radioterapia
195 pág.

radioterapia


DisciplinaRadioterapia129 materiais929 seguidores
Pré-visualização2 páginas
Gisela Menegussi
Física da Radioterapia 
ICESP- INRAD 
Radioterapia
há mais de 100 anos
1 2
A origem da Radioterapia
\u2022 Roentgen divulga Raios-X em 1895.
\u2022 Becquerel descobre a Radioatividae e em 
seguida o casal Curie isola o Radium 
\u2022 1910 - Dr. Young usou radium intrauretral 
para um tratamento de câncer de próstata 
com resultados encorajadores.
\u2022 1912/13- Tubos de Raios-X 200a 250KV
\u2022 1934 \u2013 Braquiterapia \u2013 Cs137
\u2022 1937 \u2013 1as Unidades de 1MV
\u2022 1951 \u2013 Unidades de Co60
\u2022 1952 \u2013 Aceleradores Lineares 
(LINACs)
1 3
A origem da Radioterapia
\u2022 1960/70 \u2013 Simuladores \u2013 Técnicas de 
simulação dos tatamentos com filmes 
(Raios-X)
\u2022 1971- Tomografia Computadorizada 
(CT) introduzida por Hounsfield 
\u2022 1980 \u2013 Sistema de planejamento 
baseados em CT (BEV e blocos) 
Simlação Virtual
\u2022 1984 \u2013 1os MLCs (Colimadores Multi-
lâminas)
1 4
Radioterapia
\u2022 2000 -Evolução dos Aceleradores\u2026\u2026
1 5
Elekta
\u2022 Aceleradores\u2026\u2026
1 6
Elekta
1 7
2006 - PET, RM
1 8
É um dispositivo importante para tratamentos de radioterapia,produz imagens 
em tempo real e ate mesmo durante o tratamento. Após a comparação ou a 
fusão das imagens, obtém-se os valores de deslocamento do paciente com 
relação ao que foi planejado.
2006 - EPID (Eletronic Portal Imaging 
Device)
Definição: Radioterapia
\u2022 É uma especialidade médica que utiliza as 
radiações ionizantes no tratamento de 
pacientes com neoplasias malignas (*).
(*) Ocasionalmente em pacientes com doenças 
benignas.
http://www.sbradioterapia.com.br/pdfs/BOOKLET.pdf
Objetivo
\u2022 Liberar uma dose correta de radiação a um 
volume tumoral, com o menor dano possível 
aos tecidos sadios vizinhos, resultando na 
erradicação do tumor, em ótima qualidade de 
vida, no aumento da sobrevida, a um custo 
razoável.
http://www.sbradioterapia.com.br/pdfs/BOOKLET.pdf
Equipe
\u2022 Médico Radioterapeuta (Radio-Oncologista)
\u2022 Físico Médico
\u2022 Enfermeiro e Multidisciplinar (Nutricionista, 
Psicólogo, Dentista)
\u2022 Técnico ou Tecnólogo em Radioterapia
\u2022 Técnico da Sala de Moldes (Terceirizado)
\u2022 Pessoal do Apoio Técnico
\u2022 Pessoal do Apoio Administrativo
Normas 
\u2022 RDC 50
\u2022 RDC 20
\u2022 CNEN
\u2022 AIEA
Tipos de Radioterapia
\u2022 TELETERAPIA
\u2022 BRAQUITERAPIA
TELETERAPIA
\u2022 APARELHOS
\u2013 Baixa energia
\u2022 DERMOPAN
\u2022 STABILIPAN
TELETERAPIA
\u2022 APARELHOS
\u2013 Alta energia
\u2022 TELECOBALTO
ACELERADOR
LINEAR
BRAQUITERAPIA
\u2022 Método terapêutico em que a radiação é 
originária de fontes radioativas colocadas 
próximas ao tecido a ser tratado.
BRAQUITERAPIA
\u2022 Do Grego \uf0de braqui = próximo (Radioterapia a 
curta distância)
Teleterapia Braquiterapia
PROTEÇÃO RADIOLÓGICA
Definições:
\u2022 Área Livre \u2013 qualquer área que não seja classificada como área 
controlada ou área supervisionada 
\u2022 Área Controlada - área sujeita a regras especiais de segurança com a 
finalidade de controlar as exposições normais, prevenir a disseminação de 
contaminação radioativa e prevenir ou limitar a amplitude das exposições. 
