As amputações
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As amputações


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UNIFACEAR - CENTRO UNIVERSITÁRIO
 FISIOTERAPIA
PRÓTESE E ÓRTESE
ARAUCÁRIA \u2013 PR
2018
UNIFACEAR \u2013 CENTRO UNIVERSITÁRIO
FISIOTERAPIA
FABYELE DAIANE FRANCISCO
TAINA DA S. DE SOUZA
PRÓTESE E ÓRTESE
Trabalho aplicado à disciplina de Prótese e órtese do curso de Fisioterapia da UNIFACEAR, sob orientação da Profª Debora.
ARAUCÁRIA \u2013 PR
2018
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ......................................................................................02
AMPUTAÇÃO..... ...................................................................................03
NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO....... ..............................................................04
 4. CIRURGIAS..............................................................................................05
 5. PRÉ OPERATÓRIO............. ...................................................................06
 6. PÓS OPERATÓRIO..................................................................................06
 7. FASE DE PROTETIZAÇÃO. .....................................................................06
 6. MODELOS DE PRÓTESE.........................................................................08
 8. CONCLUSÃO.............................................................................................
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................07
 
INTRODUÇÃO
Amputação é a retirada, geralmente cirúrgica, total ou parcial de um membro, sendo considerada um processo reconstrutivo de uma extremidade sem função ou com função limitada e sua 
incidência geral se eleva devido principalmente ao aumento da média de vida e aos acidentes de trânsito e de trabalho (CARVALHO, 2003).
 Fisioterapeuta possui a função de acompanhar o paciente em todas as 
fases deste procedimento, tanto o na pré e pós -cirurgia quanto nas fases pré e pós protetização (MA Y, 2004; PASTRE et al., 2005). May(2004) ainda afirma que o fisioterapeuta pode ser o único profissional da área que possui os conhecimentos necessários para a reabilitação protética. ABRIEL, 2001).
Os membros inferiores, frequentemente, possuem maiores chances de 
serem submetidos a tal procedimento em comparação aos membros superiores (MAY, 2004; C ARNESALE, 2006).
O paciente poderá apresentar limitações a pós o procedimento cirúrgico as quais podem interferir no seu bem estar físico, como as sensações e dores fantasmas no membro amputado, dores no membro contralateral, dentre outras (PINTO, 2001; MAY, 2004). O objetivo traçado em um programa de reabilitação consiste em proporcionar ao paciente amputado habilidades para realização de todas as atividades possíveis sem o uso da prótese, preparar o coto de amputação para que possa ser protetizado e desenvolver exercícios a fim de proporciona independência funcional a este usuário com um membro protetizado, possibilitando o retorno à sociedade e às suas atividades de vida diária (PORTER, 2005).
Amputação é a remoção de uma parte do corpo e pode ocorrer devido a muitas razões: 
Necrose 
Causada por Doença Vascular Periférica 
Causada por Queimaduras 
Causada por Congelamento 
Congênitas 
 Malformação 
Traumas 
Lesão por Esmagamento (comum em acidentes) 
Tumores 
 Forma profilática do Osteossarcoma 
Infecções 
Osteomielite 
A amputação é geralmente temida por todos, pois traz a imagem de mutilação, incapacidade, impossibilidade de trabalhar e de exercer as atividades da vida diária. 
Estas consequências são temidas pelos indivíduos que sofrem uma amputação. Mas, não devemos considerar a amputação como o fim de alguma coisa ou simplesmente a perda de uma membro que consequentemente irá gerar incapacidades.
 Devemos considerá-la como o princípio de uma nova fase, pois se por um lado houve a perda de um membro e a alteração da imagem corporal, por outro eliminou-se o perigo da perda de vida, ou deu alívio a sofrimentos intoleráveis, tornando ainda possível maior liberdade de ação. Não deve ser, portanto lamentado o que foi perdido mas sim dado a devida Importância ao que restou, oferecendo ao paciente e familiares as devidas orientações e informações para um bom prognóstico do amputado. Atentando -se também para as alterações psicofisiológicas, tais como as dores fantasma.
