A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
11 pág.
matéria_psicologia

Pré-visualização | Página 1 de 4

Psicologia
	Sociedade
	
	Regra, se não vira caos
	|
	
	
	Cultura
	-formal
-informal
	Um grupo acredita no que é certo ou errado e transmite para os demais. Valores de cada cultura
	|
	
	
	Psiquismo
	
	A cultura influencia totalmente sua maneira de pensar
	|
	
	
	Corpo
	
	Quando eu reproduzo o passado, quer dizer que não pensei sobre
Os estados emocionais trabalham bioquimicamente. Ex.: depressão – você toma um antidepressivo, altera os níveis de hormônios e “cura” a depressão.
Estresse
Um agente estressor não é por si só, depende de como “enfrentamos” o agente: quando o avaliamos como estressor.
Euestresse: bom estresse
Distresse: mau estresse
Qualquer estímulo que interfere bem ou mal é um agente estressor. Ou luta ou corre (reações básicas). No entanto, por cultura, ocorrem situações em que não lutamos nem corrermos: paramos.
As nossas emoções influem o nosso sistema imunológico.
Zona alvo no corpo (genética) que é mais acometido em estados de estresse. Ex.: gastrite nervosa: em toda situação de estresse, tenho gastrite nervosa. A longo prazo, isso traz malefícios, ficará armazenado em nosso corpo.
Todas as situações em que não tomamos as reações básicas, isso ficará registrado em nosso organismo. Toda vez que nos preparamos para lutar/fugir e não o fazemos, liberamos toxinas que ficam armazenadas em nosso organismo. Por isso, a nossa história está escrita em nosso corpo.
Estados emocionais
fisionomia
conjunto de contrações e relaxamentos de músculos
postura
uma criança feliz é um adulto feliz. Um adulto que não teve essa experiência na infância gastará mais energia para ser feliz.
Couraça muscular do caráter: proteção muscular da mente. Ex.: menina que curva as costas para esconder os seios.
atitudes
“Para bom percebedor, meio gesto basta” (Gaiarsa)
Intuição: percepção inconsciente (Jung)
voz
Vibração das cordas vocais feita que depende da entrada e saída de ar (diafragma) que modifica a voz.
Teoria comportamentalista
S-R = estímulo/resposta (Skinner)
Objetivo do estudo: o comportamento humano em relação ao meio.
Tipos:
reflexo (respondente): involuntário
Independente da vontade humana. Geralmente fisiológicas. 
Ex.: pingar limão na língua há salivação, queira você ou não.
operante: voluntário
Mesmo que ela seja automatizada.
Objetivo: “predizer e controlar” comportamentos.
Eu consigo saber como certo comportamento vai acontecer. Ex.: quarta-feira às 16h o cão vai salivar. Às 6h privamos ele de comida e às 16h eu mostro um bife e o cão saliva.
	S
	-
	R
	estímulo eliciador
	-
	resposta (comportamento)
	(que gera comportamento)
	
	
	Ex.: limão
	-
	salivação
Condicionamento: > a probabilidade de aparição de um comportamento:
	S
	-
	R
	-
	Conseqüência satisfatória
	
	sede
	
	> pressionar a barra
	
	água
	Reforço positivo (+ alguma coisa)
	choque (averso)
	
	> pressionar a barra
	
	não choque
	Reforço negativo (- alguma coisa)
Não tem valorização de bom ou ruim.
Descondicionamento: < probabilidade de aparição de comportamento
	
	S
	-
	R
	-
	Conseqüência 
	
	Extinção
	sede
	
	< pressionar a barra
	
	água
	Com o tempo, o reforço é retirado, pois a conseqüência não é satisfatória.
	Punição
	sede
	
