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* Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Virais A / E B / C / D Parenteral Fecal-oral * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Virais Evolução: Hepatites agudas: A e E. Hepatites crônicas: B, C, D. * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Virais Apresentação Clínica: Muitos casos são assintomáticos (anictéricos) Quadro clínico semelhante, seja qual for o vírus envolvido. Diagnóstico diferencial, necessita de exames específicos: Marcadores sorológicos. * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Virais Agudas Geralmente causada por vírus hepatotrópicos: A, B, C, Delta, E Outros vírus podem causar quadro clínico semelhante: EB, CMV No nosso meio são mais comuns as hepatites agudas A e B * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Agudas Quadro Clínico A maioria das crianças e muitos adultos não apresentam sintomas (hepatites anictéricas) Formas clássicas: 4 períodos - incubação, prodrômico, ictérico e convalescença. Quadro clínico semelhante, seja qual for o vírus envolvido. * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Agudas Vírus A Transmissão fecal-oral Período de incubação 15 a 45 dias Evolução benigna na maioria dos casos; não cronifica Pode ser mais complicada em adultos Raramente evolui para forma fulminante * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Agudas Vírus B Transmissão parenteral sexual e vertical Período de incubação: 60 a 180 dias 60% dos casos de transmissão perinatal e 10% casos em adultos evoluem para formas crônicas è cirrose è HCC 1% pode evoluir para forma fulminante * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Agudas Vírus C Infecções agudas são raramente diagnosticadas (o curso clínico é geralmente leve) Transmissão vertical pouco comum * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Virais Crônicas Geralmente são oligo ou assintomáticas Muitas vezes o diagnóstico é feito a partir da ALT alterada ou sorologia positiva Diagnóstico clínico estabelecido somente na fase de cirrose * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Hepatites Crônicas HEPATITE C prevalência: 170 milhões de infectados no mundo cerca de 3 milhões de brasileiros infectados principal causa de doença hepática crônica principal indicação de transplante hepático infectados mantém viremia persistente * Hepatite C Transmissão Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos PARENTERAL - transfusões, uso de drogas, hemodiálise, tatuagens, piercing SEXUAL - pouco comum, maior em indivíduos promíscuos VERTICAL * Hepatite C História Natural HCC Infecção Aguda Infecção crônica Cura Estável Progressiva Cirrose 85% 15% 60 a 70% 20 a 30% Cura com terapia 40 a 50% 1 a 7%/ano 1 a 4%/ano * Hepatites Virais Marcadores Sorológicos (Imunológicos) Conjunto de antígenos e anticorpos presentes no soro, em conseqüência da infecção pelos diferentes vírus. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Vieira * Utilização: Diagnóstico etiológico Evolução Grau de infectividade Cura Avaliar indicação e resposta a vacinação Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Vieira * Hepatites Virais Vírus A Vírus RNA. Família picornavirus. Presença do vírus nas fezes. Período de incubação 15 a 45 dias. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Diagnóstico Sorológico: Anticorpos anti-HAV anti-HAV IgM : positiva-se no início do quadro clínico, permanece positivo por uma média de 3-6 meses (30-420 dias). anti-HAV IgG: indica infecção pregressa ou resposta vacinal. Soroprevalência aumenta com a idade. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * obs: Candidatos à vacina: anti-HAV IgG (total) Positivo : imune, não vacinar Negativo : suscetível, vacinar Indicação Clínica Marcador Infecção Aguda anti-HAV IgM Determinação do “Status” imune (contato com o vírus / pós vacinação). Anti-HAV IgG (total). Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatite A Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatites Virais Vírus B Vírus DNA. Família Hepadnaviridae Replicação com formação de RNA intermediário. Envelope: HBsAg Core: HBcAg, HBeAg Período de incubação 60 a 180 dias Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Diagnóstico Sorológico HBsAg e anti-HBS HBcAg e anti-HBc (IgG /total) HBeAg e anti-HBe Após a infecção começam a surgir de forma ordenada. Uso racional dos marcadores. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Infecção aguda: HBsAg e anti-HBc IgM HBsAg: já está positivo no período de incubação. Deve se negativar antes do 6º mês anti-HBc IgM : positiva-se no início do quadro clínico e permanece por ± 6 meses Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Replicação Viral HBeAg: marcador de replicação e infectividade Desaparece nos indivíduos que curam a infecção aguda. Indivíduos com doença crônica, indica atividade anti-HBe : ausência de replicação na doença aguda, seu aparecimento indica resolução da doença. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Seguimento da infecção aguda HBsAg, HBeAg e anti-HBe após 60 ou 90 dias. Persistência do HBsAg e HBeAg tendência a cronicidade. Manutenção desse perfil após 6 meses indica: portador crônico Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Nos pacientes que se curam: HBsAg fica negativo anti-HBc IgG (total) é positivo anti-HBs é positivo - Imunidade Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Candidatos à vacina: melhor triagem anti-HBc total Negativo = suscetível vacinar Positivo = testar HBsAg - anti-HBs obs: Observar história vacinal! Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Marcador/condição clínica HBsAg HBeAg aHBcIgM anti-HBe anti-HBc IgG (total) anti-HBs Fase aguda com viremia Fase aguda c/ provável evolução p/cura Fase de infecção crônica Indivíduos vacinados Infecção pregressa + + + - + - + - + + + - + +/- +/- a +/- b + - - - - - - + - - - +/- + + +positivo, -negativo, +/- pode ser detectado a- pode ser positivo em 10-15% dos pacientes com reativação da infecção, b- pacientes crônicos usualmente possuem HBeAg ou anti-HBe detectável. * Hepatite B Aguda Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatite B Crônica Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatites Virais Vírus C Vírus RNA, envelopado. Família flaviviridae. Período de incubação 40 - 90 dias. Quem deve ser triado? - Doadores de sangue; - Fatores de risco para hepatite; - Enzimas hepáticas alteradas. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Pesquisa de anticorpos: anti-HCV ELISA: teste de triagem não diferencia infecção pregressa de atual. aparecimento tardio. RIBA: confirmatório. Indicações: populações com baixa prevalência da doença ou para confirmar infecção prévia pelo HCV em pacientes com viremia negativa Infecção ativa: Detecção HCV-RNA. