: Toda a coluna lombar (L)
deve estar visível em ambas as vistas.
2.Alinhamento: Verifique os cantos dos
corpos vertebrais de um nível para o
outro, utilizando as linhas pontilhadas
como guia.
3.Ossos: Siga o contorno cortical de cada
osso para identificar descontinuidades
ou anomalias.
4.Espaçamento: Os espaços dos discos
aumentam gradualmente de superior
para inferior.
Nota: O espaço entre L5/S1 é
geralmente mais estreito do que
entre L4/L5.
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L5
L4
T112
L3
L2
L1
Sacro
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Esqueleto Axial - Coluna Lombar
Forame Inter-
vertebral
Processo
Espinhoso
Disco
Ligamento
Interespinhoso
Articulação
Facetária
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AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA COLUNA LOMBAR | INCIDÊNCIA AP
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Esqueleto Axial - Coluna Lombar
Pedículos
Processos
Espinhosos
Discos
1.Alinhamento: Os corpos vertebrais e os processos espinhosos devem estar alinhados.
2.Ossos: Verifique se os corpos vertebrais e os pedículos estão intactos.
3.Espaçamento: O espaçamento dos discos aumenta gradualmente de superior parainferior. Os
pedículos se tornam progressivamente mais largos e separados de superior para inferior. Nota: Os
discos inferiores, devido à angulação, são mais difíceis de avaliar nesta visão.
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SOBRE O MODELO DAS TRÊS COLUNAS
O MODELO DAS TRÊS COLUNAS ESQUEMATIZADO
Modelo de Três Colunas - Anatomia
Coluna Anterior: Metade anterior dos corpos
vertebrais e tecidos moles.
Coluna Média: Metade posterior dos corpos
vertebrais e tecidos moles.
Coluna Posterior: Elementos posteriores e tecidos
moles.
Se uma ruptura de quaisquer duas das três colunas for
detectada, a lesão será classificada como instável.
A avaliação da estabilidade da coluna toracolombar é realizada por cirurgiões de coluna com
apoio de radiologistas. Um modelo simples e amplamente utilizado é o das "três colunas", que
estabelece que a lesão de duas ou mais colunas caracteriza uma instabilidade. No entanto, essa
teoria é uma simplificação exagerada quando aplicada apenas a radiografias simples, pois algumas
lesões podem não ser visíveis, levando à subestimação de fraturas complexas.
Caso haja suspeita clínica ou radiológica de instabilidade, exames adicionais, como tomografia
computadorizada (TC), devem ser considerados.
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Posterior Média
T1
Anterior
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Esqueleto Axial - O modelo das três colunas
Li
L
ga
iga
m
en
m
e
to
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A
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eri
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r Loong
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ina
ina
l
l
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SOBRE AS FRATURAS DA COLUNA TORACO-LOMBAR
O modelo de três colunas é utilizado para classificar lesões espinhais toracolombares e avaliar sua
estabilidade.
Lesões que envolvem duas ou mais colunas são consideradas instáveis. Se a coluna do meio
estiver comprometida, presume-se que outra coluna também esteja lesionada, mesmo que não
haja fraturas visíveis na coluna anterior ou posterior.
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LESÃO POR COMPRESSÃO DA COLUNA LOMBAR ANTERIOR - INCIDÊNCIA AP
LESÃO POR COMPRESSÃO DA COLUNA LOMBAR ANTERIOR - INCIDÊNCIA LATERAL
T1
Altura
Normal
Altura
Normal
Altura
Normal
Perda de
Altura
Perda de
Altura
Altura
Normal
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Esqueleto Axial - Fraturas da Coluna Toraco-lombar
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FRATURA DE “EXPLOSÃO” OU “BURST” - INCIDÊNCIA LATERAL
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Esqueleto Axial - Fraturas da Coluna Toraco-lombar
A ruptura das colunas anterior e média resultou em uma lesão instável, levando ao aumento da
cifose. Além disso, um grande fragmento do corpo vertebral está deslocado anteriormente, o que
pode indicar um risco aumentado de comprometimento neurológico.
Anterior inte
da
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M
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C
Co
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ARTICULAÇÕES SACROILÍACAS
SOBRE AS A ANATOMIA E AS FRATURAS DA PELVE
RADIOGRAFIA DE PELVE EM AP | ANATOMIA NORMAL
As larguras são aproximadamente iguais, e a margem
inferior do osso ilíaco está alinhada com o aspecto
inferior da parte sacra da articulação em ambos os
lados.
A pelve óssea é formada por dois ossos da hemipélvis, conectados anteriormente à sínfise púbica e
posteriormente às articulações sacroilíacas. Assim como em outros anéis ósseos anatômicos, a
identificação de uma fratura em um local exige uma avaliação minuciosa para detectar uma possível
segunda fratura ou ruptura da sínfise púbica e das articulações sacroilíacas. QUAIS INCIDÊNCIAS
SOLICITAR?
Antero-posterior.
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Forame
Obturado
Articuaçõe
s
Sacroilíaca
s
Forame
Obturado
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Esqueleto Axial - Pelve
Hemipelve
Direita
Sínfis
e
Púbic
a
Hem elET i ves1 p
querda
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RADIOGRAFIA DE PELVE EM AP | FRATURA DE ACETÁBULO
RADIOGRAFIA DE PELVE EM AP | FRATURA DE RAMO PUBIANO
Um pequeno “degrau” na borda cortical do anel pélvico indica uma fratura que se estende até o
acetábulo. A fratura também compromete o anel obturador, atravessando o ramo púbico inferior.
O anel obturador está incompleto à direita, indicando uma possível fratura. Há uma fratura que
atravessa os ramos púbicos superior e inferior. A comparação com o lado esquerdo normal ajuda a
confirmar a alteração.
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Esqueleto Axial - Pelve
Ramo púbico
superior
Ramo púbicoinferior
Anel
incompleto
Fratura
Fratura
Anél Pélvico
Incompleto
Ísquio
Fratura
também no
ramo inferior
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RADIOGRAFIA DE PELVE EM AP | SEPARAÇÃO DE PELVE
RADIOGRAFIA DE PELVE EM AP | FRATURA DE RAMO PÚBICO
Não há alargamento, e as margens
superiores estão aproximadamente no
mesmo nível.
Lesões de alta energia na pelve óssea podem causar diástase (separação) da sínfise púbica ou da
articulação sacroilíaca.
Neste caso, tanto a sínfise púbica quanto a articulação sacroilíaca direita estão alargadas,
resultando na separação completa da hemipelve direita do esqueleto axial.
EXEMPLO DE UMA SÍNFISE PÚBICA NORMAL
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Esqueleto Axial - Pelve
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Rx no Paciente Internado
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CATETER VENOSO CENTRAL EM VEIA JUGULAR INTERNA DIREITA
COMO AVALIAR E LIBERAR UM ACESSO CENTRAL PELA RADIOGRAFIA?
Acessos Venosos Centrais e Radiografia de Tórax VOLTAR
AO ÍNDICE
Sua ponta (seta) fica na junção cavoatrial - junção da veia cava superior com o átrio direito.
O local de entrada (E) é onde a linha entra na veia. A seção vermelha é, portanto, intravenosa. O
local de saída (X) é onde sai da pele. Entre esses dois pontos, a linha é canalizada através dos
tecidos subcutâneos sobre a parte frontal da parede torácica (seção amarela).
A realização de radiografias de controle após a passagem de acessos centrais é fundamental
para verificar o posicionamento correto do dispositivo invasivo e identificar possíveis
complicações. Os cateteres venosos centrais devem estar alinhados verticalmente, com a
extremidade localizada na veia cava superior, próximo à transição com o átrio direito.
Cateteres que avançam excessivamente, alcançando o átrio ou o ventrículo, podem provocar
arritmias, enquanto aqueles que permanecem em posição inadequada, como nas veias
braquiocefálicas ou jugulares, apresentam maior risco de trombose e infecção.
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Na VCS, sem
adentrar o
átrio direito
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CATETER VENOSO CENTRAL EM VJID BEM POSICIONADO
CATETER VENOSO CENTRAL EM VEIA SUBCLÁVIA E MAL POSICIONADO
Acessos Venosos Centrais e Radiografia de Tórax VOLTAR
AO ÍNDICE
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Note que o acesso entra pela veia subclávia esquerda, porém, ao invés de seguir para a veia cava
superior, segue direto para a veia subclávia direita.
Na VCS, sem
adentrar o
átrio direito
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CATETER VENOSO EM VSCE E COM DESVIO PARA VEIA ÁZIGO
CATETER VENOSO EM VSCE COM POSICIONAMENTO CORRETO
Acessos Venosos Centrais e Radiografia de Tórax VOLTAR
AO ÍNDICE
Para saber essa, você tem que saber a anatomia da veia ázigo, que “desemboca” no ângulo
traqueo-bronquico. Note que o acesso faz uma “curva” abrupta bem nessa região, demonstrando
seu desvio para as veias ázigo.
Ângulo
traqueo
brônquico
Na VCS, sem
adentrar o
átrio direito
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Port-a-Cath VOLTAR
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DISPOSITIVO PORT-A-CATH
Este dispositivo, conhecido como portacath, fica inteiramente sob a pele. A linha entra na veia
subclávia logo abaixo da clavícula. Na extremidade do 'tambor' existe uma membrana
(asterisco) para permitir a administração de medicamentos através de uma agulha.
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TUBO ENDOTRAQUEAL
Radiografias de controle após a intubação orotraqueal são essenciais para verificar o correto
posicionamento da cânula traqueal e identificar possíveis complicações.
Idealmente, a extremidade distal do tubo deve estar localizada no terço médio da traqueia
torácica, a cerca de 5 cm da carina (tolerável entre 3 e 7 cm) em pacientes adultos.
O exame deve ser realizado com o paciente em posição neutra, uma vez que a flexão ou
extensão do pescoço pode alterara posição do tubo em até 2 cm, o que pode levar a
interpretações equivocadas.
Cânulas traqueais posicionadas muito altas aumentam o risco de extubação acidental, ventilação
inadequada ou lesão das cordas vocais.
Por outro lado, cânulas muito baixas podem causar intubação seletiva, resultando em atelectasia
parcial ou total do pulmão não ventilado e hiperinsuflação do pulmão ventilado, o que pode levar
a complicações como barotrauma, pneumotórax e pneumomediastino.
POSIÇÃO CORRETA DO TUBO ENDOTRAQUEAL
A ponta do tubo endotraqueal está corretamente localizada na traqueia, 5 cm acima da carina.
A maioria dos tubos ET possui um cuff inflável que forma uma vedação contra a traqueia. Esses
cuffs não são visíveis na radiografia.
Tuboendotraqueal, como avaliar? VOLTAR
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Tubo ET
CARINA
PONTA DO TUBO
TRAQUÉIA
CUFF
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Tuboendotraqueal, como avaliar? VOLTAR
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INTUBAÇÃO SELETIVA DO BRÔNQUIO DIREITO
O tubo endotraqueal foi inserido no brônquio principal direito, causando colapso do pulmão
esquerdo, evidenciado por broncograma aéreo. O tratamento consistiu em reposicionar o
tubo acima da carina, resultando na reexpansão pulmonar confirmada por nova radiografia.
