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SEMIOLOGIA DA PELE
LANA CRISTINA SARETTA
RAQUEL SANTOS
VALÉRIA BUSIN
RAFAEL FESTUGATTO
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA I
INTRODUÇÃO
• A pele é o maior órgão do organismo animal, tendo seu funcionamento como:
 Barreira anatômica e fisiológica entre os organismos e ambiente;
 Sensível ao frio e ao calor;
 Dor, prurido e a pressão;
• Este órgão é responsável por 30% a 70% dos atendimentos nas clínicas.
Fonte: http://www.dermatocenter.com.br/
FUNÇÕES
• Proteção contra perdas liquidas;
• Proteção contra lesões externas, químicas, físicas ou microbiológicas;
• Produção de estruturas queratinizadas - pêlos, unhas e a camada córnea;
• Flexibilidade;
Fonte://www.afppet.com/blog/pt/tag/pele-cao
FUNÇÕES
• Termorregulação;
• Reservatórios de água, eletrólitos;
• Imunorregulação;
• Secreção- glândulas sebáceas e sudoríparas;
• Produção de vitamina D.
Fonte://www.afppet.com/blog/pt/tag/pele-cao
ESTRUTURA DA PELE
• Epiderme
• Derme
• Hipoderme
Fonte://www.anatomiadocorpo.com/
EXAME DA PELE
• A pele não irá se diferir dos outros sistemas em termos de exame;
• É o sistema que mais sofre erros de abordagem pelo clínico devido a ansiedade do
proprietário;
• Deve conter todos os pontos chave de um exame clínico:
 Anamnese;
 Exame físico;
 Exames complementares.
Fonte: www.peritoanimal.com.br/a-micose-em-gatos-contagio-e-
tratamento-20220.html
Fonte://caes.topartigos.com/doencas-da-pele-canina.html
IDENTIFICAÇÃO
• A identificação do animal deve conter espécie – doenças características de cada
espécie;
• Ainda dentro de uma mesma espécie:
Identificação etária;
Racial;
Sexual;
Pelame.
Fonte://ronronar.com/como-cuidar/esporotricose-
gatos-que
Fonte:http://tudosobrecachorros.com.br/racas-cachorros-pequeno-
porte/
Fonte:http://www.porforadaspistas.com.br/voce-sabe-como-
adotar-um-cavalo/
ANAMNESE
• As principais perguntas a serem feitas:
 Queixa principal: de todos os sintomas apresentados pelo animal qual ocorre com
maior incidência;
 Antecedentes: verificar parentesco, procedência geográfica do animal;
 Inicio do quadro e tempo de evolução: a quanto tempo a animal começou a
apresentar
o problema;
 Tratamentos já efetuados e suas consequências: se o animal já tomou algum tipo de
fármaco ou se já foi em alguma outra clínica;
 Periodicidade: se já ocorreu outras vezes e se é em determinado período do ano;
ANAMNESE
 Ambiente, manejo e hábitos: ambiente o animal vive, com qual frequência esse
lugar é limpo, com qual frequência o animal toma banho;
 Alimentação: tipo de alimentação e frequência;
 Contactantes: animais próximos ou da mesma propriedade também estão
apresentando a mesma sintomatologia;
 Ectoparasitos: presença de carrapatos, pulgas e/ou ácaros.
Fonte:http://www.opet.com.br/faculdade/revista-estetica-
cosmetica/index.php/2016/11/15/anamnese-para-estetica/Fonte:http://www.veterinariasjc.com.br/91-primeira-consulta/
PRURIDO
 Sensação desagradável, desejo se se coçar.
• Avaliação da presença:
Perguntas, quanto e como o animal realmente se coça.
• Intensidade:
 Leve, moderado e grave;
 0 a 10.
• Manifestação:
 Trauma com os membros;
 Lamber;
 Coçar em paredes ou fômites;
 Mordiscar.
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PRURIDO
• Localização:
 Local mais traumatizado pelo animal quando se coça.
• Sintomas relacionados com outros órgãos:
 Deve obter informações referente aos diferentes sistemas.
 Dermatopatias com presença de prurido e aquelas sem a presença do sintoma.
