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apol sociedade,familia e instituição escolar

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Questão 1/5 - Sociedade, Família e Instituição Escolar
Le ia o trec ho d e te xto a se guir :
Co m o fim do Re gime M ilita r e a reab ert ura de moc rát ica, as unidades s ub nac io na is e
as ant iga s e as no vas for mas de or ga nização da soc iedad e c ivil, e nco ntra m espaço pa ra
fo rta lecer a s i e à s ins t ituições d e mocr át icas; p ro mo ve r a desce ntra lização e cr iar no vos
cana is de inter- re lação e ntre os e ntes federados e e ntre este s e no vos ato res soc ia is.
N esse conte xto, a Co ns t it uição de 1988 ins t ituc io na liza d ire tr izes q ue marca m a
asce nsão de um no vo mode lo d e gestão das po líticas p úb licas b aseado na
desce ntra liza ção po lít ica e ad minis tra tiva d a União para a s de ma is unidad es fede radas,
na r espo nsab ilid ade do Estado, na pa rtic ipaç ão da pop ulação, na for mulação e co ntro le
e m todos os níve is de go ver no .
Após e sta avaliação , c a so que ira ler o te xto inte gr a lm e nte , e le e stá disponíve l em : SCHMI DT, V e ra V ivia ne . Socie da de c ivil orga nizada : P olítica s públic a s e política s de sa úde
no Br a sil. INTERthesis, Floria nópolis. v.3, n. 1, p. 1- 28, j a n./j un. 2006. p. 3.
De acordo co m os co nte údos do te xto - base A ge s tão de s ce nt ral i za da e pa rt icipat iva
das pol ít icas públ icas no B ras il a re spe ito da de moc rat ização da ge stão p úb lica e
munic ip a lização das po lít icas p úb lic as nas d iversa s le gis la ções bra s ile ira s, é cor reto
afir mar q ue :
A
Apesar da imple men tação da desc en tr ali zação e mu ni c ipalizaç ão das p olí tic as públi c as nas di ver sa s le gislaç ões, é
nec essár i o que o mec ani s mo c onsti tuc iona l se ja acomp anh ado de u ma mud anç a na c ult ur a polí tic a brasi leir a c apaz de
redefinir e alterar as r elaç ões en tre o Esta do e a soc iedade.
B
A i nstituci ona lizaç ão do s Conse lh os Gestor es no processo de deli beração e c ontr ole soc i al o es tá r elac iona da c om a
democr atizaç ão da ges tã o púb li c a no Br asil.
C
A exis tê nci a, na Consti tuiç ão Feder al e e m t odas a s le gisl aç ões brasi leiras, da exi g ênc i a da i mple men tação da
descentr a li zaç ão e muni c ipali zação da s políti c as b li c as é c ond ão suf iciente par a a gara nti a e a f unc ionali da de da
democr atizaç ão da ges tã o púb li c a.
D
Na Constituiç ão Feder a l e e m di versas legi s lações vi g entes no Brasi l, o são tr ata das as q ues t ões re lati vas à gar an ti a da
democr atizaç ão e mu nic ipali zaç ão das p olí ti c asblic as.
E
A i mplemen tação, na Cons titui ç ão Fed eral e na s mais di versas legis lações brasi leir as, da d esc entra li zaç ão e
muni c i pali z aç ão das polí ti c as b li c as é um fa tor c ri ado e spec i fic ament e para c orroborar c om a i nefic nc i a da
democr atizaç ão da ges tã o púb li c a no Br asil.
Questão 2/5 - Sociedade, Família e Instituição Escolar
Le ia o trec ho d e te xto a se guir :
U ma ide nt idad e pro fiss io na l se co ns t i, po is, a part ir da s ignif icação soc ia l da
pro fis são; da re visão co ns ta nte do s s ignif icados so c ia is da pro fis são; da re visão das
trad içõ es. Ma s t a m m da rea fir mação de prá t icas co nsa gradas c ultura lme nte e q ue
per ma nece m s ignif icat ivas .
Após e sta avaliação , ca so que ira ler o te xto integr a lm e nte , e le e stá disponíve l e m : PIMEN TA , Selm a Garr ido. For maç ã o de pr ofe ssore s: Ide ntidade e sa be re s da doc ê nc ia. I n:
P I MENTA , Se lm a G ar r ido (Or g.). Sabe r es pe dagógic os e at ividade doc e nt e . 4. e d., p. 15-33. São P a ulo: Corte z, 2000. p. 19.
Cons ide ra ndo o te xto- base Se r p ro fe ss or na co nte mpo ra ne ida de : Des afios da
prof is s ão sobre as co ncepções metodo ló gic as acer ca do tr aba lho q ue o p ro fesso r e xerc e,

