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CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO

Corregedoria-Geral da União

Brasília . novembro . 2015

Manual de Direito Disciplinar para Empresas Estatais

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CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
CORREGEDORIA-GERAL DA UNIÃO
ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS, BLOCO “A”, 2° ANDAR. BRASÍLIA-DF
CEP: 70054-900
GABCRG@CGU.GOV.BR

VALDIR MOYSÉS SIMÃO
Ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União

CARLOS HIGINO RIBEIRO DE ALENCAR
Secretário-Executivo da Controladoria-Geral da União

WALDIR JOÃO FERREIRA DA SILVA JÚNIOR
Corregedor-Geral da União

FRANCISCO EDUARDO DE HOLANDA BESSA
Secretário Federal de Controle Interno

LUÍS HENRIQUE FANAN
Ouvidora-Geral da União

PATRÍCIA SOUTO AUDI
Secretária de Transparência e Prevenção da Corrupção

Manual de Direito Disciplinar para Empresas Estatais

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CONFECÇÃO DO MANUAL ORIGINAL
COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS:

Luiz Henrique Pandolfi Miranda – então Corregedor-Setorial dos Ministérios das Comunicações e
Ciência e Tecnologia

Marcelo Pontes Vianna – então Corregedor-Setorial do Ministério de Minas e Energia
EQUIPE TÉCNICA:

Daniel Aguiar Espínola – Analista de Finanças e Controle
Giuliana Santos Câmara de Oliveira – Analista de Finanças e Controle

Monique Orind – Analista de Finanças e Controle
Rafael Amorim de Amorim – Analista de Finanças e Controle

Rafael Oliveira Prado – Analista de Finanças e Controle

1ª ATUALIZAÇÃO E REFORMULAÇÃO – 20.01.2015
COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS DE REVISÃO E ATUALIZAÇÃO:

Antônio Carlos Vasconcelos da Nóbrega – Chefe de Gabinete do Corregedor-Geral da União
EQUIPE TÉCNICA:

Aline Cavalcante dos Reis Silva – Corregedora Setorial das Áreas de Cultura e de Esporte
Walter Godoy Neto – Corregedor Setorial da Área de Integração Nacional

Leone Napoleão de Sousa Neto – Analista de Finanças e Controle
Paula Araújo Correa – Analista de Finanças e Controle

ATUALIZAÇÕES POSTERIORES
EQUIPE RESPONSÁVEL:

Carla Rodrigues Cotta – Corregedora Setorial das Áreas de Planejamento, Orçamento e Gestão e das
Relações Exteriores

Marcelo Pontes Vianna – Corregedor-Adjunto da Área Econômica

2ª ATUALIZAÇÃO E REFORMULAÇÃO – 24.09.2015
GRUPO DE TRABALHO – Portaria CRG n.º 1469/2015

Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega
Anália de Souza Machado Cortes

Camilla Del’Isola e Diniz
Carla Rodrigues Cotta
Daniel Aguiar Espínola

Márcio de Aguiar Ribeiro
Roberta Cariús Siqueira

Manual de Direito Disciplinar para Empresas Estatais

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 7

2. CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO INDIRETA, ESTATAL E AGENTE
PÚBLICO ................................................................................................................................................. 8

2.1. ADMINISTRAÇÃO INDIRETA ...................................................................................................... 8

2.1.1. ESTATAIS................................................................................................................................................. 9

2.2. AGENTES PÚBLICOS ................................................................................................................... 10

2.2.1. Estabilidade do empregado público ........................................................................................ 133

2.2.1.1. Introdução (noção geral) ..................................................................................................... 133

2.2.1.2. Hipóteses de estabilidade .................................................................................................... 155

2.2.1.3. Falta grave ................................................................................................................................. 177

3. PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ......................................................... 188

3.1. Princípio da Legalidade ......................................................................................................... 188

3.2. Princípio da Impessoalidade .................................................................................................. 20

3.3. Princípio da Moralidade .......................................................................................................... 20

3.4. Princípio da Publicidade ......................................................................................................... 21

3.5. Princípio da Eficiência .............................................................................................................. 23

3.6. Princípio da ampla defesa ....................................................................................................... 23

3.7. Princípio da motivação ............................................................................................................ 24

4. O PODER DISCIPLINAR DOS EMPREGADORES .................................................... 255

4.1.Natureza jurídica ....................................................................................................................... 266

4.2. Limites do poder disciplinar ................................................................................................ 266

4.3. Poder disciplinar sobre diretor de estatal ...................................................................... 288

5. DEVER DE APURAR .................................................................................................................. 31

5.1. Conhecimento do fato supostamente irregular ............................................................... 32

5.1.1.Denúncia anônima ............................................................................................................................. 34

6. NECESSIDADE DE INSTAURAÇÃO DE PRÉVIO PROCEDIMENTO
DISCIPLINAR PARA A APLICAÇÃO DE PENALIDADE AOS EMPREGADOS . 36

7. INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS .................................................................. 41

8. ESCOPOS OBJETIVO E SUBJETIVO .................................................................................. 47

8.1. Escopo objetivo ........................................................................................................................... 47

8.2. Escopo subjetivo ......................................................................................................................... 47

9. FASES DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR ................................................................. 48

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9.1. Considerações iniciais .............................................................................................................. 48

9.2. Instauração ................................................................................................................................... 50

9.2.1. Atos iniciais.......................................................................................................................................... 54

9.2.2. Notificação do empregado investigado. ................................................................................... 55

9.3. Instrução ....................................................................................................................................... 57

9.3.1. Produção de provas. ......................................................................................................................... 58

9.3.2. Interrogatório. ....................................................................................................................................