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1- O órgão em questão é o apêndice vermiforme. Seu diagnóstico é possível pela macroscopia. Pelas características microscópicas identificamos características do intestino grosso em todas as camadas vizualizadas, mostra uma luz irregular e a presença de muitos folículos linfóides no córion, caracterizando a região do apêndice cecal. As células caliciformes por sua vez estão em menor quantidade que em outras regiões do intestino grosso. Por fim a presença do peritôneo é evidente na peça macroscópico. 2- O diagnóstico da doença em questão é apendicite aguda 3-Pelas imagens histológicas é possivel observar uma inflamação aguda com a presença de hiperemia ativa e edema apresentando exudato fibrinoso puruento. 4- A histologia permite observar a hiperemia de vasos na serosa do apêndice, bem como as veias hiperemiadas abaixo de um breve tecido adiposo. É possível observar também a presença de neutrófilos entre as células musculares lisas. Os neutrófilos apresentam núcleo polilobulado e citoplasma pouco corado. Na serosa pode-se observar também um exudato purulento fibrinoso, caracterizado pela presença de neutrófilos e fibrina. 5- A macroscopia esperada é que o órgão esteja aumentado, decorrente do processo do edema, avermelhado pela vasodilatação e formação de empiema devido a infecção piogênica. 6- A apendicite aguda resulta da obstrução da luz do apêndice provocada por na grande maioria das vezes fecalito, hiperplasia linfóide ou mais raramente por corpo estranho, parasitas ou tumores. A anatomia do órgão colabora para a sua obstrução, dessa forma a oclusão de sua porção proximal leva ao aumento da secreção de muco pela mucosa apendicular, reduzindo o lúmen, que aumenta, consequentemente a pressão por distensãoo da parede do órgão.Essa distensão gera estímulo nas fibras nervosas aferentes, que causa a sintomatologia de náuseas e vômitos, seguida de dor abdominal, geralmente periumbilical. com o aumento da obstrução a drenagem venosa diminui, o que causa isquemia das mucosas.Seguidamente a esse processo há, geralmente a trombose de pequenas vênulas, que faz surgir as ulcerações e deixando órgão cada vez mais edemaciado. Esse aumento de pressão gera uma ruptura da barreira mucosa acarretando a invasão de bactérias da flora, disseminando um processo inflamatório agudo. Esse processo inflamatório pode atingir a camada serosa e, por consequencia, o peritônio parietal, resultando na mudança da localização da dor,que passa a ser referida no quadrante inferior direita. A persistência da obstrução pode levar a um processo necrótico do órgão, acarretando a perfuração do apêndice. Além disso a estase lumial colabora para o espessamento do muco devido o aumento da reprodução bacteriana. Em caso de perfuração pode haver a evolução para infecção generalizada. Caso 02 a) Diagnóstico do órgão com sua justificativa: O diagnóstico do orgão foi baseado nas caracteristicas histologicas da glandula. O parênquima tireoideano é composto por epitélio cúbico simples, que delimita cavidades esféricas que armazenam a secreção da glândula (colóide), denominadas folículos. A classificação do epitélio da tireóide é, portanto, epitélio glandular endócrino folicular ou vesiculoso. b) Diagnóstico da doença: A tiroidite de Hashimoto tem mecanismo autoimune. Como todas as doenças da tiróide, predomina em mulheres. Ocorre geralmente na meia idade. Contudo, ao contrário da doença de Graves, causa hipotiroidismo, por destruição dos folículos tiroidianos pela reação imune. É a causa mais comum de hipotiroidismo em regiões onde não falta iodo. c) Diagnóstico dos processos patológicos: A histologia apresenta uma doença autoimune com infiltrado inflamatorio de linfocitario. Células de Hürthle revestem as células foliculares e apresentam metaplasia. d) Critérios histopatológicos: Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória. Em aumento maior, os folículos são atróficos e contêm pouco ou nenhum colóide. Na tiroidite de Hashimoto o infiltrado é mais intenso, as células foliculares são menores e não têm aspecto sugestivo de hiperatividade funcional. e) Macroscopia esperada: Macroscopicamente, há moderado aumento difuso da glândula, que assume cor branco-acinzentada, devido ao predomínio do infiltrado inflamatório. f) Fisiopatogenia: A tireoidite de Hashimoto ou tireoidite crônica autoimune é uma doença imunológica que causa destruição gradativa da glândula tireóide. A doença ocorre pois o sistema imunológico passa a não reconhecer algum componente celular da glândula tireóide, assim, o organismo produz anticorpos contra a tireóide, iniciando a destruição da glândula. Com a evolução da doença pode ocorrer o hipotireoidismo, que se traduz pela baixa produção dos hormônios da tireóide. A reação autoimune estimula tanto a formação de anticorpos contra vários antígenos tiroidianos, como a destruição de células foliculares por linfócitos T citotóxicos (mecanismos de imunidade humoral e celular) Tal reação é mediada principalmente pelos seguintes componentes, anticorpos antitireoglobulina; antiperoxidase tireoidiana; ação de linfócitos T (direta / citocinas).