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Elisa Antígenos do vírus C Sensibilidade C 100-3 NS3 Core NS5 1ª Geração Sim 70-80% 2ª Geração Sim Sim Sim 92-95%11 semanas 3ª Geração Sim Sim Sim Sim 97% 7-8 semanas Janela Imunológica Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatites Virais Vírus D Vírus RNA defectivo. Replicação depende da presença do HBV (HBsAg). Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Diagnóstico Sorológico: anti-HDV (total) Indicação: HBsAg positivo - sinais ou sintomas de hepatite aguda/crônica - regiões alto risco para hepatite D. Co-infecção: Doença aguda grave - Baixo risco de cronificação - anti-HBc IgM positivo. Superinfecção: Ocorre cronificação do HDV - Anti-HBc IgM negativo. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatites Virais Vírus E Vírus RNA. Período de incubação 15 a 65 dias. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Diagnóstico Sorológico: Anticorpos anti-HEV anti-HEV IgM : fase aguda da doença. anti-HEV IgG: indica infecção pregressa. *** Doença apresenta resolução após 2 a 6 semanas. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Hepatites Virais Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * testes sorológicos anti-HCV RIBA testes moleculares HCV-RNA qualitativo HCV-RNA quantitativo Genotipagem HEPATITE C DIAGNÓSTICO Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE C DIAGNÓSTICO HCV-RNA Qualitativo - PCR Indicações diagnóstico de viremia diagnóstico precoce diagnóstico de transmissão materno-fetal diagnóstico em imunossuprimidos avaliação de resposta ao tratamento Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE C DIAGNÓSTICO HCV-RNA Qualitativo Se anti-HCV positivo: avaliar viremia com HCV-RNA qualitativo por PCR Se HCV-RNA Å : biópsia hepática e possível tratamento Se HCV-RNA Æ : possível cicatriz sorológica Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE C DIAGNÓSTICO Genotipagem e carga viral Indicações Somente nos candidatos a tratamento Avalia prognóstico de resposta e pode definir estratégia Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HCV-RNA Quantitativo (CARGA VIRAL) PCR quantitativo - 1000 cópias/ ml b-DNA - 200.000 cópias/ ml HEPATITE C DIAGNÓSTICO Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE C DIAGNÓSTICO GENOTIPAGEM 6 genotipos com diversos subtipos genotipo 1: pior resposta a tratamento MÉTODOS: PCR + HIBRIDIZAÇÃO - LIPA RFLP SEQUENCIAMENTO Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * N= 395 IFN + Riba. 6 meses IFN + Riba. 12 meses IFN 12 meses Resposta Sustentada - Genotipo 1 (Estudo multicêntrico internacional) * HEPATITE C DIAGNÓSTICO Gráfico - 3 Gráf1 1 5 1 11 8 38 Distribuição dos Genótipos - ( n = 64 ) 13% 17% 2% 8% 2% 58% % de gen x sexo Contagem de Protocolo Sexo Resultado f m Total Global 2 1 1 1a 1 4 5 1a (gen. 4) 1 1 1a, 1b 1 10 11 1b 2 6 8 3a 13 25 38 Total Global 18 46 64 Feminino Masculino 2 (n=1) 1.6 0.0 1a (n=5) 1.6 6.3 1a (gen. 4) (n=1) 0.0 1.6 1a, 1b (n=11) 1.6 15.6 1b (n=8) 3.1 9.4 3a (n=38) 20.3 39.1 % de gen x sexo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Feminino Masculino Genótipos Percentuais Percentual de genótipos de HCV em função do sexo (n=64) 20,3% 3,1% 1,6% 0,0% 1,6% 1,6% 39,1% 9,4% 15,6% 1,6% 6,3% 0,0% % de casos x sexo Contagem de Protocolo Sexo Total f 18 m 46 Total Global 64 Feminino 18 Masculino 46 % de casos x sexo 0 0 Percentual de casos positivos de HVC por sexo (n=64) % de gen Contagem de Protocolo Resultado Total 2 1 1a 5 1a (gen. 4) 1 1a, 1b 11 1b 8 3a 38 Total Global 64 % de gen 0 0 0 0 0 0 Distribuição dos Genótipos- (n=64) (%) 