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Nome do Experimento: Alavancas – Centro de massas Objetivos: O intuito deste experimento foi constatar que ao aumentar o tamanho da alavanca, a força mínima aplicada necessária para levantar um peso no ponto oposto é menor. Introdução teórica: No cotidiano, o termo máquina é reservado a equipamentos grandes, utilizados para efetuar os mais diferentes serviços. Por exemplo, máquinas existentes em fábricas como tecelagem, máquina de lavar roupa, máquina de costura etc.. Já na Física, o termo máquinas simples é reservado a pequenos objetos ou instrumentos que facilitam a execução de diferentes afazeres do dia-a-dia. Um martelo, uma tesoura, uma alavanca, uma roldana, um plano inclinado são exemplos de máquinas simples. Entre os conceitos e princípios físicos que explicam a vantagem mecânica desses instrumentos estão os conceitos de força, de torque, de trabalho realizado pela aplicação de uma força, de equilíbrio na translação e na rotação. Esses conceitos e princípios estão sendo aplicados até no corpo humano, sem que haja consciência do indivíduo que os utiliza. O uso das "máquinas simples" vem sendo transmitido de geração em geração; elas já estão completamente incorporadas ao cotidiano tendo em vista a facilidade de uso. Por exemplo, para pregar um prego, usa-se um martelo, que deve ser tanto mais pesado e de cabo longo quanto maior for o prego. O próprio tamanho do prego é escolhido para dar conta do esforço que será exigido da estrutura de madeira que está sendo construído. Uma caixinha de bonecas certamente necessita de pregos pequenos e um caixote, que vai aguentar o peso de várias pessoas, necessita de pregos grandes. Para levantar um peso como o de um automóvel é necessário um macaco ou um guincho; este é dotado de uma roldana. Já para levantar caixotes pesados num degrau grande, pode-se usar um plano inclinado. Antigamente, os barris de cerveja eram empurrados para cima do caminhão de transporte, rolando- o num plano inclinado. A própria construção de rodovias através de regiões de serra, onde grandes altitudes devem ser vencidas, segue um zigue-zague, que nada mais é que a sucessão de vários planos inclinados. Assim, podemos Universidade Estácio de Sá – Campus Macaé Curso: Engenharias Disciplina: Física Experimental I Código: CCE0477 Turma: 3012 Professor (a): ROBSON FLORENTINO Data de Realização: 06/06/2014 Nome do Aluno (a): Carlos Alberto Vieira Nome do Aluno (a): Andre Luiz dos Santos Nome do Aluno (a): Katia Elizabeth Simões de França dos Santos Nome do Aluno (a): Marcio Dionis Souza Cortes Nome do Aluno (a): Rafael Lobo Caitano Nome do Aluno (a): Valdinei Lopes da Silva Tomaz Nome do Aluno (a): Klaus Igor Fick Nº da matrícula: 201308005954 Nº da matrícula: 201307190571 Nº da matrícula: 201307205675 Nº da matrícula: 200701011291 Nº da matrícula: 201308187572 Nº da matrícula: 201307394493 Nº da matrícula: 201308153724 enumerar muitas outras máquinas simples utilizadas no dia-a-dia. As máquinas simples são equipamentos muito simples, que possibilitam a execução de uma tarefa com menos força ou menos desgaste físico. O que é uma alavanca? Alavanca, máquina simples que consiste normalmente em uma barra rígida móvel em torno de um ponto fixo, denominado fulcro ou ponto de apoio. O efeito de qualquer força aplicada à alavanca faz com que esta gire em relação 4 ponto de apoio. A força rotativa é diretamente proporcional à distância entre o fulcro e a força aplicada. No tipo mais comum de alavanca, aplica-se um esforço relativamente pequeno à ponta mais distante do fulcro, para levantar um grande peso próximo a este. Muitas ferramentas, como o quebra-nozes e o carrinho de mão, são baseadas no princípio da alavanca. Uma polia, dispositivo mecânico de tração ou elevação, formado por uma roda montada em um eixo, com uma corda rodeando sua circunferência. A roda e seu eixo podem ser considerados tipos especiais de alavanca. Com um sistema de polias móveis, é possível levantar grandes pesos com muito pouca força. Arquimedes “Dê-me um lugar para me firmar e um ponto de apoio para minha alavanca que eu deslocarei a Terra” foi o que disse Arquimedes, sendo um dos grandes matemáticos de todos os tempos. A hidrostática foi