Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original
HERNIORRAFIA CENTRO UNIVERSITÁRIO DOUTOR LEÃO SAMPAIO MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA: CLÍNICA CIRÚRGICA Marcelo Keyson Tavares de Souza marcelosouza@leaosampaio.edu.br 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO HÉRNIA FALSA Pele Musculatura abdominal Conteúdo herniado Saco herniário Vísceras Anel herniário HÉRNIA VERDADEIRA Figura 1: Figura ilustrativa de uma hérnia verdadeira CONSIDERAÇÕES GERAIS E FISIOPATOLOGIA CLINICAMENTE RELEVANTE As hérnias abdominais são secundárias No entanto, são ocasionalmente lesões congênitas. Quase metade dos animais com hérnias abdominais traumáticas também apresenta lesões graves concomitantes, inclusive ortopédicas (p. ex., da pelve) e dos tecidos moles Todos os animais acometidos devem ser submetidos a um exame físico minucioso. DIAGNÓSTICO Apresentação Clínica Sinais Clínicos Histórico Achados de Exame Físico Diagnóstico por Imagem Achados Laboratoriais TRATAMENTO Manejo clínico x Tratamento cirúrgico 1. INTRODUÇÃO Fonte: Setor cirúrgico de pequenos animais do Hospital veterinário Unileão 1. INTRODUÇÃO Figura 2: Hérnia inguinal verdadeira. A. Hérnia inguinal. B. Saco herniário aberto e intestino herniado. 1. INTRODUÇÃO EVENTRAÇÃO EVISCERAÇÃO Encarceramento e estrangulamento 3. PRINCÍPIOS CIRÚRGICOS 4. TIPOS DE HÉRNIAS 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 4: Hérnia umbilical. Fonte: Setor cirúrgico de pequenos animais do Hospital veterinário Unileão 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 5: Hérnia inguinal.Fonte: Google imagens. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 6: Técnica cirúrgica de herniorrafia inguinal. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 7: Corno uterino herniado. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 8: Tela de polipropileno.Fonte: Google imagens. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 9: Colocação de tela de polipropileno. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 10: Tela de polipropileno. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Traumática Urgência 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 11: Radiografia latero-lateral de tórax evidenciando órgãos herniados. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Orifício para passagem da veia cava caudal Orifício para passagem do esôfago Orifício para passagem da artéria aorta abdominal Figura 12: Imagem ilustrativa de locais no diafragma mais comumente lacerados. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Quando o defeito é muito grande pode utilizar retalho do peritônio, músculo oblíquo interno e/ou reto do abdomem Figura 13: Ruptura diafragmática. • Dreno:Avaliar a necessidade do uso e manter por, pelo menos, 4 a 6 horas de pós-operatório; 4. TIPOS DE HÉRNIAS • 4.4 Diafragmática • Dreno:Avaliar a necessidade do uso e manter por, pelo menos, 4 a 6 horas de pós-operatório; • 4.4 Perineal • Lassidão e ruptura dos músculos que compõem o diafragma pélvico; • Mais comum em cães machos inteiros - causas; • Considerada verdadeira; 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 14: Hérnia perineal bilateral. 4. TIPOS DE HÉRNIAS • 4.4 Perineal • Anatomia; • Órgãos comumente herniados Figura 15: Anatomia do diafragma pélvico. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 16 A) e B): Posicionamento cirúrgico do paciente para correção de hérnia perineal. 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 17: Elevação do músc. Obturador interno Figura 18: Aspecto final após rebatimento do músc. Obturador interno 4. TIPOS DE HÉRNIAS Tuberosidade isquiática Figura 19: Aspecto final após sutura do do músc. obturador interno 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 20: Técnica de transposição do músculo semitendinoso 4. TIPOS DE HÉRNIAS Figura 20: Técnica de transposição do músculo semitendinoso 4. TIPOS DE HÉRNIAS 4. TIPOS DE HÉRNIAS • 4.4 Perineal • Considerar: colopexia, cistopexia, deferentopexia e ORQUIECTOMIA. 4. TIPOS DE HÉRNIAS 5. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL • Abscesso; • Seroma; • Neoplasia; • Linfadenomegalia. 6. COMPLICAÇÕES REFERÊNCIAS • FOSSUM, T. Cirurgia de pequenos animais. 4 ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014. • NARDI, A. et al. Casos de rotina cirúrgica em Medicina Veterinária de Pequenos Animais. São Paulo: Medvep, 2019. • BOJRAB, M. J. Mecanismos das doenças em cirurgia de pequenos animais. 3. ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014. • TOBIAS, K.; JOHNSTON, S. Veterinary surgery small animal. Missouri: Elsevier, 2012. • RAISER, A.; CASTRO, J.; SANTALUCIA, S. Trauma: Uma abordagem clinico-cirúrgica. Curitiba: Medvep, 2015.