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ORTOREXIA 
Alunas: Andréa Souto; Edivane Maria; Dayane Rayaly; Lídia Silvestre; Miriam Rita; Synara Carla.
O termo ortorexia é de origem grega.
 “orthós” significa correto e 
“orexsis”, fome.
O termo foi criado pelo médico americano Steven Bratman. 
E de acordo com sua definição, quem apresenta o problema possui uma fixação por alimentação saudável e chega a gastar horas pensando no assunto.
A ortorexia é um transtorno alimentar, que surge quando a pessoa se torna obsessiva quanto aos padrões daquilo que come. O indivíduo torna-se tão obcecado com o que come que todos os seus pensamentos ficam ocupados com a dieta.
CONCEITO DA ORTOREXIA
Portadores de ortorexia, permitem-se apenas alimentos saudáveis e colocam total atenção ao conteúdo nutricional de cada elemento que ingerem. Calorias, vitaminas e nutrientes tornam-se o ponto principal da comida e qualquer coisa que contenha o mínimo vestígio do que não é saudável, não é consumido.
Por se submeter a diversas restrições, chegando até excluir determinados grupos alimentares da dieta, o portador de ortorexia corre sérios riscos de apresentar deficiência de algum nutriente essencial ao bom funcionamento do organismo bem como o isolamento social em consequência desse transtorno alimentar. 
CAUSAS
A causa principal desse transtorno é a busca por um corpo perfeito. Atualmente, podemos facilmente nos deparar com parâmetros divulgados pela mídia e as referências utilizadas podem induzir as pessoas a buscarem por medidas que não se adequam ao seu biótipo corporal. A ideia central delas é apenas conquistar o corpo ideal e perfeito.
A insatisfação com a autoestima.
 Há pessoas que também reconhecem a ortorexia nervosa como a única solução para melhoras rápidas de estado de saúde.
Sensação de segurança, conforto e tranquilidade vinculada à alimentação orgânica, ecológica, funcional;
Presença de traços de personalidade fóbicos e obsessivos com relação à dieta;
 Atinge indivíduos de personalidade meticulosa, ordenada, exigentes consigo mesmos e com os demais (perfeccionistas), com exagerada necessidade de autocuidado e de proteção;
Lapsos são acompanhados de sentimento de culpa;
Outros sinais e sintomas...
TRATAMENTOS 
Inicialmente, a pessoa deve reconhecer que está vivenciando esse transtorno, 
o que pode ser difícil .
Como em todos os transtornos alimentares, o ideal é que seja acionada uma equipe multidisciplinar especializada para avaliar, diagnosticar e tratar melhor todas as áreas (médicas, nutricionais, psicológicas), tendo em vista a abrangência de sintomas e prejuízos. 
O apoio dos familiares e amigos é fundamental para que essa pessoa gradativamente permita-se consumir alimentos que antes eram exterminados do seu plano alimentar.
Recuperação
É importante que os familiares dos portadores de ortorexia respeitem, escutem e os apoiem no percurso do reconhecimento do transtorno, da procura pela ajuda profissional, durante o tratamento e, dando continuidade ao apoio psicológico também em casa, pra identificar se ainda existem dificuldades no modo de pensar em relação ao processo da alimentação, da escolha dos alimentos e em como se sentem em relação à essa caminhada da busca saudável e não obsessiva. 
 É essencial que indivíduos com esse transtorno necessitam de um psicólogo, para que assim reserve momentos para refletir sobre os hábitos que acreditava serem saudáveis, pois dessa forma a sua mente e pensamentos podem ser avaliados e adequados a rotinas saudáveis. 
 Devem ser encaminhados para nutricionistas, para que durante o processo de reconhecimento da ortorexia e em sua recuperação, sejam adequados os micronutrientes que estão em déficit em sua alimentação e se necessário a implementação de suplementos para a adequação das vitaminas e minerais.
REFERÊNCIAS 
MARTINS, Márcia Cristina T.; ALVARENGA, Marle S.; VARGAS, Sílvia Viviane A.; SATO, Karen Sayuri C. J.; SCAGLIUSI, Fernanda B. Ortorexia nervosa: reflexões sobre um novo conceito. (2011)
COELHO, Gabriela C.; HAMMES, Gabriela M. T. L.; CYRINO, Thamyres Daiane G. L. A. R. As consequências físicas, psíquicas e sociais em indivíduos com ortorexia nervosa. (2016)
SOUSA, Eleta Maria Barros de Arruda C. S. Ortorexia nervosa: Revisão da literatura. (2017)
LOPES, Maristela R.; KIRSTEN, Vanessa Ramos. Comportamentos de ortorexia nervosa em mulheres jovens. (2009)

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