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FICHAMENTO DIREITOS HUMANOS A ESSÊNCIA DO DIREITO DO TRABALHO

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COLEGIADO DE DIREITO
	ALUNO:
DILSON DE SOUZA JUNIOR 
	TURMA:
7
	TURNO:
NOT ( ) CAL ( X )
	DISCIPLINA:
PROCESSO CAUTELAR 
	PROFESSOR:
ELTOM ASSIS 
FICHAMENTO
“DIREITOS HUMANOS A ESSÊNCIA DO DIREITO DO TRABALHO”
	Itens avaliados
	Nota Máxima
	Nota obtida
	Nota de Recurso
	Não atende*
	N/A
	
	
	Metodologia e Estrutura
	1,0
	
	
	Resumo
	1,0
	
	
	Citações representativas por capítulo
	1,0
	
	
	Parecer por capítulo relacionado ao campo do Projeto Integrador
	2,0
	
	
	Parecer Crítico relacionado ao campo do Projeto Integrador
	5,0
	
	
	Total
	10,0
	
	
* Plágio; somente citações; somente resumo; somente resumo e citações; ausência de relação direta e fundamentada com o Relatório do Projeto Integrador.
	Nota
	Recurso
	
	
Observações do professor:
	
	
Alunos de outros períodos:
Autorização do Professor Orientador da Produção Única (P.U.)
_____________________________________________________________, em / / 2016.
PARIPIRANGA/2016-2
RESUMO DA OBRA: 
Analisando a obra visando observar os direitos humanos em face do direito do trabalho, e mostrado as necessidades sociais através de um estado de direito com plena efetividade nas soluções na relação de trabalho, e assim evitando as arbitrariedades e ilícitos que alguns empregadores cometem como exploração de trabalho infantil ou até mesmo trabalho escravo. E como sempre essas garantias sociais são encontradas na constituição federal a obra não poderia deixar de beber nessa principal fonte do direto e vemos também nela o sistema sindical é mostrado na obra de forma assistencialista atendendo os anseios do empregado que na relação do trabalho é a parte passiva, que observando e relacionado com as normas trabalhistas a constituição federal mostra a forma de como proteger os empregados que comparado com o empregador que tem um poder aquisitivo superior ao dos empregados e esses são a parte vulnerável da relação de trabalho.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVA. Alessandro da, MAIOR. Jorge Luiz Souto, KENARIK. Boujikian Felipe e MACEDO. Semer, coordenadores. Direitos Humanos: essência do direito do Trabalho - São Paulo: LT,2007
CITAÇÃO E PARESER POR CAPITULO 
I – CAPITULO 
“Vale lembrar que os direitos sociais, conforme definição do art.6° e aos quais se integrou a especificação dos direitos de natureza trabalhista (art.7° a 9°), foram inseridos no título “ Dos direitos e Garantias Fundamentais”, juntamente com os direitos individuais”. ( P. 23)
Indispensável a uma sobrevivência com dignidade as lutas-símbolos eram: melhoria salarial, jornada de trabalho de oito horas (“um terço do dia para o trabalho, um terço para repouso, um terço para vivencia pessoal e familiar”), assistência à saúde, amparo público na velhice e mesmas oportunidades educacionais para todos. (p.57)
PARECER:
Podemos observar que a constituição é a base tanto dos diretos trabalhistas quanto dos sociais que para os diretos trabalhistas o direto social é de fundamental importância na regulação e fundamentação das necessidades dos trabalhadores quem podemos observar em abito geral e fundamental, para uma vida digna e equilibrada e levando com esses diretos o padrão social das pessoas de forma individual e principalmente de forma coletiva e essas intermediações não seria possível sem uma efetiva atuação de sindicatos que tem as prerrogativas para defender esses diretos que também está previsto na CF/88. Assim os representantes sindicais organizam os trabalhadores para lutar por melhores salários e jornadas de trabalho que hoje tem 8h e querem modificar para 12h inviabilizando a sobrevivência com dignidade esse é um exemplo atual de necessidade de sindicatos atuantes para manter diretos adquiridos. A força sindical sempre foi a única que lutou pelo trabalhado é hoje novamente se faz necessária a sua atuação frete a manifestar e defender os diretos dos trabalhadores.
II – CAPITULO 
Admite-se que a expressão tem indissimulável sentido redundante: afinal, todo mecanismo de justiça, enquanto instrumento de gestão interindividual ou de grupos, já tem por si mesmo, caráter social.(P.73)
 
