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FISIOLOGIA CARDÍACA
Derrame pericárdico
Pericárdio
Artérias Coronárias
Função do sistema 
cardiovascular
– Gerar DC
– Gerar PA
– Direcionar o sangue e assegurar uma única via 
ao fluxo (circ. sist. e pulm.)
– Regular o fornecimento de sangue aos tecidos
Propriedades Fisiológicas dos
Músculos neurorregulados
• Excitabilidade: atuar através de P.A.
• Condutibilidade: conduz o P.A.
• Contratilidade: contrai-se, realizando seu 
trabalho.
• Elasticidade: capaz de distender e retornar 
ao estado original.
• Automatismo: capacidade de produzir 
P.A. de forma autônoma.
Unitário
Atrial e Ventricular.
Conexão: Nodo atrioventricular.
- 250-350 gramas de músculo
Músculo Cardíaco
- Elevada demanda de O2 (10x nº de mitocôndrias)
- relação capilar/fibra 1:1
- Substratos energéticos: Glicose, ácidos graxos e 
ácido láctico* 
Sincício: são células individuais 
interconectadas entre si pelas 
Junções comunicantes.
Sinapses elétricas
Lei do tudo ou nada!!!
Constituídos por miofibrilas : Actina, Miosina 
e complexo Troponina-tropomiosina .
Músculo Cardíaco
Mecanismo de contração normal
Coração Helicoidal
MUSCULO ÚNICO CONFERE FORMATO DE CONE
Papel do Cálcio no músculo cardíaco
Contração:
• Depende do Ca2+ extracelular e do
efluxo de Ca2+ do RS.
• O Ca2+ se liga a troponina e deflagra a
contração muscular.
Relaxamento:
• SERCA retira o Ca2+ do citosol;
• Bomba contra-transporte Na+/Ca2+.
Implicação clínica:
Hipercalcemia:  PA,  FC, parada cardíaca em sístole.
Hipocalcemia: ↓ PA, ↓ FC, arritmias.
Células excitáveis cardíacas
Células contráteis
geram força
Células condutoras
geram rítmo
Sistema excitatório - condutor
Frequência de disparo do NSA e 
marcapassos latentes no coração
Localização Frequência de disparo
(impulsos/min)
NSA 70-80 
NAV 40-60
Feixe de His 40
Fibras de Purkinje 15-20
DÉBITO CARDÍACO
 Débito Cardíaco
 FC e  VS  Retorno venoso
Repouso = 5-6 L/min
Exercício = 25 - 30 L/min 
• Definições
– Volume sistólico (VS): Quantidade de sangue 
bombeada pelo coração a cada sístole ventricular.
50-70 ml
– Débito cardíaco (DC): Quantidade de sangue 
bombeada pelo coração em um minuto.
DC = FC x VS ( 5-6 l/min);
– Volume diastólico final (VDF): Quantidade de sangue 
dentro dos ventrículos ao final diástole. 
120-140ml
– Retorno Venoso (RV): Fluxo de sangue proveniente 
dos tecidos periféricos que chega ao átrio direito.
RV = ou ~ o DC, 
tudo que diminui o RV altera a função cardíaca.
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8
0
20
40
60
80
100
120
50
100
150
Tempo (seg.)
Pressão Volume
mm Hg ml
Atrial Ventricular
Ventricular
Aórtica
Fase: Enchimento Rápido
P
Q
R
S
T P
Os ventrículos estão relaxados, os 
átrios cheios de sangue, com pressão 
maior que os ventrículos “derrubam” o 
sangue para dentro dos ventrículos.
70% do volume diastólico final atrial 
passa p/ os ventrículos nesta fase.
Valv. A-V abertas.
Valv. Ao e Pul fechadas
FASE: Enchimento Rápido
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8
0
20
40
60
80
100
120
50
100
150
Tempo (seg.)
Pressão Volume
mm Hg ml
Atrial Ventricular
Ventricular
Aórtica
Fase: Sístole Atrial
P
Q
R
S
T P
Aproximadamente 30% do sangue 
passa p/ os ventrículos nesta fase.
A contração atrial aumenta a eficiência 
dos ventrículos como bombas.
Valv. A-V abertas.
Valv. Ao e Pul fechadas
Ciclo Cardíaco  Período compreendido entre uma sístole atrial 
e uma sístole ventricular 
FASES do CICLO CARDÍACO
FASE: Sístole Atrial
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8
0
20
40
60
80
100
120
50
100
150
Tempo (seg.)
Pressão Volume
mm Hg ml
Atrial Ventricular
Ventricular
Aórtica
Fase: Contração Isovolumétrica
P
Q
R
S
T P
Reorganização muscular p/ obtenção 
de melhor posicionamento (vantagem 
mecânica), p/ expulsão do sangue.
Aumenta a pressão intracavitária sem 
expulsar o sangue
Valv. A-V fechadas
Valv. Ao e Pul fechadas.
