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Discussão A uréase é uma enzima que catalisa a hidrólise da uréia em amônia e CO2. Ela está presente em algumas bactérias e plantas, podendo ser facilmente encontrada na soja, esse experimento tem como objetivo caracterizar os mecanismos de atuação de uma enzima. Diante do procedimento de identificação de uma proteína, utilizamos a reação de Biureto. Como resultado da reação foi perceptível uma coloração lilás da solução, que continha o reativo de biureto (tubo A) com as 10 gotas de solução de extrato de soja. Entretendo a solução, que somente continha água destilada e o reagente biureto (tubo B), apresentava uma solução de aparência transparente levemente azulada. Logo após seguimos para fazer o experimeto para descobrirmos a ação sobre o substrato, onde utilizamos dois tubos com as respectivas letras, C e D. No tubo C, continha em seu interior 3ml de uréia, cinco gotas de substrato de soja e 2 gotas de vermelho de fenol. Quando adicionamos o vermelho de fenol apresentou, após alguns minutos, uma coloração avermelhada, indicando que a solução presente era básica, proveniente da liberação de amônia pela hidrolise da uréia catalisada pela uréase. No tubo D que tinha solução tampão sem uréia, a solução apresentou uma coloração alaranjada, evidenciando uma solução com pH ácido ou neutro. No proximo experimento podemos observar o processo de desnaturação pelo calor, onde o tubo nomeado E, foi subimetido ao banho maria, por 10 minutos, onde após a sua saida foi obtido uma coloração mais alaranjada, como mostrado na imagem abaixo. Figura 1- Reação de Biureto. Figura 2- Ação sobre o substrato. No próximo foi verificado a ação de inibidores, onde o tubo F, foi previamente feito inicialmente com cinco gotas de soja + cinco gotas de cloreto de mercúrio, onde posteriormente foi agitado, onde houve a possibilidade de acrescentarmos, 3ml de ureia e duas gotas de vermelho fenol. Com a adição da solução de cloreto de mercúrio no tubo, esperava-se que a solução adquiria uma cor amarelada, devido a inibição da enzima causada pelo mercúrio, tornando-a com pH entre neutro e ácido. Por último foi verificado a especificidade enzimática, onde até então o tubo G foi submetido a 3ml de tiouréia + cinco gotas de extrato de soja e duas gotas do vermelho de fenol, após o processo de agitação, chegamos em uma coloração amarela “forte Depois de incubado, o tubo intensificou sua coloração originais, o que comprova a existência da especificidade causada pela enzima presente no tubo. Figura 3- Desnaturação pelo calor. Figura 4- Ação de inibidores. Figura 5- Especificidade enzimática.