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Aula5 Introdução à Administração

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AULA 5
 
CARLOS LUGATI
BEM-VINDO À DISCIPLINA
INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO
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AULA 5
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS GERENCIAIS
AULA 5 
PROCESSO ADMINISTRATIVO
DIREÇÃO E LIDERANÇA
Prof. Carlos Eduardo Lugati Braga
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AULA 5
O QUE É DIREÇÃO?
 Função administrativa responsável pela condução
 e pela orientação da ação empresarial por meio da
 dinamização das atividades realizadas em todas
 as áreas e níveis da empresa. 
Independência ou Morte (Grito do Ipiranga) – Pedro Américo
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AULA 5
DIREÇÃO
 Função Administrativa que se refere ao relacionamento
 interpessoal do administrador com seus subordinados.
 Maneira pela qual objetivos devem ser alcançados atra-
 vés das atividades das pessoas e da aplicação dos re-
 cursos organizacionais.
 Seu papel é o de acionar, fazer
 acontecer, dinamizar. Está, portanto,
 relacionada com a ação organizacional.
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AULA 5
DIREÇÃO
 Se apoia na autoridade formal. Depende de estrutura
 organizacional (hierarquia) para ser exercida.
 A direção formal é conferida a um ocupante de cargo.
 O poder pertence à organização e é exercida pelo
 ocupante do cargo.
 Dirigir é exercer autoridade e ser responsável
 pelas decisões que tomar.
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AULA 5
EXEMPLOS DE AUTORIDADE FORMAL
RELIGIOSA
POLÍTICA
EMPRESARIAL
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AULA 5
DIREÇÃO
 Autoridade é o poder legítimo exercido a partir da
 posição ou cargo que o indivíduo ocupa em uma
 estrutura organizacional.
 Aceitação da autoridade segundo Chester Barnard:
 é o indivíduo que recebe a ordem quem decide se
 ela será ou não cumprida.
 Os subordinados somente aceitam as ordens se forem
 legítimas.
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AULA 5
ESTILOS DE DIREÇÃO
Teorias X e Y de Douglas McGregor
 Teoria X é a concepção tradicional de direção e controle
 baseada na desconfiança dos gestores em relação aos
 subordinados.
 Os indivíduos são pouco ambiciosos, preguiçosos, não
 querem assumir responsabilidades, preferem ser dirigi-
 dos e querem garantias sobre tudo (de emprego, assitên
 cia médica, etc.)
 Para o gestor X os indivíduos precisam ser coagidos,
 dirigidos e controlados de modo a obriga-los a trabalhar.
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AULA 5
ESTILOS DE DIREÇÃO
Teorias X e Y de Douglas McGregor
 Teoria Y McGregor descreve a integração entre os objeti-
 vos individuais e organizacionais.
 O gestor Y tende a agir de forma mais
 participativa dando mais liberdade e
 responsabilidade aos subordinados.
 O gestor Y acredita que as pessoas
 são dedicadas e possuem iniciativa.
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AULA 5
SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE
RENSIS LIKERT
 Sistema 1 – Autoritário/Coercitivo:
 autocrático, não permite a participação do
 indivíduo. Define como tudo deve ser e exige
 que seja feito como determinado. A coerção
 é considerada a melhor forma de motivar os
 indivíduos;
 Sistema 2 – Autoritário/Benevolente: menos rígido, mas
 ainda centralizador. Já se percebe alguma liberdade pa-
 ra tomar pequenas decisões nos níveis mais baixos.
1903-1981
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AULA 5
SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE
RENSIS LIKERT
 Sistema 3 – Consultivo: a alta administração pede suges-
 tões aos níveis inferiores, ainda mantendo para si as fun-
 ções de direção e de controle, melhorando os processos
 de comunicação. As decisões operacionais são delega-
 das aos níveis inferiores (operacional) que executam as
 tarefas.
 Sistema 4 – Participativo: o mais democrático. Descentra
 liza as decisões por considerar que o papel da direção e
 o de assegurar que as melhores decisões sejam tomadas.
 A direção deposita confiança na equipe.
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AULA 5
SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE
RENSIS LIKERT
 De modo geral, os quatro sistemas podem coexistir em
 uma mesma organização.
 As organizações militares, por exemplo, tendem a agir
 como no Sistema 1. Contudo, é possível notar algumas
 decisões em nível operacional características do Siste-
 ma 2.
 As empresas mais bem-sucedidas podem apresentar
 um misto dos Sistemas 3 e 4, mais apropriados para
 essa nova era de mudanças rápidas e de inovações.
