Logo Passei Direto
Buscar

estudos gramaticais

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Leia a seguinte passagem de texto: “A língua escrita não dispõe dos inumeráveis recursos rítmicos e melódicos da língua falada. Para suprir esta carência, ou me lhor, para reconstruir aproximadamente o movimento vivo da elocução oral, serve-se da pontuação”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CUNHA, Celso; CINTRA, Luis Filipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2016. p. 657.
Tendo em vista os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre as funções dos sinais de pontuação, relacione cada sinal de pontuação a seguir à(s) sua(s) respectiva(s) função(ões): 1) Ponto final 2) Vírgula 3) Ponto e vírgula 4) Dois pontos 5) Reticências
( ) separar datas, endereços, vocativos, itens da enunciação, apostos etc.
( ) iniciar enumerações, introduzir falas e indicar inícios de explicações.
( ) marcar o final de frases declarativas e indicar abreviações.
( ) indicar suspensão de pensamentos ou sugerir a ideia de continuidade.
( ) separar orações coordenadas que já apresentam vírgulas.
A 2 – 4 – 1 – 5 – 3
B 3 – 4 – 1 – 5 – 2
C 1 – 3 – 5 – 2 – 4
D 4 – 2 – 3 – 1 – 5
E 5 – 1 – 4 – 3 – 2

Observe as imagens a seguir: Após esta avaliação, caso queira ver as imagens nos links originais, ele está disponível em: e , respectivamente. Acesso em 04 mar. 2017. Ambas as imagens têm objetivos idênticos: indicar que se deve parar. Porém, elas fazem um uso distinto da linguagem: a linguagem não verbal e a verbal, respectivamente.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre as linguagens verbal e não verbal, é correto afirmar que a linguagem verbal é aquela que:
A é incapaz de variar ao longo do tempo e do espaço.
B está restrita à modalidade falada da língua.
C utiliza um sistema organizado de sinais que se realiza socialmente.
D se realiza estritamente por meio de sinais do alfabeto manual dos surdos-mudos.
E está restrita à modalidade escrita da língua.

Leia a seguir o fragmento de texto: “A partir de [...] 1º de janeiro de 2016, qualquer manifestação escrita em língua portuguesa será regida obrigatoriamente pelas novas normas do Acordo Ortográfico. Apesar de aprovado em 2009, foi dado um prazo de seis anos de transição em que as ortografias antiga e nova poderiam ser usadas. [...] Agora, vários vocábulos sofrerão mudanças no uso de hífen e na acentuação de verbos e palavras homógrafas (aquelas com mesma grafia, mas com significados diferentes); haverá a extinção do trema; e algumas consoantes serão incluídas oficialmente no alfabeto. Ainda assim, as modificações atingirão apenas 0,8% do total de palavras usadas no Brasil”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: de um artigo extraído do jornal Correio Braziliense. Nova ortografia da língua portuguesa fica obrigatória a partir de hoje.
Considerando os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre o Novo Acordo Ortográfico, analise as sentenças a seguir, assinalando V para as afirmativas verdadeiras, e F para as falsas:
I. ( ) A partir do referido Acordo, exclui-se definitivamente do vocabulário as letras k, w e y, por considerar-se que representam apenas sons de línguas estrangeiras.
II. ( ) Desde janeiro de 2016, o uso do trema está oficialmente abolido, com exceções para nomes próprios em língua estrangeira e seus derivados.
III. ( ) O Acordo determina que prefixos terminados com a mesma vogal que inicia a palavra seguinte estão abolidos, como em “microondas”, por exemplo.
IV. ( ) Determina-se também com o Acordo a obrigatoriedade de acentos diferenciais para que, assim, fique mais clara, por exemplo, a diferença entre a forma verbal e preposição, como é o caso de pára (verbo) e para (preposição).
V. ( ) A partir do referido Acordo, os ditongos ei e oi de palavras paroxítonas, como geleia e joia, não deverão mais ser acentuados.
A F – V – F – F – V
B F – F – V – V – V
C V – V – F – F – V
D V – F – V – V – F
E F – V – V – V – F