Fonte:http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/coceira-e-vermelhidao-
cuidado-seu-pet-pode-estar-com-alergia-20111107.html?question=0
EXAME FÍSICO
• Palpação:
 Volume;
 Espessura;
 Elasticidade;
 Temperatura;
 Consistência;
 Umidade e untuosidade;
 Hidratação.
• Olfação:
 Odor da enfermidade.
Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=vAbjyEu5xT8
EXAME FÍSICO
• Inspeção direta:
 Ambiente iluminado;
 1º contato 1,5 a 2 m de distância (distribuição, gravidade);
 Após, avaliação detalhada.
Equinos: alopecias nas regiões abdominal ventral, axilar e na face interna do pavilhão
auricular;
Caninos: alopecias nas regiões abdominal ventral, axilar e na face interna do pavilhão
auricular;
Felinos: alopecias na face interna do pavilhão auricular.
EXAME FÍSICO
 Particularidades de cada raça;
 Sazonalidade da troca de pelames;
 Coloração da pele (cianose, icterícia, palidez, hiperemia).
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Otite externa
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Dermatofitose
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Hipersensibilidade 
alimentar
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES CUTÂNEAS
• Distribuição:
 Localizada: de 1 a 5 lesões cutâneas individualizadas;
 Disseminada: mais de 5 lesões cutâneas individualizadas;
 Generalizada: acometimento de mais de 60% da superfície corporal;
 Universal: comprometimento total da superfície corporal.
Fonte:http://pelepet.blogspot.com.br/2012/05/piodermite-superficial-em-caes.html Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
09352007000500007
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES CUTÂNEAS
• Topografia:
 Simétricas
 Assimétricas.
• Profundidade:
 Superficiais (epiderme);
 Profundas (derme).
• Configuração:
 Forma ou contorno da lesão.
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Fonte:http://veterinariorb.blogspot.com.br/2012/05/dermato
zoonoses-dermatopatias-entre.html
MORFOLOGIA
Manchas vasculossanguíneas
• Alteração de cor:
 Eritema: Coloração avermelhada da pele - vasodilatação, volta a coloração normal
quando submetido a digitopressão;
 Púrpura: Coloração avermelhada - extravasamento de hemácias, não volta a cor
normal por digitopressão;
 Telangiectasia: Evidenciação dos vasos cutâneos através da pele – atrofia cutânea.
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MORFOLOGIA
Manchas pigmentares ou discrômicas
 Hipopigmentação ou hipocromia: Diminuição do pigmento melânico;
 Acromia: Ausência;
 Hiperpigmentação ou hipercromia: Aumento.
MORFOLOGIA
• Formações sólidas:
Processos inflamatórios, infecciosos ou neoplásicos, atingindo epiderme, derme ou
hipoderme.
 Pápula: Lesão sólida, circunscrita, elevada, 1cm;
 Placa: Área elevada da pele, 2cm;
 Nódulo: Lesão sólida, circunscrita, saliente ou não, 1 a 3 cm;
 Tubérculo: Pápula ou nódulo que evolui, deixando cicatriz;
MORFOLOGIA
 Tumor ou nodosidade: Lesão sólida, circunscrita, saliente ou não, >3cm -
tumor=neoplasia;
 Goma: Nódulo que sofre depressão ou ulceração na região central e elimina material
necrótico - agente etiológico;
MORFOLOGIA
 Vegetação: Lesão sólida, exofítica, avermelhada e brilhante;
 Verrucosidade: Lesão sólida, exofítica, acinzentada, áspera, inelástica e dura -
papilomatose e sarcoide equino.
Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782010000600037MORFOLOGIA
• Coleções líquidas:
Conteúdo seroso, sanguinolento ou purulento.
 Vesícula: Elevação de até 1cm, contém líquido claro;
 Bolha: Elevação maior de 1cm, contém líquido claro;
Figura 12.19 - Cão, Doberman, Q de 2 anos de idade, com 
vesículas e bolhas. Caso de queimadura
Figura 12.20 - Mesmo cão da Figura 12.19 em maior 
aproximação.
