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PSICONEUROFISIOLOGIA

Andrielly Rodrigues
Carla Teixeira
Jéssica Pichur
Kauana Pagel
Mariana Collazzo

Professor: Luciano Haussen
2013/2
TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

O que é T.D.A.H?
É um transtorno caracterizado por distração, agitação, hiperatividade, impulsividade, esquecimento e desorganização.
 O transtorno esta associado a disfunção no córtex cerebral conhecida como Lobo Pré-Frontal, quando seu funcionamento está comprometido, ocorrem dificuldades com concentração, memória, hiperatividade e impulsividade, originando os sintomas do TDAH.
Fatores Genéticos
Herança Multifatorial;

Alto índice de herdabilidade;

Vários genes de pequenos efeitos;

Genes do sistema dopaminérgico.

Fatores Ambientais
Fatores psicossociais;
Desentendimentos familiares;
Criminalidade dos pais;
Psicopatologia materna;
Complicações na gestação ou no parto ex.: toxemia, eclampsia, duração do parto, estresse fetal, baixo peso ao nascer e má saúde materna;
Uso de álcool e nicotina pela a mãe também pode estar relacionado ao TDAH

Dificuldades de Aprendizagem
O TDAH representa 80% de todas as causas de dificuldade no aprendizado. Contudo, outras patologias devem ser investigadas, tais como: debilidade mental, síndrome do X frágil, epilepsias, síndrome de Tourette e outras patologias neurológicas e sistêmicas.

Aspectos Neurobiológicos
A teoria científica atual defende que no TDAH existe uma disfunção da
neurotransmissão dopaminérgica na área frontal (pré-frontal, frontal motora, giro cíngulo) regiões subcorticais (estriado, tálamo médiodorsal) e a região límbica cerebral (núcleo acumbens, amígdala e hipocampo).
A atenção é um dos processos cognitivos com mais prejuízo no TDAH. Especificamente, as insuficiências nos circuitos do córtex pré-frontal e amígdala a partir da neurotransmissão das catecolaminas, resultam nos sintomas de esquecimento, distratibilidade, impulsividade e desorganização.

Dados Epidemiológicos
Entre crianças e adolescentes brasileiros de 4 a 18 anos, 4,4% sofrem de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), aponta estudo coordenado pelo Instituto Glia com 5.961 jovens de 18 Estados do país.
Um dos achados mais graves é que, entre as crianças com TDAH, 58,4% não tinham o diagnóstico e só 13,3% tomavam medicação adequada. Por outro lado, 6,1% haviam sido erroneamente diagnosticados e 1,6% tomavam remédio sem precisar.

R7/ 2001
Tratamento
 O tratamento para o TDAH está associado a 2 tipos de intervenções:

Psicossociais : Os pais e a escola têm papel fundamental, a modalidade psicoterápica mais estudada e com maior evidência de eficácia para os sintomas centrais do transtorno é a cognitivo-comportamental.

A TCC em relação ao TDAH aborda diversos aspectos: educação sobre o TDAH aos pais e ao portador do transtorno; técnicas de autocontrole; comportamento governado por regras; motivação diante dos resultados e estratégias para solução de problemas. Mas para que esses aspectos aconteçam é necessário por parte do terapeuta e cliente identificar os problemas decorrentes do TDAH, a visão do cliente e pensamentos construídos a partir desses problemas ou da sua história de vida (denominadas crenças), para com isso estabelecer as metas do tratamento.

Tratamento
Farmacológica: os estimulantes são claramente apresentados como as medicações de primeira escolha para o transtorno.
 No Brasil, o único estimulante encontrado no mercado é o metilfenidato (Ritalina®) recentemente disponível em duas novas formulações de efeito prolongado (Concerta® e Ritalina LA®).
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