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LÍQUIDO SINOVIAL 
DEFINIÇÃO 
• Líquido sinovial (ou sinóvia) é um líquido 
transparente e viscoso das cavidades articulares e 
bainhas dos tendões. 
• Formação: Membrana sinovial  ultrafiltrado 
plasmático e secreção mucopolissacarídeo (ácido 
hialurônico); 
• Função: 
– Manutenção da integridade da cartilagem; 
– Proteção mecânica contra choques; 
– Nutrição; 
– Excreção. 
COMPOSIÇÃO 
COLETA 
• Artrocentese: joelhos (possui +/- 3,5 ml mas pode 
aumentar nos distúrbios articulares) 
 
• 3 tubos: 
1) Estéril e heparina – microbiologia; 
2) Heparina: citologia 
3) Sem anticoagulante: imunologia 
e bioquímica 
 
FINALIDADE 
• V classes de acordo com a etiologia: 
 
I – Não inflamatório 
II – Inflamatório 
III – Sépticos 
IV – Provocados pela formação de cristais 
V- Hemorrágicos 
ANÁLISE DO LÍQUIDO SINOVIAL 
• EXAME FÍSICO - Cor, aspecto, pH, viscosidade, 
coágulo de fibrina. 
 
• EXAME CITOLÓGICO – Leucometria, Hematimetria, 
exame diferencial e pesquisa de cristais. 
 
• EXAME BIOQUÍMICO – Glicose, Proteínas totais, 
lactato e ácido úrico. 
 
• EXAME MICROBIOLÓGICO – Cultura e bacterioscopia. 
 
• EXAME IMUNOLÓGICO 
COR E ASPECTO 
• Normalmente é transparente e amarelo claro; 
• + escuro nas inflamações e infecções 
• Vermelho nas hemorragias* 
• Ligeiramente turvo, turvo e leitoso nas inflamações e 
infecções. 
normal, 
não-
inflamatório 
inflamatório séptico hemorragia 
COÁGULO DE FIBRINA 
• Normalmente o líquido sinovial não coagula, mas nos 
distúrbios articulares pode conter fibrinogênio e formar 
coágulos. 
• Gravidade do distúrbio. 
 
VISCOSIDADE 
• Normalmente é altamente viscoso. 
• Ácido hialurônico – polimerização. 
• Artrites (diminuída). 
• Metodologia: 
– mais simples: fio 4-6 cm 
 
VISCOSIDADE 
• Metodologia: 
– Teste de Ropes ou coágulo de mucina: 
 Bom  coágulo sólido 
Regular  coágulo mole 
 Pobre  coágulo friável 
Ruim  ausência de coágulo, líquido turvo 
 
PH 
• Normalmente na faixa de 7,3 a 7,8 
• Formação de cristais de fosfato de cálcio. 
 Infecções. 
• Métodos: potenciômetros específicos ou papel 
indicador de pH específico. 
PESQUISA DE CRISTAIS 
• Não refrigerar a amostra. 
• Sem coloração e com coloração. 
• Luz polarizada. 
• Artrite induzida por cristais. 
• Mais comuns: 
Urato monossódico (ácido úrico)  gota 
Pirofosfato de cálcio  pseudogota 
Apatita (mineral das cartilagens)  gota apatita 
Corticosteróides  injeções 
PESQUISA DE CRISTAIS 
Urato monossódico (ácido úrico)  gota 
Pirofosfato de cálcio 
Colesterol Corticosteróides 
EXAME CITOLÓGICO 
• Executar dentro de 1 h. 
• 1 gota de hialuronidase a 0,05% em tampão fosfato 
a cada ml de líq. sinovial; 37°C por 5 min. 
 
• CONTAGEM GLOBAL DE LEUCOCITOS e 
HEMACIAS 
• Contar em câmara de Neubauer da mesma forma 
que para LCR. 
• VR: Leucócitos 0 a 200 mm³ e hemácias 0 a 2000 
mm³ 
 
EXAME CITOLÓGICO 
• CONTAGEM DIFERENCIAL DE LEUCÓCITOS 
 Esfregaço fino corado 
 Citocentrifugada 
 VR: neutrófilos 0 a 25%. 
 mononucleares 75%. 
• Significado clínico: Aumento de neutrófilos - indício de 
infecção. Linfócitos aumentados – indício de inflamação 
não bacteriana. 
 
• CÉLULAS ESPECIAIS: quadro  
 
 
 
 
 
 
monócitos 
Células LE 
macrófagos Células LE 
EXAMES BIOQUÍMICOS 
Glicose: 
• VR: até 10 mg/dL menor que a glicemia 
• Significado clínico: valores muito baixos há indício de 
distúrbios inflamatórios (grupo II) ou bacterianos (grupo 
III). 
 
Proteínas totais 
• VR: inferior 3 g/dL. 
• Níveis elevados nos distúrbios inflamatórios e 
hemorrágicos. 
 
EXAMES BIOQUÍMICOS 
Ácido úrico 
• Níveis elevados na gota. 
• Útil principalmente nos casos onde os cristais não 
podiam ser evidenciados. 
 
Lactato 
• Diagnóstico rápido - artrite inflamatória / artrite séptica. 
• Abaixo de 7,5 mmol/l – 98% não é artrite séptica. 
 Acima de 7,5 mmol/l – grande probabilidade de artrite 
bacteriana ou artrite reumatóide. 
 
EXAMES IMUNOLÓGICOS 
• Confirmar diagnóstico; 
• Principais: pesquisa de antígenos bacterianos por 
contraimunoeletroforese e a dosagem de complemento 
por imunodifusão radial. 
Ex: CH5O no LES (diminuído no soro e fluído), AR (baixo 
no fluído e normal ou alto no soro), Reiter (maior nível 
no fluído que no soro). 
• FR - 60% das artrites reumatóides. 
 
 
EXAMES MICROBIOLÓGICOS 
• Identificar causa da infecção; 
• Cultura e bacterioscopia. 
• Cultura de anaeróbios. 
• Centrifugar a 5000 rpm / 15 min. Usar sedimento. 
• Mais comuns: Staphylococcus, Streptococcus, 
Haemophyllus e Neisserias. 
TÉCNICA 
• Para caso de coleta em tubo único: 
1) Homogeneizar a amostra, observar os caracteres físicos 
(cor, aspecto e volume). 
2) Separar (assepticamente) deixando uma pequena amostra 
para citologia (contagem global) e passando o restante 
para tubo estéril; 
3) Centrifugar o tubo por 10 min a 3000 rpm; 
4) Separar assepticamente o sobrenadante: 
No sedimento fazer bacterioscopia, cultura e diferencial e 
pesquisa de cristais; 
No sobrenadante fazer os exames bioquímicos, imunológico e 
teste da mucina. 
OBS: se a amostra apresentar coagulação a análise em tubo 
único fica prejudicada. Deve-se colher conforme 
preconizado (3 tubos).