MORFOLOGIA
 Pústula: Elevação de até 1cm, contém pus;
 Cisto: Cavidade fechada envolta por um epitélio, contém líquido ou substância 
semissólida;
 Abscesso: Tamanho variado encapsulado, contém líquido purulento;
Figura 12.21 - Cão, Yorkshire, Q com 6 
meses de idade, com pústulas. Caso de 
impetigo.
Fonte:https://www.peritoanimal.com.br/doencas-de-
pele-nos-cachorros-7531.html
Fonte:https://gateirosblog.wordpress.com/201
4/03/25/abcessos/
MORFOLOGIA
 Flegmão: Aumento de volume de tamanho variado, contém líquido purulento na pele
 Hematoma: Formação de tamanho variado, decorrente do derramamento sanguíneo 
na pele.
Figura 12.22- Felino, Cf de 5 meses de idade, com flegmão, 
apresentando pontos de supuração.
Fonte:http://www.fmv.ulisboa.pt/atlas/pele/paginas_pt/pele_021.htm
MORFOLOGIA
• Alterações de espessura:
 Queratose: Espessamento da pele decorrente do aumento da camada córnea - Asperá,
inelástica, dura e cor cinza;
 Liquenificação: Espessamento da pele decorrente da cama malpighiana - Quadriculado
ou favo de mel;
https://dicaspeludas.blogspot.com.br/2012/06/hiperar
quitose.html
Fonte:https://www.slideshare.net/argeropulos1/dermatologia-
de-pequenos-animais-atlas-colorido-e-guia-teraputico-linda-
medleau-amp-keith-a-hnilica
MORFOLOGIA
 Edema: Aumento de espessura, decorrente do extravasamento de plasma
(derme/hipoderme) - Sem alteração de cor;
 Esclerose: Aumento da consistência da pele, se torna lardácea ou coriácea;
 Cicatriz: Lesão de aspecto variável, saliente, retrátil ou aderente, decorrente de
reparação de processo destrutivo da pele.
Figura 12.26 - Cão, SRD, C? de 8 
meses de idade, com alpecia e 
edema. Caso de demodicidose.
Figura 12.27 - Equino, Cf de 12 anos de idade, 
com cicatriz em pós-operatório de crioterapia.
MORFOLOGIA
• Perdas teciduais e reparações:
Decorrente de eliminação ou destruição do tecido cutâneo.
 Escama: Placas de células (camada córnea) desprendidas da superfície cutânea;
 Farinácea
 Furfurácea
 Micácea
 Escoriação: Erosão linear decorrente de lesão autotraumática pruriginosa;
Figura 12.28 - Cão, 
de 7 anos de idade, 
com descamação. 
Caso de 
disqueratinização
("seborréia seca").
Fonte:http://www.nutripharme.com.br/noticia.php?codigo=24&Sarna%20em%
20C%E3es
MORFOLOGIA
 Erosão: Perda superficial da epiderme ou de camadas da mesma;
 Ulceração: Perda da epiderme e derme (pode atingir hipoderme);
 Úlcera: Ulceração profunda;
Figura 12.29 - Cão, 2 anos de idade, com 
exulceração. Caso de LED.
Figura 12.31 - Cão, Pastor Alemão, Cf de 5 anos 
de idade, com úlcera. Caso de reação à injeção 
de enrofloxacina.
Fonte:http://clinipet.com/Artigo/listar/psicogenica
MORFOLOGIA
 Afta: Ulceração pequena na mucosa;
 Colarinho epidérmico: Fragmento de epiderme que resta aderido à pele (vesícula,
bolha, pústula);
 Fissura: Perda linear da epiderme (ao redor de orifícios naturais, área de prega ou
dobra);
Figura 12.33 - Cão, Yorkshire, 6 anos de idade, 
com colarinho epidérmico. Caso de foliculite
superficial.
Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S03
65-05962008000200008
Fonte:http://www.dog-health-guide.org/dogulcers.html
MORFOLOGIA
 Crosta: Concreção que se forma onde houve perda tecidual;
 Escara: Cor lívida ou preta, limitada por necrose tecidual;
 Fístula: Canal com pertuito na pele, drena foco de supuração ou necrose e elimina
material purulento ou sanguinolento.
