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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
engenharia de produção
Relatório de Aula Prática - Física Geral e Experimental: Mecânica
Mossoró
2023
SUMÁRIO
DESENVOLVIMENTO.................................................................. 2
1 MOVIMENTO RETILENEO UNIFORME...................................... 2
2 MOVIMENTO RETILENEO UNIFORMEMENTE VARIAVEL..... 4
3 LEI DE HOOKE............................................................................ 6
4 LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISOES......................... 10
REFERENCIAS............................................................................ 12
 
· MOVIMENTO RETILINEO UNIFORME (MRU)
No primeiro experimento foi realizada a mensuração da trajetória em linha reta de uma esfera. Os dados coletados estão expostos na tabela 01, se fez necessário repetir o processo 03 vezes para podermos coletar 3 tempos diferentes. Depois de expostos na tabela foi elaborado o gráfico S x Tm, calculado suas determinadas velocidades e equações.
· Tabela 01
	S(mm)
	T(s)
	Tm(s)
	
100
	D1
	D2
	D3
	
0,0782
	
	0,0117
	0,102
	0,121
	
	200
	0,2275
	0,2281
	0,219
	0,2248
	300
	0,346
	0,357
	0,358
	0,3536
	400
	0,458
	0,442
	0,448
	0,4493
 
· Gráfico 
s
400
300
200
100
 Tm
 0,078 0,224 0,353 0,4493
Velocidade D1 Velocidade D2
V=VF-VI/TF-TI V=VF-VI/TF-TI 
V=400-100/0,458-0,0117 V=400-100/0,442-0,102
V=300/0,4463 V=300/0,34
V=0,0672 V=8,82
Velocidade D3
V=VF-VI/TF-TI 
V=400-100/0,448-0,121
V=300/0,327
V=0,917
· Equação horária da posição D1
S(t)=s0+vt
100(0,0117)=s0+0672x0117
S0=0,0786/1,17
S0=0,067
· Equação horaria da posição D2 
S(t)=s0+vt
S(t)=s0+8,82x0,102
200(0,442)=s0+0,899
S0=0,899/88,4
S0=0,010
 
· Equação horaria da posição D3
S(t)=s0+vt
S(t)=s0+ 0,917x0,121
300(0,121)=s0+0,1109
S0=0,1109/36,3
S0=0,305
MOVIMENTO RETILINEO UNIFORMENTE VARIAVEL (MRUV)
 Assim como no MRU, Galileu também definiu o MRUV e o fenômeno da aceleração. Ele disse que o movimento uniformemente acelerado tende partir do repouso e adquirir, em tempos iguais, variações iguais de velocidade. Já aceleração tem sua definição como uma grandeza vetorial, que possui modulo, direção e sentido. 
Assim como o MRU o MRUV também possui características básicas como: movimento retilíneo; velocidade variando de forma uniforme; aceleração constante entre outras. A equação do MRUV se define como:
V= v0 +at
A segunda equação que podemos encontrar no MRUV é relacionada a posição x tempo e se define como:
S=s0 +v0t+1/2 at²
Nesse segundo experimento verificamos a descida de um carinho de brinquedos por uma rampa na qual recolhemos os dados analisados e organizados abaixo.
· Tabela 02
	S
	t
	T²
	0
	0
	0
	18
	0,0311
	0,0223
	36
	0,058
	0,0419
	54
	0,0828
	0,0644
	72
	0,167
	0,0819
	90
	0,295
	0,104
	108
	0,157
	0,1199
	126
	0,1766
	0,1286
	144
	0,1922
	0,1432
	162
	0,2117
	0,1574
	180
	0,2305
	0,1735
· Aceleração
a=Vf-Vi/Tf-Ti
a=0,78091-0,57878/2305-311
a=0,20213/0,1994
a=1,01
· Equação horaria
S=s0+v0xt+a/2xt²
0=180+v0 x 0,2305 + 1,01/2 x 0,1735²
V0= 180 x 0,2305 + 1,01/2 x 0,0301
V0= 41,49 + 0,505 x 0,0301
V0= 41,49 + 0,015
V0= 41,505
· Gráficos 
s s 
180 180
 0,2305 T 0,1735 Tm
 
· Lei de Hooke 
Robert Hooke foi um cientista importante de seu tempo, uma das suas maiores invenções é o que conhecemos hoje como lei da elasticidade que resume as deformações sofridas pelos corpos como diretamente proporcional a força aplicada sobre eles. 
A lei de Hooke se aplica sobre a força de tração ou de compressão, se após ter uma força aplicada sobre o corpo e o mesmo voltar a sua forma original essa deformação é chamada de elástica e pode ser aplicado segundo formula: 
F= -Kx
Sendo F a força elástica; K constante elástica e x a deformação sofrida.
Nesse experimento verificamos a deformação sobre 3 molas diferentes com alterações de pesos. No qual conseguimos a partir dai calcular a força (f) aplicada sobre as molas; a constante elástica (k) e a deformação (x) sofrida pelas molas com o peso aplicado.
· Calculo da força
1 VARIAVEL 2 VARIAVEL
F= m . g F= m. g
F=73 . 9,81 F= 123 . 9,81 
F= 716,13 F= 1206,63
3 variável 4 variável
F= m. g F= M .G 
F= 173 . 9,81 F= 223 . 9,81
F= 1697,13 F= 2187,63
· MOLA 1
	