Leia o seguinte trecho de texto: “Em cada estado brasileiro, as pessoas falam de um jeito, com sotaque próprio e, muitas vezes, chamam as mesmas coisas por nomes completamente diferentes. A pipa, por exemplo, também é chamada de papagaio e pandorga. O pão francês também tem muitos nomes – em São Paulo, é pãozinho; no Maranhão, é pão massa grossa; no Pará, careca; os sergipanos chamam de Jacó; e os paraibanos, de pão aguado; no Ceará, é pão de sal; em Santa Catarina, pão de trigo; no Rio Grande do Sul, cacetinho”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: G1. Variedade linguística é tema de redação no Projeto Educação.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre variação linguística, relacione corretamente os aspectos que interferem na produção linguística às suas respectivas características:
1. Tempo.
2. Espaço.
3. Grupo social.
4. Atividade profissional.
5. Situação comunicativa.
( ) Refere-se à variação que ocorre entre diferentes círculos reunidos por suas afinidades, por exemplo, os jogadores de futebol, os skatistas etc.
( ) A língua varia também temporalmente, ou seja, a língua que falamos hoje é diferente daquela do século XVIII, por exemplo.
( ) Algumas áreas de atuação requerem um vocabulário técnico específico, comumente compreendido por outros indivíduos pertencentes à mesma área, como a linguagem jurídica, por exemplo.
( ) A língua também varia no sentido de que a linguagem que utilizamos para escrever um bilhete para nossa mãe, por exemplo, não é a mesma que utilizamos para escrever um artigo para a faculdade.
( ) No excerto citado anteriormente, as diferentes formas de se referir à pipa e ao pão francês são exemplos de que a língua também varia regionalmente, dependendo do estado em que o falante vive.

Leia a definição a seguir: “Segundo o gramático Napoleão Mendes de Almeida, vícios de linguagem são palavras ou construções que deturpam, desvirtuam ou dificultam a manifestação do pensamento, seja pelo desconhecimento da norma culta, seja pelo descuido do emissor”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ESCOLA da Previdência Social. Dicas de português: Vícios de linguagem.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre os vícios de linguagem, relacione cada um dos vícios de linguagem listados a seguir a seus respectivos exemplos:
1. Clichês
2. Gerundismo
3. Pleonasmo
4. Barbarismo
5. Cacofonia
( ) Pedimos desculpas pelo incômodo e informamos que vamos estar resolvendo seu problema nos próximos dias.
( ) O barulho que ouvi foi tão alto que me fez sair para fora de casa para ver o que houve.
( ) Cansado de bater de frente com o irmão, Vitor saiu de casa determinado.
( ) A mãe alimentava a criança levando a colher até a boca dela.
( ) Ana resolveu dormir, pois estava meia cansada.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Leia a seguinte passagem de texto: “A língua escrita não dispõe dos inumeráveis recursos rítmicos e melódicos da língua falada. Para suprir esta carência, ou me lhor, para reconstruir aproximadamente o movimento vivo da elocução oral, serve-se da pontuação”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CUNHA, Celso; CINTRA, Luis Filipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2016. p. 657.
Tendo em vista os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre as funções dos sinais de pontuação, relacione cada sinal de pontuação a seguir à(s) sua(s) respectiva(s) função(ões): 1) Ponto final 2) Vírgula 3) Ponto e vírgula 4) Dois pontos 5) Reticências
( ) separar datas, endereços, vocativos, itens da enunciação, apostos etc.
( ) iniciar enumerações, introduzir falas e indicar inícios de explicações.
( ) marcar o final de frases declarativas e indicar abreviações.
( ) indicar suspensão de pensamentos ou sugerir a ideia de continuidade.
( ) separar orações coordenadas que já apresentam vírgulas.
A 2 – 4 – 1 – 5 – 3
B 3 – 4 – 1 – 5 – 2
C 1 – 3 – 5 – 2 – 4
D 4 – 2 – 3 – 1 – 5
E 5 – 1 – 4 – 3 – 2

Observe as imagens a seguir: Após esta avaliação, caso queira ver as imagens nos links originais, ele está disponível em: e , respectivamente. Acesso em 04 mar. 2017. Ambas as imagens têm objetivos idênticos: indicar que se deve parar. Porém, elas fazem um uso distinto da linguagem: a linguagem não verbal e a verbal, respectivamente.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre as linguagens verbal e não verbal, é correto afirmar que a linguagem verbal é aquela que:
A é incapaz de variar ao longo do tempo e do espaço.
B está restrita à modalidade falada da língua.
C utiliza um sistema organizado de sinais que se realiza socialmente.
D se realiza estritamente por meio de sinais do alfabeto manual dos surdos-mudos.
E está restrita à modalidade escrita da língua.