 AMPUTAÇÕES
As amputações de membros são tão antigas quanto a própria humanidade. Amputação significa retirada, geralmente cirúrgica, total ou parcial de um membro. 
A causa mais freqüente de amputações é por doença vascular periférica, combinada ou não com diabetes. Outra indicação muito comum para amputação é o trauma, sendo que nos adultos com menos de 50 anos de idade acontece sua maior incidência, a freqüência de amputação no trauma civil, varia de 19% a 100%, e são conseqüência em grande parte de fraturas expostas, contaminação severa da ferida, lesões do tipo esmagamento que levam a necrose muscular progressiva, retardo no tempo de vascularização (> 6 h), fraturas da tíbia do tipo segmentar.
Principais indicações para amputações:
Doenças vasculares periféricas. 
Trauma
Infecções
Tumores.
Anomalias congênitas.
Congelamento.
 NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO
O termo "nível de amputação" descreve o local em que uma parte do corpo foi amputada. Além de outros fatores, o nível de amputação é usado para a escolha da prótese adequada para cada caso.
O nível de amputação é determinado pelo médico, antes da operação, e é baseado no motivo da amputação. No caso de intervenção planejada, normalmente um técnico ortopédico também é consultado, para que se determine que nível de amputação é o mais favorável para a subsequente protetização.
AMPUTAÇÃO DE PÉ
Conhecem-se mais de doze níveis diferentes de amputação na área do pé. Eles variam de uma amputação de dedo, uma amputação de meio-pé, até uma amputação na área do tarso.
Para uma protetização, podem ser usadas próteses de silicone.
AMPUTAÇÃO TRANSTIBIAL (AMPUTAÇÃO DA PANTURRILHA)
Na amputação transtibial, que é uma amputação na área da panturrilha, a tíbia e a fíbula são cortadas.
Para a protetização, são necessários um pé protético, adaptadores e elementos de conexão para o encaixe protético. O encaixe é o componente que conecta a prótese ao membro residual.
Sabe-se que um revestimento estético pode ser aplicado sobre uma prótese, para que esta fique visualmente imperceptível.
DESARTICULAÇÃO DO JOELHO
A desarticulação do joelho ocorre quando a articulação do joelho é cortada, retirando-se a panturrilha. A coxa permanece intacta.
Para a protetização, são necessários um pé protético, uma articulação do joelho, adaptadores e elementos de conexão para o encaixe protético. O encaixe é o componente que conecta a prótese ao membro residual.
Desarticulação de joelho
 \u2022 Preconiza-se a preservação da patela. Descarga de peso distal. \u2022 Boa alavanca, bom controle da prótese. \u2022 Etiologia: vascular, trauma, anomalias congênitas, tumores.
Sabe-se que um revestimento estético pode ser aplicado sobre uma prótese, para que esta fique visualmente imperceptível.
AMPUTAÇÃO TRANSFEMORAL (AMPUTAÇÃO DA COXA)
Em uma amputação transfemoral, que é uma amputação na área da coxa, o osso da coxa (fêmur) é cortado.
Para a protetização, são necessários um pé protético, uma articulação do joelho, adaptadores e elementos de conexão para o encaixe protético. O encaixe é o componente que conecta a prótese ao membro residual.
Sabe-se que um revestimento estético pode ser aplicado sobre uma prótese, para que esta fique visualmente imperceptível.
DESARTICULAÇÃO DO QUADRIL
Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação do quadril. Como consequência desse tipo de amputação, a bacia terá que controlar a prótese.
Para a protetização, são necessários um pé protético, uma articulação do joelho, uma articulação de quadril, adaptadores e elementos de conexão para o encaixe protético. O encaixe é o