re lac io ne corr eta me nte c ada uma da s co ncepçõe s listada s a se guir às s uas r espectivas
caracte r ís t ica s :
1. Concepção trad ic io na l d a pro fis são doce nte.
2. Concepção co nte mpo nea da pro fis são doce nte.
( ) Ide ia de traba lho doce nte co mo e xerc íc io de uma vocação, mis o.
( ) Ad mit e o pro fe ssor co mo sace rdote do saber.
( ) Ide ia de traba lho doce nte co mo e xerc íc io de um o c io, pro fis são.
( ) Necess id ade de for mação ac adê mica e co nt inuada do pro fesso r.
( ) Pro fissão de p ro fes sor co mo at ividade téc nica e não de pesq uisa.
A gora, se lec io ne a a lter na t iva q ue ap rese nta a seq uê nc ia cor reta :
A
1 1 2 2 1
B
1 2 1 1 2
C
1 1 1 2 1
D
2 2 1 2 2
E
1 2 1 2 2
Questão 3/5 - Sociedade, Família e Instituição Escolar
Cons ide re a se guinte pa ssa ge m de te xto :
“A for mação de pro fes sores te m s ido a t ua lme nte objeto de est udo s e pesquisas de
inúmero s a uto res ta nto no ca mpo nac io na l co mo int er nac io na l, de vido à p reoc upação
co m uma fo r mação ma is co ns iste nte e m re lação ao e xerc íc io da docê nc ia e co m a
co mp le xidade da prá t ica ed uca t iva .
Após e sta avaliação , c a so queira le r o texto integralme nte, e le e stá disponível em : P ENI TEN TE, Luc iana A par e c ida de Ar a új o. Prof e ssor e s e pe squi sa : da for mação a o tra ba lho
doc e nte: Um a te ssitura possível. R e vista B rasileir a de Pe squisa sobre F or m ão Doc ente , Be lo Horizonte , v. 04, n. 07, p. 19- 38, j ul./dez. 2012. p. 26.
De acordo co m os co nte údos do te xto - base Se r profe s s or na co nte mpo rane i da de :
D es afios da pro fis s ão sobre a for mação doce nte fre nte aos desa fios da ed ucação q ue
aco mpa nha as muda nças ace le radas da soc ied ade at ua l, marq ue a a lt er nat iva q ue
conte mp la as três et apas necessá r ias par a o desenvo lvi me nto pessoa l e pro fis s io na l do
pro fesso r co nte mporâ neo :
A
Formação bá sic a, médi a e superior
B
Formação inic ial, i nterme di ári a e fi nal
C
Formação bá sic a, estr atégic a e c onc lusi va
D
Formação inic ial, c onti nuada e e m ser vi ç o
E
Formação bá sic a, c onti nuad a e f inal

Questão 4/5 - Sociedade, Família e Instituição Escolar
Cons ide re a seguinte a fir mativa :
“A for mação [doce nte ] não se co nst i po r ac umulação (de c urso s, de co nhec ime ntos o u
de técnicas ), mas s im a tra vé s de um traba lho de re fle xividade cr ít ica sobre as prá t icas e
de (re) co nst r ução per ma ne nte de uma ide nt idade pes soa l.
Após e sta avaliação , ca so que ira ler o te xto integr a lme nte, e le e stá disponíve l em : MEZ, Ange l Pé re z. O pe nsam e nto prá tic o do pr ofe ssor . In: N ÓV OA , Antônio (Coord.) .
Os prof e ssore s e a sua for mação . 2. e d., p. 15- 34. Lisboa: P ublicaç õe s Dom Quixote, 1995. p. 25.
De acordo co m os co nte údos do te xto - base Se r profe s s or na co nte mpo rane i da de :
D es afios da p rof is s ão sobre ser pro fiss io na l da ed ucação na at ua lidad e, é cor reto
afir mar q ue :
A
Ser pr of i ssional da educação hoje é aci ma de tudo s aber c onser var as c ar ac terí stic as do modelo tr adic i onal d e ensi no.
B
Compr e ende-s e que o professor de ve dei xar de ser apr endiz p ara oc upar - se totalment e e m lec ionar.
C
Admi te-se qu e o professor nunc a es tá pront o, ac abado, ma s, sempr e em pr oc ess o de (r e)cons tr uç ão de saberes.
D
A f ormaç ão do professor está c omp le ta qua ndo e le c onc lui o c urso espec í fic o em nível s upe r ior.
E
Os process os forma ti vos d e um professor f indam quand o ele c ons egue o do utoramen to e m sua área de a tuaç ão.
Questão 5/5 - Sociedade, Família e Instituição Escolar
Le ia a passa ge m de te xto a se guir :
O s ins tr ume ntos co nst ituc io na is pa ra e xerc íc io da c id ada nia p leb isc ito, re fere ndo e
inic iat iva pop ular são impo rta ntes, mas não s ufic ie ntes para q ue a c idada nia seja
rea lme nte at iva [... ]. É pre c iso to mar co nsc iê nc ia de q ue o ind id uo de ve passa r a ser
c idadão, a lgué m inte ressado no se u e spaço lo ca l.
Após e sta avaliação , ca so que ira ler o te xto integr a lm e nte , e le e stá disponível e m : COPATTI , Lívia Cope lli. A e fe tivação da c ida da nia a tra s da pa r tic ipa çã o no pode r loc a l.
PERSPECTIVA , Er e c him , v. 34, n. 126, p. 85- 100, j un. 2010. p. 98.
De aco rdo co m os co nte údos do t e xto - base A ge s tão des ce nt ral i za da e partic ipa tiva
das pol ít icas públ icas no B ras i l sobre a cid ada nia e a ges tão b lica imp le me nt ada no
Bras il a pa rt ir do s a nos de 1990, a na lise as asser t iva s a se guir :
I. ( ) A c idada nia é exe rc ida por me io da part ic ipa ção na soc iedade
II. ( ) A ge stão par t ic ipat iva é uma fo r ma de e xpr essão da c id ada nia.
III. ( ) A gestão par t ic ipat iva fa z par te do mode lo de ges tão p úb lica bras ile iro.
IV. ( ) A pa rtic ipaç ão da soc iedade não é uma d ime nsão vita l da c id ada nia
São correta s ape nas a s a fir ma t iva s :
A
III e IV
B
I, II e III
C
II, III e IV