apenas uma parte de seus feitos. Além dela, ele revolucionou as noções de movimento ao inventar a alavanca. Ele também desenvolveu as bases do cálculo integral que somente se concretizariam com Newton quase dois milênios depois e lançou os alicerces da física teórica. Sobre Alavancas e teoria O estudo das alavancas está diretamente ligado ao conceito de equilíbrio, em especial ao de rotação. Graças aos estudos realizados em torno desse tema, diversas ferramentas puderam ser inventadas. Além disso, esses desenvolvimentos permitiram também uma compreensão do corpo humano, o qual utiliza os músculos como transmissores de forças e as articulações como pontos fixos de alavanca. Em diversas situações cotidianas vemos o uso das alavancas como forma de auxílio no desenvolvimento de trabalhos. Uma que mais podemos ver é a utilização de alavancas pelos borracheiros que utilizam alavancas para desenroscar os parafusos das rodas de caminhões. • Os elementos de uma alavanca Toda alavanca é composta por três elementos básicos: - PF - Ponto fixo, em torno do qual a alavanca pode girar; - Fp - Força potente, exercida como o objetivo de levantar, sustentar, equilibrar, etc. - Fr - Força resistente, exercida pelo objeto que se quer levantar, sustentar, equilibrar, etc. • Os tipos de alavancas Podemos classificar as alavancas de acordo com o elemento que fica entre os outros dois pontos restantes. Seus nomes são: interfixa, interpotente e inter-resistente. Dizemos que uma alavanca é uma alavanca interfixa quando o ponto fixo ocupa um lugar qualquer entre a força potente e a força resistente, como mostra a figura 1. Figura 2 - Alavanca interfixa. Uma alavanca é considerada como sendo uma alavanca do tipo interpotente (Figura 2) quando a força potente está localizada em algum lugar entre a força resistente e o ponto fixo. Figura 3 - Alavanca interpotente. Uma alavanca é considerada como sendo uma alavanca inter-resistente (Figura 3) quando a força resistente se encontra em algum lugar entre a força potente e o ponto fixo. Figura 4 - Alavanca inter-resistente. TORQUE Se for exercida uma força sobre um corpo que possa girar em torno de um ponto central, diz-se que a força gera um torque. Como o corpo humano se move por uma série de rotações de seus segmentos, a quantidade de torque que um músculo desenvolve é uma medida muito proveitosa de seu efeito. A magnitude de um torque está claramente relacionada à magnitude da força que o está gerando, mas um fator adicional é a direção da força em relação à posição do ponto central. A distância perpendicular do pivô à linha de ação da força é conhecida como braço de alavanca da força. Um método para calcular o torque é multiplicar a força (F) que gerou pelo braço de alavanca (d). Equação 1 – Torque • Torque ou momento resultante Da mesma forma que é possível determinar uma força resultante que isoladamente tem o mesmo efeito das forças componentes de um sistema, pode-se determinar o momento resultante de um sistema de forças em relação a um determinado eixo. O torque resultante em relação a um determinado eixo é a soma dos torques de cada uma das forças que compõem o sistema em relação ao mesmo eixo.• Equilíbrio estático Um corpo está em equilíbrio estático quando a força resultante E o momento resultante de todas as forças que atuam sobre ele for igual a zero. Usa-se um esquema como o da Figura 4 para o cálculo dos torques necessários em um sistema. Figura 5 - Sistema de equilíbrio 1ª condição de equilíbrio: a força resultante de todas as forças que atuam sobre o corpo deve ser igual a zero. Garante ausência de translação. Levando em conta o sistema da Figura 4, tendo em vista a primeira condição de equilíbrio conclui- se que (equação 2): Equação 2 - Soma nula de forças Fapoio= Fa + Fb + Pbarra 2ª condição de equilíbrio: O momento resultante de todas as forças que atuam sobre o corpo em relação a qualquer eixo deve ser igual a zero. Garante ausência de rotação. Considerando a massa da barra, e considerando as forças A e B como o peso dos objetos encontrados nos extremos da barra pode-se equacionar o sistema da Figura 4 da seguinte maneira (equação 3): Equação 3 - Soma nula do momento de inércia. PB x dB + Pbarra x dbarra = PA x dA • Vantagem mecânica de