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FICHAMENTO LIVRO: CRIANDO PAISAGENS – BENEDITO ABBUD ANA CAROLINA LOPES MARQUES LIMA RA 84.084 – ARQ6N Carapicuíba - SP 2017 Capitulo 01 Paisagismo. Paisagismo é rico em vivencia sensorial, ocupa os 5 sentidos. Traz essência os espaços que envolvem ar, água, terra, flora e o tempo. O espaço psicológico é percebido pela sensação, diferente do espaço matemático que pode ser medido. Lugar é o entorno, paisagem e não lugar físico, pode ser um lugar visto de fora, para contemplar. Proporção é a relação harmoniosa entre os elementos, já a escala nos causa diferentes reações a dimensões. Entre as ferramentas do projeto, existem os pontos focais, podem ser no meio ou final do paisagismo, virando referência e com iluminação artificial. Há várias situações e sensações de paisagismo. Com caminhos estreitos, nos traz mais sensações. Na criação do espaço deve-se ter cuidado ao cobrir o “aqui” e “ali”. Atenção as formas e composições, luzes e sombras. Não há regras para o paisagismo. Paisagismo como corpo e alma: os elementos principais como veios, caminhos e não caminhos são o corpo. A alma é representada pelos símbolos, histórias e valores. Importante projetar sempre pensando no público alvo, elementos direcionados a determinado público, mas lembrando sempre de projetar espaços para todos. Capítulo 02 As maquetes como instrumentos de criação. Materiais e técnicas de maquetes paisagísticas, deve-se ter atenção as cores e harmonias dos materiais. O mais utilizado é o isopor. A escala é muito importante pois define por exemplo a idade das árvores, proporções entre pergolados, pontes etc. Na composição das cores temos diversos tons de verdes, existe também a possibilidade de inserir aromas. Quanto mais detalhes na maquete, melhor. Existe também a necessidade do estudo de espécie, vento predominante, insolação, estações do ano etc. Capítulo 03 Projetando com árvores. Existem diversas possibilidades de trabalho com árvores, mas precisamos levar em conta o terreno, as raízes, copa, árvores muito verticais. Atenção a árvores próximas a muros e paredes. Em centros urbanos as formas de planejamento e ocupação dos bairros condicionam a arborização. Conjuntos homogêneos são o conjunto de árvore idênticas. Conjunto heterogêneo são conjuntos de árvores diferentes. As árvores na cidade são construídas em espaços vazios, dão harmonia e refrescam. Os corredores verdes são dominantes em áreas livres urbanas, necessita de manutenção. As flores com aromas podem ser bem-vindas nas paisagens e bem utilizadas. Capitulo 04 Arbustos e forrações. São bem vistos em jardins, praças e espaços públicos. Arbustos não precisam de muita profundidade no solo. Podem ser plantados individualmente ou em grupos. Em grupos podem ser utilizados como cercas vivas. Os arbustos altos dão sensação de horizontalidade. Arbustos baixos guiam caminhos, tem fácil manutenção e são utilizados como alertas (beirando montanhas e caimento de terrenos). As forrações são subdivididas em solo e trepadeiras. As forrações do solo forram o chão, existem grupos que suportam pisadas e os que não suportam. As rasteiras são acima de 30cm, abaixo disso considera-se forração. As trepadeiras agarram sozinhas as superfícies rugosas. Os cuidados são: podas constantes, resistência a insolação e ventilação.