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Aula sobre AVE

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flacidez imediata
 Fase II início da espasticidade 
 Fase III espasticidade atingindo o seu grau máximo.
 Fase IV espasticidade começa perder a intensidade.
 Fase V espasticidade esboçada.
 Fase VI espasticidade ausente e contração muscular isolada.
 Fase VII restauração completa da função motora.
HEMIPLEGIA ESQUERDA
PIRÂMIDES BULBARES (BULBO) 
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA (CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS)
CONSEQUÊNCIA FÍSICA MAIS COMUM DO AVE 
HEMIPLEGIA/ HEMIPARESIA CONTRALATERAL
Reflexo tônico cervical assimétrico (RTCA)
Reflexo tônico labiríntico (RTL)
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
VERIFICAR:
- Espasticidade (fenômeno em canivete)
- Reflexos alterados (superficiais e profundos)
- Reações associadas
Reações Associadas
As reações associadas definem-se como respostas automáticas anormais estereotipadas dos membros afetados resultantes de uma ação ocorrida em qualquer parte do corpo, por estimulação reflexa ou voluntária (ex.: tossir, espirrar, esforço), inibindo a função. Estas reações podem ocorrer quando o indivíduo se esforça para realizar uma tarefa difícil ou quando está ansioso. Quando realiza uma tarefa, como por exemplo, o vestir, as reações associadas poderão ser observadas no braço e perna afetadas.
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REAÇÕES ASSOCIADAS
DEFINEM-SE COMO RESPOSTAS AUTOMÁTICAS ANORMAIS ESTEREOTIPADAS DOS MEMBROS AFETADOS RESULTANTES DE UMA AÇÃO OCORRIDA EM QUALQUER PARTE DO CORPO, POR ESTIMULAÇÃO REFLEXA OU VOLUNTÁRIA (EX.: TOSSIR, ESPIRRAR, ESFORÇO), INIBINDO A FUNÇÃO. ESTAS REAÇÕES PODEM OCORRER QUANDO O INDIVÍDUO SE ESFORÇA PARA REALIZAR UMA TAREFA DIFÍCIL OU QUANDO ESTÁ ANSIOSO. QUANDO REALIZA UMA TAREFA, COMO POR EXEMPLO, O VESTIR, AS REAÇÕES ASSOCIADAS PODERÃO SER OBSERVADAS NO BRAÇO E PERNA AFETADAS.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
Reações associadas em MMII
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
1) Alterações dos movimentos funcionais e transferências (rolar em decúbitos, sentar, ficar de pé, marcha, AVD’s);
2) Afasia (quando a lesão envolve a artéria cerebral média no hemisfério esquerdo);
3) Distúrbios na imagem corporal/ Negligência unilateral;
4) Marcha “ceifante”;
5) Problemas secundários: problemas psicológicos, contraturas e deformidades, trombose venosa profunda (TVP), problemas urinários e intestinais, disfunção do ombro 70 a 84% dos casos, problemas cardiovasculares, disfunção sexual. 
A afasia é por si só a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita.
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PLANO DE TRATAMENTO
Estabelecimento de metas a curto, médio e longo prazos
V
REAVALIAÇÃO
Avaliação da eficácia do tratamento
AVALIAÇÃO
Identificação de problemas físicos, funcionais, cognitivos e de comunicação
INTERVENÇÃO
Modo e padrão de tratamento
MODIFICAÇÃO das condutas terapêuticas
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
OBJETIVOS:
1) MINIMIZAÇÃO E READEQUAÇÃO DOS EFEITOS DAS ANORMALIDADES DO TÔNUS MUSCULAR;
2) MANUTENÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO ARTICULAR , IMPEDINDO A INSTALAÇÃO DE DEFORMIDADES;
3) MELHORAR AS FUNÇÕES RESPIRATÓRIAS E OROMOTORAS;
4) ESTIMULAÇÃO DAS ATIVIDADES FUNCIONAIS;
5) PROMOVER A CONSCIENTIZAÇÃO, MOVIMENTAÇÃO ATIVA E O USO DO LADO HEMIPARÉTICO;
6) MELHORAR O CONTROLE DO TRONCO E O EQUILÍBRIO NA POSIÇÃO SENTADA.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
CONDUTAS:
1) CUIDADOS RESPIRATÓRIOS;
2) POSICIONAMENTO ADEQUADO;
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
CONDUTAS:
1) TRANSFERÊNCIAS
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
CONDUTAS:
1) TRANSFERÊNCIAS
1
2
3
4
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
CONDUTAS:
1) TRANSFERÊNCIAS
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
CONDUTAS:
MUDANÇAS DE DECÚBITO (PONTOS-CHAVES – BOBATH);