Leia a seguir o fragmento de texto: “A partir de [...] 1º de janeiro de 2016, qualquer manifestação escrita em língua portuguesa será regida obrigatoriamente pelas novas normas do Acordo Ortográfico. Apesar de aprovado em 2009, foi dado um prazo de seis anos de transição em que as ortografias antiga e nova poderiam ser usadas. [...] Agora, vários vocábulos sofrerão mudanças no uso de hífen e na acentuação de verbos e palavras homógrafas (aquelas com mesma grafia, mas com significados diferentes); haverá a extinção do trema; e algumas consoantes serão incluídas oficialmente no alfabeto. Ainda assim, as modificações atingirão apenas 0,8% do total de palavras usadas no Brasil”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: de um artigo extraído do jornal Correio Braziliense. Nova ortografia da língua portuguesa fica obrigatória a partir de hoje.
Considerando os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre o Novo Acordo Ortográfico, analise as sentenças a seguir, assinalando V para as afirmativas verdadeiras, e F para as falsas:
I. ( ) A partir do referido Acordo, exclui-se definitivamente do vocabulário as letras k, w e y, por considerar-se que representam apenas sons de línguas estrangeiras.
II. ( ) Desde janeiro de 2016, o uso do trema está oficialmente abolido, com exceções para nomes próprios em língua estrangeira e seus derivados.
III. ( ) O Acordo determina que prefixos terminados com a mesma vogal que inicia a palavra seguinte estão abolidos, como em “microondas”, por exemplo.
IV. ( ) Determina-se também com o Acordo a obrigatoriedade de acentos diferenciais para que, assim, fique mais clara, por exemplo, a diferença entre a forma verbal e preposição, como é o caso de pára (verbo) e para (preposição).
V. ( ) A partir do referido Acordo, os ditongos ei e oi de palavras paroxítonas, como geleia e joia, não deverão mais ser acentuados.
A F – V – F – F – V
B F – F – V – V – V
C V – V – F – F – V
D V – F – V – V – F
E F – V – V – V – F

Leia o seguinte trecho de texto: “Em cada estado brasileiro, as pessoas falam de um jeito, com sotaque próprio e, muitas vezes, chamam as mesmas coisas por nomes completamente diferentes. A pipa, por exemplo, também é chamada de papagaio e pandorga. O pão francês também tem muitos nomes – em São Paulo, é pãozinho; no Maranhão, é pão massa grossa; no Pará, careca; os sergipanos chamam de Jacó; e os paraibanos, de pão aguado; no Ceará, é pão de sal; em Santa Catarina, pão de trigo; no Rio Grande do Sul, cacetinho”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: G1. Variedade linguística é tema de redação no Projeto Educação.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre variação linguística, relacione corretamente os aspectos que interferem na produção linguística às suas respectivas características:
1. Tempo.
2. Espaço.
3. Grupo social.
4. Atividade profissional.
5. Situação comunicativa.
( ) Refere-se à variação que ocorre entre diferentes círculos reunidos por suas afinidades, por exemplo, os jogadores de futebol, os skatistas etc.
( ) A língua varia também temporalmente, ou seja, a língua que falamos hoje é diferente daquela do século XVIII, por exemplo.
( ) Algumas áreas de atuação requerem um vocabulário técnico específico, comumente compreendido por outros indivíduos pertencentes à mesma área, como a linguagem jurídica, por exemplo.
( ) A língua também varia no sentido de que a linguagem que utilizamos para escrever um bilhete para nossa mãe, por exemplo, não é a mesma que utilizamos para escrever um artigo para a faculdade.
( ) No excerto citado anteriormente, as diferentes formas de se referir à pipa e ao pão francês são exemplos de que a língua também varia regionalmente, dependendo do estado em que o falante vive.

Leia a definição a seguir: “Segundo o gramático Napoleão Mendes de Almeida, vícios de linguagem são palavras ou construções que deturpam, desvirtuam ou dificultam a manifestação do pensamento, seja pelo desconhecimento da norma culta, seja pelo descuido do emissor”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ESCOLA da Previdência Social. Dicas de português: Vícios de linguagem.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre os vícios de linguagem, relacione cada um dos vícios de linguagem listados a seguir a seus respectivos exemplos:
1. Clichês
2. Gerundismo
3. Pleonasmo
4. Barbarismo
5. Cacofonia
( ) Pedimos desculpas pelo incômodo e informamos que vamos estar resolvendo seu problema nos próximos dias.
( ) O barulho que ouvi foi tão alto que me fez sair para fora de casa para ver o que houve.
( ) Cansado de bater de frente com o irmão, Vitor saiu de casa determinado.
( ) A mãe alimentava a criança levando a colher até a boca dela.
( ) Ana resolveu dormir, pois estava meia cansada.