O tubo endotraqueal está mal posicionado na carina, quase entrando no brônquio principal direito.
Apesar de ambos os pulmões estarem ventilados, há risco de intubação seletiva com movimentos
do pescoço. O reposicionamento deve ser realizado.
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PONTA DO
TUBO
TRAQUÉIA
CARINA
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Tubo de Traqueostomia VOLTAR
AO ÍNDICE
TUBO DE TRAQUEOSTOMIA NORMOPOSICIONADO
Os tubos de traqueostomia são fixados à pele por meio de um fixador localizado diretamente em
frente à traqueia, o que reduz a suscetibilidade a deslocamentos causados pela flexão ou extensão
do pescoço, em comparação aos tubos endotraqueais (ET). O posicionamento ideal da ponta do
tubo de traqueostomia é em um ponto intermediário entre a extremidade superior do tubo e a
carina, garantindo estabilidade e ventilação adequada.
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CUFF
TRAQUÉIA
CARINA
PONTA DO
TUBO
FIXADOR
TUBO DE
TRAQUEOSTOMIA
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TUBO NASOGÁSTRICO
ANATOMIA NORMAL DO TRATO DIGESTIVO NA RADIOGRAFIA
Após a colocação de uma sonda digestiva, devemos analisar se a sua POSIÇÃO está adequada
para iniciar a dieta.
Isso garante maior segurança, evitando que a dieta seja administrada em local inadequado,
como na via aérea ou no esôfago, o que poderia resultar em pneumonite química e/ou
aspirativa.
O posicionamento correto da sonda depende do objetivo clínico. As sondas gástricas devem ter
sua extremidade localizada no estômago, abaixo da cárdia e no hipocôndrio esquerdo. Já as
sondas entéricas devem ultrapassar o piloro, alcançando o duodeno ou o jejuno proximal,
cruzando a linha média para o lado direito da coluna.
É importante considerar que as sondas podem seguir trajetos redundantes, retornando ao
esôfago, enrolando-se no estômago ou até mesmo dobrando-se, o que pode causar obstrução
ao fluxo da dieta.
Uma sonda posicionada corretamente desce verticalmente pelo esôfago até o estômago.
Como o esôfago não é visível na radiografia simples de tórax, é essencial compreender sua
posição anatômica em relação a outras estruturas visíveis.
Sonda Nasogástrico, como avaliar? VOLTAR
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Diafragma
Carina
Traquéia
Transição esofago-
gástrica
Estômago
Esôfago
Junta
Aórtica
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Tubo Nasogástrico, como avaliar? VOLTAR
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POSICIONAMENTO NORMAL DE UMA SONDA GÁSTRICA
ATENÇÃO
A radiografia do posicionamento do tubo fornece informações apenas sobre sua
localização no momento em que a imagem foi realizada.
Por isso, é fundamental documentar a posição externa do tubo com base em
seus marcadores de comprimento. Após confirmar o posicionamento adequado,
deve-se sempre reavaliar a posição externa antes de cada alimentação.
Certifique-se de que o tubo percorre verticalmente a linha média, ou próximo a ela, abaixo do
nível da carina (marcado pelo anel vermelho). O tubo NÃO deve desviar para os brônquios
principais direito ou esquerdo. Confirme se o tubo mantém o trajeto vertical na linha média até
atingir o nível do diafragma, onde atravessa a junção gastroesofágica (marcado pelo anel
laranja). A extremidade do tubo (marcada pelo anel verde) deve estar visível abaixo do
diafragma, posicionada no lado esquerdo do abdômen, com pelo menos 10 cm além da junção
gastroesofágica. Se a sonda nasogástrica passar abaixo do nível do diafragma, mas sua ponta
não estiver visível, uma segunda imagem poderá ser necessária para determinar sua posição.
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Traquéia
Carina
Sonda
Digestiva
Ponta da
Sonda
Brônquio
principal direito Brônquio
principal
esquerdo
Diafragma
Transição esofago-
gástrica
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Tubo Nasogástrico, como avaliar? VOLTAR
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EXEMPLOS DE SONDA “ENOVELADA” E COM RETORNO AO ESÔFAGO
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O tubo passa abaixo do nível da carina e não segue o trajeto dos brônquios principais, direito ou
esquerdo, indicando que está localizado no esôfago e não foi inalado. No entanto, o tubo
encontra-se enrolado sobre si mesmo, com a ponta posicionada na porção superior do esôfago.
Essa configuração representa um alto risco de aspiração do alimento para os pulmões caso a
alimentação seja iniciada. Diante disso, o tubo deve ser imediatamente reposicionado para
garantir um posicionamento seguro antes do uso.
Carina
Ponta da Sonda
Digestiva
Tubo ET
Traquéia
Estômago
Ponta da Sonda
Digestiva
Diafragma
Transição esofago-
gástrica
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Tubo Nasogástrico, como avaliar? VOLTAR
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Embora o tubo tenha alcançado o estômago, sua posição não é segura para alimentação.
Se mantido assim, há um risco significativo de deslocamento proximal sempre que o paciente
mudar de posição, o que pode comprometer sua funcionalidade e segurança.
O tubo segue o trajeto do brônquio principal direito, com sua ponta projetando-se na região
inferior do pulmão direito. Isso indica que a sonda nasogástrica foi inalada em vez de
engolida, o que representa um risco significativo para o paciente. Diante dessa situação, o
tubo deve ser imediatamente removido e reposicionado de forma adequada antes de
qualquer utilização.
EXEMPLO DE SONDA POSICIONADO DE FORMA MUITO PROXIMAL
EXEMPLO DE SONDA POSICIONADA NO BRÔNQUIO PRINCIPAL DIREITO
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Ponta da Sonda
Digestiva
Carina
Traquéia
Carina
Sonda Digestiva
Brônquio
principal direito
Brônquio
principal
esquerdo
Diafragma
Transição esofago-gástrica
Ponta da Sonda
DigestivaTransição esofago-
gástrica
Alvo 🎯
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Tubo Nasogástrico, como avaliar? VOLTAR
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EXEMPLOS DE SONDA NASOENTERAL BEM POSICIONADA NO DUODENO
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DRENOS DE TÓRAX
DRENO DE TÓRAX PARA TRATAMENTO DE PNEUMOTÓRAX EXTENSO
O derrame pleural ou pneumotórax pode ser tratado por meio da inserção de um tubo de
drenagem torácica na cavidade pleural.
Os drenos torácicos são geralmente introduzidos através da parede torácica, na linha axilar
média.
O posicionamento correto do tubo, tanto em relação à altura (superior/inferior) quanto à
localização (medial/lateral), deve ser avaliado por meio de uma radiografia de tórax para garantir
sua eficácia e segurança.
Um grande dreno torácico está posicionado com sua ponta apontando superiormente dentro da
cavidade pleural.
Os drenos torácicos apresentam diferentes designs, adaptando-
se às necessidades clínicas. Este tubo específico possui uma
ponta radiopaca e uma faixa marcadora ao longo de sua borda.
As lacunas no marcador indicam a localização dos furos laterais
do tubo, permitindo a visualização de sua posição e
funcionalidade na radiografia.
Drenos de Tórax na Radiografia VOLTAR
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Dreno de
Tórax
Ponta do
Dreno
Borda do
Pulmão
* = Pneumotórax
Marca do
Dreno
Frenestações
Frenestações
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DRENO DE TÓRAX PARA TRATAMENTO DE UM DERRAME PLEURAL
DRENO DE TÓRAX MAL POSICIONADO, GERANDO ENFISEMA SUBCUTÂNEO
O tubo foi adequadamente posicionado na porção inferior da cavidade pleural, local ideal para a
drenagem de derrame pleural.
A confirmação radiográfica é essencial para garantir que o posicionamento esteja correto e
funcional.
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Dreno de
Tórax
Derrame PLeural
Enfisema
Subcutâneo
Enfisema
Subcutâneo
Enfisema
Subcutâneo
Dreno
Malposicionado
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1.Accident & Emergency Radiology: A Survival Guide, 3rd ed. Raby Nigel, Berman
Laurence, Morley Simon, de Lacey Gerald. London, UK: Saunders Ltd; 2014
2.Erskine J. Holmes, MRCS. et al. A–Z of Emergency Radiology. 1º Ed. Published in the
United States of America by Cambridge University Press, New York. Greenwich
Medical Media Ltd, 2004.
3.BERMAN, L.; DE LACEY, G.; MORLEY, S. The chest X-ray: a survival guide. Elsevier Health
Sciences, 2012.
4.AU-YONG, A.; AU-YONG, I.; BRODERICK, N. On-Call X-Rays Made Easy E-Book. Elsevier
Health Sciences, 2010.
Referências Bibliográficas
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ser avaliado.
Re-janelar a imagem usando software digital
pode compensar.
Penetração é o grau em que os raios X passaram pelo corpo. A avaliação da penetração é
tradicionalmente uma etapa importante para garantir a qualidade da radiografia de tórax. Com os
atuais sistemas de visualização digital, imagens com penetração excessiva ou insuficiente raramente
são um problema. Os dados de imagem podem ser 'janelados' para otimizar a visibilidade das
estruturas anatômicas. Isso geralmente é realizado pelos radiologistas após terem adquirido a
imagem ou pode ser realizado usando a ferramenta de janelamento no sistema de visualização.
O diafragma (setas longas) é visível na coluna.
Os tecidos moles paravertebrais esquerdos
são visíveis (setas curtas) e o lado direito da
coluna está claro (pontas de setas).
Não há anormalidade no tecido pulmonar atrás
do coração.
Penetração VOLTAR
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CHECK LIST COM 7 PERGUNTAS
Rx de Tórax PA normal
Boa inspiração
Coração normal
Ambos diafragmas bem definidos
Ambas bordas cardíacas bem definidas
1.O coração está alargado?
Em adultos, o índice cardiotorácico (CTR) deve ser inferior a 50% em uma radiografia torácica
em visão PA (clique aqui para mais detalhes).
2.As cúpulas do diafragma estão claramente visíveis e bem definidas?
Se alguma porção de uma cúpula estiver obscurecida, considere a possibilidade de patologia
no lobo inferior adjacente.
3.As bordas do coração estão bem definidas?
Bordas cardíacas mal definidas podem indicar patologia no pulmão adjacente.
4.Os hilos estão normais?
Observe a posição, o tamanho e a densidade dos hilos pulmonares.
5.Áreas escondidas do pulmão:
Examine com atenção ambos os ápices pulmonares, a região atrás da sombra do coração, ao
redor dos hilos e abaixo do diafragma.
6.Os ossos estão normais?
Certifique-se de verificar a integridade e densidade dos ossos visíveis na radiografia.
7.Pergunta final:
Reavalie se todos os achados foram considerados em relação ao problema clínico específico
do paciente.
Check List Rx de Tórax em PA VOLTAR
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CHECK LIST COM 4 PERGUNTAS
Rx de Tórax Perfil normal
Os corpos vertebrais aparecem mais
escuros nas regiões T9 a T12. Isso segue a
regra: "mais cinza no topo, mais preto na
base".
