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Obra: Diva Artista: José de Alencar (1829-1877) A obra foi publicada por várias editoras: 1-Ática; 2-FTD; 3-Escala, etc. 1 Bibliografia Romances urbanos: -Cinco Minutos (1857); -A Viuvinh (1860); -Lucíola (1862); -Diva (1864); -A Pata da Gazela (1870); -Sonhos d’Ouro (1872); -Senhora (1875); -Encarnação (1893, póstumo). Romances históricos/indianistas: -O Guarani (1857); -Iracema (1865); -As Minas de Prata (1865); -Alfarrábios (1873); -Ubirajara (1874); -Guerra dos Mascates (1873). Romances regionalistas: -O Gaúcho (1870); -O Trono do Ipê (1871); -Til (1872); -O Sertanejo (1875). Enredo Emília estava muito e doente e Duarte pede à Júlia que vá atrás de um médico, que chama Amaral. Mila é muito tímida e não deixa o doutor tocá-la para poder diagnosticar a sua doença, mesmo assim, Augusto não desiste. A família Duarte fica muito grata pela atenção dada à menina por Amaral, oferencendo até uma recompensa, que é recusada. Amaral passa dois anos em Portugal, quando volta, é convidado a uma festa da família Duarte, aonde encontra Emília, agora uma moça formada, extremamente bela e elegante, por quem ele se apaixona. Capítulo VIII – Emília começa a falar com Amaral. 3 Mila trata Amaral com indiferença todas as vezes em que se reveem. Augusto decide se vingar, começa a ignorá-la, porém, isso não dura muito, pois ele e Emília em uma conversa em sua casa, conversam e declaram seu amor. Após o ocorrido, Mila volta a tratá-lo normalmente, como quem não quer nada, Augusto a trata igualmente, até que a moça o procura e os dois se resolvem. Emília pede um ano para ter certeza de seu amor, deixando Amaral muito infeliz rancoroso. Em um encontro na chácara de Dona Matilde, o casal discute e fica entre a ira e o amor, com muitas provocações, decidindo ficarem juntos. Augusto recebe uma carta apaixonda de Emília e vai ao encontro da donzela. No final da carta, Amaral conta a Paulo que agora Emília é a sua mulher. 5 Minha Opinião Traz à tona assuntos como o orgulho, a realidade daquela época, o amor entre o branco e o negro, etc. 6 Personagens Emília, também chamada por Mila, é a Diva. Uma jovem mulher, esbelta, magra e com belas curvas, com longos cabelos negros, nem branca, nem morena, olhos pretos esbugalhados, em seus belos traços delicados, gritava um nariz romano. A sua característica mais marcante é o recato, uma moça extremamente tímida e mimada, tão pudorosa que chegava a soar como rude, todo esse recato, ensinado por sua mãe, e o mimo, era vindo de seu pai, que não media esforços para agradá-la. Uma moça cheia de dúvidas no amor. No início, Emília ainda não botara corpo, por isso era muito feia, parecia um “esguicho de gente”. No capítulo III, Amaral a compara com a deusa Vênus. No capítulo VII pode-se perceber sua coragem e bravura. 7 Augusto Amaral é um jovem médico negro, filho de escravos, um homem de boa índole e muito esforçado. É o narrador da história, e apaixonado por Mila, passa o seu tempo contemplando e tentando decifrar o que acontece na mente de sua amada. Duarte é o pai de Emília, um mercantil rico e generoso; não era de ofercer favores, mas não os negava. Muito dedicado à família e aos amigos. Agradecido a Amaral. Paulo é o interlocutor de Amaral, em “Diva”, Augusto conta toda a sua história de amor ao amigo. Dona Leocádia é a mãe de Emília, ela é muito agradecida a Amaral por ter cuidado de sua filha. Júlia é a prima de Mila, não tão bonita, mas uma moça simpática e gentil. Muito diferente de Emília, já tivera muitos amores. Tempo Cronológico: Passa-se em 1855, no século XIX, época de Dom Pedro II. Psicológico: A história vai se passando sem especificar as datas. Espaço A história ocorre na parte burguesa do Rio de Janeiro.