Prévia do material em texto

Questão 1/5 - Estudos Gramaticais
Leia a seguinte passagem de texto: 
“A língua escrita não dispõe dos inumeráveis recursos rítmicos e melódicos da língua falada. Para suprir esta carência, ou melhor, para reconstruir aproximadamente o movimento vivo da elocução oral, serve-se da pontuação”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CUNHA, Celso; CINTRA, Luis Filipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2016. p. 657. 
Tendo em vista os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre as funções dos sinais de pontuação, relacione cada sinal de pontuação a seguir à(s) sua(s) respectiva(s) função(ões): 
1) Ponto final
2) Vírgula
3) Ponto e vírgula
4) Dois pontos
5) Reticências
(  ) separar datas, endereços, vocativos, itens da enunciação, apostos etc.
(  ) iniciar enumerações, introduzir falas e indicar inícios de explicações.
(  ) marcar o final de frases declarativas e indicar abreviações.
(  ) indicar suspensão de pensamentos ou sugerir a ideia de continuidade.
(  ) separar orações coordenadas que já apresentam vírgulas.
Nota: 20.0
	
	A
	2 – 4 – 1 – 5 – 3
Você acertou!
A sequência correta é 2 – 4 – 1 – 5 – 3. Conforme o livro-base, o ponto final (1) marca o final de frases declarativas e também indica abreviações. A vírgula (2), dentre outros usos, separa datas, endereços, vocativos, itens da enunciação, apostos, etc. O ponto e vírgula (3) separa orações coordenadas que já apresentam vírgulas. Os dois pontos (4) iniciam enumerações, abrem espaço para falas e também introduzem explicações. Por fim, as reticências (5) indicam suspensão ou interrupção do pensamento e, em outros casos, sugerem a ideia de continuidade (livro-base, p. 213-220).
	
	B
	3 – 4 – 1 – 5 – 2
	
	C
	1 – 3 – 5 – 2 – 4
	
	D
	4 – 2 – 3 – 1 – 5
	
	E
	5 – 1 – 4 – 3 – 2
Questão 2/5 - Estudos Gramaticais
Observe as imagens a seguir:
Após esta avaliação, caso queira ver as imagens nos links originais, ele está disponível em: <goo.gl/K7xdkrcontent_copy> e <ttps://lh3.googleusercontent.com/RSV3RnLgza62tx6gNfkiWgkgl4ZIYn9wFRou4yrdA1hyTD4pIngYgt-hzc0AbZZRWI04y9M=s85>, respectivamente. Acesso em 04 mar. 2017.
Ambas as imagens têm objetivos idênticos: indicar que se deve parar. Porém, elas fazem um uso distinto da linguagem: a linguagem não verbal e a verbal, respectivamente. De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre as linguagens verbal e não verbal, é correto afirmar que a linguagem verbal é aquela que:
Nota: 20.0
	
	A
	é incapaz de variar ao longo do tempo e do espaço.
	
	B
	está restrita à modalidade falada da língua.
	
	C
	utiliza um sistema organizado de sinais que se realiza socialmente.
Você acertou!
De acordo com o livro-base, a linguagem verbal é um sistema organizado de sinais utilizado por membros de uma mesma comunidade. Esta linguagem está sujeita à variação de todos os tipos e não se restringe à modalidade escrita ou falada (livro-base, p. 24).
	
	D
	se realiza estritamente por meio de sinais do alfabeto manual dos surdos-mudos.
	