Ambas as cúpulas do diafragma são
claramente definidas, sem áreas
obscurecidas.
Não há alterações abruptas na densidade ao
longo da borda da sombra do coração.
1.Os corpos vertebrais estão ficando mais escuros de cima para baixo?
Em condições normais, os corpos vertebrais apresentam maior transparência à medida que
descem na radiografia. Se estiverem mais brancos ou acinzentados, considere a
possibilidade de doença no lobo inferior ou em um espaço pleural adjacente.
2.As cúpulas do diafragma estão claramente visíveis?
É normal que a cúpula esquerda desapareça anteriormente devido à proximidade com o
coração. Caso qualquer outra parte de uma das cúpulas esteja obscurecida, suspeite de
consolidação ou colapso no pulmão adjacente.
3.Há alguma mudança abrupta na densidade da sombra cardíaca?
Alterações bruscas na densidade da sombra do coração geralmente indicam uma
anormalidade pulmonar subjacente.
4.Os achados da radiografia lateral estão correlacionados com os da radiografia PA?
Sempre verifique se as descobertas na visão lateral correspondem às observadas na
radiografia em visão PA para confirmar diagnósticos e evitar interpretações equivocadas.
Check List Rx de Tórax em Perfil VOLTAR
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Patologias na Prática
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RADIOGRAFIA NO ANEURISMA DE AORTA
As principais alterações observadas são alargamento do mediastino (> 8 cm), deslocamento da
placa calcificada, kinking aórtico e opacificação da janela aortopulmonar. Vale lembrar que
radiografia de tórax normal não exclui o diagnóstico de dissecção aórtica, especialmente nas
dissecções tipo B. O alargamento de mediastino visualizado na radiografia de tórax está presente
em apenas metade dos casos.
Aneurisma de Aorta VOLTAR
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RADIOGRAFIA COM ANEURISMA DE AORDA ASCENDENTE
RADIOGRAFIA COM ANEURISMA DE AORDA DESCENDENTE
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Aneurisma
ascendente de
aorta
Aneurisma
descendente de
aorta
Junta
Aórtica
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RADIOGRAFIA NA ATELECTASIA
Esta radiografia de tórax mostra desvio traqueal para a direita. Não há derrame pleural à esquerda e
há perda global de volume do hemitórax direito, em comparação com o esquerdo. O mediastino é,
portanto, PUXADO para a direita.
RADIOGRAFIA DE UMA ATELECTASIA DE LOBO SUPERIOR DIREITO
Representam o colapso ou colabamento dos alvéolos pulmonares, causado por obstrução do
brônquio nutridor ou por restrição à expansão destes alvéolos. As principais características das
atelectasias que auxiliam a diferenciar das consolidações são: ausência de broncogramas aéreos e a
redução do volume do lobo acometido, o que costuma “PUXAR” as estruturas adjacentes
RADIOGRAFIA DE UMA ATELECTASIA DE LOBO INFERIOR DIREITO
Atelectasia VOLTAR
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Perda de
Volume
Perda de
Volume
Desvio da
traquéia
Desvio da
traquéia
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Cardiomegalia e Edema Agudo de Pulmão VOLTAR
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E AS FAMOSAS “LINHAS B DE KERLEY”?
RADIOGRAFIA DE UMA CARDIOMEGALIA, COM CTR DE 53%.
O diâmetro transversal do tórax é medido como a largura interna
máxima da caixa torácica, ou seja, do córtex interno de uma costela
ao córtex interno da costela oposta.
Linhas septais (linhas Kerley B) causadas por líquido no
interstício. Estas linhas curtas e retas alcançam a superfície
pleural e tem essa aparência na base do pulmão.
Radiografia de tórax póstero-anterior de boa qualidade sem rotação (os processos espinhosos
estão no ponto médio entre as extremidades mediais das clavículas) - isso permite que o
tamanho do coração seja avaliado com precisão. CTR (Relação Cardio-Torácica = largura
cardíaca/largura torácica) é frequentemente expressa como uma porcentagem. Nesta imagem
CTR = 53%
Largura torácica
Largura cardíaca
Clavícula
Processos espinhosos
Clavícula
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Cardiomegalia VOLTAR
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EDEMA AGUDO DE PULMÃO
DERRAME PLEURAL BILATERAL SECUNDÁRIO A INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
Nos casos mais avançados, o aumento da pressão
venosa central pode determina extravasamento de
fluidos para o interior dos alvéolos, resultando no
edema alveolar, que se manifesta com opacidades
alveolares nas regiões basais e peri-hilares,
tipicamente com o padrão em asa de morcego ou asa
de borboleta.
Pequeno derrame pleural com abolição
dos seios costofrênicos bilateralmente
Derrames secundários à ICC são
geralmente bilaterais.
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Largura torácica
Largura cardíaca
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Cardiomegalia VOLTAR
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EDEMA AGUDO DE PULMÃO
MAIS UM EXEMPLO DAS LINHAS B DE KERLEY
Linhas
Septais
Edema
Intersticial
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DERRAME PLEURAL NA RADIOGRAFIA
Um derrame pleural é o acúmulo de líquido no espaço pleural. A distribuição do líquido varia
conforme a posição do paciente:
Em pé: o líquido se acumula na base do pulmão, formando um menisco (linha côncava) que
pode obscurecer o ângulo costofrênico e parte ou todo o hemidiafragma.
Em decúbito dorsal: o derrame se espalha ao longo da face posterior da cavidade torácica,
tornando-se mais difícil de visualizar na radiografia de tórax.
DERRAME PLEURAL EXTENSO EM HEMITÓRAX ESQUERDO
A zona inferior esquerda apresenta-se uniformemente branca, indicando a presença de líquido.
No topo dessa área branca, observa-se uma superfície côncava, caracterizando o sinal do menisco.
A borda cardíaca esquerda, o ângulo costofrênico e o hemidiafragma esquerdo estão obscurecidos.
Um leve apagamento do ângulo costofrênico direito sugere um pequeno derrame pleural nesse
lado.
Derrame Pleural VOLTAR
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Sinal do Menisco
A aparênciamais comum de um derrame pleural é o menisco no ângulo costofrênico. Para que esse sinal
seja visível, é necessário um volume de 200 a 300 ml de líquido pleural, o suficiente para apagar o sulco
agudo normal entre o diafragma e as costelas.
Se o derrame for grande, todo o hemitórax ficará opaco, e o coração será deslocado para o lado normal.
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RADIOGRAFIA NA DPOC
Engloba um espectro de condições crônicas, como bronquite e enfisema. Caracterizado por uma
redução crônica no fluxo de ar resultante da resistência fluxo aéreo expiratório, infecção, edema da
mucosa, broncoespasmo e broncoconstrição devido à redução da elasticidade pulmonar. Suas
causas são tabagismo, asma crônica, deficiência de alfa-1-antitripsina e infecções crônica.
ACHADOS NA RADIOGRAFIA
Pulmões hiperinsuflados;
Espaços intercostais aumentados;
Retificação da cúpula diafragmática;
Diâmetro antero-posterior aumentado;
Aumento do espaço retroesternal (> 3cm);
Coração alongado de verticalizado.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica VOLTAR
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Aumento do espaço retroesternal
Coração alongado de verticalizado
Espaços intercostais aumentados
Diâmetro antero-posterior aumentado
Retificação da cúpula diafragmática
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RADIOGRAFIA NO HEMOTÓRAX
Acúmulo de sangue no espaço pleural após lesão contusa ou penetrante associada ao trauma.
Comumente associado a pneumotórax e outras doenças lesões extratorácicas.
A hemorragia geralmente ocorre no parênquima pulmonar e é frequentemente autolimitada.
Intercostal e interno os vasos mamários são mais comumente lesados do que os vasos hilares.
Hemotórax maciço a direita
ACHADOS NA RADIOGRAFIA
A radiografia em posição ereta é mais sensível que a posição supina.
Abolimento dos seios costofrênicos (geralmente quando volume de sangue > 250mL)
Na posição supina, há um aumento geral da opacificação no hemitórax acometido.
Radiografia de tórax que demonstra um
hemotórax direito, conforme ilustrado pelo
pulmão opacificado.
Hemotórax em paciente na posição supina
Densidade levemente aumentada do hemitórax
direito em comparação com o esquerdo em um
paciente vítima de trauma em posição supina.
Isto é altamente suspeito para um hemotórax
do lado direito, especialmente porque o rx não
parece girado.
Muitas vezes no cenário de trauma o paciente
ficará impossibilitado de realizar o exame em
pé.
Hemotórax VOLTAR
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RADIOGRAFIA NA HÉRNIA DE HIATO
É a protrusão de elementos abdominais, que não esôfago, através do hiato esofágico do diafragma
para a cavidade torácica.
As hérnias podem não ser vistas no Raio-x.
Hérnia de Hiato VOLTAR
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iafragma
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Gás / Fluído
Diafragma
Hérnia de
Hiato
HHérniia de
Hiato
Diafra
gma
Diafragma
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RADIOGRAFIA NA PNEUMONECTOMIA
RADIOGRAFIA DE TÓRAX DE PACIENTE SUBMETIDO A PNEUMONECTOMIA TOTAL A ESQUERDA
A pneumonectomia, ou pneumectomia, é um procedimento que envolve a retirada total do
pulmão, no caso de o tumor estar situado nas proximidades do centro torácico.
Este paciente foi submetido a uma pneumonectomia (remoção do pulmão esquerdo) para tratar
um câncer de pulmão. Observe que o brônquio principal esquerdo é cortado abruptamente
(ponta de seta). O hemitórax esquerdo é preenchido pelo coração e grandes vasos que se
deslocaram para preencher o espaço deixado pelo pulmão removido. O pulmão direito expandiu-
se para preencher o espaço deixado pelo coração.
Pneumonectomia VOLTAR
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Desvio do
mediastino e hilo
Brônquio
principal
esquerdo
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RADIOGRAFIA NO PNEUMOMEDIASTINO
PNEUMOMEDIASTINO EXPLICADO
O ar disseca através do pulmão até o hilo e sobe
até o pescoço. Pode aparecer nos tecidos moles
da parede torácica (enfisema subcutâneo). Além
disso, o ar de dissecação pode delinear uma
margem do coração.
O pneumomediastino caracteriza-se pela presença de ar no mediastino, podendo ocasionar dor
torácica com irradiação para o pescoço, dispneia, enfisema subcutâneo e crepitações associadas
às bulhas cardíacas durante ausculta. Pode resultar de lesão nos pulmões ou estruturas do
mediastino, como vias aéreas ou esôfago. A pleura mediastinal é separada do mediastino e
torna-se visível como uma fina linha branca. Este pode ser um achado muito sutil e pode estar
associado a outras características do gás de rastreamento, como enfisema cirúrgico ou
pneumotórax.
RADIOGRAFIA COM PNEUMOMEDIASTINO
Pneumomediastino VOLTAR
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Gás
Mediastino
Pleura
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RADIOGRAFIA NA PNEUMONIA
SINAL DA SILHUETA
A segunda imagem mostra uma consolidação sutil na base do pulmão esquerdo, parcialmente
obscurecida pelo coração.
