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07 Hepatites virais 28 04 Lisiane

Slides de aula sobre hepatites virais: classificação (A/B/C/D/E), vias de transmissão, evolução aguda e crônica, apresentação clínica, detalhes das hepatites A, B e C, marcadores sorológicos (anti‑HAV IgM/IgG; HBsAg, anti‑HBc, HBeAg) e história natural da HCV.

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*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Virais
A / E
B / C / D
Parenteral
Fecal-oral
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Virais
Evolução:
 Hepatites agudas: A e E.
 Hepatites crônicas: B, C, D.
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Virais
Apresentação Clínica:
 Muitos casos são assintomáticos (anictéricos)
 Quadro clínico semelhante, seja qual for o vírus envolvido.
 Diagnóstico diferencial, necessita de exames específicos: Marcadores sorológicos.
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
Hepatites Virais Agudas
 Geralmente causada por vírus hepatotrópicos: A, B, C, Delta, E
 Outros vírus podem causar quadro clínico semelhante: EB, CMV
 No nosso meio são mais comuns as hepatites agudas A e B 
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Agudas
Quadro Clínico
 A maioria das crianças e muitos adultos não apresentam sintomas (hepatites anictéricas)
 Formas clássicas: 4 períodos - incubação, prodrômico, ictérico e convalescença.
 Quadro clínico semelhante, seja qual for o vírus envolvido.
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Agudas
Vírus A
 Transmissão fecal-oral
 Período de incubação 15 a 45 dias
 Evolução benigna na maioria dos casos; não cronifica
 Pode ser mais complicada em adultos
 Raramente evolui para forma fulminante
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Agudas
Vírus B
 Transmissão parenteral sexual e vertical
 Período de incubação: 60 a 180 dias
 60% dos casos de transmissão perinatal e 10% casos em adultos evoluem para formas crônicas è cirrose è HCC
 1% pode evoluir para forma fulminante
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Agudas
Vírus C
 Infecções agudas são raramente diagnosticadas (o curso clínico é geralmente leve)
 Transmissão vertical pouco comum
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Virais Crônicas
 Geralmente são oligo ou assintomáticas
 Muitas vezes o diagnóstico é feito a partir da ALT alterada ou sorologia positiva
 Diagnóstico clínico estabelecido somente na fase de cirrose 
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
Hepatites Crônicas
HEPATITE C
  prevalência: 170 milhões de infectados no mundo 
  cerca de 3 milhões de brasileiros infectados
  principal causa de doença hepática crônica
  principal indicação de transplante hepático
  infectados mantém viremia persistente
*
Hepatite C Transmissão
 Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
 PARENTERAL - transfusões, uso de drogas, hemodiálise, tatuagens, piercing
  SEXUAL - pouco comum, maior em indivíduos promíscuos
 VERTICAL
*
Hepatite C História Natural
HCC
Infecção Aguda
Infecção crônica
Cura
Estável
Progressiva
Cirrose
85%
15%
60 a 70%
20 a 30%
Cura com terapia
40 a 50%
1 a 7%/ano
1 a 4%/ano
*
Hepatites Virais
 Marcadores Sorológicos (Imunológicos)
  Conjunto de antígenos e anticorpos presentes no soro, em conseqüência da infecção pelos diferentes vírus.
 
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Vieira
*
 Utilização:
 Diagnóstico etiológico
 Evolução
 Grau de infectividade
 Cura
 Avaliar indicação e resposta a vacinação
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos Vieira
*
Hepatites Virais
 Vírus A
 Vírus RNA. Família picornavirus.
 Presença do vírus nas fezes.
 Período de incubação 15 a 45 dias.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
*
 Diagnóstico Sorológico: 
  Anticorpos anti-HAV
  anti-HAV IgM : positiva-se no início do quadro clínico, permanece positivo por uma média de 3-6 meses (30-420 dias).
  anti-HAV IgG: indica infecção pregressa ou resposta vacinal. Soroprevalência aumenta com a idade. 
