12 pág.

Psicologia Desenvolvimento e teorias de aprendizagem

Disciplina:Psic Desenv e Teo de Aprendiz5 materiais6 seguidores
Pré-visualização1 página
Psicologia Desenvolvimento e teorias de aprendizagem

Piaget
      
CAMPUS MARQUES
CURSO DE PSICOLOGIA

                               Acadêmicos:

Ana Paula Ramos Pires                   	RA: D079CF6
Eduardo de Sousa da Silva            	RA: N171BH1
Gabriel Bernardes Caiuby             	RA: N205016
Gisela Lucas da Silva                      	RA: D218212
Helena Maria de Barros Garcia     	RA: T3338D4
Isaac Cesar Fernandes Batista       	RA: N1184J8
Larissa Cristina de Souza                	RA: N156JA3
Letícia Lima Miranda                      	RA: N141DD7
Micael Cruz dos Anjos                    	RA: N183DB5
Paloma Oliveira Silva                      	RA: D265180

PIAGET

Jean William Fritz Piaget
Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo, suíço.

Defendeu uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica e fundou a Epistemologia Genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.

Piaget derrubou a ideia de um universo de conhecimento dado, seja na bagagem hereditária (apriorismo), seja no meio (empirismo) físico ou social.

Criou a ideia de conhecimento-construção, expressando, nessa área específica, o movimento do pensamento humano em cada indivíduo particular, e apontou como isto se daria na Humanidade como um todo.

O conhecimento não nasce com o individuo, nem é dado pelo meio social. O sujeito constrói seu conhecimento na interação com o meio tanto físico quanto social.
.

Construtivismo
significa que nada está pronto, acabado, e de que, especificamente, o conhecimento não é dado, em nenhuma instância, como algo determinado.

Ele se constitui pela interação do Indivíduo com o meio físico e social, com o simbolismo humano, com o mundo das relações sociais; e se constitui por força de sua ação e não por qualquer dotação prévia, na bagagem hereditária ou no meio, de tal modo que podemos afirmar que antes da ação não há psiquismo nem consciência e, muito menos, pensamento.

Construtivismo na Educação é a forma teórica ampla que reúne várias tendências atuais do pensamento educacional. Tendências essas que têm em comum a insatisfação com um sistema educacional que insiste na repetição daquilo que já está pronto, em vez de agir, operar, construir a partir da realidade vivida pelos alunos.

Para o Construtivismo, há uma riquíssima bagagem hereditária (produto de milhões de anos de evolução) interagindo com a cultura (produtivo de milhares de anos de civilização).

S (sujeito) -> O (objeto) assimilando-o: essa ação assimiladora transforma o objeto. 0 conhecimento não nasce com o indivíduo, nem é dado pelo meio social. 0 sujeito constrói seu conhecimento na interação com o meio tanto físico como social.

Essa construção depende, portanto, das condições do sujeito - indivíduo sadio, bem-alimentado, sem deficiências neurológicas etc. - e das condições do meio - na favela é extremamente mais difícil construir conhecimentos, e progredir nessas construções, do que nas classes média e alta.

Existem várias escolas utilizando este método. Mais do que uma linha pedagógica, o construtivismo é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do individuo no decorrer de sua vida.
A Educação deve ser um processo de construção de conhecimento ao qual acorrem, em condição de complementaridade, por um lado, os alunos e professores e, por outro, os problemas sociais atuais e o conhecimento já construído ("acervo cultural da Humanidade"

O método enfatiza a importância do erro não como um tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem.

As disciplinas estão voltadas para a reflexão e auto-avaliação, portanto a escola não é considerada rígida.

Se, no entanto, o professor conceber o conhecimento do ponto de vista construtivista, ele procurará conhecer o aluno como uma síntese individual da interação desse sujeito com o seu meio cultural (político, econômico etc.).
Assimilação e acomodação constituem as duas faces, complementares entre si, de todas as suas ações. Por isso, o professor não aceita que seu aluno fique passivo ouvindo sua fala ou repetindo lições que consistem em dar respostas mecânicas para problemas que não assimilou (transformou para si).

Pensamos, por isso, que o movimento próprio do processo de construção do conhecimento deve impregnar a sala de aula, em particular, e o sistema educacional, em geral. A sala de aula deve ser inserida na História e no espaço social.

O compromisso da Escola deve ser o de construir o novo, superando o arcaico, e não o de repetir, interminavelmente, o antigo.