uma alavanca A eficiência de uma alavanca para mover uma resistência é dada pela vantagem mecânica dá-se pela seguinte equação. Equação 4 - Vantagem mecânica Sendo braço de força a distância do eixo até a força e braço de resistência a distância do eixo até a resistência. Se Vm = 1, a força necessária para movimentar uma resistência é exatamente igual à resistência. Se Vm > 1, a força necessária para movimentar uma resistência é menor do que a resistência. Se Vm < 1, a força necessária para movimentar uma resistência é maior do que a resistência. Exemplos de alavanca • Martelos e machados No caso de martelos, utilizamos o peso da cabeça do martelo associado ao braço do mesmo para dar um grande torque, que vai afundar o prego. Quanto maior o peso da cabeça do martelo ou quanto maior o cabo, o torque será maior. Um machado usado para cortar troncos de árvores tem ainda associado o princípio de um plano inclinado, como numa cunha. A cunha também pode ser considerada uma máquina simples. É mais fácil rachar lenha com um machado que tem a forma de cunha do que um machado "cego", de lâmina grossa. O martelo é uma alavanca, onde o funcionamento é de simples visualização: A força aplicada pela pessoa é F1, produz um torque dado aplicando a equação 1: F1 x d1, a força aplicada pelo prego sobre o martelo é F2, produzindo um torque dado ainda pela equação 1: F2 x d2, como o torque resultante deve ser zero; teremos: F1 x d1 = F2 x d2 Sendo d1 > d2, teremos: F1 < F2, ou seja, o operador retira o prego com certa facilidade. Note que se a intensidade de F2 é grande, a reação de F2 – martelo puxando o prego – também será grande. (figura 5) Figura 6 – Martelo e as forças que agem neste sistema • Engrenagens As engrenagens são máquinas simples voltadas para a redução ou para o aumento da velocidade angular da rotação, de um determinado dispositivo, ou alterar sua direção. Grosso modo, uma engrenagem é um conjunto de rodas dentadas que se acoplam de alguma maneira. A justificativa mais comum para a utilização das engrenagens é que nem sempre um dispositivo (uma máquina, por exemplo) tem sua velocidade adequada para funcionamento igual àquele do dispositivo que o colocou em movimento (um motor, por exemplo). Digamos que um motor, impulsionado por um conjunto de pistões, coloque um virabrequim para funcionar com uma velocidade de rotação de 1000rpm, mas a máquina que ele pretende acionar só funciona bem se acionada a 250rpm. Para reduzir a velocidade angular por um fator 4, basta acoplarmos as engrenagens de maneira tal que, enquanto um dá 4 voltas, a outra dê apenas uma volta. Isso se consegue fazendo com que uma das rodas tenha quatro vezes mais dentes do que a outra. Usualmente, construímos um sistema de duas engrenagens formando um conjunto único. Pode-se, assim, transmitir a energia proporcional provida por um motor para uma máquina. Às vezes, no entanto, não é conveniente ter-se as engrenagens ligadas entre si diretamente. Nesse caso, pode-se fazer uso de correntes ou correias. Quando dois eixos engrenados giram, a engrenagem motora transforma o torque motor em uma força que é aplicada sobre os dentes engrenados das duas engrenagens. Sob a distância da aplicação da força transmitida para o dente da engrenagem movida até seu eixo de rotação, forma-se uma alavanca que gera o torque transmitido pelo eixo movido. (figura 6). Figura 6 - Sistema de engrenagens. • Portas Se fizermos uma força F1 na porta (figura 7) ela tende a girar no sentido dessa força. O braço dessa força é a distância b1. O TORQUE dessa força, t1, é F1 x b1. Se outra pessoa fizer uma força F2 no sentido oposto, com um braço b2, o TORQUE dessa força, T2, é F2 x b2. Se T1 = T2, a porta não irá girar, ou seja, dizemos que ela ficará em equilíbrio. Figura 7 – Torque em porta • Carrinho de mão A força aplicada pela pessoa é F1, produz um torque dado pela equação 1: F1 x d1, esse torque tende a fazer o carrinho girar no sentido horário, o peso da carga é P, produzindo um torque dado pela expressão: P x d2, (figura 8) Como o torque resultante deve ser zero; teremos: F1 x d1 = P x d2 Sendo d1 > d2, teremos: F1 < P2, ou seja, o pedreiro transporta a carga sem tanto esforço. 