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
*
 obs: Candidatos à vacina: anti-HAV IgG (total)
 Positivo : imune, não vacinar
 Negativo : suscetível, vacinar
Indicação Clínica
Marcador
Infecção Aguda
anti-HAV IgM
Determinação do “Status” imune (contato com o vírus / pós vacinação).
Anti-HAV IgG (total).
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Hepatite A
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Hepatites Virais
 Vírus B
  Vírus DNA. Família Hepadnaviridae
  Replicação com formação de RNA intermediário.
  Envelope: HBsAg
  Core: HBcAg, HBeAg
  Período de incubação 60 a 180 dias
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Diagnóstico Sorológico
HBsAg e anti-HBS
HBcAg e anti-HBc (IgG /total)
HBeAg e anti-HBe
 Após a infecção começam a surgir de forma ordenada.
 Uso racional dos marcadores.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Infecção aguda: HBsAg e anti-HBc IgM
 HBsAg: já está positivo no período de incubação. Deve se negativar antes do 6º mês
 anti-HBc IgM : positiva-se no início do quadro clínico e permanece por ± 6 meses
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
*
 Replicação Viral
HBeAg: marcador de replicação e infectividade
 Desaparece nos indivíduos que curam a infecção aguda.
 Indivíduos com doença crônica, indica atividade
anti-HBe : ausência de replicação  na doença aguda, seu aparecimento indica resolução da doença.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Seguimento da infecção aguda
 HBsAg, HBeAg e anti-HBe após 60 ou 90 dias.
 Persistência do HBsAg e HBeAg  tendência a cronicidade. 
 Manutenção desse perfil após 6 meses indica: portador crônico 
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Nos pacientes que se curam: 
HBsAg fica negativo
anti-HBc IgG (total) é positivo
anti-HBs é positivo - Imunidade
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Candidatos à vacina: melhor triagem anti-HBc total
Negativo = suscetível  vacinar
Positivo = testar HBsAg - anti-HBs
obs: Observar história vacinal!
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Marcador/condição clínica
HBsAg
HBeAg
aHBcIgM
anti-HBe
anti-HBc IgG (total)
anti-HBs
Fase aguda com viremia
Fase aguda c/ provável evolução p/cura
Fase de infecção crônica
Indivíduos vacinados
Infecção pregressa
 + + + - + -
 + - + + + -
 + +/- +/- a +/- b + -
 - - - - - +
 - - - +/- + +
+positivo, -negativo, +/- pode ser detectado a- pode ser positivo em 10-15% dos pacientes com reativação da infecção, b- pacientes crônicos usualmente possuem HBeAg ou anti-HBe detectável.
*
Hepatite B Aguda
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Hepatite B Crônica
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Hepatites Virais
 Vírus C
  Vírus RNA, envelopado. Família flaviviridae.
  Período de incubação 40 - 90 dias.
 
  Quem deve ser triado?
- Doadores de sangue;
- Fatores de risco para hepatite;
- Enzimas hepáticas alteradas.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
*
 Pesquisa de anticorpos: anti-HCV
 
  ELISA: teste de triagem
  não diferencia infecção pregressa de atual.
  aparecimento tardio.
  RIBA: confirmatório. Indicações: populações com baixa prevalência da doença ou para confirmar infecção prévia pelo HCV em pacientes com viremia negativa
Infecção ativa: Detecção HCV-RNA.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Elisa
Antígenos do vírus C
Sensibilidade
C 100-3 NS3 Core NS5
1ª Geração Sim 70-80%
2ª Geração Sim Sim Sim 92-95%11 semanas
3ª Geração Sim Sim Sim Sim 97% 7-8 semanas
Janela Imunológica
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
*
 Hepatites Virais
 Vírus D
 Vírus RNA defectivo.
 Replicação depende da presença do HBV (HBsAg).