Se você estiver em dúvida sobre uma determinada aparência em uma radiografia, certifique-se de
verificar se o paciente já teve imagens anteriores disponíveis, sempre que possível.
As pneumonias são classificadas de acordo com a sua origem, sendo elas: a pneumonia adquirida
na comunidade (PAC), a pneumonia nosocomial e a pneumonia aspirativa.
Abordaremos a seguir a PAC, que é o grupo de pneumonias mais prevalente nos atendimentos de
emergência.
Sempre que possível, use radiografias prévias do paciente para comparação em caso de dúvidas.
ACHADOS NA RADIOGRAFIA
Apresentação clássica da pneumonia lobar: consolidação do espaço aéreo de um segmento
ou lobo, limitada pela superfície pleural.
Broncograma aéreo.
Nas infecções pelo M. pneumoniae, é esperada uma apresentação reticulo-nodular difusa.
Perda do “Sinal da Silhueta” do coração.
Pneumonia VOLTAR
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Normal Consolidação
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Normal Consolidação
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Pneumonia VOLTAR
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Consolidação no lobo superior direito causada por S. pneumoniae.
Veja que o parênquima pulmonar opacificado tem volume mantido (lobo superior direito) e tem
broncogramas aéreos de permeio
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Broncograma
Aéreo
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Pneumonia VOLTAR
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PNEUMONIA COMPLICADA COM DERRAME PLEURAL
Uma área de consolidação é vista na zona média direita – broncograma aéreo é visível.
Abaixo disso há uma área branca devido a um derrame parapneumônico – nenhum broncograma
aéreo é visível nesta área
Pneumonia causada por M. pneumoniae.
Radiografia de tórax em PA demonstrando um envolvimento
intersticial difuso periférico e bilateral, sugestivo de infecção
pelo Mycoplasma pneumoniae.
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Derrame Pleural
Consolidação
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RADIOGRAFIA NO PNEUMOTÓRAX
Trata-se do acúmulo de ar na cavidade pleural.
É uma complicação comum de trauma torácico (15–40%).
Dividido em três categorias:
Simples: Sem comunicação com a atmosfera ou mediastino. Sem mudança de linha média.
Comunicativo: Associada a defeito da parede torácica.
Hipertensivo: Acúmulo progressivo de ar sob pressão dentro do cavidade pleural; levando ao
deslocamento do mediastino com compressão do pulmão contralateral e grandes vasos.
Use esta radiografia de tórax como referência normal para comparação.
Os pulmões podem ser vistos atingindo a borda interna da parede torácica (setas).
Os dois pulmões se encontram no meio, na linha juncional posterior (pontas de setas) e na
linha juncional anterior (não claramente visível). Estas linhas normais, que consistem em
quatro camadas de pleura (2 viscerais e 2 parietais), nem sempre são vistas.
Pneumotórax VOLTAR
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RECONHECENDO AS REFERÊNCIAS NORMAIS
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Pneumotórax VOLTAR
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PNEUMOTÓRAX PEQUENO
PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO
É um diagnóstico CLÍNICO e não radiológico!
Sinais de Pneumotórax Hipertensivo.
O pulmão esquerdo está completamente comprimido (pontas de seta).
A traqueia é empurrada para a direita (seta)
O coração está deslocado para o lado contralateral – observe que a borda direita do coração
está empurradapara a direita (linha vermelha)
O hemidiafragma esquerdo está deprimido (linha laranja)
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Hilo
Borda
Pulmonar
P = Pneumotórax
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RADIOGRAFIA NO TÓRAX INSTÁVEL
Ocorre quando há perda de continuidade de um segmento da parede torácica com o resto da
caixa torácica.
Ocorre geralmente no trauma com duas ou mais costelas fraturadas em dois ou mais locais.
Resulta na interrupção dos movimentos normais da parede torácica e movimento pode ser visto.
Considere sempre uma lesão pulmonar subjacente (contusão pulmonar).
A combinação de dor, diminuição ou movimentos paradoxais da parede torácica e contusão
pulmonar subjacente provavelmente contribuirão para a hipóxia.
ACHADOS NA RADIOGRAFIA
Múltiplas lesões de costela;
Separação costocondral;
A sombra do espaço aéreo pode ser observada com contusões pulmonares.
Tórax Instável VOLTAR
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Fraturas Fraturas
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RADIOGRAFIA NA TUBERCULOSE
TUBERCULOSE PRIMÁRIA EM PULMÃO
CAVERNA / CAVITAÇÃO NA TUBERCULOSE
Não existem características radiológicas que sejam por si só diagnósticas de infecção primária por
Mycobacterium tuberculosis (TB), mas uma radiografia de tórax pode fornecer algumas pistas para
o diagnóstico.
Tuberculose VOLTAR
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Alargamento
Hilar
Caverna
CConsolidação
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Tuberculose VOLTAR
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TUBERCULOSE MILIAR
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Rx de Abdome
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QUAL O PAPEL DO RX DE ABDOME NA EMERGÊNCIA?
Os gases intestinais normais têm aparência muito
variável.
Neste exemplo, as 'rugas' onduladas da parede do
estômago podem ser vistas.
Um pequeno segmento do cólon é proeminente,
mas não está francamente dilatado.
O material fecal é visível no hemicolon direito.
Um paciente com trauma abdominal não necessita de uma radiografia simples de abdome (Rx
de abdome). O Rx de abdome não contribuirá para o diagnóstico clínico e deve ser evitado. O
Rx de abdome tem valor limitado como ferramenta diagnóstica na avaliação de muitos
pacientes apresentando abdome agudo. Isso ocorre principalmente porque o conteúdo
abdominal é composto por tecidos moles. A radiografia simples não oferece discriminação de
contraste suficiente para detectar e diferenciar muitas das diversas patologias inflamatórias e
neoplásicas dos tecidos moles intra-abdominais. O Rx de abdome não é a ferramenta adequada
para essa avaliação. Consequentemente, foi substituído pela ultrassonografia e pela tomografia
computadorizada, que são altamente precisas para avaliar os diversos tecidos moles intra-
abdominais. Na prática clínica atual, o rx de abdome é utilizado principalmente para confirmar
suspeitas de obstrução do intestino grosso ou delgado e para a demonstração de corpos
estranhos ingeridos perigosos. Mesmo assim, a tomografia computadorizada (TC) é
frequentemente escolhida como exame de imagem de primeira linha em casos de suspeita de
obstrução intestinal e é também o exame preferido e único em situações de suspeita de cólica
renal. E se os exames de imagem preferidos (TC ou USG) não estiverem imediatamente
disponíveis? Faz sentido solicitar um Rx de abdome como exame substituto?
No geral, não. Há o risco de obter uma falsa segurança devido à aparência aparentemente
normal de um Rx de abdome.
É mais seguro confiar em uma anamnese detalhada e em um exame físico bem feito.
Considerações Gerais sobre Rx de Abdome na EmergênciaVOLTAR
AO ÍNDICE
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QUAL O PAPEL DO RX DE ABDOME NA EMERGÊNCIA?
Colecistite
Apendicite
Perfuração
Cólica Biliar
Colite Aguda
Constipação
Cólica Renal
Aneurisma de Aorta
Diverticulite
Pancreatite
Hemorragia Digestiva Alta
Hemorragia Digestiva Baixa
Isquemia Intestinal
Obstrução de Intestino Grosso
Problema
Obstrução de Intestino Delgado
Ultrassom
TC
TC
Endoscopia
Angiograma
TC
Ultrassom
TC
Sigmoideoscopia
Exame Retal e Anamnese
TC
O melhor exame
TC (pois mostra o ponto da
obstrução/causa)
TC (pois mostra o ponto da
obstruçã/causa)
Rx de Tórax Ereto
TC
CT
Ultrassom
Ultrassom
Não
Não
Não
A rx de abdome é útil?
Sim, para confirmar a impressão
clínica na maioria dos casos.
Sim, para confirmar a impressão
clínica na maioria dos casos.
Sim, porém apenas para excluir
megacólon tóxico.
Não
Não
Não
Não. Pode mostrar o cálculo,
porém sem evidenciar inflamação.
Não
Não
Não
Não
Não
Considerações Gerais sobre Rx de Abdome na EmergênciaVOLTAR
AO ÍNDICE
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Patologias na Prática
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OBSTRUÇÃO DO INTESTINO DELGADO
Obstrução do Intestino Delgado VOLTAR
AO ÍNDICE
As características da obstrução do intestino delgado incluem a posição central das alças intestinais
distendidas e cheias de gás.
As linhas brancas que atravessam toda a largura do intestino são “valvulae conniventes” – são
encontradas apenas no intestino delgado.
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Alças
Dilatadas
Válvulas
Coniventes
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OBSTRUÇÃO DO INTESTINO GROSSO
Obstrução do Intestino Grosso VOLTAR
AO ÍNDICE
Todo o intestino grosso está dilatado até a pelve.
Alças dilatadas do intestino delgado também são visíveis. Isso indica incompetência da válvula
ileocecal, que permite o acúmulo de gás no intestino delgado e também no intestino grosso.
Esta imagem demonstra a dilatação do cólon até uma área onde há estreitamento do intestino e
uma área de aumento da densidade dos tecidos moles.
Descobriu-se que se tratava de um tumor do cólon descendente.
A obstrução intestinal pode ser completa ou parcial. Gás no reto, como visto neste caso, é uma
característica de obstrução incompleta. A TC demonstra estreitamento do cólon descendente
devido a uma massa.
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Intestino
Grosso
Intestino
Grosso
Intestino
Delgado
Colo
Dilatado
Gás no
reto
Densidade
aumentada
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QUAL A MELHORA RADIOGRAFIA NA PERFURAÇÃO INTESTINAL?
Ar livre abaixo de ambas as cúpulas do
diafragma (setas).
Não confundir com o gás da bolha gástrica
a esquerda.
Este paciente havia sido submetido a uma
cirurgia laparoscópica no início do dia. O
gás livre sob o diafragma é dióxido de
carbono insuflado, um achado pós-
cirúrgico aceitável.
A radiografia mais útil nos casos suspeitos de perfuração intestinal é uma radiografia de tórax
ereta e bem penetrada. Um rx de abdome ereto não é indicado porque o CXR é muito mais
confiável na detecção de ar livre. Quantidades muito pequenas (apenas 1,0 ml) de ar livre pode ser
demonstrado em uma radiografia de tórax bem feita. Se um paciente não conseguir sentar-se para
uma radiografia torácica ereta, uma técnica alternativa pode ser usada: o paciente deita-se em
decúbito esquerdo e a radiografia é feita. Veja um exemplo mais abaix.
Perfuração Intestinal (Pneumoperitôneo) VOLTAR
AO ÍNDICE
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Gás Livre
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VOLTAR
AO ÍNDICE
Se houver gás intra-abdominal livre adjacente a uma alça intestinal cheia de gás, ambos os
lados da parede intestinal estarão bem definidos. Isto é conhecido como 'sinal de Rigler'.