58 2 8 2 17 13 % de casos x idade Contagem de Protocolo Idade Total 16 1 25 1 26 2 29 1 1 0 - 19a 1.56 32 1 60 20a - 60a 93.75 34 1 3 > 60a 4.69 35 1 36 2 1 0 - 19a 1.56 37 3 60 20a - 60a 93.75 38 2 3 > 60a 4.69 39 5 40 1 1 0 - 19a 1.56 41 2 20 20 - 40a 31.25 42 3 40 41 - 60a 62.50 43 2 3 > 60a 4.69 44 8 45 3 46 2 47 2 48 5 49 4 54 2 55 1 56 1 57 2 59 3 63 1 90 2 Total Global 64 % de casos x idade 0 0 0 Percentual de caso de HCV em função da faixa etária (n=64) idade x gen 0 0 0 0 Percentual de casos de HCV em função da faixa etária (n=64) Completa Contagem de Protocolo Resultado Idade 2 1a 1a (gen. 4) 1a, 1b 1b 3a Total Global 16 1 1 25 1 1 2 (n=1) 1a (n=5) 1a (gen. 4) (n=1) 1a, 1b (n=11) 1b (n=8) 3a (n=38) 26 2 2 0 -19 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 1.56 29 1 1 20 -60 1.56 7.81 1.56 15.63 10.94 56.25 32 1 1 > 60 0.00 0.00 0.00 1.56 1.56 1.56 34 1 1 35 1 1 36 1 1 2 37 3 3 38 1 1 2 39 1 2 1 1 5 2 1a 1a (gen. 4) 1a, 1b 1b 3a 40 1 1 0 - 19 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 1.56 41 1 1 2 20 - 40 0.00 1.56 1.56 7.81 4.69 15.63 42 1 2 3 41 - 60 1.56 6.25 0.00 7.81 6.25 40.63 43 2 2 > 60 0.00 0.00 0.00 1.56 1.56 1.56 44 1 2 5 8 45 1 2 3 46 1 1 2 47 1 1 2 48 1 4 5 49 2 2 4 54 2 2 55 1 1 56 1 1 57 1 1 2 59 1 2 3 63 1 1 90 1 1 2 Total Global 1 5 1 11 8 38 64 Completa 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 -19 20 -60 > 60 Genótipos Percentuais Percentual de genótipos de HCV em função da faixa etária (n=64) 1,56% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 56,25% 10,94% 15,63% 1,56% 7,81% 1,56% 1,56% 1,56% 1,56% 0,00% 0,00% 0,00% Data Protocolo Paciente Idade Resultado Sexo 1/7/02 01.121.0866-0 01 ANA LUCIA BERGAMO 36 3a f 1/9/02 10.120.0012-2 02 FRANCISCO JOSE TERNES 44 1a, 1b m 1/14/02 22.121.0769-7 01 RICARDO CARGNIN FERREIRA 35 1a, 1b m 1/14/02 01.121.2072-5 01 MARI STELA DO LIVRAMENTO 46 1a f 1/22/02 18.121.0865-3 01 JOEL TOLEDO DOS SANTOS 90 1b m 1/23/02 01.121.2331-7 05 JACI JOSE FRAGA 48 3a m 1/23/02 15.121.1185-3 04 FERNANDO CEZAR PEREIRA DOS S 39 1a m 1/25/02 37.121.0587-0 01 MAURICIO BRANCO BOLZANI 54 3a m 2/5/02 01.122.0871-1 01 SERGIO PEREIRA PAIVA 45 1a m 2/13/02 18.122.0427-0 01 JACOB JOSE COELHO 48 1a, 1b m 2/20/02 15.122.1077-0 03 MARIA DO CARMO FELICIANO DE 54 3a f 3/20/02 01.123.4797-5 01 VALDIR RAQUEL 44 3a m 3/25/02 16.123.0472-6 01 FERNANDO DESIO WAACK 38 1a, 1b m 4/8/02 22.124.0582-5 01 RONALDO DA SILVA 41 1a m 4/15/02 15.124.0932-1 01 MARIA APARECIDA COSTA 39 3a f 4/15/02 10.124.0339-1 08 VALTER DOS REIS 42 3a m 4/16/02 18.124.0714-6 01 MARCIA CRISTINA TABORDA F. P 29 3a f 4/17/02 01.124.3980-201 CLAIR TEREZINHA BORTOLINI 59 3a f 4/22/02 13.124.0348-6 01 MOACIR DA SILVA ANDRADE 43 3a m 5/3/02 10.124.0630-7 04 CARLOS JOSE MELIM 48 3a m 5/8/02 18.125.0307-2 01 FREDERICO JOSE R VIRMOND 26 3a m 5/21/02 01.125.4590-4 01 WANDERLEI DE SOUSA SALLES 48 3a m 5/27/02 15.125.1545-8 01 MARIO ANTONIO COSTA 40 3a m 5/28/02 01.125.6228-0 01 LUIZ CARLOS GUESSER 44 3a m 5/31/02 18.125.1532-1 01 ROSILETI SEVERINO 90 3a f 6/6/02 01.126.1047-1 01 CARLOS RUY ARTECHE SILVEIRA 47 3a m 6/11/02 18.126.0395-6 01 ALFREDO MARIO MARTINEZ 45 3a m 6/14/02 15.126.0792-1 01 LUISA DE SOUSA MACHADO 41 1b f 6/18/02 01.126.3423-0 01 MAGNO JORGE ZANDAVALLI BARBO 49 1b m 6/18/02 16.126.0309-0 01 MARCOS LOURENCO HERTER 44 3a m 6/19/02 01.126.3717-5 01 BRENO ALFREDO FERREIRA SILVA 57 1b m 6/25/02 27.126.0308-1 03 ADUCI DA SILVA 37 3a m 6/27/02 18.126.1243-2 01 ORLANDO