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Diagnóstico Sorológico: anti-HDV (total)
Indicação: 
HBsAg positivo - sinais ou sintomas de hepatite aguda/crônica - regiões alto risco para hepatite D.
 Co-infecção:
Doença aguda grave - Baixo risco de cronificação - anti-HBc IgM positivo.
 Superinfecção:
Ocorre cronificação do HDV - Anti-HBc IgM negativo.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Hepatites Virais
 Vírus E
 Vírus RNA.
 Período de incubação 15 a 65 dias.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos
*
 Diagnóstico Sorológico:
 Anticorpos anti-HEV
 anti-HEV IgM : fase aguda da doença.
 anti-HEV IgG: indica infecção pregressa.
*** Doença apresenta resolução após 2 a 6 semanas.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 Hepatites Virais
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 testes sorológicos
anti-HCV
RIBA
 testes moleculares
 
HCV-RNA qualitativo
HCV-RNA quantitativo
Genotipagem 
HEPATITE C DIAGNÓSTICO 
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
 HCV-RNA Qualitativo - PCR
Indicações
 diagnóstico de viremia
 diagnóstico precoce
 diagnóstico de transmissão materno-fetal
 diagnóstico em imunossuprimidos
 avaliação de resposta ao tratamento
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
 HCV-RNA Qualitativo
Se anti-HCV positivo: avaliar viremia com HCV-RNA qualitativo por PCR
Se HCV-RNA Å : biópsia hepática e possível tratamento
Se HCV-RNA Æ : possível cicatriz sorológica
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
 Genotipagem e carga viral
Indicações 
Somente nos candidatos a tratamento
Avalia prognóstico de resposta e pode definir estratégia
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
 HCV-RNA Quantitativo (CARGA VIRAL)
 PCR quantitativo - 1000 cópias/ ml
 b-DNA - 200.000 cópias/ ml
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
 	 GENOTIPAGEM
6 genotipos com diversos subtipos
genotipo 1: pior resposta a tratamento
MÉTODOS:
PCR + HIBRIDIZAÇÃO - LIPA
RFLP
SEQUENCIAMENTO
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
*
N= 395
IFN + Riba.
6 meses
IFN + Riba.
12 meses
IFN 
12 meses
Resposta Sustentada - Genotipo 1 (Estudo multicêntrico internacional)
*
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
Gráfico - 3
Gráf1
		1
		5
		1
		11
		8
		38
Distribuição dos Genótipos - ( n = 64 )
13%
17%
2%
8%
2%
58%
% de gen x sexo
		Contagem de Protocolo		Sexo
		Resultado		f		m		Total Global
		2		1				1
		1a		1		4		5
		1a (gen. 4)				1		1
		1a, 1b		1		10		11
		1b		2		6		8
		3a		13		25		38
		Total Global		18		46		64
		
		
				Feminino		Masculino
		2 (n=1)		1.6		0.0
		1a (n=5)		1.6		6.3
		1a (gen. 4) (n=1)		0.0		1.6
		1a, 1b (n=11)		1.6		15.6
		1b (n=8)		3.1		9.4
		3a (n=38)		20.3		39.1
% de gen x sexo
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
Feminino
Masculino
Genótipos
Percentuais
Percentual de genótipos de HCV em função do sexo (n=64)
20,3%
3,1%
1,6%
0,0%
1,6%
1,6%
39,1%