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AULA 5
EMPOWERMENT 
“EMPODERAMENTO” AOS EMPREGADOS
 Essencial à gestão participativa.
 Característica de uma gestão descentralizada;
 Transfere-se parte das decisões aos indivíduos;
 Confiança mútua;
 Tende à motivação dos empregados.
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AULA 5
ALAVANCADORES DO EMPOWERMENT 
PODER
CONHECIMENTO E
INFORMAÇÃO
COMPETÊNCIAS
RECOMPENSAS
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AULA 5
LIDERANÇA
 Liderança e Direção não são a mesma coisa.
 A liderança não depende de estrutura organizacional
 para ser exercida.
 A liderança é exercida pelas caracterís-
 ticas distintivas do líder.
 A direção é imposta aos subordinados.
 O líder é escolhido por seus liderados.
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AULA 5
LIDERANÇA
O ideal é que o dirigente organizacional seja capaz
de liderar seus subordinados.
“O homem que não tem consideração
pelas necessidades do soldado não
deveria jamais comandar”
 Napoleão Bonaparte
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AULA 5
LÍDERES
Malcolm Little, ou Malcolm X
líder negro norte-americano.
Assassinado em fev/1965
Jean-Paul Marat,
líder da Revolução Francesa.
Assassinado em jul/1793.
João Cândido Felisberto, o Almirante
Negro, líder da Revolta da Chibata
em nov/1910. Combateu o castigo físico
imposto pela Marinha do Brasil aos marujos.
Francisco Cândido Xavier, ou
Chico Xavier, divulgador
do Espiritismo no Brasil.
Morreu em jun/2002
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AULA 5
 LIDERANÇA
 Líderes precisam conhecer e compreender
 as necessidades de seus liderados;
 Cada indivíduo é motivado por diferentes fatores,
 isoladamente ou em conjunto;
 A correta aplicação de fatores motivacionais pode
 extrair o melhor de cada um favorecendo o grupo e
 a organização.
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AULA 5
HIERARQUIA DE NECESSIDADES
Abraham Maslow
MODELOS MOTIVACIONAIS
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AULA 5
MODELOS MOTIVACIONAIS 
TEORIA DOS DOIS FATORES
Frederick Herzberg
Fatores Higiênicos
ou extrínsecos, insatisfacientes, de manutenção
 Fatores ambientais esperados nas relações
 de trabalho;
 Evitam a insatisfação;
 Não geram satisfação.
São eles: políticas da organização, relacionamento
com o superior, condições de trabalho, status, salário.
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AULA 5
Fatores Motivacionais
intrínsecos ou satisfacientes
 Fatores que podem afetar a satisfação no trabalho;
 Incentivam o melhor desempenho;
São eles: realização, reconhecimento, promoção e
progresso profissional.
MODELOS MOTIVACIONAIS 
TEORIA DOS DOIS FATORES
Frederick Herzberg
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AULA 5
 O indivíduo vê o trabalho como
 meio de atingir seus objetivos.
 A teoria está baseada numa visão
 econômica entre o trabalhador e a
 organização.
 Relação do tipo se/então. Acredita
 que a tarefa cumprida gera recom-
 pensa.
TEORIA DA EXPECTATIVA
Victor Vroom
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AULA 5
Ideação: o que se pretende transmitir; ideia central.
PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
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AULA 5
Codificação: linguagem. Código utilizado para que
os envolvidos compreendam o que se quer dizer.
PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
Alfabeto Cirílico
Alfabeto Grego
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AULA 5
BASES DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL
Ideação
Fonte
Transmissão
Canal
Codificação
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AULA 5
INFLUÊNCIAS SOBRE A COMUNICAÇÃO
 Linguagem: precisa ser entendida pelos envolvidos. Deve ser
 própria do país, da cultura, da profissão, ou todas juntas.
 Retroação (feedback): é o retorno da comunicação. É a respos
 ta devolvida pelo receptor (destinatário) da mensagem a quem
 enviou a mensagem (não entendeu, entendeu, o que não foi en
 tendido, resposta à mensagem, etc.)
Feedbak de desempenho
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AULA 5
INFLUÊNCIAS SOBRE A COMUNICAÇÃO
 Percepção: é a compreensão individual de quem recebe
 a mensagem. O entendimento de quem recebeu a mensa
 gem sobre o que significa, suas consequências e implica-
 ções, etc.
O que você vê?
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AULA 5
INFLUÊNCIAS SOBRE A COMUNICAÇÃO