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BACTÉRIAS STAPHYLOCOCCUS

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STAPHYLOCOCCUS
Alessandra Cristina Zanol Kich
Gustavo Rodrigues Vieira
STAPHYLOCOCCUS
• ESFÉRICAS
• IMÓVEIS 
• NÃO ESPORULADAS
• GRAM POSITIVAS
• ENTRE 0,5 – 1,5µm
• DISPOSTAS ISOLADAS, EM PARES, TÉTRADES, 
CADEIAS CURTAS OU AGLOMERADAS
• ANAERÓBICAS FACULTATIVAS QUE TOLERAM 
GRANDES CONCENTRAÇÕES DE SAL.
STAPHYLOCOCCUS
• PAREDE CELULAR CONTÉM ÁCIDO TEICÓICO E 
PEPTIDIOGLICANO.
• TIPICAMENTE, SÃO BACTÉRIAS COMENSAIS 
DA MICROBIOTA NORMAL CUTÂNEA OU DE 
MEMBRANAS MUCOSAS.
• PODEM SER DIVIDIDOS EM DOIS GRUPOS:
• Staphylococcus COAGULASE POSITIVO
• Staphylococcus COAGULASE NEGATIVO
STAPHYLOCOCCUS
• Staphylococcus COAGULASE POSITIVO - S. 
aureus.
• Staphylococcus COAGULASE NEGATIVO – 32 
ESPÉCIES, S. epidermidis.
• PRINCIPAIS PATOGÊNICAS:
S. aureus, 
S. epidermidis e 
S. saprophyticus.
Staphylococcus aureus
• É responsável por diversas doenças como 
DERMATOPATIAS, ABSCESSOS, PNEUMONIAS, 
ARTRITES SÉPTICAS, OSTEOMIELITES, SEPSES, 
ENDOCARDITES, ENDOFTALMITES, OTITES, 
MENINGITES, INTOXICAÇÃO ALIMENTAR, 
SÍNDRONE DA PELE ESCALDADA, SÍNDROME DO 
CHOQUE TÓXICO.
Staphylococcus aureus
• Patogênese: SUPERFICIAIS E PROFUNDAS. 
• As superficiais afetam a pele e o tecido celular 
subcutâneo. A invasão se faz através de soluções 
de continuidade causada por diversos fatores, 
nem sempre perceptíveis. 
• Com exceção da pneumonia por aspiração, as 
infecções profundas são decorrentes de 
bacteremias que se originam nos focos de 
infecção superficiais. 
• O sinal característico da infecção é a formação de 
ABCESSOS que acompanha o processo 
inflamatório.
Staphylococcus aureus
• Diagnostico: exame 
BACTERIOSCÓPICO de 
esfregaços corados pelo 
método de Gram, 
isolamento e identificação 
do microorganismo. 
• As células bacterianas 
podem ser observadas 
formando arranjos em 
cachos ou isoladamente. 
Crescem rapidamente 
quando cultivadas em 
meio não seletivo.
Staphylococcus aureus
• Tratamento e controle: DROGAS ATIVAS CONTRA 
BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS.
• PENICILINA, CEFALOSPORINA, ERITROMICINA, 
AMINIGLICOSÍDEOS, TETRACICLINA E 
CLORANFENICOL. 
• Elevada capacidade de desenvolver resistência 
• Limpeza apropriada das feridas e usos de 
desinfetante, proteção da pele e lavagem das mãos 
ajudam prevenir infecção e disseminação.
Staphylococcus epidermidis
• BACTEREMIAS/SEPTICEMIAS, 
ENCARDITE, MENINGITES, 
PERITONITES, ARTRITES E OUTRAS.
•Relacionada a 
procedimentos médicos 
invasivos. Causa 
doenças graves em 
ambiente hospitalar.
Staphylococcus epidermidis
• Patogênese: Infecção de aquisição nosocomial 
(hospitalar). Subagudas ou crônicas. 
• Recem náscidos prematuros, pacientes 
imunodepressivos, usuários de drogas ilícitas 
intravenosas podem desenvolver 
ENDOCARDITES. 
• Cateteres e outros implantes
Staphylococcus epidermidis
• Diagnóstico: S. epidermidis 
pode ser isolado em meios 
de cultura comuns, tais 
como ágar tripticase soja, 
o ágar de infuso de 
coração e cérebro, e o 
ágar sangue, onde 
geralmente apresentam 
colônias não pigmentadas 
ou esbranquiçadas e não 
hemolíticas.
Staphylococcus epidermidis
• Tratamento e controle: RESISTÊNCIA
• Além dos genes que conferem resistência, a 
formação de biofilme dificulta a ação de 
antiobióticos. 
• Métodos de controle inclui as condutas 
normalmentes utilizadas na prevenção de 
infecções hospitalares.
Staphylococcus saprophyticus
• São comumente causadores de infecção 
urinária. A patogenicidade está relacionanda a 
sua capacidade de aderir as células do epitélio 
urinário. 
Staphylococcus 
saprophyticus é 
um MO normal 
da pele e da 
região 
periuretral do 
homem e 
mulher.
IMPORTANTES NA MED. VETERINÁRIA
• Staphylococcus intermedius - PIODERMATITE 
EM CÃES
• Staphylococcus hyicus – INFECÇÃO CUTÂNEA 
EM SUÍNOS
• Todas espécies coagulase-negativas de 
Staphylococcus são capazes de causar 
infecção em pessoas e em animais
REFERÊNCIAS
• Trabulsi, LR.; Alterthum, F. Microbiologia, 4ª ed., 
São Paulo: Atheneu,2004.
• Murray, PR; Rosenthal, KS; Pfaller, MA. 
Microbiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2009.
• Murray, PR; Drew, WL; Kobayashi GS; Thompson Jr., 
JH. Microbiologia Médica, Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 1992.
• McVey, DS; Kennedy, M; Chengappa MM. 
Microbiologia Veterinaria, 3ª ed., Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.