9,4%
15,6%
1,6%
6,3%
0,0%
% de casos x sexo
		Contagem de Protocolo
		Sexo		Total
		f		18
		m		46
		Total Global		64
		
		
		Feminino		18
		Masculino		46
% de casos x sexo
		0
		0
Percentual de casos positivos de HVC por sexo (n=64)
% de gen
		Contagem de Protocolo
		Resultado		Total
		2		1
		1a		5
		1a (gen. 4)		1
		1a, 1b		11
		1b		8
		3a		38
		Total Global		64
% de gen
		0
		0
		0
		0
		0
		0
Distribuição dos Genótipos- (n=64) (%)
58
2
8
2
17
13
% de casos x idade
		Contagem de Protocolo
		Idade		Total
		16		1
		25		1
		26		2
		29		1		1		0 - 19a		1.56
		32		1		60		20a - 60a		93.75
		34		1		3		> 60a		4.69
		35		1
		36		2		1		0 - 19a		1.56
		37		3		60		20a - 60a		93.75
		38		2		3		> 60a		4.69
		39		5
		40		1		1		0 - 19a		1.56
		41		2		20		20 - 40a		31.25
		42		3		40		41 - 60a		62.50
		43		2		3		> 60a		4.69
		44		8
		45		3
		46		2
		47		2
		48		5
		49		4
		54		2
		55		1
		56		1
		57		2
		59		3
		63		1
		90		2
		Total Global		64
% de casos x idade
		0
		0
		0
Percentual de caso de HCV em função da faixa etária (n=64)
idade x gen
		0
		0
		0
		0
Percentual de casos de HCV em função da faixa etária (n=64)
Completa
		Contagem de Protocolo		Resultado
		Idade		2		1a		1a (gen. 4)		1a, 1b		1b		3a		Total Global
		16												1		1
		25										1				1				2 (n=1)		1a (n=5)		1a (gen. 4) (n=1)		1a, 1b (n=11)		1b (n=8)		3a (n=38)
		26												2		2		0 -19		0.00		0.00		0.00		0.00		0.00		1.56
		29												1		1		20 -60		1.56		7.81		1.56		15.63		10.94		56.25
		32												1		1		> 60		0.00		0.00		0.00		1.56		1.56		1.56
		34								1						1
		35								1						1
		36						1						1		2
		37												3		3
		38								1		1				2
		39				1				2		1		1		5				2		1a		1a (gen. 4)		1a, 1b		1b		3a
		40												1		1		0 - 19		0.00		0.00		0.00		0.00		0.00		1.56
		41				1						1				2		20 - 40		0.00		1.56		1.56		7.81		4.69		15.63
		42								1				2		3		41 - 60		1.56		6.25		0.00		7.81		6.25		40.63
		43												2		2		> 60		0.00		0.00		0.00		1.56		1.56		1.56
		44				1				2				5		8
		45				1								2		3
		46				1								1		2
		47		1										1		2
		48								1				4		5
		49										2		2		4
		54												2		2
		55												1		1
		56												1		1
		57										1		1		2
		59								1				2		3
		63								1						1
		90										1		1		2
		Total Global		1		5		1		11		8		38		64
Completa
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
0 -19
20 -60
> 60
Genótipos
Percentuais
Percentual de genótipos de HCV em função da faixa etária (n=64)
1,56%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
56,25%
10,94%
15,63%
1,56%
7,81%
1,56%
1,56%
1,56%
1,56%
0,00%
0,00%
0,00%
		Data		Protocolo		Paciente		Idade		Resultado		Sexo
		1/7/02		01.121.0866-0		01 ANA LUCIA BERGAMO		36		3a		f
		1/9/02		10.120.0012-2		02 FRANCISCO JOSE TERNES		44		1a, 1b		m
		1/14/02		22.121.0769-7		01 RICARDO CARGNIN FERREIRA		35		1a, 1b		m
		1/14/02		01.121.2072-5		01 MARI STELA DO LIVRAMENTO		46		1a		f
		1/22/02		18.121.0865-3		01 JOEL TOLEDO DOS SANTOS		90		1b		m