	E
	está restrita à modalidade escrita da língua.
Questão 3/5 - Estudos Gramaticais
Leia a seguir o fragmento de texto: 
“A partir de [...] 1º de janeiro de 2016, qualquer manifestação escrita em língua portuguesa será regida obrigatoriamente pelas novas normas do Acordo Ortográfico. Apesar de aprovado em 2009, foi dado um prazo de seis anos de transição em que as ortografias antiga e nova poderiam ser usadas. [...] Agora, vários vocábulos sofrerão mudanças no uso de hífen e na acentuação de verbos e palavras homógrafas (aquelas com mesma grafia, mas com significados diferentes); haverá a extinção do trema; e algumas consoantes serão incluídas oficialmente no alfabeto. Ainda assim, as modificações atingirão apenas 0,8% do total de palavras usadas no Brasil”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: de um artigo extraído do jornal Correio Braziliense. Nova ortografia da língua portuguesa fica obrigatória a partir de hoje.  <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2016/01/01/internas_polbraeco,512512/nova-ortografia-da-lingua-portuguesa-fica-obrigatoria-a-partir-de-hoje.shtml>. Acesso em 16 out. 2016.
Considerando os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre o Novo Acordo Ortográfico, analise as sentenças a seguir, assinalando V para as afirmativas verdadeiras, e F para as falsas:
I. ( ) A partir do referido Acordo, exclui-se definitivamente do vocabulário as letras k, w e y, por considerar-se que representam apenas sons de línguas estrangeiras.
II. ( ) Desde janeiro de 2016, o uso do trema está oficialmente abolido, com exceções para nomes próprios em língua estrangeira e seus derivados.
III. (  ) O Acordo determina que prefixos terminados com a mesma vogal que inicia a palavra seguinte estão abolidos, como em “microondas”, por exemplo.
IV. ( ) Determina-se também com o Acordo a obrigatoriedade de acentos diferenciais para que, assim, fique mais clara, por exemplo, a diferença entre a forma verbal e preposição, como é o caso de pára (verbo) e para (preposição).
V. ( ) A partir do referido Acordo, os ditongos ei e oi de palavras paroxítonas, como geleia e joia, não deverão mais ser acentuados.
Nota: 0.0
	
	A
	F – V – F – F – V
A afirmativa I é falsa, pois o Acordo passou a incluir essas letras, que antes eram utilizadas apenas para representar siglas e grafar nomes próprios originários de línguas estrangeiras (livro-base, p. 49). A afirmativa II é verdadeira, pois o Acordo de fato aboliu o trema, mantendo-se, porém, seu uso em nomes próprios e derivados (livro-base, p. 49). A afirmativa III é falsa, pois o Acordo determina justamente o oposto: quando o prefixo termina com vogal idêntica à que inicia o termo seguinte, o hífen é obrigatório (livro-base, p. 52). A afirmativa IV também é falsa, pois o Acordo aboliu os acentos diferenciais em sua maioria, com exceção apenas para: pôde X pode e pôr X por (livro-base, p. 59,60). A afirmativa V é verdadeira, pois o Acordo determina a não mais acentuação de ditongos abertos ei e oi em palavras paroxítonas.
	
	B
	F – F – V – V – V
	
	C
	V – V – F – F – V
	
	D
	V – F – V – V – F
	
	E
	F – V – V – V – F
Questão 4/5 - Estudos Gramaticais
Leia o seguinte trecho de texto:
“Em cada estado brasileiro, as pessoas falam de um jeito, com sotaque próprio e, muitas vezes, chamam as mesmas coisas por nomes completamente diferentes. A pipa, por exemplo, também é chamada de papagaio e pandorga. O pão francês também tem muitos nomes – em São Paulo, é pãozinho; no Maranhão, é pão massa grossa; no Pará, careca; os sergipanos chamam de Jacó; e os paraibanos, de pão aguado; no Ceará, é pão de sal; em Santa Catarina, pão de trigo; no Rio Grande do Sul, cacetinho”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: G1. Variedade linguística é tema de redação no Projeto Educação. <http://g1.globo.com/pernambuco/vestibular-e-educacao/noticia/2013/10/variedade-linguistica-e-tema-de-redacao-no-projeto-educacao.html>. Acesso em 15 out. 2016.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre variação linguística, relacione corretamente os aspectos que interferem na produção linguística às suas respectivas características:
1. Tempo.
2. Espaço.
3. Grupo social.
4. Atividade profissional.
5. Situação comunicativa.
(     ) Refere-se à variação que ocorre entre diferentes círculos reunidos por suas afinidades, por exemplo, os jogadores de futebol, os skatistas etc.
(   ) A língua varia também temporalmente, ou seja, a língua que falamos hoje é diferente daquela do século XVIII, por exemplo.
(  ) Algumas áreas de atuação requerem um vocabulário técnico específico, comumente compreendido por outros indivíduos pertencentes à mesmaárea, como a linguagem jurídica, por exemplo.
(   ) A língua também varia no sentido de que a linguagem que utilizamos para escrever um bilhete para nossa mãe, por exemplo, não é a mesma que utilizamos para escrever um artigo para a faculdade.
(   ) No excerto citado anteriormente, as diferentes formas de se referir à pipa e ao pão francês são exemplos de que a língua também varia regionalmente, dependendo do estado em que o falante vive.
A seguir, selecione a sequência correta:
Nota: 20.0
	