12 Figura 7 - Sistema de um carrinho de mão. Teoria dos erros Obter o valor real da maioria das grandezas físicas, através de uma medida, é quase impossível. Apesar de não ser possível determinar um valor 14 exato de determinada grandeza, pode-se estabelecer levando em conta alguns critérios um valor aproximado do valor real. Estes “erros” de medida podem ser classificados como: - Grosseiros: erros que ocorrem por imperícia ou distração do operador; - Sistemáticos: erros causados por fontes identificáveis. Podem ser devido a vários fatores (instrumento, método de observação, efeitos ambientais, simplificação de teoria, entre outros); - Aleatórios ou Acidentais: erros que ocorrem devido a causas diversas, que escapam a uma análise em função de sua imprevisibilidade, tais como instabilidade instrumental, leitura imprecisa de uma escala, variações ambientais. Este erro pode ser diminuído através de repetidas medições. Experimento: Aparelho / Material utilizado: Trena; Serra; 1 cabo de vassoura; Um pedaço de madeira com 880 mm; Lixa; 2 ganchos; 1 parafusos; 1 porcas; 1 arruelas; Base de carretel de madeira; Fita métrica; 2 Potes; 2 correntes de xaxim; Furadeira; Tintas; Prego; Martelo; Alicate; Chave de fenda; Roteiro do experimento: 1 - Montagem da base e dos braços da alavanca: Utilizando cabos de vassoura, preparar 1 braço de alavanca; Utilizando prego e furadeira, fixar de forma centralizada, em cada uma das extremidades do braço de alavanca, os ganchos metálicos que servirão para pendurar as massas utilizadas para equilibrar o sistema; Utilizar um tubo de PVC, cortando-o para servir de apoio para os braços de alavanca; Montar a base de apoio para os braços utilizando madeira, tubo de PVC, placas metálicas, borracha, parafusos e arruelas; 2 - Determinação dos contrapesos: Medir com uma trena o comprimento do cabo de vassoura utilizado comobraços da alavanca; Medir com uma balança a massa do cabo de vassoura utilizado como braço da alavanca; Fazer a anotação destas medidas; Fixar 2 comprimentos e a massa para um dos lados do braço; Utilizando os pesos, determinar o ponto de equilíbrio do sistema, ou seja, até que o braço com seus “pesos” ficasse parado na horizontal e assim, utilizando a balança, medir a massa do contrapesso e da massa fixa; Dados Coletados e Cálculos: Barra= 100g Peso1= 290g Peso2= 295g Conjunto de contrapeso= 20g Dimensões da barra Lt= 950mm; L1= 485mm; L2= 705mm. Condição de equilíbrio: O momento resultante de todas as forças que atuam sobre o corpo em relação a qualquer eixo deve ser igual a zero. Garante ausência de rotação. Σm = 0 Pbarra = m * g Pbarra = 100 * 10 Pbarra = 1000N Conj.contrapeso= m * g Conj.contrapeso=20 * 10 Conj.contrapeso=200N Peso1 = m * g Peso1 = 290 * 10 Peso1 = 2900N Peso2 = m * g Peso2 = 295 * 10 Peso2 = 2950N 1º Cálculo: Ponto de equilíbrio na distância de 485mm ([Pb * db]+200) + Pbarra * dbarra = Pa * da ([2900 * 485]+200) + (1000 * 950)= Pa * 465 1.406.700 + 950.000= Pa * 465 Pa * 465 = 2.356.700 Pa = 2.356.700 / 465 Pa = 5.068,172 N P = m * g ⇒ m = P / g m = 5.068,172 / 10 mideal= 506,817g mreal= 295g 2º Cálculo: Ponto de equilíbrio na distância de 705mm ([Pb * db]+200) + Pbarra * dbarra = Pa * da ([2900 * 705]+200) + (1000 * 950) = Pa * 245 2.044.700 + 950.000= Pa * 245 Pa * 245 = 2.994.700 Pa = 2.994.700 / 245 Pa = 12.223,265 N P = m * g ⇒ m = P / g m = 12.223,265 / 10 mideal = 1.222,326g mreal = 1.150g OBS.: (um saco de pipoca de 500g + um saco de rosquinha Mabel de banana com canela de 400g + um saco de café Pilão de 250g) Conclusão: O experimento visava à comprovação de que quanto maior o braço da alavanca, menor é a força aplicada necessária para manter certo peso em equilíbrio. Portanto, analisando os resultados obtidos, é possível concluir que o experimento foi condizente com seu objetivo. Os contrapesos experimentais foram próximos dos obtidos pela teoria. Esta diferença deve-se a condições ambientais e também ao atrito causado pelo material usado no ponto de apoio. Como o experimento depende de muitas variáveis, foi tomado como erro aceitável para um experimento de até 10% do valor obtido através de cálculos. Logo, os contrapesos encontrados no experimento estão dentro desta margem, indicando que o experimento é válido. 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