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PIM V   2017   Concluído

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UNIP INTERATIVA
Projeto Integrado Multidisciplinar
Cursos Superiores em Tecnologia
 
DESENVOLVIMENTO DE UM ROTEIRO DE TESTES PARA UM SISTEMA 
 
 
UNIP INTERATIVA 
Projeto Integrado Multidisciplinar 
Cursos Superiores em Tecnologia
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
		 
 
 
 
 
 
 
Araras – SP / Asa Norte – DF / Paulista – SP / São José do Rio Preto – SP / Taguatinga – DF / UNIPLAN AC – DF
2017
 
UNIP INTERATIVA
Projeto Integrado Multidisciplinar
Cursos Superiores em Tecnologia
DESENVOLVIMENTO DE UM ROTEIRO DE TESTES PARA UM SISTEMA 
 
 
Ciro Luís de Souza / R.A.: 1621488
Denis de Oliveira Guimarães / R.A: 1641576
Flávia Alessandra Furlan / R.A.: 1643770
Marcos Paulo Maciel Bezerra Diniz / R.A: 1630137
Valclécio Alves Veloso / R.A.: 1642435
Curso: Análise e Desenvolvimento de Sistemas
1º Bimestre de 2017
Araras – SP / Asa Norte – DF / Paulista – SP / São José do Rio Preto – SP / Taguatinga – DF / UNIPLAN AC – DF
2017
 
UNIP INTERATIVA
RESUMO
 
Este trabalho visa avaliar o novo sistema, adquirido pelo departamento de extensão, pesquisa e pós-graduação (DEPP) de uma universidade, através de 10 casos de testes de caixa preta os quais serão criados roteiros específicos para cada caso, executados e geradas as evidencias dos sucessos ou insucessos observados. Com isso será realizado um relatório, onde auxiliará ao DEPP dar o aceite final na aquisição do sistema. 
Palavras-chaves: sistema, teste, análise.
ABSTRACT
 This work aims to evaluate the new system, acquired by the department of extension, research and graduate (DEPP) of a university, through 10 cases of black box tests which will create specific scripts for each case, executed and generated the evidences Of successes or failures observed. This will be done a report, where it will help the DEPP to give the final acceptance in the acquisition of the system.
Key-words: system, test, analysis.
 
 INTRODUÇÃO
O intuito deste projeto é desenvolver e executar um roteiro de testes caixa-preta em um sistema de formatação de artigos acadêmicos que foi adquirido pelo Departamento de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação (DEPP) de uma universidade.
A principal função deste sistema é formatar os artigos acadêmicos que serão submetidos, pelos autores, aos congressos e revistas científicas da Universidade. Um artigo somente poderá ser submetido se estiver dentro das normas de formatação definidas pela DEPP, em formato PDF e se tiver até 42.000 caracteres. Para ser submetido, o artigo deverá ter duas versões, uma com o nome dos autores e outra sem o nome dos autores (blind review). Essas duas versões deverão ser geradas pelo Sistema de Formatação de Artigos Acadêmicos.
 Para a avaliação do sistema de formatação de artigos acadêmicos foram identificados 10 (dez) casos de testes a serem executados, assim a equipe elaborou roteiros de testes de tipo caixa-preta, onde serão aplicados e gerados resultados. 
 Somente após a verificação e os testes do sistema que o Departamento de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação (DEPP) dará o aceite.
TESTES DE SOFTWARE
Os testes de software têm ganhado cada vez mais importância nas últimas décadas. A visão que considerava os testes de software um gasto desnecessário ou atividade de segunda classe tem mudado. A partir da década de 1980 começaram a ser elaborados métodos de testes que passaram a fazer parte do processo de desenvolvimento de software, de maneira formal e como uma atividade essencial ao processo de construção, que passou a ter o objetivo de garantir que o sistema atendesse aos requisitos especificados. Já no final da década de 1990 começaram a ser criadas as funções de gerente de testes, analista de testes e operador de testes, tornando estes cada vez mais relevantes no ciclo de vida do software e assumindo um perfil de prevenção de problemas, e não apenas de localização de erros.
Hoje em dia os usuários são cada vez mais exigentes com a qualidade dos softwares, somando isso a complexidade cada vez maior dos softwares produzidos, os testes se tornam uma atividade essencial e indispensável.
Há muitas definições para o que é o teste de software, mas podemos entender bem seu significado pela definição dada pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), que afirmam que o teste é um processo de execução de um sistema ou programa, sob condições específicas, para detectar diferenças entre os resultados obtidos e os esperados. 
Temos que entender também que existe diferença entre os testes de software e a depuração (debug), que é um processo de busca de erros não estruturada durante a execução de um programa, utilizando ferramenta de apoio ao desenvolvimento, geralmente a depuração ocorre durante a atividade de programação e antes da execução dos testes propriamente ditos. Os testes por outro lado, além de terem o objetivo de corrigir erros, são também atividades de validação, usados para verificar se o software atende a necessidade do usuário.
 
TÉCNICAS DE TESTE DE SOFTWARE
Como já dito, os testes são essenciais no processo de desenvolvimento, estes devem estar presentes em várias fases do ciclo de vida do software. A técnica a ser utilizada para os testes depende de vários fatores, embora o mais determinante seja o tempo disponível para a aplicação desses testes dentro do prazo do projeto. 
As técnicas de testes mais utilizadas no mercado definem basicamente duas estratégias, uma baseada na especificação funcional da aplicação, que é mais direcionada aos testes de sistema e aceite, e outra focada em avaliar a qualidade do código produzido, utilizada nos testes de unidade e integração. 
As principais técnicas de software utilizadas são:
Testes funcionais ou caixa-preta: Baseada na especificação inicial do sistema, elaborada na fase de levantamento de requisitos, como as especificações de casos de uso e o protótipo de telas, são extraídas as situações de sucesso e insucesso na execução de determinadas funcionalidades que são chamadas de casos de teste.
Testes estruturais ou caixa-branca: O teste estrutural ou caixabranca é focado em avaliar a qualidade do código produzido pelos desenvolvedores, garantindo que toda linha de código escrita seja executada pelo menos uma vez. Para isso, são identificadas todas as condições de controle do programa e gerada a massa de testes necessária para a verificação do códigofonte em cada uma das situações mapeadas.
Um grande problema é determinar quando os testes são suficientes para garantir que o software atende as necessidades dos usuários. Embora o tempo e os custos do projeto sejam em geral fator determinante para o encerramento dos testes, num cenário ideal, em que estas duas variáveis não impliquem no termino dos testes, poderíamos determinar o fim dos testes quando:
O número de defeitos está dentro de uma margem aceitável; 
A frequência em que os defeitos são encontrados é pequena; 
Houver a garantia de que os testescaixa foram realizados; 
Todos os casos de testes tiverem sido realizados com sucesso.
Visto que tal cenário é praticamente inviável, cabe não apenas a equipe de desenvolvimento determinar o fim dos testes, esta decisão deve ser tomada em conjunto com toda a equipe envolvida bem como o cliente para que se garanta que as condições do software são aceitáveis.
PLANEJAMENTO
O projeto consiste em etapas de testes para se avaliar se o sistema a ser avaliado (disponível em: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/). A técnica utilizada será caixa-preta, onde se verifica situações em que temos ou sucesso ou insucesso a cada teste de funções.
Serão executados 10 testes, para diferentes casos, cada teste terá um roteiro específico, mostrando os casos de sucesso e insucessos observados após o teste, logo em seguida, nesse roteiro, será listada todas as situações observadas.
Por fim, será gerado um relatório