	A
	3 – 1 – 4 – 5 – 2
Você acertou!
A sequência correta é 3 – 1 – 4 – 5 – 2. De acordo com o livro-base, as línguas variam no tempo (1), na medida em que o português que falamos hoje é diferente daquele de décadas e séculos atrás, por exemplo. Algumas palavras caíram em desuso e outras foram incorporadas, mostrando como a língua varia ao longo do tempo. Há variação também ao longo do espaço (2), pois “se há regiões diferentes, há linguagens diferentes” (livro-base, p. 28). A língua também varia de acordo com o grupo social (3), pois os indivíduos se agrupam de acordo com interesses comuns, por vezes com linguagens próprias. A variação linguística também ocorre entre as atividades profissionais (4), em que há o uso de linguagem técnica específica, como os médicos, por exemplo. Por fim, há variação também de acordo com a situação comunicativa (5), levando em consideração o contexto em que a comunicação ocorre (livro-base, p. 27-32).
	
	B
	1 – 3 – 4 – 2 – 5
	
	C
	5 – 2 – 1 – 4 – 3
	
	D
	2 – 5 – 3 – 1 – 4
	
	E
	4 – 3 – 2 – 5 – 1
Questão 5/5 - Estudos Gramaticais
Leia a definição a seguir: 
“Segundo o gramático Napoleão Mendes de Almeida, vícios de linguagem são palavras ou construções que deturpam, desvirtuam ou dificultam a manifestação do pensamento, seja pelo desconhecimento da norma culta, seja pelo descuido do emissor”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ESCOLA da Previdência Social. Dicas de português: Vícios de linguagem. <http://escola.previdencia.gov.br/dicas/dica15.html>. Acesso em 23 out. 2016.
De acordo com os conteúdos do livro-base Não erre mais: Língua portuguesa nas empresas sobre os vícios de linguagem, relacione cada um dos vícios de linguagem listados a seguir a seus respectivos exemplos:
1. Clichês
2. Gerundismo
3. Pleonasmo
4. Barbarismo
5. Cacofonia 
( ) Pedimos desculpas pelo incômodo e informamos que vamos estar resolvendo seu problema nos próximos dias.
(  ) O barulho que ouvi foi tão alto que me fez sair para fora de casa para ver o que houve.
(  ) Cansado de bater de frente com o irmão, Vitor saiu de casa determinado.
(  ) A mãe alimentava a criança levando a colher até a boca dela.
(  )  Ana resolveu dormir, pois estava meia cansada. 
Nota: 20.0
	
	A
	1 – 3 – 4 – 2 – 5
	
	B
	5 – 2 – 3 – 4 – 1
	
	C
	2 – 3 – 1 – 5 – 4
Você acertou!
A sequência correta é 2 – 3 – 1 – 5 – 4. Na primeira frase, a expressão “vamos estar resolvendo” caracteriza um gerundismo (2), pois há o uso do gerúndio quando o mais adequado seria o uso do futuro (“resolveremos seu problema”). Na segunda frase, a expressão “sair para fora” é um exemplo de pleonasmo (3), pois sair é sempre para fora de algum lugar. Na terceira frase, a expressão “bater de frente” é classificada no livro-base como clichê, por serem expressões desgastadas pelo uso. Na quarta frase, a expressão “boca dela” pode se unir formando a palavra “cadela”, caracterizando uma cacofonia. Por fim, na quinta frase, o correto é “meio cansada”, e não “meia cansada”. Essa troca de “meio” (correto) por “meia” (incorreto) caracteriza um barbarismo gramatical (livro-base, p. 178-182).
	
	D
	4 – 1 – 5 – 3 – 2
	
	E
	3 – 5 – 4 – 1 – 2

Mais conteúdos dessa disciplina