FASE: Contração isovolumétrica
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8
0
20
40
60
80
100
120
50
100
150
Tempo (seg.)
Pressão Volume
mm Hg ml
Atrial Ventricular
Ventricular
Aórtica
Fase: Ejeção Rápida
P
Q
R
S
T P
Pressão suficiente p/ abertura das 
semilunares e expulsão do sangue.
Dividindo esta fase em 03 tempos: 
60% do sangue é ejetado no primeiro 
tempo e 30% do sangue é ejetado nos 
dois tempos restantes. 
Valv. A-V fechadas.
Valv. Ao e Pul abertas.
FASE: Ejeção Rápida
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8
0
20
40
60
80
100
120
50
100
150
Tempo (seg.)
Pressão Volume
mm Hg ml
Atrial Ventricular
Ventricular
Aórtica
Fase: Protodiástole
P
Q
R
S
T P
10% do volume diastólico final é 
ejetado nesta fase.
Os ventrículos continuam contraidos e 
vão relaxando gradativamente..
Valv. A-V fechadas.
Valv. Ao e Pul abertas.
FASE: Protodiástole
Valvas cardíacas: direcionadoras do fluxo sanguíneo
Mecanismos normais da valvas cardíacas
Enchimento Esvaziamento
Bulhas Cardíacas
• Ausculta Cardíaca
SONS CARDÍACOS
Quando as válvulas se fecham, suas
cúspides e os líquidos circundantes
vibram sob influência das súbitas
diferenças de pressão que se
desenvolvem, produzindo sons que se
propagam em todas as direções através
do tórax.
 Primeira bulha : causada pelo
fechamento das válvulas A-V, vibração de
baixa freqüência, permanecendo por um
tempo longo.
 Segunda bulha : causada pelo
fechamento das válvulas semilunares ao
final da sístole; estalido rápido.
 Terceira bulha: causada pela
oscilação do sangue nos ventrículos na
fase da diástole só com fonocardiograma)
 Quarta bulha: Sístole atrial (só com
fonocardiograma)
A P
T
M
Pré-carga
É o volume sangüíneo que estira o 
músculo até o seu comprimento 
inicial antes da contração
Pós-carga
É a força desenvolvida na 
parede do miocárdio durante o 
período de ejeção
(comprimento-tensão, músculo em repouso)
Mecânica Cardíaca
Mecanismos que Regulam o Bombeamento Cardíaco:
1) Regulação Intrínseca: Mecanismo de Frank-Starling
Quanto maior o comprimento muscular (estiramento do músculo
cardíaco) durante o enchimento, maior será força de contração e a
quantidade de sangue bombeada, até determinado limite, a partir do qual
maiores volumes promovem queda da tensão desenvolvida.
• A ejeção e o desempenho ventricular dependem da resistência contra a qual 
os ventrículos se contraem:
VE= Resistência vascular periférica, rigidez da parede da aorta e viscosidade 
do sangue;
VD= Resistência vascular pulmonar, rigidez e resistência do tronco arterial 
pulmonar e viscosidade do sangue.
2) Regulação Extrínseca: Sistema nervoso autônomo
- Controle da ritmicidade e da condução cardíaca pelos nervos cardíacos
• Efeito da estimulação Simpática:
essa estimulação libera as catecolaminas:
- aumenta a freqüência da descarga do nodo sinusal;
- aumenta a velocidade de condução, bem como o nível de excitabilidade em 
todas as regiões do coração;
- aumenta muito a força de contração de toda a musculatura cardíaca
• Efeito da estimulação Parassimpática:
essa estimulação libera acetilcolina:
- diminui a freqüência do ritmo do nodo sinusal;
- diminui a excitabilidade das fibras juncionais A-V, 
o que lentifica a transmissão do impulso cardíaco para os ventrículos.
 DC
 VDF
( enchimento)
Cardiomiopatiahipertrófica
Cardiomiopatia restritiva
 VSF
Cardiomiopatia dilatada
Coronariopatia
Doença valvar
( contratilidade)
HIPERTROFIA 
EXCÊNTRICA
HIPERTROFIA 
CONCÊNTRICA
Plasticidade do Músculo Cardíaco
Sarcômeros adicionados em série:
Hipertrofia Excêntrica
Sarcômeros adicionados em paralelo: Hipertrofia Concêntrica
Coração Normal
Plasticidade do Músculo Cardíaco
Miocardiopatias
Coração Hipertrofiado Coração Dilatado
IC diastólica IC sistólica
Coração Normal
Sobrecarga 
de pressão
Sobrecarga 
de volume
Remodelamento Miocárdico
Como o volume de ejeção aumenta no exercício?
 retorno venoso
Exercício
VDF
Repouso
DIÁSTOLE
SÍSTOLE
VDF
VSF
 contratilidade
VSF
VS

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