Suspeita de perfuração. Paciente muito grave para sentar-se. Um rx de abdome em decúbito
lateral com o paciente deitado do lado esquerdo. Uma grande quantidade de ar intraperitoneal
livre é mostrada (entre as pontas das setas) acima da superfície lateral do fígado. O ar delineia o
superfície inferior da cúpula direita do diafragma (setas).
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Perfuração Intestinal (Pneumoperitôneo)
SINAL DE RIGLER
Ambos os lados
da parede do intestino
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VOLVO CECAL NA RADIOGRAFIA
Volvo Cecal VOLTAR
AO ÍNDICE
Basicamente, na radiografia simples, observa-se o ceco distendido direcionando-se para o
quadrante superior esquerdo, com o padrão de haustrações mantido.
Este paciente tem um ceco que não é retroperitoneal e, portanto, é “móvel” e suscetível a torção
ou dobramento. O 'vólvulo' (torção/dobra) resultouna dilatação do ceco.
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VOLVO DE SIGMÓIDE NA RADIOGRAFIA
Volvo de Sigmóide VOLTAR
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O vólvulo sigmóide ocorre devido a uma torção na base do mesentério sigmóide que está em
posição fixa (asterisco) na fossa ilíaca esquerda.
Isso resulta no aparecimento de um “grão de café” gigante, o sinal típico do volvo sigmóide.
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Torção Dilatada
do intestino
Cateter
Urinário
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Radiografia no Trauma
Membros Superiores
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RADIOGRAFIAS MUSCULOESQUELÉTICAS
DUAS INCIDÊNCIAS SÃO MELHORES QUE UMA!
A confiança na interpretação de radiografias do sistema musculoesquelético se desenvolve com
experiência e conhecimento da aparência normal das estruturas anatômicas. Porém, nem
sempre haverá um ortopedista em seu plantão, certo? Você precisa se preparar!
Como cada paciente apresenta variações individuais, pode ser desafiador diferenciar achados
normais de anormais.
No entanto, alguns princípios fundamentais podem auxiliar nessa avaliação, ajudando a
identificar alterações relevantes e evitando interpretações equivocadas.
Vamos ver cada um deles?
Muitas fraturas e luxações não são visíveis em uma única
imagem, por isso são feitas duas projeções padrão em
ângulos retos. Em casos difíceis, como suspeita de fratura
no escafóide, podem ser necessárias mais de duas
visualizações. Neste exemplo ao lado, a verdadeira
extensão da lesão é apenas evidente na vista lateral.
No contexto do trauma, geralmente são necessárias pelo menos duas projeções radiográficas
da região afetada para uma avaliação adequada. Veja o exemplo acima. A incidência AP revela
apenas pequenas irregularidades na cortical óssea, podendo dificultar a identificação de lesões
significativas. Já a vista lateral evidencia uma lesão óssea óbvia, destacando a importância de
múltiplas projeções para uma avaliação precisa.
Principios na Radiografia Musculoesquelética VOLTAR
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???
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Principios na Radiografia Musculoesquelética VOLTAR
AO ÍNDICE
SEMPRE COMPARE COM O OUTRO LADO, SE POSSÍVEL.
SEMPRE BUSQUE POR UMA RADIOGRAFIA ANTIGA, SE POSSÍVEL.
Um "raio X prévio" é considerado o exame mais barato em radiologia.
Se houver dúvida sobre uma possível anormalidade e uma imagem prévia da região estiver
disponível, sempre compare as duas.
Essa prática pode aumentar a confiança no diagnóstico e fornecer insights valiosos sobre a
progressão da patologia ao longo do tempo.
Neste exemplo, a radiografia atual revela uma fratura deslocada evidente na diáfise femoral.
A radiografia antiga sugere a causa subjacente da fratura: o osso estava enfraquecido devido a
uma lesão óssea lítica, aumentando sua vulnerabilidade à fratura.
Esta imagem da pelve revela uma sutil irregularidade no contorno cortical do colo femoral
direito.
A comparação com o lado oposto, que está assintomático, ajuda a reforçar a suspeita de uma
anormalidade real, aumentando a confiança no diagnóstico.
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Lesão Lítica
prévia a
fratura
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SOBRE AS FRATURAS DE CLAVÍCULA
EXEMPLOS DE FRATURA DE CLAVÍCULA
RADIOGRAFIA DA CLAVÍCULA - NORMAL
A clavícula é o osso mais proximal do membro superior e desempenha um papel essencial na
alavancagem e no suporte das estruturas da cintura escapular.
Ela conecta o esterno à escápula, contribuindo para a estabilidade e mobilidade do ombro.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
Ântero-posterior (AP) e oblíquia apical (varia de acordo com o especialista).
Membros Superiores - Clavícula VOLTAR
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C l a v í c u l a N o r m a l C l a v í c u l a N o r m a l
Fratura
D e s l o c a m e n t o
F r a t u r a
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SOBRE AS LUXAÇÕES ACRÔMIO-CLAVICULARES
ARTICULAÇÃO ACRÔMIO-CLAVICULAR DESLOCADA
ARTICULAÇÃO ACRÔMIO-CLAVICULAR - ANATOMIA NORMAL
As superfícies inferiores da clavícula e do acrômio não estão alinhadas, o que indica a ruptura
dos ligamentos acromioclaviculares. Além disso, a distância coracoclavicular está ampliada,
sugerindo uma lesão do ligamento coracoclavicular.
As margens inferiores do acrômio e da clavícula estão bem alinhadas (indicado pelas linhas
laranjas), sugerindo integridade dos ligamentos acromioclaviculares (que não são visíveis, mas
sua posição é indicada pelas linhas azuis).
Além disso, o processo coracoide não está amplamente separado da clavícula, o que indica que
os ligamentos coracoclaviculares estão intactos (também não visíveis, mas sua posição é
mostrada pelas linhas verdes).
O mecanismo do trauma geralmente ocorre devido a um golpe na ponta do ombro, com o braço
aduzido. Esse tipo de lesão é comum em esportes de contato.
Inicialmente, o ligamento acromioclavicular (AC) sofre a ruptura, seguido pela lesão dos ligamentos
coracoclaviculares e das inserções musculares do deltóide e do trapézio.
Membros Superiores - Articulação Acrômio-Clavicular VOLTAR
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Acrômio
Ligamentos
Artriculação
Acrômio-Clavicular
Ruptura dos
ligamentos
Clavícula
Coracóide
Alinhamento Normal
Perda do alinhamento
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SOBRE LUXAÇÃO GLENOUMERAL
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL - ANATOMIA NORMAL
No contexto do trauma, existem duas incidências padrão utilizadas para avaliar a articulação do
ombro:
Visão Anterior-Posterior (AP): Fornece uma visão geral da articulação, permitindo a avaliação
das estruturas ósseas e articulares.
Visão lateral ou 'Y': Utilizada para avaliar a posição da escápula e a integridade da articulação
glenoumeral, especialmente útil para detectar fraturas ou deslocamentos.
Luxação do ombro é um termo frequentemente utilizado para se referir à luxação da cabeça do
úmero da glenóide da escápula. Embora o ombro possa se deslocar posteriormente, a luxação
anterior é aproximadamente 50 vezes mais comum.
Esse tipo de lesão ocorre principalmente devido a forças externas ou traumas, frequentemente em
situações de queda ou lesões esportivas.
Membros Superiores - Articulação Glenoumeral VOLTAR
AO ÍNDICE
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INCIDÊNCIA “AP”
INCIDÊNCIA “LATERAL” OU “Y”
Cabeça do Úmero
Cabeça do Úmero
Glenóide
Glenóide
Coracóide
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Membros Superiores - Articulação Glenoumeral VOLTAR
AO ÍNDICE
LUXAÇÃO ANTERIOR GLENOUMERAL
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INCIDÊNCIA “AP”
INCIDÊNCIA “LATERAL” OU “Y”
Na visão lateral, a cabeça do úmero está posicionada anteriormente à glenóide e inferiormente
ao processo coracoide, um achado característico da luxação anterior do ombro.
A cabeça do úmero e a superfície glenoidal não estão alinhadas, indicando luxação do ombro.
Além disso, a cabeça do úmero está localizada abaixo do processo coracoide, um achado típico
da luxação anterior do ombro.
Cabeça do Úmero
Glenóide
Glenóide
Cabeça do Úmero
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Membros Superiores - Articulação Glenoumeral VOLTAR
AO ÍNDICE
LUXAÇÃO POSTERIOR GLENOUMERAL
INCIDÊNCIA “AP”
INCIDÊNCIA “LATERAL” OU “Y”
A articulação glenoumeral está alargada, sugerindo uma luxação posterior do ombro.
A presença de irregularidade cortical na cabeça do úmero indica uma possível fratura por
impactação.
Na luxação posterior, o úmero permanece em rotação interna, e seu contorno assume a
aparência característica de uma "lâmpada" 💡
Nota: Qualquer radiografia obtida com o úmero em rotação interna pode simular essa aparência,
sendo essencial correlacionar com a história clínica.
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SOBRE AS FRATURAS DE COTOVELO
RADIOGRAFIA LATERAL DE UM COTOVELO NORMAL
O conhecimento da aparência normal da Rx do cotovelo é essencial para identificar lesões.
Muitas lesões apresentam achados radiológicos característicos, que podem ser detectados por
alterações nos tecidos moles, mesmo na ausência de fraturas óbvias.
A avaliação cuidadosa deve incluir a análise das linhas articulares, do contorno cortical e da
presença de sinais indiretos, como o sinal da gordura posterior, que pode indicar um derrame
articularsecundário a fratura oculta.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
Ântero-posterior com Extensão total
Lateral com 90º de Flexão
A almofada de gordura anterior (ou “Fat Pad”) é um achado normal nas rx do cotovelo.
A camada de gordura posterior não deve ser visível, pois o tecido mole do músculo tríceps
permanece contíguo à borda posterior do úmero.
Além disso, mais de um terço do capitulo deve estar localizado anteriormente à linha anterior do
úmero, garantindo um alinhamento adequado da articulação.
Membros Superiores - Cotovelo VOLTAR
AO ÍNDICE
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“Fat Pad” anterior
Linha Radiocapitular
Linha
Anterior
do úmero
Ulna
Capítulo
Rádio
Tr
íc
ep
s
Úm
er
o
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AO ÍNDICE
RADIOGRAFIA DE COTOVELO FRATURA DA CABEÇA DO RÁDIO
Anatomia normal, sem presença de
“almofadas de gordura ou Fat Pads”
patológicas. Note que a posterior não
é visível ao Rx, pois está sobreposta
pelo osso.
Já aqui, temos um deslocamento
das “Fat Pads”, evidenciando um
processo patológico.
A imagem lateral revela que o corpo adiposo anterior está afastado do úmero, mas não há
evidência de fratura.
A almofada de gordura posterior está visível, o que é sempre anormal e pode indicar a
presença de uma fratura oculta, geralmente associada a uma fratura do cotovelo.
Na imagem AP, uma fratura da cabeça do rádio é visível, o que reforça a possibilidade de uma
lesão associada à articulação do cotovelo.
