Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original
Densitometria Óssea Radiações Ionizantes CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI. CURSO: Biomedicina 2° serie 2016.2. DISCIPLINA: Radiações Ionizantes. DOCENTE: Sarah Jane De Araújo Barros. Discentes: Lígia Raquel Mônica Sara Alves Emanuelle Introdução a Densitometria Óssea A densitometria óssea é uma especialidade que utiliza vários métodos na avaliação da densidade mineral óssea para o diagnóstico de osteoporose. A importância da detecção e do diagnóstico precoces aumentou o interesse nas técnicas de densitometria óssea. Historia da Densitometria Óssea. Radiografias padrões da coluna lombar avaliadas para detectar alterações visíveis dentro da densidade óssea. O 1º aparelho de DO: OSPA (Single Photon Absorptiometry) foi desenvolvido na Universidade de WISCONSIN (EUA). Este aparelho possui 2 feixes de energia, com isso possibilitou quantificar a medida óssea da coluna lombar e fêmur. 1ª geração de aparelhos de DEXA. 2º geração de aparelho de DO denominada de “FAN BEAM”. Conceito de Densitometria Óssea Método não invasivo. Avaliar o grau de perda de massa óssea. O risco de fraturas através da medida da massa óssea. Referencia permitindo estimar o risco relativo de fraturas. Composição do Osso Para entender o princípio subjacente a densitometria óssea, o técnico precisa ter um entendimento básico da composição óssea e de como o processo osteoporótico ocorre. Cortical refere-se ao córtex ou porção externa. O segundo tipo mais importante de tecido ósseo é o osso esponjoso ou trabecular. A desestruturação e a reabsorção de osso velho são atribuídas aos osteoblastos. A detecção precoce da osteoporose através da densitometria óssea pode levar à intervenção antes que ocorram fraturas esqueléticas associadas. Durante toda a nossa vida, nossos ossos passam por um processo que chamamos de remodelação óssea. Os osteoclastos e osteoblastos são as principais células ósseas responsáveis pela remodelação óssea. Geralmente, por volta do 35 anos de idade, mais osso é removido que reposto, resultando na queda progressiva de massa óssea. . Com a perda da densidade óssea há um aumento da incidência de fraturas de quadril, coluna, punho e outros ossos, com traumas pequenos ou mínimos. Composição do Osso: Objetivo da Densitometria Óssea A densitometria óssea é usada para: Mensurar a DOM (Media de Conteúdo Mineral Ósseo em uma área). Detectar perda óssea. Estabelecer o diagnostico de osteoporose. Avaliar o risco individual de fraturas. Avaliar a resposta à terapia de osteoporose. Indicações Clínicas da Densitometria Óssea. A osteoporose; Avaliação de pacientes com doenças metabólicas que notoriamente afetam o osso; A avaliação de mulheres em relação à possível iniciação de terapia de reposição hormonal; A avaliação e a monitoração do tratamento para osteoporose; Mulheres na pós-menopausa que tenham um ou mais fatores de risco para fratura osteoporótica também são uma indicação. O que é Osteoporose Osteoporose significa poros nos ossos; Conceito: o termo osteoporose, refere-se a doença caracterizada por uma diminuição absoluta e global da quantidade de tecido ósseo; É uma doença que causa enfraquecimento dos ossos; A osteoporose é definida como uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e comprometimento microarquitetônico do tecido ósseo. Afetando principalmente mulheres na pós-menopausa, ela é uma doença degenerativa que resulta em redução na densidade óssea por perda de cálcio e de colágeno; Quais os Fatores de Risco da Osteoporose? Os possíveis fatores de risco Ser mulher: devido a mesma possuir menos quantidade de massa óssea que o sexo masculino. Raça branca ou Asiático: comparados a raça negra, possui entre 6% e 13% menos de massa óssea respectivamente. História familiar de osteoporose: maior probabilidade de se adquirir a doença devido o fator genético. Doenças renais crônicas: maior excreção de cálcio pelos rins. Uso de determinados medicamentos: corticóides, anticonfusivos e hormônios para tireode Menopausa precose: perda do hormônio estrogênio aumenta a atenuação dos asteoclastos reabsorvendo o osso. Os possíveis fatores de risco Baixo peso corporal. Tabagismo e alcoolismo: impedem muito a absorção de cálcio pelo organismo. Atividade física inadequada. Fraturas prévias. Baixa ingestão de cálcio. Como prevenir Alimentação rica em cálcio; Ingestão de vitamina “D”; que ajuda na absorção do cálcio; Exercícios físicos: para aumento da massa óssea; Reposição hormonal; Cuidados que devem ser observados antes da realização do exame. Suspender a medicação de cálcio 24h antes da realização do exame. Exame contrastados deverão ser realizados 3 dias antes dos procedimentos de D.O. Deve-se orientar o paciente a retirar itens da sua vestimenta, como por exemplo: fechos, botões e adornos, acessórios que possa interferir na imagem. Contra-indicações A densitometria óssea é contra-indicada se procedimentos de controle da qualidade e padronizações não forem mantidos para assegurar resultados precisos. Malformações anatômicas do sítio anatômico, tais como aquelas exibidas na coluna, também podem fornecer resultados menos precisos. Exemplos disso incluiriam cifose ou escoliose graves. Além disso, o paciente deve ser agendado com intervalo de pelo menos uma semana da data de qualquer exame radiográfico anterior com contraste ou da administração de quaisquer isótopos para exame de medicina nuclear. Principais Métodos de Realização de Exames Diferentes tipos de scanners estão disponíveis. Determinar tanto a densidade mineral quanto o conteúdo do osso. As técnicas desenvolvidas inicialmente forneceram um fundamento para o qual técnicas avançadas mais recentes foram desenvolvidas. As técnicas capazes de medições da densidade óssea incluem as seguintes: Radioabsortometria (RA) Absortornetria fotônica com energia única (SPA) Absortometria fotônica com energia dupla (DPA) Absortometria por raios X com energia única (SXA)