Fonte:http://imunovet5.blogspot.com.br/2010/08/penfigo-
foliaceo-fogo-selvagem.html
Fonte:http://informativoequestre.com.br/moxabustao-no-
tratamento-de-feridas-em-equinos/
MORFOLOGIA
 Fístula: Canal com pertuito na pele, drena foco de supuração ou necrose e elimina
material purulento ou sanguinolento.
Todas anteriores 
ocorrem isoladas ou 
associadas umas as 
outras
Fonte:https://dicaspeludas.blogspot.com.br/2013/06/fistulas-
perianais-em-caes-e-gatos.html
MORFOLOGIA
• Lesões particulares:
Não pertencem aos grupos anteriores.
 Celulite: Inflamação da derme e/ou tecido subcutâneo;
 Comedão: Acúmulo de queratina em um folículo piloso dilatado (cravo preto) ou de
corneócitos no infundíbulo folicular (cravo branco);
Fonte:https://www.slideshare.net/argeropulos1/dermatologia-de-pequenos-
animais-atlas-colorido-e-guia-teraputico-linda-medleau-amp-keith-a-hnilica
Fonte: http://doggysmalltalk.com/cellulitis-in-dogs/
MORFOLOGIA
 Corno: Excrescência cutânea elevada, formada por queratina;
 Milium: Cisto pequeno de queratina (branco amarelado) na superfície da pele.
Figura 12.37 - Felino, Q de 9 anos de idade, com chifre 
cutâneo. Caso de carcinoma espinocelular.
MORFOLOGIA
Sinais específicos da dermatologia:
 Sinal de Nikolsky: Pressão friccional sobre a pele, determinando a separação da
epiderme;
 Sinal de Goldet: Pressão sobre a pele, obtendo-se depressão;
 Sinal de Auspitz: surgimento de pontos ou ponteado hemorrágico, após raspagem de
escamas;
 Sinal de Larsson: Fricção dos pelos contra o sentido de crescimeto, evidenciando
acúmulos paralelos de escamas.
EXAME FÍSICO
• Inspeção indireta:
 Maioria dos exames subsidiários;
 Imediatos ou não;
 Exames complementares.
Fonte:http://pelepet.blogspot.com.br/
MORFOLOGIA
 Diascopia: Pressão sobre a lesão, afim de provocar isquemia diferenciar eritema
de púrpura. (Lâmina de vidro ou lupa)
 Luz de Wood: Arco de mercúrio que emite radiação ultravioleta diagnósticos
de dermatofitoses. (Sala escura)
 Teste da fita adesiva: Fita colocada e descolada várias vezes nas regiões do corpo, e
passar na lâmina busca ectoparasitas e ovos. (Microscópio)
Fonte:http://www.conradweiseranimalhospi
tal.com/news/item.html/n/20053
Fonte:https://veteriankey.com/2-diagnostic-techniques/
MORFOLOGIA
 Exame direto do pelame: Pelos removidos da lesão observar fungos de
dermatófitos.
 Tricograma: Remoção dos pelos com pinça avalia ciclo biológico do pelo e suas
alterações.
 Parasitológico de raspado cutâneo: Diagnóstico de parasitas como Demodex.
Fonte:http://pelepet.blogspot.com.br/2016/05/exames-
dermatologicos-realizados-no.html
Fonte:http://pelepet.blogspot.com.br/2016/05/exames-
dermatologicos-realizados-no.html
MORFOLOGIA
 Exame micológico: Diagnóstico e terapia de quadros provocados por fungo, como
dermatofitose.
 Teste radioalergossorvente e ensaio imunossorvente ligado à enzima: Detecção
quantitativa de IgE diagnosticar dermatopatias alérgicas, como DAAP.
 Citológico: Rápidos resultados orienta diagnóstico, muitas vezes o definitivo.
Fonte:https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/3104/8605
Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=iGNMqJN3EvE
Fonte:https://www.healthtalk.umn.edu/2013/05/10/huma
ns-arent-the-only-ones-who-suffer-from-
allergies/dsc_0036/
REFERÊNCIAS
LUCAS, Ronaldo. Semiologia da Pele: In: LEYDSON F. FEITOSA, Francisco. Semiologia Veterinária. 3 ed. ed. São Paulo/SP: Roca, 2016. cap. 12, p. 641-
676. v. 3.