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“Fat Pad” anterior
deslocado
“Fat Pad” posterior
presente
Fratura
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AO ÍNDICE
OUTROS EXEMPLOS DE “FAT PADS” PATOLÓGICAS
RADIOGRAFIA DE COTOVELO FRATURA DA CABEÇA DO RÁDIO
Em um paciente infantil, observa-se uma fratura visível do úmero distal, com a presença de
derrame articular (hemartrose), que afasta as camadas de gordura do úmero.
O músculo tríceps, devido à sua força, desloca a ulna para trás, levando consigo o capítulo (C).
Como resultado, o capítulo fica bem atrás da linha anterior do úmero, o que é anormal.
Normalmente, pelo menos um terço do capítulo deve estar à frente da linha anterior do úmero
para indicar um alinhamento adequado.
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Fratura “Fat Pad”
posterior
Efusão
Fratura
Linha
Anterior
do úmero
C
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AO ÍNDICE
RADIOGRAFIA DE COTOVELO - LUXAÇÃO DA CABEÇA RADIAL
Nesta radiografia a linha radiocapitelar não passa pelo capítulo, indicando uma deslocação da
articulação do cotovelo.
A ulna está deslocada da tróclea, o que sugere uma lesão mais grave e a necessidade de
avaliação cuidadosa para determinar o tratamento adequado e evitar complicações.
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Linha Radiocapitelar
Ulna
Rádio
Capítulo
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SOBRE AS FRATURAS DE ANTEBRAÇO
FRATURA DE RADIO DISTAL - DESLOCAMENTO DORSAL - FRATURA DE COLLE
A fratura transversal do rádio distal apresenta angulação dorsal e deslocamento do punho,
resultando na característica deformidade em “garfo de jantar”.
O encurtamento ósseo leva a um estreitamento do espaço ulnocarpal (
mobilidade do punho.
Essa lesão é mais comum em mulheres idosas com osteoporose e é frequentemente chamada
de fratura de Colles.
⚹), o que pode afetar a
As fratura do antebraço variam conforme o mecanismo da lesão e a idade do paciente.
Em idosos, são comuns as fraturas osteoporóticas do rádio distal, geralmente causadas por
quedas com apoio nas mãos.
Em crianças, devido à complacência óssea, ocorrem fraturas do tipo fivela ou galho verde,
onde o osso se dobra sem ruptura completa.
Muitas fraturas do antebraço possuem nomes homônimos, mas seu uso deve ser feito com
cautela, pois pode gerar confusão na comunicação clínica.
Membros Superiores - Antebraço (Rádio e Ulna) VOLTAR
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Membros Superiores - Antebraço (Rádio e Ulna) VOLTAR
AO ÍNDICE
FRATURA/LUXAÇÃO DO ANTEBRAÇO | TIPO MONTEGGIA
FRATURA DE RADIO DISTAL - DESLOCAMENTO PALMAR - FRATURA DE SMITH
A fratura do rádio distal com deslocamento e angulação palmar, associada a um encurtamento
do rádio, é frequentemente chamada de fratura de Smith ou "Colles reversa".
Essa lesão ocorre geralmente por queda sobre a mão em flexão e pode levar a instabilidade do
punho.
O rádio e a ulna formam uma unidade anatômica interligada pelo ligamento interósseo e
estabilizada no cotovelo e punho, criando um anel estrutural.
Quando há uma fratura com encurtamento da diáfise de um dos ossos, geralmente ocorre uma
luxação compensatória no outro osso, seja no punho ou cotovelo:
Fratura-luxação de Monteggia: ocorre quando a diáfise da ulna fratura com encurtamento,
fazendo com que o rádio se desloque na articulação do cotovelo.
Fratura-luxação de Galeazzi: ocorre quando a diáfise do rádio fratura com encurtamento,
levando ao deslocamento da ulna na articulação radioulnar distal.
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Capítulo
Deslocamento na
direção “palmar”
Linha Radiocapitelar
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Membros Superiores - Antebraço (Rádio e Ulna) VOLTAR
AO ÍNDICE
FRATURA EM “GALHO VERDE”
FRATURAS DE ANTEBRAÇO NA INFÂNCIA
FRATURA EM “TORUS”
Os ossos das crianças são mais flexíveis e, em vez de fraturarem completamente como nos
adultos, podem dobrar-se sob impacto.
Quando há uma fratura visível no córtex de um lado e o outro lado apenas se curva (flamba),
chamamos de fratura em "galho verde" ou “greenstick”.
Se houver apenas flambagem óssea sem uma linha de fratura visível, a lesão é chamada de
fratura em “toro”.
Essas fraturas são comuns na infância e geralmente possuem bom prognóstico, mas exigem
avaliação e imobilização adequadas para evitar deformidades futuras.
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Fratura Deformação do osso sem ruptura
do periósteo
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SOBRE AS FRATURAS DO PUNHO
OSSOS DO PUNHO | RADIOGRAFIA EM PA NORMAL
OSSOS DO PUNHO | RADIOGRAFIA LATERAL NORMAL
As incidências padrão do punho são Posterior-Anterior (PA) e Lateral, porém, em algumas
situações, outras incidências podem ser necessárias para melhor visualizar os 8 ossos do carpo,
que frequentemente se sobrepõem.
O punho é composto pelos seguintes ossos do carpo:
Fileira proximal: Escafoide, Semilunar, Piramidal e Pisiforme
Fileira distal: Trapézio, Trapezoide, Capitato e Hamato
Além dos ossos, as articulações radiocarpal, radioulnar distal e carpometacarpal também
fazem parte da estrutura do punho.
Na avaliação radiológica do punho, é fundamental analisar não apenas os ossos, mas também os
espaços articulares, pois alterações nesses espaços podem indicar lesões ligamentares,
instabilidades ou processos patológicos subjacentes.
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AO ÍNDICE
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Trapézio
Trapezóide
Pisiforme
Escafóide
Trapezóide
Trapézio
Semilunar
Semilunar
Escafóide
Gancho do
hamato
Hamato
Pisiforme
Piramidal
Piramidal
C
ap
ita
to
C
ap
ita
to
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AO ÍNDICE
FRATURA DE ESCAFÓIDE
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ATENÇÃO
Cerca de 30% das fraturas do escafoide permanecem ocultas na radiografia
inicial.
Se não tratada, uma fratura do escafoide pode evoluir para não união e necrose
avascular, levando a dor crônica e osteoartrite do punho.
Dessa forma, é essencial tratar clinicamente qualquer suspeita de fratura do
escafoide, mesmo que a radiografia inicial seja normal.
O manejo inclui:
Imobilização e acompanhamento clínico com radiografias seriadas.
Se a dor persistir após 10 dias, pode ser indicada uma ressonância
magnética para confirmar ou descartar a fratura.
Seguir os protocolos locais para garantir um diagnóstico e tratamento
adequados.
A fratura do escafoide é melhor visualizada na incidência com desvio ulnar, que posiciona o osso
de forma mais evidente. O punho é desviado para o lado ulnar para melhorar a visualização do
escafoide.
A fratura geralmente ocorre na cintura do escafoide e pode ser transversal.
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Membros Superiores - Punho VOLTAR
AO ÍNDICEFRATURA DO OSSO HAMATO
FRATURA DO OSSO PIRAMIDAL
Fratura do hamato – (Incidência oblíqua do escafoide)
Linha de fratura atravessando o hamato
A lesão foi visível apenas nessa incidência
As fraturas do triquetrum são geralmente visíveis apenas na imagem lateral. O inchaço dos
tecidos moles pode ser um indicativo importante da presença dessas fraturas ou de lesões em
outras regiões do punho.
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SOBRE AS FRATURAS DE MÃOS E DEDOS
OSSOS DO PUNHO | RADIOGRAFIA EM PA NORMAL
As visualizações padrão incluem póstero-anterior (PA), oblíqua e lateral.
A mão é composta pelos metacarpos e falanges, além das articulações interfalângicas e
metacarpofalângicas. Fraturas e luxações geralmente são fáceis de identificar, desde que a região
afetada seja analisada em dois planos distintos.
As articulações dos dedos são propensas a luxações e frequentemente sofrem lesões por avulsão,
especialmente nas inserções tendíneas.
Membros Superiores - Mãos e Dedos VOLTAR
AO ÍNDICE
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Membros Superiores - Mãos e Dedos VOLTAR
AO ÍNDICE
LUXAÇÃO DE DEDOS
FRATURA DE DEDOS | FRATURA DE BOXER’S
As falanges proximais apresentam deslocamento nas articulações metacarpofalângicas do 4º e
5º dedos.
A fratura de metacarpo mais comum é a fratura do tipo "Boxer".
Fratura de Boxer – 2 exemplos:
À esquerda: fratura transversal facilmente visível.
À direita: fratura oblíqua mais sutil, identificável com observação atenta.
Em ambos os casos, há inchaço dos tecidos moles, um sinal útil na suspeita de fraturas nos
dedos.
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Falange
proximal
Falange
proximal
Metacarpos
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Radiografia no Trauma
Membros Inferiores
...
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SOBRE AS FRATURAS DE QUADRIL
RADIOGRAFIA EM AP NORMAL DE QUADRIL
RADIOGRAFIA LATERAL NORMAL DE QUADRIL
As fraturas do fêmur proximal ("quadril") são comuns em idosos com osteoporose. Algumas são
evidentes clínica e radiologicamente, enquanto outras podem ser difíceis de diagnosticar.
Os sinais clássicos, como perna encurtada e rotação externa, podem não estar presentes em
fraturas não deslocadas.
Radiografias podem não mostrar a fratura inicialmente.
Se a dor persistir, pode ser necessário repetir radiografias, realizar tomografia ou ressonância
magnética para confirmação.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
Pelve AP (anterior-posterior) e quadril lateral.
A radiografia AP de toda a pelve é essencial para descartar fraturas pélvicas, pois estas podem
imitar os sinais clínicos de uma fratura de quadril.
VOLTAR
AO ÍNDICE
Acetabulo
h
Trocanter
Menor
Acetabulo
Cabeça do
Fêmur
Colo do
Fêmur
Trocanter
Maior
Linha de S enton Norm
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A
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Membros Inferiores - Quadril e Fêmur Proximal
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Membros Inferiores - Quadril e Fêmur Proximal VOLTAR
AO ÍNDICE
FRATURA DO COLO DO FÊMUR - RADIOGRAFIA AP
FRATURA DO COLO DO FÊMUR - RADIOGRAFIA AP
A linha de Shenton está interrompida, sugerindo desalinhamento ósseo.
O aumento da densidade do colo femoral ocorre devido à sobreposição óssea, indicando
impactação da fratura.
O trocanter menor está mais proeminente do que o normal, reflexo da rotação externa do
fêmur, um achado comum em fraturas de quadril.
Perda da linha de Shenton, indicando desalinhamento do quadril.
Fratura completa do colo femoral, envolvendo todo o diâmetro ósseo.
Deslocamento total dos dois componentes da fratura, com separação visível do colo femoral e
da cabeça do fêmur.