“A greve silencia as máquinas e abre o peito dos trabalhadores. Em nível coletivo, eles expressam a sua união, a sua força, a sua coragem. Afirmam-se enquanto classe, deixando nítida, assim, a existência de outa classe, que domina os meios de produção e por isso mesmo os domina. ” (p.95)
Iniciava-se a fase da servidão por dívida, onde o trabalhador era aliciado para labor e obrigado a pagar pela moradia, alimentação, ferramentas e outros gêneros de necessidades, adquirindo-os do proprietário do engenho, ou da fazenda, por preços bastante desproporcionais, terminando por endividar-se e ficando, assim, sempre presos ao empregador pelo liame da dívida interminável. (p.107)
PARECER:
Vendo que a ideia de sindicato e organização de grupos para proteger tanto de forma individual quanto de maneira coletiva, e em primeiro lugar observado sempre os princípios constitucionais como o princípio da dignidade da pessoa humana, que nos reverte essa dignidade a épocas que ela não existia a trabalhos escravos, que quando foi evoluir de início para a trabalhar por comida em regimes que privava o trabalhador de uma vida social. Que só ouve uma melhora quando a democracia passa a existir de maneira eficiente quando uma pessoa pode ter eu salário e comprar o que ele acha necessário para sua sobrevivência podendo ele com isso ter um poder de escolha, na democracia a vida deve ser livre sem amarras de empregos a luta por um trabalho justo cabe aquele que se propõem a serem líderes sindicais pessoas com compromissos e responsabilidades com a sociedade. As leis trabalhistas estão para proteger os empregados mas a uma carecia social de nos sindicatos que fazem uma inversão da proteção favorecendo os empregadores por benefício próprio deixando os direitos serem suprimidos por troca de favores econômicos, esse ilícito deve ser coibido e reprimido pela justiça do trabalho que a ela cabe esse poder.
III - CAPITULO 
Não parece haver dúvida, portanto, quanto ás obrigações do Estado, não apenas com a substituição material do cidadão, mas com a garantia de uma vida digna e segura, na qual o direito ao trabalho assume o protagonismo. (P.123)
“Na liberação sem limites da economia global, são os trabalhadores que mais sofrem, já que a mercadoria que oferecem (sua força de trabalho) ingressa no mercado de trabalho em posição estruturalmente desfavorável, agravada por uma concorrência intercalasse de âmbito global. [...]”. (p.118) 
Se é fato que a não-discriminação é decorrência do princípio da igualdade que, por sua vez, é um dos elementos fundadores dessa concepção contemporânea dos direitos humanos, não deixa de ser sintomático o fato de que os instrumentos de violação desses mesmos direitos humanos são mais visíveis em face de determinados grupos sociais, como mulheres e grupos éticos minoritários. (p.171) 
PARECER:
A questão é se o Estado fosse um protetor um protetor em todos os estantes do cidadão trabalhador os sindicatos não seriam necessários devido aos benefícios dados aos empresários pelo Estado que em muitas vezes é omisso ou imprudente pois em um clamor social de supressão de diretos vem a real necessidade do sindicato. Quem evitando a desigualdade movimenta as massas sociais aponto do povo mostrar que o poder é deles, algo que seria desnecessário caso houvesse mais prudência por parte do Estado a responsabilidade e as obrigações para com o povo é sempre deixada de lado, por políticos corruptos em benefício próprio transtorno e desgastam a sociedade. E o primeiro a sofre com as consequências desses atos são os trabalhadores que em uma crise político social, são os primeiros a perder empregos e um Estado sem emprego é um caos. E nesse caso os sindicatos só tem uma alternativa reivindicar pois não tem oque pressionar, torcer para o país recuperar-se economicamente

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