		1/23/02		01.121.2331-7		05 JACI JOSE FRAGA		48		3a		m
		1/23/02		15.121.1185-3		04 FERNANDO CEZAR PEREIRA DOS S		39		1a		m
		1/25/02		37.121.0587-0		01 MAURICIO BRANCO BOLZANI		54		3a		m
		2/5/02		01.122.0871-1		01 SERGIO PEREIRA PAIVA		45		1a		m
		2/13/02		18.122.0427-0		01 JACOB JOSE COELHO		48		1a, 1b		m
		2/20/02		15.122.1077-0		03 MARIA DO CARMO FELICIANO DE		54		3a		f
		3/20/02		01.123.4797-5		01 VALDIR RAQUEL		44		3a		m
		3/25/02		16.123.0472-6		01 FERNANDO DESIO WAACK		38		1a, 1b		m
		4/8/02		22.124.0582-5		01 RONALDO DA SILVA		41		1a		m
		4/15/02		15.124.0932-1		01 MARIA APARECIDA COSTA		39		3a		f
		4/15/02		10.124.0339-1		08 VALTER DOS REIS		42		3a		m
		4/16/02		18.124.0714-6		01 MARCIA CRISTINA TABORDA F. P		29		3a		f
		4/17/02		01.124.3980-201 CLAIR TEREZINHA BORTOLINI		59		3a		f
		4/22/02		13.124.0348-6		01 MOACIR DA SILVA ANDRADE		43		3a		m
		5/3/02		10.124.0630-7		04 CARLOS JOSE MELIM		48		3a		m
		5/8/02		18.125.0307-2		01 FREDERICO JOSE R VIRMOND		26		3a		m
		5/21/02		01.125.4590-4		01 WANDERLEI DE SOUSA SALLES		48		3a		m
		5/27/02		15.125.1545-8		01 MARIO ANTONIO COSTA		40		3a		m
		5/28/02		01.125.6228-0		01 LUIZ CARLOS GUESSER		44		3a		m
		5/31/02		18.125.1532-1		01 ROSILETI SEVERINO		90		3a		f
		6/6/02		01.126.1047-1		01 CARLOS RUY ARTECHE SILVEIRA		47		3a		m
		6/11/02		18.126.0395-6		01 ALFREDO MARIO MARTINEZ		45		3a		m
		6/14/02		15.126.0792-1		01 LUISA DE SOUSA MACHADO		41		1b		f
		6/18/02		01.126.3423-0		01 MAGNO JORGE ZANDAVALLI BARBO		49		1b		m
		6/18/02		16.126.0309-0		01 MARCOS LOURENCO HERTER		44		3a		m
		6/19/02		01.126.3717-5		01 BRENO ALFREDO FERREIRA SILVA		57		1b		m
		6/25/02		27.126.0308-1		03 ADUCI DA SILVA		37		3a		m
		6/27/02		18.126.1243-2		01 ORLANDO CANCADO FRANCO JUNIO		49		1b		m
		7/1/02		01.126.5825-3		01 JAIRO LUIZ PELEGRINI		44		1a		m
		7/2/02		18.127.0017-0		01 PAULO RAIMARO GERNHARD		56		3a		m
		7/2/02		18.127.0061-7		01 DANIEL MORENO BASTIAN		37		3a		m
		7/4/02		01.127.0826-9		01 NILSON BATISTA SOUZA		49		3a		m
		7/11/02		01.127.2414-0		01 GISELE BENEDET DUTRA		25		1b		f
		7/17/02		06.127.0745-8		01 REGNIS FAUSTO		39		1a, 1b		m
		7/19/02		15.127.1347-0		01 CIRO EIBS PEREIRA		44		1a, 1b		m
		7/25/02		15.127.1665-8		06 ALEXANDRE DE AVILA LERIP		36		1a (gen. 4)		m
		7/26/02		06.127.1081-5		01 TELMO TADEU TISCOSKI		44		3a		m
		7/29/02		01.127.6287-5		01 PAULO ANTONIO CABRAL		48		3a		m
		7/29/02		01.127.6289-1		01 SARAH MARIA CABRAL		16		3a		f
		8/7/02		01.128.1170-1		03 NADIR FRANCISCO GREZEL		37		3a		m
		8/9/02		22.128.0575-0		01 MARCELLO FIALHO LEMOS		39		1b		m
		8/27/02		15.128.1684-9		01 MANOEL DOS PASSOS DE JESUS		45		3a		m
		8/28/02		05.128.1158-0		01 NEUSA ROSA DAVILA MARTINS		47		2		f
		8/30/02		01.128.6838-0		01 LUIZ RENATO PARCIANELLI		49		3a		m
		9/3/02		22.129.0109-1		01 JAMIRO SCHUTZ		59		1a, 1b		m
		9/5/02		18.129.0095-0		01 NIELS SCHULTZ		46		3a		m
		9/6/02		15.129.0263-0		01 CARIN BRIZOLA WEBER		26		3a		f