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Perda da
Cabeça do
Fêmur
Aumento da
densidade
Linha de Shenton
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Membros Inferiores - Quadril e Fêmur Proximal VOLTAR
AO ÍNDICE
FRATURA SUBTROCANTÉRICA DO FÊMUR - RADIOGRAFIA AP
FRATURA TRANSTROCANTÉRICA DO FÊMUR - RADIOGRAFIA AP
A fratura ocorre distalmente aos trocânteres, afetando a diáfise do fêmur.
O colo femoral permanece intacto, sem envolvimento na fratura.
Linha de fratura corre entre os trocânteres, afetando a região proximal do fêmur.
Há cominuição com separação do trocânter menor.
A fratura não envolve o colo do fêmur, preservando essa estrutura óssea.
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Trocanter
Menor
Trocanter
Maior
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SOBRE AS LUXAÇÃO DE QUADRIL
A luxação do quadril (luxação da cabeça femoral do acetábulo) é mais frequente após a
artroplastia total do quadril (ATQ).
LUXAÇÃO DE QUADRIL EM PACIENTE COM ATQ
RADIOGRAFIA EM AP COM LUXAÇÃO POSTERIOR
A luxação geralmente ocorre na direção posterior, o que clinicamente leva ao
encurtamento da perna, com flexão e rotação interna do quadril (nota - as fraturas do
quadril geralmente causam rotação externa).
A luxação do quadril pode ser acompanhada por fratura do acetábulo ou lesões significativas
dos tecidos moles não visível com raio X.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
A radiografia ântero-posterior (AP) da pelve e a incidência lateral do quadril são
essenciais na avaliação de fraturas.
Deve-se verificar atentamente a presença de fraturas concomitantes da borda acetabular,
que podem impactar o manejo clínico.
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Membros Inferiores - Quadril e Fêmur Proximal
Posição
Normal
AcetáluboL u x a ç ã o
L u x a ç ã o
N o r m a l
C o m p o n e n t eF e m o r a l
C o m p o n e n t e
d o a c e t a b u l o
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SOBRE AS FRATURAS DE FÊMUR
RADIOGRAFIA EM AP COM FRATURA DA DIÁFISE FEMORAL
Fratura espiral do fêmur com angulação posterior, deslocamento lateral e encurtamento.
O fêmur distal está rotacionado, fazendo com que o joelho fique voltado lateralmente.
Lesão resultante de um acidente de trânsito.
As fraturas da diáfise femoral geralmente ocorrem devido a impacto de alta energia, como em
acidentes automobilísticos.
Essas fraturas costumam ser altamente deslocadas e de fácil diagnóstico clínico e radiológico.
Quando não há histórico de trauma significativo, deve-se considerar a possibilidade de fratura
patológica.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
As visualizações Anterior-Posterior (AP) e Lateral são essenciais para a avaliação
adequada.
Múltiplas imagens podem ser necessárias para garantir que todo o comprimento do fêmur
seja coberto.
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Membros Inferiores - Diáfise do Fêmur
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SOBRE AS FRATURAS DE JOELHO
RADIOGRAFIA EM AP NORMAL DE JOELHO
RADIOGRAFIA LATERAL (RAIOS HORIZONTAIS) NORMAL DE JOELHO
A visão Horizontal Beam Lateral é útil para avaliar tecidos moles e estruturas ósseas.
A bolsa suprapatelar normal aparece entre as bolsas de gordura acima da patela (setas).
Alargamento das bolsas de gordura ou aumento da densidade nessa região podem sugerir
derrame articular no joelho.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
Incidências AP e Lateral são usadas na avaliação de traumas no joelho.
A visão lateral é realizada com o paciente em decúbito dorsal e feixe de raios X horizontal.
Essa técnica permite a visualização de derrames na bolsa suprapatelar.
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Membros Inferiores - Joelho
Platô
Tibial Lateral
Côndilo
Femoral
Lateral
Fíbula
Bolsa Suprapatelar
Tíbia
Patela
Côndilo
Femoral
Medial
Platô
Tibial Medial
Tendão do
Quadríceps Tendão do
Patelar
Fêmur
Patela
Fíbula
Tíbia
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FRATURA DO PLATÔ TIBIAL EM AP
FRATURA DO PLATÔ TIBIAL EM RADIOGRAFIA LATERAL
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Membros Inferiores - Joelho
As fraturas do platô tibial podem variar de alterações mínimas a deslocamento significativo com
cominuição.
Possíveis características incluem depressão da superfície do planalto, deslocamento de
fragmentos ou ambos.
Lipohemartrose pode ser o único sinal radiológico visível. A lipohemartrose ocorre devido ao
vazamento de gordura e sangue do osso fraturado, formando uma efusão em camadas dentro
da articulação.
Na radiografia acima, temos o contorno do platô tibial deprimido (seta) e lipohemartrose
(gordura e sangue nas articulações) na visão lateral.Sangue
Gordura
Fratura
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FRATURA DA PATELA
Fraturas da patela podem ser visíveis apenas em uma das incidências padrão, geralmente na
lateral.
Derrame articular (hemartrose) pode ser indicado por um aumento da densidade separando as
camadas de gordura. A hemartrose ocorre devido ao vazamento de sangue para a articulação
após a fratura.
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Efusão
Fraturas
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VARIAÇÕES ANATÔMICAS - FABELLA
VARIAÇÕES ANATÔMICAS - PATELA BIPARTIDA
A fabela é um osso sesamoide normal localizado na cabeça lateral do tendão gastrocnêmio.
Não deve ser confundida com uma fratura ou corpo estranho solto na articulação.
A patela se desenvolve a partir de múltiplos centros de ossificação, que podem permanecer não
fundidos em adultos. O cenário mais comum envolve dois centros não fundidos.
O centro menor está tipicamente posicionado no quadrante superior externo da patela e pode,
por vezes, imitar uma fratura.
Um centro de ossificação apresentará uma borda bem definida e esclerótica (cortical), e sua
margem estará alinhada com o contorno do osso adjacente.
Ocasionalmente, pode ocorrer uma patela tripartida, com três centros não fundidos.
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FRATURA DE TODDLER
SOBRE AS FRATURAS DE TÍBIA E FÍBULA
RADIOGRAFIA EM AP COM FRATUAS DE TÍBIA E FÍBULA
A fratura espiral da tíbia é comumente observada em crianças pequenas e geralmente está
associada a uma lesão por torção. Esse tipo de fratura ocorre frequentemente quando a criança
realiza movimentos de rotação forçada
Para fraturar a tíbia e a fíbula, geralmente é necessário um impacto de alta força.
As lesões geralmente são evidentes, tanto do ponto de vista clínico quanto radiológico, mas é
importante realizar uma verificação cuidadosa para identificar fraturas que possam estar não
deslocadas.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
As visualizações padrão para avaliar a tíbia são Anterior-Posterior (AP) e Lateral.
Em alguns casos, várias imagens podem ser necessárias para garantir que ao menos duas
visualizações cubram todo o comprimento de ambos os ossos, a tíbia e a fíbula.
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Membros Inferiores - Tíbia e Fíbula
Fraturas Cominutivas
de Tíbia e Fíbula
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SOBRE AS FRATURAS DE TORNOZELO
RADIOGRAFIA AP EM “MORTISE” NORMAL DE TORNOZELO
A articulação do tornozelo é formada por três ossos: a tíbia, a fíbula e o tálus. As fraturas do
tornozelo geralmente envolvem lesões ósseas na tíbia distal (maléolo medial) ou na fíbula distal
(maléolo lateral).
Em alguns casos, a superfície articular do tálus também pode ser lesionada, o que pode afetar
a mobilidade e estabilidade da articulação.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
As visualizações padrão para avaliar fraturas no tornozelo são Anterior-Posterior (AP) e
Lateral.
A incidência AP em 'mortise' não é uma verdadeira projeção ântero-posterior, mas é feita em
um ângulo específico para otimizar a visualização da articulação do tornozelo, minimizando a
sobreposição da fíbula sobre a tíbia. Isso ajuda a garantir uma análise mais clara da articulação
e possíveis fraturas.
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Membros Inferiores - Tornozelo
Maléolo
Lateral
Fíbula
Tíbia
Articulação do
Tornozelo
Maléolo
Medial
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ANATOMIA DOS LIGAMENTOS DO TORNOZELO
RADIOGRAFIA LATERAL NORMAL DE TORNOZELO
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Ligamentos
Laterais
Tálus
Tibia
Sindesmose
tibiofibular distal
Fíbula
Articulação do
Tornozelo
Ligamentos
Mediais
O tornozelo é estabilizado por múltiplos ligamentos não visíveis na radiografia.
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FRATURA BIMALEOLAR EM RADIOGRAFIA AP
Fratura Maléolo
Lateral
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Membros Inferiores - Tornozelo
Aumento do espoço
articular
Fratura Maléolo
Medial
Fraturas múltiplas que afetam
tanto a tíbia quanto a fíbula
podem resultar em um
deslocamento significativo
das estruturas ósseas. Uma
característica importante a
ser observada nessas
fraturas é a grande
separação na articulação
tibiofibular, o que indica a
ruptura da membrana
interóssea.
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SOBRE AS FRATURAS DE CALCÂNEO
RADIOGRAFIA LATERAL NORMAL DE CALCÂNEO
Quedas de altura podem provocar fraturas graves no calcâneo, frequentemente associadas a
fraturas de carga axial na coluna vertebral.
Características das fraturas: Geralmente, as fraturas do calcâneo são cominutivas
(fragmentadas) e intra-articulares.
A extensão da lesão pode ser subestimada, pois as radiografias podem não refletir a gravidade
da fratura.
É necessário conhecer o chamado “ângulo de Bohler” para analisar radiografia de calcanhar.
Veja abaixo.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
As visualizações padrão para avaliar fraturas no tornozelo são Lateral e Axial.
Lesões graves podem causar achatamento do calcâneo, levando à redução do ângulo de Bohler.
Formação do ângulo de Bohler:
Na vista lateral, o ângulo é formado pela interseção de duas linhas:
Linha do borda superior do corpo calcâneo (posteriormente) até a borda superior da faceta
articular posterior do calcâneo na articulação subtalar.
Outra linha da borda superior do processo anterior do calcâneo.
Valor normal do ângulo de Bohler: Entre 28 a 40 graus.
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Membros Inferiores - Calcâneo
1
2
3
ÂNGULO DE BOHLER
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RADIOGRAFIA AXIAL NORMAL DE CALCÂNEO
FRATURA DE CALCÂNEO - INCIDÊNCIA LATERAL
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Membros Inferiores - Calcâneo
ÂNGULO DE BOHLER
Não há perda de
continuidade.
Córtex Intacto
Achatamento do ângulo de Bohler: O ângulo está reduzido para 18° neste caso (valor normal entre
28-40°).
Linhas de fratura: Fraturas podem ser observadas no calcâneo, com as linhas de fratura visíveis no
exame.
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FRATURA DE CALCÂNEO - INCIDÊNCIA AXIAL
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Membros Inferiores - Calcâneo
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ANATOMIA DO PÉ
SOBRE AS FRATURAS DE PÉS
Fraturas e luxações do antepé (metatarsos e falanges) são geralmente fáceis de identificar, desde
que o osso potencialmente lesionado seja totalmente visível em 2 planos.
