Adaptação trabalho 2018
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Adaptação trabalho 2018


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Adaptação.
Esta orientação é ainda mais importante na ocasião o ingresso de uma criança pequena em uma instituição de educação, pois os pais exercem uma influência marcante sobre as reações e emoções de seus filhos durante o processo de adaptação. 
Nesse sentido, apoiar e tranqüilizar os pais são uma forma indireta de ajudar também as crianças. A presença deles não atrapalha, como já se pensou.
Ao contrário, os pais são as pessoas que mais conhecem as crianças, e por isso podem facilitar o relacionamento com outros adultos.
Essa tem sido a perspectiva adotada por muitas instituições na hora de planejar o acolhimento.
A mãe que verdadeiramente sente que o jardim da infância será bom para o seu filho transmite essa mensagem através de seu comportamento. Ela deixa o filho em seu primeiro dia de escola, sem muita hesitação, e ele logo participa alegremente das atividades com o seu professor e as outras crianças. 
Mas a historia não é muito diferente se há duvidas intimas quanto deixar seu filho, ela transmite isso ao demorar, ao fazer um movimento de ir embora só para voltar imediatamente ao primeiro sinal de desconforto por parte da criança.
Esta logo percebe que sua mãe acha que deixá-la la é uma coisa boa, começando, portanto a chorar e agarrar-se a ela.
\u201cPara o educador enfrentar momentos como esses esta longe de ser fácil. 
É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção e vínculos afetivos com bebês e as crianças um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano.\u2019\u2019
Assim que as outras crianças observam isso,também ficam em duvida quanto estarem na escola e põem-se a gritar por sua mães, embora até esse momento estivessem brincando felizes.
É preciso esclarecer para as mães que os bebês não tem certamente, o mesmo atendimento que tinham em casa porque, num ambiente coletivo, se estabelecem outros tipos de relações muito diferentes da relação entre mãe e filho.
Porém, há outros ganhos. A inserção no coletivo traz vantagens para a sua formação como, por exemplo, a possibilidade de conviver com pessoas diferentes, de aprender a resolver problemas e conquistar maior autonomia que só são impostos por uma realidade diferente da família.
Mas não resta duvida que quando as crianças precisam, são sempre atendidas, porque as educadoras, que conhecem muito sobre a faixa etária, sabem distribuir o colo para quem precisa naquele momento.
Alem do mas as salas são acolhedoras com berços personalizados, tapetes, cantos com brinquedos de diversas categorias, que estimulam a inteligência, a imaginação e os movimentos.
As vezes trazidos de casa, almofadas colchonetes, etc. Compõem um ambiente bastante agradável que ajuda a cumprir simbolicamente parte da função do colo, que não estará disponível a todo momento.
Objetos de apego, como paninhos, chupetas e brinquedos, dão segurança emocional aos pequenos, pois remetem ao conforto do ambiente familiar. Por isso, não é indicado que o professor "desafie" as crianças a descartá-los durante o período de adaptação. Mais tarde, esse significado vai se perdendo e o educador pode delimitar momentos em que tais objetos sejam deixados de lado para não atrapalhar movimentos e até a fala, por exemplo, durante as refeições ou brincadeiras.
Roda de histórias, roda de conversa, atividades com pintura, melecas e transformações, brincadeiras ao ar livre com areia, terra ou barro são atraentes para as crianças maiores. Para as menores, é preciso focar nos cuidados essenciais e na manutenção da sua rotina.
Levar algo produzido na escola para casa, como um desenho ou uma massinha, é interessante, porque faz com que a criança fortaleça o vínculo entre os dois ambientes.