Produção Enxuta
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Produção Enxuta


DisciplinaProjeto de Engenharia I (producao)47 materiais509 seguidores
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SUA INSTITUIÇÃO
SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO \u2013 PRODUÇÃO ENXUTA
ÚLTIMO SOBRENOME, Nome do Estudante\ufffd.
ÚLTIMO SOBRENOME, Nome do Professor\ufffd.
Nome da Cidade, Data.
Resumo
O presente trabalho tem como objetivo explanar a história da produção enxuta e como surgiu. Conceituando assim seus princípios, suas ideias e quais foram os objetivos que levararam a fazer a criação da mesma. Questionando se esta forma de produção é eficaz, será apresentado os conceitos e opiniões de alguns autores que falam a respeito do tema. É sabido que esse conceito e essa nova forma de produzir surgiu pela necessidae do Japão, depois da Segunda Guerra Mundial, de se reconstruir sabendo que não havia recursos e a produtividade do país no segmento estava baixa. A produção enxuta foi criada então pela Toyota, com o objetivo de minimizar as atividades que não agregavam valor ao resultado final do produto e fazendo com que houvesse menos produção e menos estoque, pois estoque para eles era dinheiro parado conforme é citado no livro \u201dGestão em processos produtivos de COSTA JUNIOR, Eudes Luiz.\u201d
Palavras-chave: Produção Enxuta; Eficiência; Evolução.
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1	Introdução
Como já dito, o termo produção enxuta surgiu no Japão devido as dificuldades que a Toyota enfrentava no país para seguir em frente com suas produções. Na época, como era depois da Segunda Guerra Mundial, o país estava um caos e a empresa tinha dificuldades, pois o preço da gasolina estava alto e havia a necessidade dos consumidores deste ramo, a empresa precisava fabricar automóveis que atendessem a necessidade de todos, tais como carros populares e caminhões. O diferencial dessa produção é que aumenta o índice de produção e diminui o desperdício (SKINNER, 1969).
Segundo o Lean Enterprise Institute a produção enxuta é \u201cum conjunto de princípios, práticas e ferramentas usadas para criar um valor preciso ao consumidor \u2013 sendo estes um produto ou serviço com melhor qualidade e poucos defeitos \u2013 com menos esforços humanos, menos espaço, menos capital e menos tempo do que os sistemas tradicionais de produção em massa.\u201d
\u201cO Sistema Toyota de Produção é a abordagem única da Toyota. É a base para grande parte do movimento de \u201cprodução enxuta\u201d que domina as tendências indústrias (juntamente com o Seis Sigma) há aproximadamente 10 anos. Apesar da enorme influência do movimento enxuto, a maioria das tentativas de implementar esse conceito tem sido um tanto superficial. A razão é que a maior parte das empresas concentra-se demais em ferramentas como 5S e just-in-time, sem compreender o conceito de \u201cenxuto\u201d como um sistema que deve permear a cultura de uma organização. Na maioria das empresas onde o conceito é implementado, a administração superior não se envolve com as operações do dia-a-dia e com a melhoria contínua que o constituem\u201d (LIKER, 2005, p.29).
Quando se fala em ter um sistema enxuto, não é simplesmente imitar as ferramentas usadas pela Toyota em um determinado processo de produção. Significa que é necessário desenvolver políticas para a sua própria organização e colocá-los em prática, buscando sim um desempenho alto onde irá agregar valor para os clientes (LIKER, 2005). 
O seis sigma é um sistema que oferece meios que igualmente aplicam um padrão a projetos, serviços ou produtos. Não sendo só uma ferramenta, ela ajuda a promover mudanças e gera uma eliminação de falhas e ineficiências em qualquer campo aplicado. O objetivo principal é oferecer ao cliente um produto perfeito e seguindo um padrão, com a ideia de seguir o que foi acordado no início do projeto, como por exemplo, entregando o produto dentro do prazo, uma qualidade que foi mostrada e precisa no resultado final ser alcançada, a quantidade de produtos que esse cliente pediu precisa ser obedecida e claro um preço estabelecido sem mudanças. A ideia é um pensamento estátistico, podendo seguir um padrão de princípios como por exemplo, saber que todo trabalho executado é um processo e que todo processo pode sofrer mudanças. Ou seja, executar de forma simples e padronizada, sem muitas variações, seguindo as normas estabelecidas, executando com qualidade, eficácia e eficiência (ROTONDARO, 2002). 