O contorno do córtex ósseo de todos os ossos deve ser verificado cuidadosamente.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
As incidências Dorsal-Plantar (DP) e Oblíqua são as mais comuns para avaliar o antepé.
Fratura isolada da falange: Se houver suspeita de fratura em apenas uma falange, é
recomendado obter visões DP e oblíquas do(s) dedo(s) afetado(s).
Vistas laterais: Também podem ser úteis para uma avaliação mais detalhada.
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Membros Inferiores - Pés e Pododáctilos
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RADIOGRAFIA EM PA E OBLÍQUA NORMAIS - OSSOS
RADIOGRAFIA EM PA E OBLÍQUA NORMAIS - LIGAMENTOS DE LISFRANC
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Membros Inferiores - Pés
NAVICULAR
LIGAMENTO DE
LISFRANC
1 2
TÁLUS
3
CUNEIFORME
INTERMEDIÁRIO
4
FALANGES
5
METATARSOS
CUNEIFORMES
NAVICULAR
CUBÓIDE
TÁLUS
1
2
CUNEIFORME
LATERAL
3
4
CUBÓIDE
5
CALCÂNEO
2º METATARSO
3º METATARSO
Incidência em DP: O 2º metatarso deve estar alinhado com o cuneiforme intermediário.
Incidência Oblíqua: O 3º metatarso deve estar alinhado com o cuneiforme lateral.
Ligamento de Lisfranc: Sua posição é demonstrada nas imagens, porém não vista diretamente.
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FRATURA DE 5º METATARSO
LESÃO NO LIGAMENTO DE LISFRANC - RADIOGRAFIA EM DP
Deslocamento do 2º metatarso: O 2º metatarso está desalinhado em relação ao cuneiforme
intermediário.
Ausência de fratura visível: Embora nenhuma fratura seja aparente, essa é uma lesão grave e
debilitante se não tratada adequadamente.
Lesão do ligamento de Lisfranc:
Pode ser sutil, nem sempre causando deslocamento evidente.
Se houver suspeita clínica, é essencial um acompanhamento clínico e radiológico.As fraturas do metatarso geralmente são facilmente reconhecidas, mas muitas vezes são visíveis
apenas em uma visualização.
Neste exemplo, a fratura é mais claramente visível na imagem oblíqua.
LIGAMENTO DE
LISFRANC ROMPIDO
CUNEIFORME
INTERMEDIÁRIO
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Membros Inferiores - Pés
2º METATARSO
DESLOCADO
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Esqueleto Axial
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SOBRE AS FRATURAS DE CRÂNIO
RADIOGRAFIA LATERAL e AP NORMAL DE CRÂNIO
Radiografias do crânio são raramente utilizadas para detectar fraturas.
Quando há um histórico de trauma significativo que sugira fratura, a tomografia computadorizada
(TC) é geralmente indicada, pois permite avaliar possíveis hemorragias intracranianas.
QUAIS INCIDÊNCIAS SOLICITAR?
As suturas têm uma aparência de dente de serra que as distingue das fraturas que formam linhas
suaves.
Uma lateral obtida com um feixe horizontal de raios X e uma visão adicional, dependendo do local da lesão:
Trauma no osso occipital: Visão de Towne.
Qualquer outra lesão: PA vista frontal.
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Esqueleto Axial - Crânio
Sutura
Lambdóide
VASOS
SANGUÍNEOS
Sutura
Coronal
Coronal Coronal
Lambdóide
Lam
bdóide
Sa
gi
ta
l
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RADIOGRAFIA EM AP COM FRATURA DE CRÂNIO
RADIOGRAFIA LATERAL COM FRATURA DEPRESSÍVEL DE CRÂNIO
Lesão de crânio depressiva em radiografia de crânio e TC de crânio (janela de osso). Ambas do
mesmo paciente.
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Esqueleto Axial - Crânio
Lam
bdóide
Lam
bdóide
FRATURAS
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SOBRE AS FRATURAS DE FACE
RADIOGRAFIA OCCIPITO-MENTAL DE FACE NORMAL
RADIOGRAFIA OCCIPITO-MENTAL 30º DE FACE NORMAL
Geralmente são secundárias a violência interpessoal em adultos e quedas em crianças.
SEMPRE pesquise por lesão cervical em todos os pacientes.
A face possui diversas estruturas ósseas complexas e sobrepostas, com uma aparência que pode
variar significativamente. Por isso, a interpretação dos achados radiológicos deve sempre ser
correlacionada com os sinais clínicos, pois há um alto risco de erros na avaliação das imagens.
QUAIS AS PRINCIPAIS INCIDÊNCIAS?
Occipito-Mental (OM) e Occipito-Mental em angulação de 30 graus (OM30).
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Esqueleto Axial - Face
Arco
Zigomático
Seio
Maxilar
Órbita
Seio
Maxilar
Seios Frontais
Células
Etimoidais
Seios Frontais
Seio
Maxilar
Órbita
Seio
Maxilar
Arco
Zigomático
Canal Intra-orbitário
Canal Intra-orbitário
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AS LINHAS DE MCGRIGOR-CAMPBELL
As linhas McGrigor-Campbell são
referências anatômicas visíveis nas
incidências OM e OM30, auxiliando na
avaliação de lesões nos ossos faciais:
Linha superior (Vermelha): percorre as
suturas zigomático-frontais (asteriscos)
e a borda superior das órbitas.
Linha do meio (Laranja): segue o arco
zigomático (tromba do elefante),
atravessa o osso zigomático e
acompanha as margens orbitais
inferiores até o lado oposto.
Linha inferior (Verde): passa pelo
côndilo (1) e processo coronoide (2) da
mandíbula, além das paredes lateral e
medial do antro maxilar em ambos os
lados.
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Esqueleto Axial - Face
Mandíbula
Linha Média
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FRATURA EM “TRIPOD”
FRATURA DO ARCO ZIGOMÁTICO ISOLADA
1.O zigoma (asterisco) está separado do osso frontal na sutura zigomático-frontal.
2.Há uma fratura cominutiva do arco zigomático.
3.Identifica-se uma fratura do assoalho orbital.
4.Observa-se a ruptura da parede lateral do antro maxilar.
A interrupção da linha média de McGrigor-Campbell indica a presença de uma fratura cominutiva do
arco zigomático direito. Já a avaliação das linhas superior e inferior não revela sinais de fratura.
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Esqueleto Axial - Face
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FRATURA INFRA-ORBITÁRIA EM “BLOWOUT” - SINAL DE “TEARDROP”
Fratura Infra-orbitária. Sinal
de “Teardrop”. TC ao lado
com herniação de tecidos
moles para o seio maxilar.
O trauma orbital pode elevar a pressão dentro da órbita, levando à ruptura do assoalho orbital, uma
área de osso fino e vulnerável. Esse processo resulta no sinal da "lágrima", caracterizado pela
herniação do conteúdo orbital para o antro maxilar.
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Esqueleto Axial - Face
TearDrop
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SOBRE AS FRATURAS DE MANDÍBULA
RADIOGRAFIA INCIDÊNCIA DE MANDÍBULA NORMAL
RADIOGRAFIA PANORÂMICA DE MANDÍBULA NORMAL
Ao avaliar a mandíbula, siga cuidadosamente a borda cortical em toda a sua extensão para
identificar possíveis descontinuidades ou irregularidades. Além disso, examine as articulações
temporomandibulares (ATM) para detectar fraturas, luxações ou desalinhamentos.
A mandíbula é estruturalmente semelhante a um anel ósseo anatômico, estabilizado em suas
extremidades pelas articulações temporomandibulares (ATM).
Quando ocorre uma fratura em um ponto, é comum que haja uma segunda fratura em outra região
do anel ou uma luxação da ATM. Portanto, ao identificar uma fratura mandibular, é essencial
investigar a presença de uma lesão adicional ou deslocamento articular.
QUAIS AS PRINCIPAIS INCIDÊNCIAS?
Ortopantomografia (ou panorâmica) e incidência da mandíbula.
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Côndilo
Ângulo
Ângulo
Côndilo
Processo
Coróide
Processo
Coróide
Sínfise
Processo
Coróide
Côndilo
Processo
Coróide
Ângulo
Ângulo
Côndilo
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Esqueleto Axial - Mandíbula
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RADIOGRAFIA DE MANDÍBULA COM FRATURA
RADIOGRAFIA PANORÂMICA DE MANDÍBULA COM FRATURA
A fratura do corpo da mandíbula esquerda é claramente visível.
No lado direito, o contorno cortical na base do côndilo é de difícil avaliação (?), mas nenhuma
segunda fratura é facilmente identificada.
Nesta incidência, a fratura condilar direita é vista mais facilmente. É o mesmo paciente de cima.
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Esqueleto Axial - Mandíbula
tem
fratura?
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VISÃO GERAL DAS FRATURAS CERVICAIS
TODOS os pacientes com suspeita ou confirmação de trauma acima do nível das clavículas devem
ser considerados portadores de lesão cervical até que se prove o contrário. Estes pacientes devem
ser sua cervical imobilizada adequadamente até elucidação. A maioria das lesões cervicais são
secundárias a acidentes de trânsito. As três incidências para avaliação são:
Vista lateral
Vista anterior-posterior (AP)
Vista Odontoid Peg (Open Mouth - Boca aberta)
No contexto de trauma, a obtenção dessas imagens pode ser desafiadora, pois o paciente pode
apresentar dor intensa, confusão, inconsciência ou estar imobilizado, dificultando a colaboração
durante o exame.
O que você precisa saber sobre as Fraturas Cervicais VOLTAR
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ABORDAGEM SISTEMÁTICA DA INCIDÊNCIA LATERAL
Uma parte importante na análise de uma radiografia de coluna cervical lateral é traçar as linhas
anteriores, posteriores e espino-laminares (1, 2 e 3, na imagem abaixo).
Em adultos, espera-se uma curva suave entre elas, sem desvios grosseiros.
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Abordagem Sistemática Radiografia de Coluna Cervical
B
S
A
C
Alinhamento.
Visualizar desde a base do crânio até C7 e T1. Buscar
a “curva” das linhas anteriores, posteriores e
espinolaminares.
Bone (osso)
Buscar por fraturas e densidades.
Cartilagens
Os espaços intervertebrais devem ser uniformes
Soft Tissues (Tecidos)
Ar dentro dos tecidos moles sugerem ruptura
esofágica / traqueal
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ABORDAGEM SISTEMÁTICA DA INCIDÊNCIA AP
ABORDAGEM SISTEMÁTICA DA INCIDÊNCIA “BOCA ABERTA”
1.Alinhamento: Deve demonstrar o alinhamento dos processos laterais de C1 e C2 (círculos
amarelos).
2.Simetria: A distância entre o pino odontoide e as massas laterais de C1 (reta vermelha) deve ser
igual em ambos os lados.
3.Visibilidade: Embora, idealmente, o processo odontoide deva estar totalmente visível, isso pode
ser difícil em pacientes com trauma, devido a limitações