		9/13/02		10.129.0288-6		01 MARLENE MARIA MORAES		63		1a, 1b		f
		9/17/02		20.129.0364-3		01 TEREZA CARLOTA MARIA SCHURHA		55		3a		f
		9/17/02		16.129.0302-6		01 DANIEL LUIS CARAVIERI		38		1b		m
		9/19/02		05.129.0780-3		01 MARCELO DE MIRA VASCONCELOS		34		1a, 1b		m
		9/23/02		01.129.4313-6		01 JOAO BATISTA CARDOSO		39		1a, 1b		m
		9/24/02		01.129.4763-8		01 SONIA REGINA ARRUDA GONCALVE		43		3a		f
		9/24/02		01.129.4774-3		01 TEREZINHA ELIZABETH C. DO AM		59		3a		f
		9/24/02		01.129.4893-6		01 HUMBERTO DIAS		44		3a		m
		9/25/02		01.129.4762-0		01 EDSON LUIS AMARANTE ARRUDA		42		1a, 1b		m
		9/25/02		14.129.0749-4		01 ZULAMAR LOCKS RODRIGUES		42		3a		f
		9/26/02		10.129.0550-8		03 TEREZINHA DAROS DE AZEVEDO		57		3a		f
		9/26/02		27.129.0377-8		01 JAIR JOSE PEREIRA		32		3a		m
*
HEPATITE C DIAGNÓSTICO
• Aplicação dos Diversos Testes:
Anti-HCV (EIA)
Anti-HCV (RIBA)
HCV-RNA Qualitativo
HCVRNA Quantitativo
GENOTIPAGEM
Triagem
Confirmação
Seguimento
Prognóstico
+
+
+
+
+
+
+
Adaptado de Gerken, 1998.
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
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HEPATITE – B 
Principais testes Moleculares
 HBV-DNA qualitativo - PCR
 HBV-DNA quantitativo - PCR, b-DNA
 pesquisa de mutações - sequenciamento, RFLP
 genotipagem - sequenciamento
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
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HEPATITE – B 
HBV- DNA Qualitativo PCR
 Bem sensível
 presente na maior parte dos portadores de HBsAg
 monitorização de resposta completa ao tratamento
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
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HEPATITE – B 
DNA Quantitativo
É o melhor teste para caracterização de replicação viral !
 PCR - sensibilidade de 400 cópias/ml. Considera-se replicação clinicamente relevante: > 100.000 cópias/ml
 b-DNA - sensibilidade de 700.000 cópias/ml (boa correlação com replicação viral)
Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
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Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
HEPATITE – B 
DNA Quantitativo
 HBV-DNA como marcador de replicação
 útil quando a sorologia não esclarece replicação viral
 HBeAg (-) com  ALT ou Bx alterada (mutação pré-core)
 perfis anômalos na sorologia (anti-HBc puro)
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Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
HEPATITE – B 
DNA Quantitativo
 HBV-DNA como auxiliar no tratamento
 avaliação prognóstica pré-tratamento : cargas virais altas têm pior resposta 
 monitorização da resposta à terapia
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Professora: Lisiane Enriconi dos Anjos 
HEPATITE – B 
 
 SEQUENCIAMENTO - APLICAÇÕES
 pesquisa de mutações - pré-core, resistência à lamivudina
 genotipagem: relação com prognóstico e resposta terapêutica (A-F)
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