2	Características do Sistema de Produção Enxuta
Esse conceito de sistema de produção enxuta concilia os processos com o objetivo de eliminar aqueles que não se fazem necessários para a produção, operando na área tecnológica, na capacidade, qualidade e o estoque das empresas para se fazer um uso correto dos recursos que se tem. O intuito é produzir de forma que o serviço prestado atinja as necessidades e as expectativas em relação aos processos desenvolvidos. 
Como exemplo de sistema que aderiu ao método de produção enxuta, está o sistema Just In Time, que significa algo como \u201cno tempo certo\u201d, a sua filosofia é fazer com que o tempo seja usado de maneira produtiva, evitando assim perda do mesmo em produção, sendo que consegue eliminar estoque, uma coisa que já não é mais interessante. Há algumas características que fazem funcionar essa produção, mostrando que é possível pôr em prática (MONDEN, Yasuhiro).
2.1 Produção Puxada
Segundo o Lean Enterprise Institute, nesse modelo a produção é acionada conforme a demanda que existe, fazendo com que elimine um estoque desnecessário e consequentemente evitando o desperdício. Ou seja, por mais que se tenha todos os recursos para começar a produção, a mesma só é iniciada quando um cliente faz um pedido, assim criando a ideia de sob encomenda. As suas vantagens é que se evita desperdício, há uma relação entre empresa e cliente obtendo um melhor resultado e um sistema de controle bem simples.
A informação deve seguir de processo por processo de produção, com sentido contrário do fluxo de materiais. Ou seja, do cliente para o fornecedor, com isso a produção puxada produz somente o que for vendido, antes de iniciar a produção, assim evitando superprodução e estoques desnecessário. (GHINATTO, 1996).
2.2 Qualidade alta e consistente
Este modo de operar faz com que os próprios operantes se policiem, ou seja, não há um gerenciamento que no final de qualquer processo precise revisar o trabalho, pois o próprio trabalhador ao final do seu processo irá verificar a qualidade do serviço, evitando mais custos para a empresa. Com isso não haverá nenhum tipo de retrabalho, pois a produção já foi iniciada com a ideia de que se sair algo fora do controle, o próprio responsável irá ver e corrigir, evitando mais tarefas posteriores para si.
2.3 Lotes de pequenos tamanhos
Segundo DALVIO (2015):
\u201cLotes econômicos menores e padrões também auxiliam as pessoas a planejar e decidir melhor com base na gestão a vista. Sendo assim, a resposta a\u300 pergunta de por que montar um sistema produtivo que possa produzir lotes econo\u302micos ta\u303o pequenos quanto possíveis passa por:
Permitir a produção em fluxo contínuo e eliminar os desperdi\u301cios de superprodução;
	Reduzir os lead times produtivos e possibilitar o nivelamento do PMP a\u300 demanda;
	Girar ra\u301pido os estoques e facilitar a implantação de um sistema de puxar a programac\u327a\u303o da produção;
Identificar imediatamente problemas no fluxo e na qualidade. \u201d
O processo Just in time cita que ao invés de fazer um estoque cheio de produtos finalizados, o melhor a se fazer é manter um lote pequeno e com qualidade, sem causar danos sejam quaisquer as peças produzidas. Acredita-se que as vantagens que se tem é aproveitamento do tempo, ordem no sistema operacional e a própria diminuição da necessidade de estoque sempre cheio e com uma repetição de produção.
2.4 Componentes padronizados e métodos de trabalho
 Essa fase é onde acontece a padronização dos processos, com isso ocorre um método de produção mais frequente e com as mesmas características, fazendo com que a tendência de produtividade seja elevada, pelo fato de estarem produzindo e repetindo um serviço. Com uma padronização do processo é possível economizar tempo e dinheiro.
 2.5 Força de trabalho