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utilizados para fazer embalagens 
 
 
 
 
 
ESTUFA DE 
SECAGEM 
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 Existem vários tipos de filmes para a fabricação de embalagens 
flexíveis. Cada um contendo uma característica diferente do outro. As características 
mais importantes para os filmes são: barreiras (a gases, à umidade, etc.); 
transparência; brilho/opacidade e resistências: física, química e térmica. 
 Os filmes utilizados para impressão devem ter sua superfície tratada 
(seja fisicamente ou quimicamente) para que possa haver uma tensão superficial 
onde ocorrerá à aderência necessária da tinta ou o do adesivo, nos casos onde o 
filme for laminado. 
 Existem, também, os filmes metalizados que melhoram algumas 
propriedades, principalmente as de barreira a gases. Entretanto é um filme que 
requer mais cuidado em sua utilização por ter uma baixa tensão superficial (devido à 
camada de alumínio aplicada em sua superfície). 
 As máquinas para fabricação dos filmes utilizam um conjunto de 
resistências para o derretimento da resina e, por intermédio de rosca e canhão, tem-
se a transformação da resina em filme plástico. Cada resina, utilizada para 
fabricação dos filmes, tem uma temperatura necessária para o amolecimento da 
mesma e formação da camada do filme. A temperatura também é importante para se 
obter à selagem do filme durante o fechamento da embalagem no usuário final. É 
importante saber que essa temperatura varia de acordo com a estrutura do filme 
(espessura, camadas, etc.). 
1.4.5 Estruturas das embalagens flexíveis 
 As estruturas das embalagens estão, novamente, relacionadas à 
necessidade do usuário final, ou seja, depende: do produto a ser colocadas dentro 
da mesma, vida útil necessária ou desejadas, forma de empilhamento, etc. 
Geralmente, o usuário final informa para o convertedor o tipo de produto que será 
embalado. Em seguida o usuário fabrica uma amostra, da estrutura sugerida para 
que seja testado e realizado o ensaio que o usuário precisa para confirmação de 
todas as características necessárias para confirmação da embalagem. 
1.4.5 Controle de Qualidade de fabricação 
 
 O fabricante de embalagem utiliza, como em qualquer outra empresa de 
processo produtivo, os seguintes tipos de controle: 
 
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 Controle no recebimento 
 
Todo filme ou resina recebido é coletado amostras (conforme o tamanho do 
lote) e são analisadas várias características consideradas essenciais para o 
processo de transformação (como por exemplo: coeficiente de atrito, 
tratamento superficial, largura, gramatura, aspectos visuais, etc.). 
 
 Controle na produção 
 
São realizados vários testes durante a produção. Esse testes são 
acompanhados, nesta fase, bobina à bobina e registrados para efeito, futuro, 
de rastreabilidade. 
Novamente são registrados todos os valores que possam comprometer o bom 
desempenho da embalagem no usuário final como: cof, aspectos visuais, 
força de selagem, delaminação, etc. 
Em caso de necessidade de correções, as mesmas, são feitas imediatamente 
e acompanhados seus resultados. 
 
 Controle no Acabamento (final) 
 
Nesta fase, além de se fazer todos os testes físicos e os mesmos 
serem registrados, também é feito um laudo técnico o qual é emitido para o 
cliente. 
Todos os registros e amostras feitas nesta etapa são devidamente 
arquivados para que, em caso de necessidade, seja feito a rastreabilidade. 
 
 Cada produto a ser embalado deverá ser tratado como um novo 
desenvolvimento, ou seja, cada embalagem tem sua característica própria 
(dimensões, arte, estrutura, máquina, produto, etc.) fazendo com que tenha de ser 
estudada uma a uma e, preferencialmente, ser feito testes antes de sua produção 
final. 
 Os problemas mais graves que são encontrados no usuário final, na 
maioria das vezes, se devem a falta de um bom desenvolvimento inicial (ter um 
técnico acompanhando as amostras das novas estruturas e/ou produtos). 
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 Também encontramos muitos problemas ocasionados pelo não 
cumprimento dos prazos de “descanso” ou “cura” necessários em algumas fases do 
processo (principalmente os que envolvem laminação), isso ocorre as vezes por 
pressão do cliente, as vezes por falta de planejamento do convertedor, mas na 
verdade compromete muito o desempenho da embalagem na sua utilização. 
 Ainda temos os problemas causados por alguma falha de processo ou 
mesmo humana que ocorrem independentes do equipamento. Mesmos os grandes 
convertedores, que contam com modernos equipamentos, também tem esses 
problemas onde, invariavelmente, necessitam fazer revisões ou retrabalhos em suas 
embalagens. Os mais comuns, no caso do processo de rotogravura são: registro, 
risco e velatura e para o processo flexográfico são: cor, falhas de impressão e 
manchas. Embora existam problemas que são difíceis de serem resolvidos, é claro 
que existe um esforço muito grande dos convertedores voltados a treinamento dos 
colaboradores (impressores, laminadores, etc.) para que os problemas sejam 
corrigidos e cabe ao convertedor mais eficaz nessas ações o julgamento dos 
usuários na colocação de novos pedidos ou a substituição por outro convertedor 
melhor. 
 
1.6 DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS PRODUTOS 
Os produtos são divididos em famílias. As embalagens podem ser utilizadas 
nas mais variadas gamas de produtos. Por ser uma empresa 100% brasileira a 
Celocorte é a pioneira no mercado nacional e sua linha de produtos vem crescendo 
a cada dia, o que vem possibilitando a abertura de novos mercados. 
O compromisso com a qualidade é uma das principais marcas da empresa. 
São 25 anos de experiência e aperfeiçoamento constante, visando disponibilizar a 
totalidade de aspectos e características de seus produtos que proporcionam a 
satisfação das necessidades declaradas ou implícitas dos consumidores, assim, 
procura estender essa qualidade por toda empresa, através do envolvimento total 
dos funcionários em suas metas e obrigações, na escolha de seus parceiros 
comerciais e no desenvolvimento de novos produtos. Tudo isso com um objetivo: 
manter a excelência como indústria fornecedora junto a nossos clientes e seus 
respectivos consumidores. 
 
 
 
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Figura 05 - Embalagem Biscoito 
 
Fonte: www.celocorteembalagens.com.br 
 Para que os biscoitos se conservem frescos e crocantes, a celocorte produz 
três tipos de embalagens preparadas para atender a alta velocidade de 
empacotamento e performance. A monocamada, a laminada e a trilaminada 
garantem proteção ao produto contra a rancidez e a absorção de umidade do meio 
ambiente, preservando o aroma, o sabor, e atendendo também as diferenças 
climáticas regionais do país. 
 
Figura 06 - Embalagem Nutrilon / Farinha Láctea 
 
Fonte: www.celocorteembalagens.com.br 
Nossas embalagens laminadas ou trilaminadas criam barreiras contra a 
entrada de gases, umidade e luminosidade, permitindo que os laticínios tenham 
suas características preservadas e evitando a oxidação, a alteração de sabor, cor e 
textura, além de garantir maior tempo de preservação do produto. 
 
Figura 07 - Embalagem Café 
 
Fonte: www.celocorteembalagens.com.br 
Para café em pó, em grãos ou solúvel, a Celocorte fabrica embalagens que 
mantêm intactos o aroma e o sabor do produto e atendem as necessidades 
específicas de cada tipo de café. Nos formatos Almofada, Fundo Chato, Doy Pack, 
Sacos Valvulados ou a Vácuo, as embalagens criam barreiras contra a entrada de 
gases, umidade