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sustentar seu crescimento. Capital próprio: é preciso muito planejamento para que o próprio empreendedor invista no negócio e não esqueça de equilibrar as contas pessoais. Crowdfunding: alguns tipos de negócio têm potencial para conseguir apoio de possíveis clientes de forma colaborativa. Modelo de negócio alternativo: é possível criar um modelo de negócio paralelo, que possa pagar as contas temporariamente. Empréstimo: apesar de essa ser uma opção, deve-se ter cuidado ao solicitar empréstimos com bancos, por causa dos juros. (2015)
7.2 Investimento anjo
A associação anjos do Brasil defini como:
 O termo anjo é utilizado pelo fato de não ser um investidor exclusivamente financeiro que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar ao empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso (2015)
O investimento é realizado por pessoas físicas que utilizar do seu capital próprio em empresas nascentes com alta potencialidade de crescimento (as Startups) que normalmente de acordo com a associação investidora anjos de o Brasil necessitar apresentar as seguintes características:
É efetuado por profissionais (empresários, executivos e profissionais liberais) experientes, que agregam valor para o empreendedor com seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamentos além dos recursos financeiros, por isto é conhecido como smart-money.
2. Tem normalmente uma participação minoritária no negócio.
3. Não tem posição executiva na empresa, mas apóiam o empreendedor atuando como um mentor/conselheiro. 
*O Investimento com recursos de terceiros é chamado de "gestão de recursos". É efetivado por fundos de investimento e similares, sendo uma modalidade importante e complementar a de Investimento Anjo, normalmente aplicado em aportes subsequentes. (2015).
O Investidor Anjo é costumeiramente um (ex) empresário, empreendedor ou executivo que está no mercado com um grau de experiência, concentrado recursos capazes para alocar uma parte (de acordo a associação anjos do Brasil de aproximadamente entre 5% a 10% do seu patrimônio) para aplicar em novas empresas, bem como agregar suas experiências contribuído para a empresa. Vale ressaltar que diferentemente do que muitos possam imaginar o Investidor-Anjo geralmente não é dono de grandes fortunas, pois o investimento-anjo para estes seria muito pequeno para ser administrado. 
Cassio Spina diretor executivo da SP anjos afirma que: 
Investimento anjo em uma empresa é normalmente feito por um grupo de 2 a 5 investidores, tanto para diluição de riscos como para o compartilhamento da dedicação, sendo definido 1 ou 2 como investidores-líderes para cada negócio, para agilizar o processo de investimento. O investimento total por empresa é em média entre R$ 200 mil a R$ 500 mil, podendo chegar até R$ 1 milhão (2015). Tem que vir aqui atras 
Esse tipo de investimento não é uma atividade filantrópica e/ou com fins puramente sociais, tem como finalidade alocar seus recursos em negócios com alto potencial de retorno, que de modo consequente possuirão um grande impacto positivo para a sociedade por meio da criação de viabilidade de trabalho e de renda.
7.3 Capital semente (seed money)
Tem como finalidade encobrir despesas iniciais, como a captação de recursos humanos desenvolvimento do produto ou serviço, realização de pesquisas de mercado, e a finalização do plano de negócio. Os recursos igualmente são utilizados para assegurar a invariabilidade da empresa até que ela se considere sustentável.
Esse tipo de capital também pode ser alocado em empresas que têm uma pequena demanda de clientes e já dispõem uma oferta estabelecida. Nesse caso, é feito para ampliar a estrutura, a produção e o consumo, na mesma maneira que instaura essas Startups no mercado e motivarem o interesse de recursos com maior capacidade de investimento.
Esse tipo de investimento está um grau a cima do investidor anjo, trata-se de um tipo de financiamento em longo prazo comtemplado por fundos de investimento. Podendo aplicar até R$ 5 milhões em empreendimentos que estão em início de desenvolvimento.
De acordo com a associação brasileira de Startups “Para diminuírem os riscos de prejuízos, os investidores de capital semente geralmente formam fundos que captam recursos de outros investidores e distribuem esses recursos em várias empresas iniciantes”
Para conseguir esse tipo de investimento a Associação Brasileira de Startups alocar dois tipos de meios:
Modelo de negócios: Como ficar apenas no campo das ideias é muito pouco para conseguir dinheiro para o seu negócio, o melhor caminho é documentar parte do seu plano de negócios. Um modelo ou um protótipo de como funcionará sua empresa, com os problemas de mercado que ela solucionará e como será feito isso já será um bom começo. É uma prova mais concreta e realista do retorno que seu empreendimento pode dar aos investidores interessados ou Eventos e rede de contatos: O bom e velho networking cai como uma luva no processo de captação de recursos. Isso porque é nos eventos voltados para as Startups, ambiente de inovação e empreendedorismo que você terá mais chances de formalizar uma boa relação com investidores e fundos dispostos a dar uma guinada em seus negócios. (Associação Brasileira de Startups 2015)
Existe algumas empresas que trabalha com esse tipo de investimento. Como exemplos citamos a Criatec que trata-se de um fundo de investimento mantido pelo BNDES e pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB). As empresas podem até está no começo dos seus empreendimentos como inovadoras e em desenvolvimento, porém precisam apesentar uma projeção boa de retorno. A Criatec participa ativamente na gestão dando suporte estratégico e gerencial ao empreendedor, ajudando na seleção e formação da equipe, definindo metas e acompanhando os resultados e podendo investir até R$ 5 milhões.
7.4 Aceleradora 
A Associação Brasileira de Startup definir aceleradora como “uma organização que apoia e investe no desenvolvimento e expansão de empresas que trazem conceitos inovadores”. Ela apostar em ideias escaláveis e repetíveis, que tenham um crescimento acelerado, com perspectiva no aumento de custo rápido. A semelhança entre incubadoras e aceleradora faz com que algumas pessoas confundam ambas no suporte para o empreendedor, contudo existe alguns aspectos que as distinguem.
A verba é liberada por investidores e empreendedores de sucesso que adquirem ações das empresas, com o objetivo principal de crescimento rápido do negócio, aprimorando o modelo de negócio a ponto de torna-lo em algo mais concreto, incluindo amparo tecnológico, metodologias rápidas, ajuda financeira, cursos, especialistas de diferentes áreas, treinamento, contatos, além do auxílio de alguém com visão empresarial mais experiente. As aceleradoras prestam assessoria, ajuda na consolidação da ideia e posicionamento no mercado e seu diferencial é que as aceleradoras não necessitam de verba pública.
A instituição se mantém porque sustém um pagamento da sua atuação acionária. Ao final o ganho é que move as ações de aprimorarão dos processos administrativos, operacionais e financeiros. O empreendimento que recebe o suporte, tem consciência que o lucro da aceleradora de Startups estar de modo direto relacionado ao resultado de sua empresa.
7.5 Incubadora 
De acordo com A Associação Brasileira de Startups “O conceito de incubadora vem daquele que se conhece nas maternidades: a incubadora é a responsável por manter o bebê vivo e auxiliar em seu crescimento ainda que ele nasça debilitado”
A incubadora desenvolver e projeta as empresas pequenas com o propósito de torna-las remanescentes no mercado, é um ambiente planejado e protegido que serve para desenvolver os empreendimentos que desejam investir em novos projetos, se tornando um meio de incentiva o empreendedorismo.
De acordo com as informações da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em 2006