	X0
	Xn
	DELTA X
	F
	1
	35
	50
	15
	716,13
	2
	
	67
	32
	1206,63
	3
	
	85
	50
	1697,13
	4
	
	102
	67
	2187,63
· Constante de elasticidade – mola 1
KM1 – 1 VARIAVEL KM1 – 2 VARIAVEL
F= K . DELTA X F= K . DELTA X
716,13= k . 15 1206,63= K . 32
15k= 716,13 32K= 1206,63
K= 716,13/ 15 K= 1206,63/32
K= 47,742 K= 37,70
KM1 – 3 VARIAVEL KM1 – 4 VARIAVEL
 
F=K. DELTA X F= K. DELTA X
1697,13=K. 50 2187,63= K. 67
50K= 1697,13 67K= 2187,63
K= 1697,13/50 K= 2187,63/67
K= 33,94 K= 32,65
· MOLA 2
	
	X0
	Xn
	Delta X
	F
	1
	32
	45
	13
	716,13
	2
	
	57
	25
	1206,63
	3
	
	69
	37
	1697,13
	4
	
	81
	81
	2187,63
· Constante de elasticidade – mola 2
KM2- 1 VARIAVEL KM2 – 2 VARIAAVEL
F= K. DELTAX F= K. DELTAX 
716,13= K . 13 1206,63= K . 25
13K= 716,13 25K= 1206,63
K= 716,13/13 K= 1206,63/ 25
K= 55,08 K= 48,26KM2 – 3 VARIAVEL KM2 – 4 VARIAVEL
F= K. DELTAX F= K. DELTAX 
1697,13= K . 37 2187,63= K . 49
37K= 1697,13 49K= 2187,63
K= 1697,13/37 K= 2187,63/49
K= 45,87 K= 44,64
7
· Mola 3
	
	X0
	Xn 
	Delta x
	F
	1
	33
	45
	12
	716,13
	2
	
	60
	27
	1206,63
	3
	
	73
	40
	1697,13
	4
	
	86
	53
	2187,63
· Constante de elasticidade mola 3
KM3 – 1 VARIAVEL KM3 – 2 VARIAVEL
F= K. DELTAX F= K. DELTAX
716,13= K . 12 1206,63= K . 27
12K= 716,13 27K= 1206,63
K=716,13/12 K= 1206,63/27
K= 59,67 K= 44,69
Km3 – 3 variável KM3 – 4 VARIAVEL
F= K. DELTAX F= K. DELTAX
1697,13= k . 40 2187,63= K . 53
40k= 1697,13 53K= 2187,63
k=1697,13/40 K= 2187,63/53
k= 42,42 K= 41,27
· Gráficos 
· Mola 1
KM1- 1 VARIAVEL KM1- 2 variável 
 F	 F
 47,74º 37,70º
 
DELTA X DELTA X
8
KM1- 3 VARIAVEL KM1- 4 VARIAVEL
F F
 33,94º 32,65°
 DELTA X DELTA X
· Mola 2
KM2 – 1 VARIAVEL KM2- 2 VARIAVEL 
F F 
 55,08º 48,26º
 DELTA X DELTA X
KM2- 3 VARIAVEL KM2- 4 VARIAVEL
F F
 45,87º 44,64º
 DELTA X DELTA X
· Mola 3
 KM3 – 1 VARIAVEL KM3 -2 VARIAVEL 
 F F
 59,67º 
 44,69º DELTA X DELTA X 9
 
 KM3 – 3 VARIAVEL KM3 – 4 VARIAVEL
 F F 
 
 42,42º 41,27 
 DELTA X DELTA X
· LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES 
Lançamento horizontal pode ser definido como qualquer lançamento sob ação da gravidade desde que se dê a partir de uma determinada altura (h) do solo e que possua velocidade constante (Vx) e uma velocidade (Vy) que seja inicialmente nula e aumente de acordo com a aceleração da gravidade. Podemos então calcular essas velocidades pela seguinte formula:
Vy²= 2 . g . H
Já as colisões é quando ocorre o encontro de dois ou mais corpos, em que podemos calcular a quantidade de movimento (Q) pela soma dos produtos da massa x velocidade. Quando possuímos a conservação da grandeza podemos expressar na seguinte formula: 
	Qantes = Qdepois	
· Cálculos
E= vb’ – va’/va – vb 
E= Vb’- va’/ 0-100
Vb’ – va’= 1. 100
Vb’= 100 –va’
Q antes = Q depois
Ma . Va + Mb . Vb= Ma . va’ + Mb . vb’
24,1 . 0 + 24,3 . 100= 24,1 . Va’ + 24,3 . (100 – va’)
2430= 24,1Va’ +2430 + 24,3 Va’ 
2430= 48,4 Va’ + 2430 
48,4 Va’= 0
Va’= 48,4 M/s
Vb’= 100-Va’
Vb’= 100 – 48,4
Vb’= 51,6 m/s
 REFERÊNCIAS
OLIVEIRA, P.B., Física geral e experimental: mecânica – Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016. Ed.
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