LIMITES DE DOSE
\u2022 TRABALHADORES:
\u2022 50 mSv/ano no corpo inteiro
\u2022 PÚBLICO
\u2022 1 mSv/ano
MONITORAÇÃO
TRABALHADORES:
\u2022 Dosímetros pessoais
MONITORAÇÃO
Área:
\u2022 Dosímetros de monitoração de área
Conhecendo as áreas
Conhecendo os equipamentos
\u2022 Dosímetros
\u2022 Aventais e outros acessórios
Processos na Radioterapia
1. Avaliação documental do paciente : diagnóstico, 
anátomo patológico, agendamento
2. A primeira consulta na radioterapia: exames 
complementares para se definir o tratamento
\uf0fc Tratamento com radioterapia exclusiva ou 
concomitante a quimioterapia; 
\uf0fc Intenção do tratamento será curativa ou paliativa;
Processos na Radioterapia
\uf0fc Nível de complexidade do tratamento: simples (2D), média ( 
3D - tridimensional) ou alta (IMRT) com ou sem uso de IGRT;
\uf0fc Posicionamento e imobilização durante o tratamento; 
\uf0fc Prescrição: quantas aplicações (frações) e revisões previstas; 
a dose preconizada nos protocolos da Instituição; 
orientações ao paciente quanto ao prognóstico e se for o 
caso, contra indicar o tratamento.
\uf0fc Início do tratamento imediato, ou se vai para fila de espera. 
Processos na Radioterapia
3. Simulação
4. Planejamento
5. Aplicação
6. Retorno
CT SIMULADOR
Simulação
CT SIMULADOR
Simulação
Simulação
SIMULADOR CT
Simulação
Posicionamento e Imobilização do 
Paciente
São utilizados no planejamento e tratamento 
diário com objetivo de:
\u2022 Reproduzir o posicionamento;
\u2022 Maior conforto durante o tratamento;
\u2022 Possibilitam a marcação da região a ser 
tratada.
Imobilizadores
Imobilizadores
MAMA
Acessórios indexados
Planejamento Computadorizado em 
Radioterapia
\u2022 International Commission on Radiation
Units and Measurements - ICRU 
recomenda que a dose administrada ao 
paciente não deve ser maior que 5% da 
dose prescrita.
Planejamento Computadorizado em 
Radioterapia
2D simulador convencional 
\uf0fc desenho RX
\uf0fc técnicas padronizadas 
\uf0fc marcas radiopacas na pele
Exemplo de RDT 2D para tratamento de neoplasia da laringe. Na qual foram
confeccionados os blocos para proteção de medula, pulmão, cavidade oral e 
base de crânio.
Campos definidos com MLC
(Multileaf Colimator)
Campos definidos com MLC
(Multileaf Colimator)
Campos definidos com MLC
(Multileaf Colimator)
Planejamento Computadorizado em 
Radioterapia
3D \u2013 CRT (Three-dimensional Conformal Radiation
Therapy) simulador virtual
\uf0fcDefinição volumétrica: tumor e órgãos 
de risco
\uf0fcTécnicas individualizadas
\uf0fcAlvos: maior precisão médica
Transferência de Imagens \u2013 DICOM
PLANEJAMENTO 3D
Definição de Estruturas e Margem automática
(ICRU50 - ICRU62)
RECONSTRUÇÃO DIGITAL DA IMAGEM 
(DRR)
Simulação e planejamento virtual
Definição dos Volumes
\uf0fc Volume superfície externa (sistema de 
coordenadas)
\uf0fc Volumes de órgãos de risco
\uf0fc Volumes alvos
Planejamento Tridimensional
Definição dos Volumes -ICRU
IV \u2013 Irradiated Volume
TV \u2013 Treated Volume
PTV \u2013 Planning Target Volume
CTV \u2013 Clinical Target Volume
GTV \u2013 Gross Tumor Volume
ICRU 50 -> ICRU 62
GTV
CTV
PTV
TV
IV
Planejamento
\uf0fcDeterminar posições dos feixes:
BEV (BEAM\u2019S-EYE-VIEW) REV (ROOM\u2019S-EYE-VIEW)
BEV
BEV
BEV
BEV
Técnica de Tratamento
\uf0fcDeterminar as formas dos campos: blocos
Técnica de Tratamento
\uf0fcDeterminar modificadores do feixe: 
compensadores, filtros
\uf0fcDeterminar número de campos
\uf0fcDeterminar pesos dos campos
PLANEJAMENTO e DISTRIBUIÇÃO 
DE DOSE 2D
Planejamento Tridimensional
Prescrição da Dose
\uf0fc Especificar prescrição da dose para PTV
\uf0fc Especificar dose de tolerância para os órgãos 
de risco
Cálculo da Dose
\uf0fcSelecionar algoritmo de cálculo da dose e grade de 
cálculo
\uf0fcCalcular
\uf0fcNormalizar dose
DISTRIBUIÇÃO DE DOSE
Plano Ideal?
Avaliação e otimização do 
planejamento
\uf0fcAvaliação: 2D e 3D
RECONSTRUÇÃO SAGITAL, CORONAL, 
VOLUMÉTRICA
\u2022
Avaliação e otimização do planejamento
\uf0fcAvaliação: DVH
Verificação do Tratamento
Procedimento que confirma a simulação 
virtual do planejamento:
\uf0fcsimulador convencional
\uf0fcmáquina de tratamento
Implementação do Planejamento e 
Verificação