CANCADO FRANCO JUNIO 49 1b m 7/1/02 01.126.5825-3 01 JAIRO LUIZ PELEGRINI 44 1a m 7/2/02 18.127.0017-0 01 PAULO RAIMARO GERNHARD 56 3a m 7/2/02 18.127.0061-7 01 DANIEL MORENO BASTIAN 37 3a m 7/4/02 01.127.0826-9 01 NILSON BATISTA SOUZA 49 3a m 7/11/02 01.127.2414-0 01 GISELE BENEDET DUTRA 25 1b f 7/17/02 06.127.0745-8 01 REGNIS FAUSTO 39 1a, 1b m 7/19/02 15.127.1347-0 01 CIRO EIBS PEREIRA 44 1a, 1b m 7/25/02 15.127.1665-8 06 ALEXANDRE DE AVILA LERIP 36 1a (gen. 4) m 7/26/02 06.127.1081-5 01 TELMO TADEU TISCOSKI 44 3a m 7/29/02 01.127.6287-5 01 PAULO ANTONIO CABRAL 48 3a m 7/29/02 01.127.6289-1 01 SARAH MARIA CABRAL 16 3a f 8/7/02 01.128.1170-1 03 NADIR FRANCISCO GREZEL 37 3a m 8/9/02 22.128.0575-0 01 MARCELLO FIALHO LEMOS 39 1b m 8/27/02 15.128.1684-9 01 MANOEL DOS PASSOS DE JESUS 45 3a m 8/28/02 05.128.1158-0 01 NEUSA ROSA DAVILA MARTINS 47 2 f 8/30/02 01.128.6838-0 01 LUIZ RENATO PARCIANELLI 49 3a m 9/3/02 22.129.0109-1 01 JAMIRO SCHUTZ 59 1a, 1b m 9/5/02 18.129.0095-0 01 NIELS SCHULTZ 46 3a m 9/6/02 15.129.0263-0 01 CARIN BRIZOLA WEBER 26 3a f 9/13/02 10.129.0288-6 01 MARLENE MARIA MORAES 63 1a, 1b f 9/17/02 20.129.0364-3 01 TEREZA CARLOTA MARIA SCHURHA 55 3a f 9/17/02 16.129.0302-6 01 DANIEL LUIS CARAVIERI 38 1b m 9/19/02 05.129.0780-3 01 MARCELO DE MIRA VASCONCELOS 34 1a, 1b m 9/23/02 01.129.4313-6 01 JOAO BATISTA CARDOSO 39 1a, 1b m 9/24/02 01.129.4763-8 01 SONIA REGINA ARRUDA GONCALVE 43 3a f 9/24/02 01.129.4774-3 01 TEREZINHA ELIZABETH C. DO AM 59 3a f 9/24/02 01.129.4893-6 01 HUMBERTO DIAS 44 3a m 9/25/02 01.129.4762-0 01 EDSON LUIS AMARANTE ARRUDA 42 1a, 1b m 9/25/02 14.129.0749-4 01 ZULAMAR LOCKS RODRIGUES 42 3a f 9/26/02 10.129.0550-8 03 TEREZINHA DAROS DE AZEVEDO 57 3a f 9/26/02 27.129.0377-8 01 JAIR JOSE PEREIRA 32 3a m * HEPATITE C DIAGNÓSTICO • Aplicação dos Diversos Testes: Anti-HCV (EIA) Anti-HCV (RIBA) HCV-RNA Qualitativo HCVRNA Quantitativo GENOTIPAGEM Triagem Confirmação Seguimento Prognóstico + + + + + + + Adaptado de Gerken, 1998. Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE – B Principais testes Moleculares HBV-DNA qualitativo - PCR HBV-DNA quantitativo - PCR, b-DNA pesquisa de mutações - sequenciamento, RFLP genotipagem - sequenciamento Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE – B HBV- DNA Qualitativo PCR Bem sensível presente na maior parte dos portadores de HBsAg monitorização de resposta completa ao tratamento Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * HEPATITE – B DNA Quantitativo É o melhor teste para caracterização de replicação viral ! PCR - sensibilidade de 400 cópias/ml. Considera-se replicação clinicamente relevante: > 100.000 cópias/ml b-DNA - sensibilidade de 700.000 cópias/ml (boa correlação com replicação viral) Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos HEPATITE – B DNA Quantitativo HBV-DNA como marcador de replicação útil quando a sorologia não esclarece replicação viral HBeAg (-) com ALT ou Bx alterada (mutação pré-core) perfis anômalos na sorologia (anti-HBc puro) * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos HEPATITE – B DNA Quantitativo HBV-DNA como auxiliar no tratamento avaliação prognóstica pré-tratamento : cargas virais altas têm pior resposta monitorização da resposta à terapia * Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos HEPATITE – B SEQUENCIAMENTO - APLICAÇÕES pesquisa de mutações - pré-core, resistência à lamivudina genotipagem: relação com prognóstico e resposta terapêutica (A-F) * * *