2) EXERCÍCIOS NO LEITO (MOVIMENTAÇÃO PASSIVA, MOVIMENTAÇÃO AUTO-PASSIVA, AUTO-MASSAGEM, PONTE, EXERCÍCIOS DE TRONCO);
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE FLÁCIDA
CONDUTAS - TÉCNICAS DE ESTIMULAÇÃO PARA ADEQUAÇÃO DO TÔNUS MUSCULAR:
ALONGAMENTO PASSIVO RÁPIDO (CONTRÁRIO AO MOVIMENTO QUE SE QUER ALCANÇAR);
ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA;
ESCOVAÇÃO (MÉTODO DE MARGARETH ROOD); 
GELO (NA FORMA DE TAPPING);
CO-CONTRAÇÃO;
KABAT
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE ESPÁSTICA
OBJETIVOS:
1) MINIMIZAÇÃO E READEQUAÇÃO DOS EFEITOS DA ESPASTICIDADE DO TÔNUS MUSCULAR, REEQULIBRANDO A MUSCULATURA ANTAGONISTA
2) MANUTENÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO ARTICULAR , IMPEDINDO A INSTALAÇÃO DE DEFORMIDADES;
3) PROMOVER O USO FUNCIONAL, A REINTEGRAÇÃO DO LADO PARÉTICO E O CONTROLE DOS MOVIMENTOS SELETIVOS;
4) ESTIMULAÇÃO DAS ATIVIDADES FUNCIONAIS;
5) MELHORAR O CONTROLE POSTURAL E EQUILÍBRIO;
6) DESENVOLVER INDEPENDÊNCIAS PARA ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE ESPÁSTICA
CONDUTAS:
MOBILIZAÇÕES;
2) TÉCNICAS DE INIBIÇÃO PARA ADEQUAÇÃO DO TÔNUS MUSCULAR:
Alongamento passivo lento;
B) Posicionamento (talas, órteses); 
C) Gelo (imersão ou “compressa” por 10 - 15 minutos).
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE ESPÁSTICA
CONDUTA - Transferência de peso:
1) Exercício de ponte;
2) Sentado no tablado deslocando o peso de um lado para outro;
3) De pé na barra paralela ou em frente ao espaldar deslocando o peso de um lado para outro;
4) Sentado no tablado empurrando a bola Bobath para baixo ou levando-a para frente e para os lados;
5) Apertando bolinha contra o tablado ou a parede;
6) Guiar bola na parede;
7) Sentado na bola Bobath e fazendo movimentos para frente e para trás/para um lado e para o outro;
8) Exercícios de sentar e levantar da cadeira em frente o espaldar;
9) Alternar os pés na escada.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE ESPÁSTICA
CONDUTAS EXERCÍCIOS PARA CONTROLE MOTOR:
CONTROLE DO TRONCO E POSTURAL = transições, desde a posição sentada até em pé (método Bobath) e utilização de bolas e rolos;
2) CONTROLE DOS MMSS E MMII = exercícios ativos e ativo-assistidos, tapping, Kabat, Brunnstrom.
* Importante: Devem ser enfatizadas combinações motoras que permitem a independência do paciente.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE ESPÁSTICA
CONDUTAS:
1) Treino de equilíbrio: uso de rolos e bolas;
2) Treino de marcha: uso de dispositivos auxiliares, Kabat na marcha, treino em diferentes relevos, descarga de peso em MMII, dissociação de cinturas: com bola e bastão/ Kabat)
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
FASE ESPÁSTICA
CONDUTAS:
TREINOS PARA ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIAS
Posição anteriorizada da cabeça (extensão do occiptal sobre a primeira vértebra cervical);
Flexão lateral da cabeça com rotação contralateral (uso unilateral dos mm. paravertebrais);
Elevação do ombro (maior uso dos mm. elevadores do ombro);
Inclinação da pelve para cima (maior uso dos mm. elevadores pélvicos).
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
FASE DE TRANSIÇÃO
Entre a fase flácida e a fase espástica existe um período que varia de um pequeno intervalo de tempo até semanas ou meses. Este período é acompanhado pelo desenvolvimento de padrões de retorno da função muscular e aumento de tônus, gerando movimentos estereotipados e conseqüêntes disfunções no ombro e na pelve.
PADRÕES DE MOVIMENTOS ESTEREOTIPADOS 
Estereotipado: Que é sempre o mesmo, que não varia; invariável, fixo, inalterável. 
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PROBLEMAS NO OMBRO LIGADOS À HEMIPLEGIA – FASE FLÁCIDA
SUBLUXAÇÃO INFERIOR DO ÚMERO DO LADO HEMIPLÉGICO
(úmero pendente ao lado do corpo e em rotação interna)
Escápula rodada para baixo (depressão do ângulo súpero-lateral e adução do ângulo inferior)
Deficiência do tônus muscular
Alteração

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