	< pressionar a barra
	
	água + choque (estímulo aversivo)
	Ele pressiona ou não a barra? Depende da intensidade do choque. Se for suportável, ele pressiona. Se não, não, mesmo que ele tenha sede.
Obs.: sempre quando a conseqüência é satisfatória, é reforço; quando a conseqüência é insatisfatória é punição.
A extinção é um procedimento no qual uma resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Como conseqüência, a resposta diminuirá de freqüência e até mesmo poderá deixar de ser emitida.
A punição é outro procedimento importante que envolve a conseqüência de uma resposta quando há apresentação de um estímulo aversivo ou remoção de um reforçador positivo presente. Punir ações leva à supressão temporária da resposta sem, contudo, alterar a motivação.
Punição ≠ educação
A punição não ensina o que fazer, mas sim o que não fazer.
Comportamentos reflexos ou respondentes são interações estímulo-resposta (ambiente-sujeito) incondicionadas, nas quais certos eventos ambientais confiavelmente eliciam certas respostas do organismo que independem de “aprendizagem”. Mas interações desse tipo também podem ser provocadas por estímulos que, originalmente, não eliciavam respostas em determinado organismo. Quando tais estímulos são temporalmente pareados com estímulos eliciadores podem, em certas condições, eliciar respostas semelhantes às destes. A essas novas interações chamamos também de reflexos, que agora são condicionados devido a uma história de pareamento, o qual levou o organismo a responder a estímulos que antes não respondia.
A aprendizagem está na relação entre uma ação e seu efeito. Este comportamento operante pode ser representado da seguinte maneira: R → S, em que R é a resposta (pressionar a barra) e S (do inglês stimuli) o estímulo reforçador (a água), que tanto interessa ao organismo; a flecha significa “levar a”. Esse estímulo reforçados é chamado de reforço. O comportamento operante refere-se à interação sujeito-ambiente. Nessa interação, chama-se de relação fundamental à relação entre a ação do indivíduo (a emissão da resposta) e as conseqüências.
Chamamos de reforço a toda conseqüência que, seguindo uma resposta, altera a probabilidade futura de ocorrência dessa resposta. O reforço positivo é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz. O reforço negativo é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que remove ou atenua.
Não se pode, a priori, definir um evento como reforçador. Entretanto, alguns eventos tendem a ser reforçadores para toda uma espécie, como, por exemplo, água, alimento e afeto. Esses são denominados reforços primários. Os reforços secundários, ao contrário, são aqueles que adquiriram a função quando pareados temporalmente com os primários. Alguns destes reforçadores secundários, quando emparelhados com muitos outros, tornam-se reforçadores generalizados, como o dinheiro e a aprovação social.
No reforçamento negativo, dois processos importantes merecem destaque: a esquiva e a fuga.
A esquiva é um processo no qual os estímulos aversivos condicionados e incondicionados estão separados por um intervalo de tempo apreciável, permitindo que o indivíduo execute um comportamento que previna a ocorrência ou reduza a magnitude do segundo estímulo. Ex.:o raio precede a trovoada, então você coloca as mãos nos ouvidos.
Já na fuga, o comportamento reforçado é aquele que termina com um estímulo aversivo já em andamento. Ex.: Se posso colocar as mãos nos ouvidos para não escutar o estrondo do rojão, este comportamento é de esquiva, pois estou evitando o segundo estímulo antes que ele aconteça. Mas, se os rojões começam a pipocar e só depois apresento um comportamento para evitar o barulho que incomoda, seja fechando a porta, indo embora ou mesmo tapando os ouvidos, pode-se falar em fuga. Neste segundo caso, não se evita o estímulo aversivo, mas se foge dele depois de iniciado.
Psicanálise
Sigmund Freud (pai da psicanálise)
Charcot trabalhava com hipnose – Freud o conheceu na França
Brewer trabalhava com hipnose em Viena
O alto custo, além de que nem todo mundo é hipnotizável, eles pararam de usar a hipnose.
Daí eles criaram a associação livre de idéias (divã): não há contato amigável. Acontece “deitado”, pois assim você perde um pouco o “controle” (como temos quando estamos em pé).
Quando falamos não é só isso, tem muita mais.
Palavra: significa mais o valor/vivências/experiências embutido nela.
A mente é dividida em 2 partes: consciente e inconsciente.
“A sua mente funciona pra ela, se isso trouxer problemas, problema seu” – jeito: liberar