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DIREITO ADMINISTRATIVO I Avaliando Aprend.: CCJ0010_SM_201401377866 V.1 Aluno(a): JESSICA D. Matrícula: Desemp.: 0,2 de 0,5 26/04/2018 13:17:12 (Finalizada) 1a Questão (Ref.:201401609590) Pontos: 0,0 / 0,1 Assinalar a alternativa correta. As agências reguladoras constituem um "novo modelo institucional da Administração Pública¿, ao lado das autarquias, fundações, sociedades de economia mista e empresas públicas. As autarquias e as fundações, integrantes da administração indireta, tem em comum o fato de que ambas são entidades cooperativas. Os sistemas de atividades auxiliares, criados pelo Decreto-Lei n" 200, de 25 de fevereiro de 1967 e amplamente difundidos na Administração Pública brasileira, são operados por terceirização. As empresas públicas, cujo capital é composto por recursos públicos e privados, podem adotar qualquer forma admitida em direito. Depende de lei específica a criação de autarquia. Comentários: As autarquias são criadas por lei ordinária, cujo projeto é de iniciativa reservada ao Chefe do Poder Executivo respectivo. Então, se for uma autarquia federal, a sua instituição vai depender de um projeto de lei oferecido pelo Presidente da República; se for uma autarquia estadual, será o Governador quem vai oferecer o projeto da lei instituidora; e, se for uma autarquia municipal, a autoria do projeto será do Prefeito. Entretanto, de onde se retira essa obrigatoriedade? Naturalmente que da Constituição, que, em seu art. 37, XIX, reza: "Art.37 - ............................................ .XIX - somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei complementar, neste último caso, definir as áreas de sua atuação". Diferentemente do que ocorre com as sociedades, o nascimento da personalidade jurídica das autarquias se dá com a só publicação da lei que a cria, sem a necessidade de se arquivar um ¿ato constitutivo¿ em qualquer espécie de registro público. Atente-se, entretanto, para o fato de que o Superior Tribunal de Justiça decidiu, recentemente, de maneira muito estranha - a nosso ver, completamente equivocada - que as pessoas jurídicas só adquirem personalidade com o registro no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas - CNPJ, do Ministério da Fazenda, que, na verdade, é apenas um cadastro daquele órgão da administração direta federal para fins tributários. Logo, temos , como gabarito correto, a letra A. 2a Questão (Ref.:201401604110) Pontos: 0,1 / 0,1 Acerca dos Órgãos públicos, assinale a opção correta: A teoria que melhor explica a relação existente entre o servidor público e a pessoa jurídica do Estado é a teoria da representação, cuja característica principal consiste no princípio da imputação volitiva. Assim, a vontade do órgão público é imputada à pessoa jurídica a cuja estrutura pertence, já que aquele estaria agindo em seu nome. Comentário: a teoria em tela, na verdade, é a Teoria do Órgão em que os atos dos agentes públicos são imputados diretamente à administração publica. Alguns órgãos públicos têm capacidade processual, já que são titulares de direitos subjetivos próprios a serem defendidos. de fato, alguns órgãos públicos têm capacidade processual ou capacidade judiciária; por exemplo, a Mesa da Câmara dos Deputados pode impetrar mandado de segurança para defender direitos próprios; É correto, do ponto de vista da natureza jurídica do órgão, afirmar que "João propôs uma ação de rito ordinário contra a receita federal". A organização da administração pública direta, no que se refere à estruturação dos órgãos e competência é matéria reservada à lei. Comentário: a CF, no art. 84, VI, ¿a¿, permite a organização da administração pública por meio de decreto. 3a Questão (Ref.:201401609429) Pontos: 0,0 / 0,1 Com referência aos poderes da administração, assinale a opção correta. Caso o Poder Executivo exorbite na utilização de seu poder regulamentar, o Poder Legislativo poderá anular o ato normativo editado. Com o uso do poder hierárquico, é sempre possível a invalidação, pela autoridade superior, dos atos praticados por seus subordinados. Os poderes administrativos são instrumentais, sendo utilizados pela administração pública para cumprir suas finalidades. A discricionariedade da administração pública aplica-se apenas aos aspectos de conteúdo e de oportunidade do ato administrativo. A inexistência de vinculação absoluta permite à administração pública apreciar aspectos de conveniência, interesse público e de forma, quando no uso do seu poder vinculado. 4a Questão (Ref.:201401607807) Pontos: 0,1 / 0,1 Sobre órgão público, marque a alternativa correta: De acordo com o ordenamento Pátrio, o órgão público pode ser criado através de lei. Contudo, se o órgão é parte integrante do Poder Executivo, quem deverá criá-lo é o chefe do executivo, encaminhando projeto de lei para aprovação. O órgão público possui legitimidade para figurar em juízo independente de previsão legal, desde que o ato tenha sido praticado por um servidor lotado no respectivo órgão. A responsabilidade civil do órgão público é, em regra, objetiva, porém, a responsabilidade, também, recairá sobre o ente criador do órgão. Pela teoria volitiva do órgão, os atos praticados pelos agentes exteriorizam sua própria vontade. Todo órgão que por lei passa a ter capacidade processual, adquire, também, personalidade jurídica própria. 5a Questão (Ref.:201401604211) Pontos: 0,0 / 0,1 (Adaptação OAB/FGV)) Assinale a opção correta, relativamente ao princípio da legalidade. Não se pode dizer que todos os servidores públicos estejam sujeitos ao princípio da legalidade, na medida em que, para alguns, sua conduta profissional é regida precipuamente por regulamentos, editados pelo Poder Executivo. Tal princípio é de observância obrigatória apenas para a Administração direta, em vista do caráter eminentemente privatístico das atividades desenvolvidas pela Administração indireta. A inobservância ao princípio da legalidade, uma vez verificada, cria para o administrador o dever e não a simples faculdade - de revogar o ato. O princípio da legalidade é característico da atividade administrativa, não se estendendo à atividade legislativa, pois esta tem como característica primordial a criação de leis, e não sua execução. Tal princípio não autoriza o gestor público a, nessa qualidade, praticar todos os atos que não estejam proibidos em lei.